Corinthians e Palmeiras: quem será a próxima vítima?

Leia o post original por Michelle Giannella

(Fotos Djalma Vassão e Fernando Dantas/Gazeta Press)

Em 2017 , Corinthians e Palmeiras jogaram três vezes e o Corinthians venceu todas. Ano irretocável do Timão.

Em 2016, foram também três clássicos e o Palmeiras ganhou as três!

Não há um empate entre as duas equipes desde 2015 quando aconteceu o fantástico 3 a 3 no estádio do Palmeiras.

O clássico dos clássicos sempre deixa vítimas, ninguém entra pra perder. Mas esse jogo não significa classificação para nenhuma das equipes, mas sim pressão e questionamentos sobre o treinador perdedor; e moral e cabeça erguida para aquele que levar a vitória pra casa.

Que vença o melhor!04

 

Diretoria do São Paulo não aceita mais perder pontos para pequenos

Leia o post original por Perrone

Um dos principais incômodos da diretoria do São Paulo em relação ao trabalho de Dorival Júnior é a perda de pontos para equipes que investiram muito menos na formação de seus elencos. O entendimento é de que não há mais espaço para tropeços diante de pequenos. E o treinador já sabe que a direção pensa assim. Por isso, o jogo com a Ferroviária, domingo (25), no Morumbi, tem grande importância para o futuro do técnico no clube.

No Campeonato Paulista, os tricolores já entregaram seis pontos para São Bento e Ituano nas derrotas por 2 a 0 e 2 a 1, e outro para o Novorizontino no empate sem gols. O fato de, mesmo com a campanha irregular a equipe liderar seu grupo ao lado da Ponte Preta, com dez pontos, não acalma os dirigentes. A avaliação é de que pela diferença orçamentária e, consequentemente, no nível de contratações, o São Paulo tem a obrigação de passar convincentemente pelos rivais menores.

Conforme mostrou o UOL Esporte, apesar de a diretoria valorizar as contratações que fez, Dorival diverge de algumas delas, como as de Nenê e Tréllez. Pelo menos no caso do ex-vascaíno, os cartolas não entendem a rejeição.

Além do desempenho fraco diante de alguns pequenos, dirigentes se queixam dos “brilharecos” da equipe. São alguns minutos de bom futebol que Dorival não consegue prolongar com o passar dos treinamentos.

Essa falta de evolução gera outro desconforto. A diretoria começa a se preocupar com o Campeonato Brasileiro. Há o temor de que a demora para o time evoluir faça com que o São Paulo comece o torneio nacional atrás de seus principais adversários.

Mesmo insatisfeita, a diretoria manteve até aqui o seu desejo de ter uma postura diferente da adotada com Rogério Ceni, demitido apenas cerca de seis meses após ser contratado. Em meio às cobranças de conselheiros e treinadores para derrubar o técnico, a direção preferiu falar tudo o que pensa do trabalho dele para o próprio e ouvir as queixas do funcionário também.

A aposta é de que esse jogo da verdade faça o time evoluir diante da Ferroviária. Se isso não acontecer e novos pontos forem desperdiçados diante de um adversário com poderio financeiro menor, poderá ficar em xeque a decisão dos cartolas de prolongar a permanência de Dorival no Morumbi.

Suzana agora é Sócia

Leia o post original por Odir Cunha

Recordo com gratidão do dia em que me associei ao Santos. Como podia um santista tão ferrenho, autor de livros sobre a história do clube, ainda não ser sócio? Acho que eu mesmo me incomodava com isso, pois fiquei muito feliz e grato por poder ajudar o time que amo quando recebi minha primeira carteirinha, datada de 29 de abril de 2006.

O responsável por minha associação foi José Carlos Peres, coordenador da subsede do Santos na Capital, próxima à avenida Pacaembu, em um imóvel de sua propriedade. Como sempre morei em São Paulo, a subsede facilitou a minha filiação, como a de muitos outros que permanecem sócios até agora.


“Mais que um jogo”

Leia o post original por André Kfouri

Para quem se importa com as entrelinhas, as palavras do presidente da Conmebol a respeito da final da Copa Libertadores em jogo único são especialmente interessantes. “Esta emocionante disputa oferecerá um espetáculo esportivo de nível mundial e uma melhor experiência em casa e no estádio”, declarou Alejandro Domínguez, ao anunciar a mudança na decisão do torneio a partir de 2019. A ideia, aprovada sem contestações, “é uma grande oportunidade para que a América do Sul dê um salto de qualidade de infraestrutura esportiva, produção, organização, segurança e projeção mundial do futebol do continente”, acrescentou o dirigente paraguaio.

A estratégia não poderia estar mais evidente. A partida única, em campo neutro, permite a criação de um evento que talvez se aproxime daqueles em que se espelha (a final da Liga dos Campeões e o Super Bowl, mesmo que em galáxias diferentes), provocando, com sorte, a impressão de que os saltos mencionados por Domínguez representam a realidade do futebol nesta região do mundo. Não importa que seja uma imagem fictícia e, menos ainda, que a maneira como o futebol sul-americano se acostumou a viver esses momentos seja distinta, sobretudo por uma questão de identidade. Seria menos problemático organizar uma ocasião para vender a ideia de que a Copa Libertadores subiu na vida se… bem, se a Conmebol fizesse esforços para que fosse verdade.

Mas não, claro que não. O plano é envelopar a decisão em um ambiente controlado, acrescentar um sabor local de acordo com a sede, agradar os clubes envolvidos com mais dinheiro (dois milhões de dólares a mais do que em 2018, e 25% da bilheteria) e promover “um grande evento esportivo, cultural e turístico” que fatalmente estará deslocado de tudo o que se passa no torneio. Os estádios despreparados, os riscos à segurança, os gramados ruins e as arbitragens curiosas permanecerão como características marcantes da Libertadores, mesmo que a decisão pretenda apresentar um caráter evoluído. A opção pelo caminho mais simples é típica desta parte do mundo, sempre inebriada pela sedução de uma festa que afaste os problemas por algumas horas. É a reunião entre o futebol e os embalos de sábado – dia escolhido para a final – à noite.

Que não se confunda a crítica com uma defesa “dos valores tradicionais do futebol sul-americano”, como apologia da arquibancada de concreto, das dificuldades para chegar, entrar e sair, dos chutes na porta do vestiário da arbitragem e outros atrasos que ainda estão muito presentes. A questão é que a noite de gala da Conmebol inverte a ordem do que precisa ser feito para que um salto de verdade aconteça. A Copa Libertadores deve oferecer “uma melhor experiência em casa e no estádio” em todos os seus jogos, não em apenas um, e é óbvio que essa é uma transformação que não ocorre de um ano para outro. E nem é necessário salientar, por ora, as dificuldades de deslocamento na América do Sul e a injustiça de privar o torcedor de ver seu time disputar o título. Basta imaginar como seria incrível um Atlético Nacional x Tigres na Arena do Grêmio.

MALES

Sobre o Ba-Vi da vergonha, com perdão pela demora: a irresistível tendência à cafajestagem é tão danosa ao futebol quanto a síndrome do xerife. Mas o maior prejuízo é causado pela eterna relativização.

INFÂNCIA

Ainda é fevereiro… Dorival Júnior resistirá a mais uma derrota do São Paulo? Fábio Carille – campeão estadual e brasileiro – será pressionado se o Palmeiras vencer o clássico? A quem interessa esse tipo de questionamento no segundo mês da temporada? Há esperança de que o debate sobre futebol deixe o pré-primário?

SUSTO

Desde a primeira entrevista, a trajetória de José Carlos Peres como presidente do Santos sugere alguém que não está preparado para desempenhar o papel a que se propôs. Ou, pior: alguém que não imaginava estar na situação em que está.

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Só TROUXA pra acreditar, viu!

Leia o post original por Craque Neto

Que engraçado isso, viu?! Foi trocar a diretoria e o Corinthians virou literalmente um balcão de negócios. Veja só, o Sr. Andrés Sanchez assumiu o clube há 20 dias e já foram feitas 10 negociações de jogadores. Quase que sempre envolvendo seus empresários de confiança. Vejam só, o último foi o atacante Alex Teixeira, um dos poucos do time ucraniano do Shakthar Donetski que nunca teve chance na Seleção Brasileira principal da CBF. Na verdade ele estava meio encostadão no futebol chinês. Agora vem para o Timão como se fosse a salvação da pátria. É brincadeira? O empresário dele? Giuliano Bertolucci! O […]

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Os milionários empresários da bola

Leia o post original por Milton Neves

Sou dos tempos de Samuel Ratinoff, José da Gama e de outros “despachantes” das viagens para o exterior de nossos times e seleções.

Juan Figer também começou assim.

Eles agenciavam “jogos de excursão” dos clubes brasileiros no exterior e ganhavam por volta de 5% do custo de cada amistoso.

O Santos jogava por US$ 30 mil e Pelé levava 7%.

Sem ele a cota baixava para US$ 18 mil, isso quando o amistoso não era cancelado.

A seleção brasileira era “mais cara”: US$ 45 mil, com Pelé.

E esses empresários eram apenas os marcadores de passagens, coordenadores de traslados e os que reservavam os hotéis.

Eram espécie de Tia Augusta, CVC, Decolar, Maringá Turismo, Dimensão Turismo, Stella Barros e etc.

Só isso, mas com o hercúleo trabalho em aeroportos europeus para conseguir acomodar o elenco inteiro no mesmo voo, devido a jogo contratado de última hora, porque todos os jogadores exigiam viajar no mesmo avião do Rei “porque o avião do Pelé não cai nunca”, conta-me o ex-zagueiro Oberdan do Santos-FC, hoje o Rei da Cerveja e da Água Mineral em Florianópolis.

Eram, portanto, os “empresários” da época de ouro de nosso futebol e eles tinham participação zero no então chamado “passe” do jogador.

E hoje?

Com a mamãe “Lei Pelé”, exagerada, o empresário-sócio dos craques virou quase o time e o clube, além de pressionador de treinadores e lutador para expor seu “produto” ou sua “mercadoria” na mídia e nas convocações.

Se antes o jogador era sim escravo do clube, hoje é o clube refém dos “representantes” dos jogadores cujos direitos viraram verdadeiras pizzas de múltiplos sabores: cada um tem um pedaço!

São eles o advogado, o jogador, o representante, o primeiro revelador, o sócio, o empresário, o pai, a mãe e até o outro clube que não recebeu em 100% de seus direitos quando da última transferência do atleta.

Todos são donos da “Pizzaria da Bola”.

Uma festa!

Exagerando, basta ter um escritoriozinho 30×40, uma mesinha, um telefone, dois celulares, uma secretária atendente, boa relação com os transitórios cartolas e treinadores e pronto: o cara virou empresário ao arrumar uma carteirinha da Fifa.

E todo mundo arruma, consta.

E dá-lhe comissão.

Até para quem não merece.

Tanto que temos grandes brigas nos tribunais em lutas titânicas por um pedaço do naco, “purfa” ou não, referentes à transferências famosas ou mais ou menos de jogadores aqui no Brasil e do Brasil para o mundo.

É um Carnaval!

Parece, eu disse parece, até a turma do Mensalão e do Petrolão.

É intermediário demais e muitos dez dedos envolvidos.

Ou até nove, talvez.

Mas aí não é caso de “empresário”, mas de intermediários e até de indicadores de futuros propineiros nas máquinas estatais.

O indicado entra, “propineia”, escala seu indicador-padrinho-sócio como operador-recebedor e racha-se o “produto do roubo”.

Quase sempre dá certo, a gente tem visto no “Estádio do Moro FC”!

Mas será que não temos ou tivemos nesse rolo todo operador-indicador-recebedor que ficou com toda a grana em espécie e não repassou a parte do propineiro-indicado-sacaneado?

Duvido, porque bandido tem “ética”!

Seria um trem feio, sô, diríamos em Minas Gerais.

Mas para essa turma tão grande de Brasília e de várias capitais, “ética” é algo tão raro quanto foi o talento de Pelé com a bola no pé.

Justo ele que, com a caneta na mão, assinou sua “Lei Pelé”, não de todo ruim, mas maravilhosa para os empresários escravizadores dos clubes e supremos donos de jogadores.

Opine!

Jantar entre ‘casal Crefisa’, Luxa e promotor gera polêmica no Palmeiras

Leia o post original por Perrone

Na última segunda, jantaram juntos num restaurante de São Paulo Vanderlei Luxemburgo, o promotor Paulo Castilho e o casal dono da Crefisa acompanhado por seu assessor de imprensa, Olivério Júnior.

O encontro chegou ao conhecimento de conselheiros do Palmeiras e gerou polêmica por dois motivos: futebol e política.

A aproximação de José Roberto Lamacchia e Leila Pereira com Luxemburgo criou a desconfiança entre parte dos conselheiros de que os empresários têm planos para Luxemburgo no futuro.

Além de patrocinarem o time por meio da Crefisa e da FAM, eles integram o Conselho Deliberativo e Leila deseja presidir o Palmeiras.

Já aliados do ex-presidente Mustafá Contursi se incomodaram com a presença de Castilho no jantar. Entendem que não é ético o integrante do Ministério Público se aproximar dos empresários porque o casal está envolvido num inquérito aberto por Castilho.

Ele pediu investigação para saber se Mustafá repassou ingressos enviados pela Crefisa para um cambista. O dirigente nega ter feito isso.

Procurado pelo blog, Castilho confirmou o jantar e disse não existir problemas no encontro com o casal de empresários.

“Fui jantar com o Luxemburgo que é meu amigo. Eles estavam no restaurante e acabamos ficando na mesma mesa. Você acha que quem quer fazer algo errado faz num restaurante? Não falamos nada que não pudesse ser ouvido. Se eles (empresários) fossem réus, seria um problema. Mas ao meu ver são vítimas. E o promotor pode se aproximar para colher informações sobre o caso”, disse Castilho.

O promotor também afirmou que após a abertura do inquérito participou de almoço na Federação Paulista com a presença de Mustafá.

A assessoria de imprensa do casal dono da Crefisa também declarou não ver problemas no encontro, ressaltando que ele ocorreu em local público.

“Ninguém falou de nada que possa ser conversa velada ou fato que seja sigiloso Os assuntos foram de família, futebol e viagens. Nada além disso. As pessoas que estavam no jantar não falaram de suas atividades profissionais”, disse a assessoria de imprensa dos empresários.

 

Dorival, SAI FORA! Estão armando uma BAITA cama de GATO pra você!!!

Leia o post original por Craque Neto

Sempre tive um tremendo respeito pelo ex-jogador de futebol. Acho que muitos deles tem mais competência para gerir um clube de futebol. Muito mais que esses dirigentes que nunca chutaram uma bola, diga-se de passagem! E o São Paulo é um caso clássico disso. Não restam dúvidas que o Leco, que vem se transformando no pior presidente da história do time do Morumbi, colocou a dupla Raí e Ricardo Rocha só para tampar o sol com a peneira. Ou seja, vira um baita escudo para as bobagens que ele comete no cargo. Algo parecido com o que fez com o […]

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Dirceu Maravilha faz metáfora sobre dérbi e vinhos

Leia o post original por Craque Neto

O narrador resolveu inovar um pouco no programa desta quinta-feira (22) e acabou contando uma história engraçada e curiosa com o dérbi entre Palmeiras e Corinthians, comparando os jogadores a vinhos.

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