Há 28 anos começava uma história de vida!

Leia o post original por Craque Neto

Se hoje tenho um nome marcado com o Corinthians – e muita gente me ama e odeia por isso – tudo começou em uma quinta-feira, dia 27 de julho de 1989. Há 28 anos o Timão recebia o Tiradentes do Distrito Federal no Pacaembu pela Copa do Brasil. Pouco mais de 11 mil torcedores estavam por lá. O técnico corintiano era o ídolo Palhinha. Do outro lado estava comandando os visitantes o Dadá Maravilha. Ele mesmo! O artilheiro Dadá! Eu fazia apenas minha segunda partida com a camisa alvinegra. E logo de cara, para minha alegria, uma baita goleada de […]

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Maravilha sobre Leila: é a ‘mamãe’ que manda no Palmeiras

Leia o post original por Craque Neto

O narrador Dirceu Maravilha comparou o Palmeiras a um avião e disse que a situação no Verdão é como um comissário dando ordens ao comandante e, no caso, o comissário é a patrocinadora.

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Tite merece, pelo menos, estar entre os três melhores técnicos do mundo!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: CBF

Foram anunciados na manhã desta quinta-feira (17) os indicados aos prêmios oferecidos anualmente pela Fifa (melhor jogador, melhor jogadora, melhor treinador/treinadora, etc…).

Bom, entre os jogadores, dois brasileiros: Neymar, claro, e Marcelo.

Mas, sejamos honestos, nem o agora craque do PSG tem chances de bater Cristiano Ronaldo.

No entanto, na disputa pelo prêmio de melhor técnico, temos um brasileiro entre os favoritos, sim!

Tite, indicado com outros 11 nomes, merece, PELO MENOS, estar entre os três finalistas!

Pode ser que não ganhe de Zinédine Zidane, que está com a bola cheia no comando do Real Madrid.

Mas, repito, ele TEM que estar entre os três finalistas!

Afinal, a mudança que ele causou na nossa desbotada seleção brasileira foi algo de outro mundo.

Não é verdade?

Abaixo, confira os nomes indicados pela Fifa ao prêmio de melhor técnico do ano:

– Massimiliano Allegri (ITA) – Juventus
– Carlo Ancelotti (ITA) – Bayern de Munique
– Antonio Conte (ITA) – Chelse
– Luis Enrique (ESP) – Barcelona
– Pep Guardiola (ESP) – Manchester City
– Leonardo Jardim (POR) – Monaco
– Joachim Low (ALE) – seleção alemã
– Jose Mourinho (POR) – Manchester United
– Mauricio Pochettino (ARG) Tottenham Hotspur
– Diego Simeone (ARG) Atlético Madrid
– Tite (BRA) – seleção brasileira
– Zinedine Zidane (FRA) – Real Madrid

Opine!

SPFC se diz vítima de rede que cometeu estelionato e falsificação em shows

Leia o post original por Perrone

Após a demissão por justa causa de Alan Cimerman, gerente de marketing acusado de promover venda ilegal de ingressos de camarotes para shows no Morumbi, membros do Conselho de Administração cobram da diretoria nomes de mais envolvidos no suposto esquema e medidas contra eles. A tese é de que não seria possível alguém agir sozinho nesse caso.

Cimerman nega por meio de seu advogado ter cometido irregularidades e se diz protegido por contratos que autorizavam a venda dos bilhetes comprados do clube (leia mais sobre as acusações e a defesa completa do ex-funcionário aqui).

Já a diretoria trata as investigações sob sigilo e como caso de responsabilidade da polícia. Porém, internamente, o discurso é de que o São Paulo foi vítima de uma rede de pessoas que, em sua maioria, não eram contratadas como funcionárias do clube. Assim, não puderam ser demitidas, mas vetadas em operações comerciais. Os nomes são mantidos em sigilo sob o argumento de que a divulgação seria prejudicial às investigações.

O suposto esquema funcionaria com o bloqueio de lugares em camarotes sob o pretexto de atender às exigências dos produtores dos shows. Os ingressos que deveriam estar bloqueados, porém, eram colocados à disposição de uma empresa que os negociava, segundo a acusação.

A diretoria acredita que foram praticados crimes de estelionato, apropriação indébita e falsificação de documentos.

Na frente. Grêmio 1 x 0 Cruzeiro.

Leia o post original por Mauro Beting

Barrios aproveitou a única infelicidade do excelente Fábio para dar a justa vitória ao mandante. Placar que, se ampliado, refletiria o que se viu na Arena. O que se vê na Copa do Brasil, no Brasileiro e na Libertadores. Mesmo com a jornada tripla, o Grêmio segue muito bem, obrigado.

Juntando os cacos, Mano pode celebrar a derrota mínima. Há como reverter. É Cruzeiro. Tem muito para buscar. O problema para a Raposa e para os rivais é que só o Corinthians tem atuado melhor que o time gaúcho no Brasil. Para não dizer na América.

Se o Cruzeiro deu uma equilibrada na segunda etapa, o Grêmio foi superior no jogo. Não apenas por ser mandante. Por ser um time bem montado. Com defesa segura, jogo bem treinado e trabalhado, e ótima e intensa movimentação na frente. Jogo com aproximação, criação de superioridade numérica pelos lados, tudo que todos precisam ter hoje. Falam que têm. Mas poucos – para não dizer que só Grêmio e Corinthians – têm apresentado.

Não significa que já esteja tudo definido. Mas o Grêmio segue sendo o favorito no confronto. E na Copa. Além de o maior campeão, pode ser o primeiro bicampeão.

Mas, para tanto, terá que repetir o que fez no Sul. E impedir que o Cruzeiro reaja como fez no 3 a 3 do turno do BR-17.

Ser ou não ser candidato

Leia o post original por Odir Cunha

Muitos que me apoiam para presidente do Santos têm cobrado informações sobre o processo eleitoral e pedido uma posição sobre a eleição marcada para o início de dezembro. Com a franqueza de sempre venho dizer que, com exceção de Modesto Roma e seu grupo, que considero nocivos para o equilíbrio e o crescimento do clube, tenho feito contato com líderes da comunidade e prováveis candidatos à presidência do Santos. Sinto que todos partilham das ideias essenciais de crescimento e universalidade do clube.

Nada tenho de pessoal contra o atual presidente e seus assessores, mas como gestores têm sido os piores possíveis, e os números comprovam isso. Em quantidade de sócios, o Santos, que já foi o primeiro do Brasil, está em décimo terceiro; em média de público, beira a décima posição, e isso graças aos poucos jogos no Pacaembu, pois do contrário, se apenas mandasse jogos na Vila Belmiro, como prefere a gestão atual, figuraria entre os últimos. Em venda de material esportivo, vai muito mal; em visibilidade na tevê, pior ainda… Só aumentam mesmo o cabide de empregos e as dívidas, que só crescem desde que Roma assumiu o cargo.

É evidente que lançar a pedra fundamental de uma arena cara e pequena em Santos faria muito bem apenas aos envolvidos no negócio, pois seria o fim do clube, obrigado a uma dívida enorme por décadas a fio. Só essa possibilidade tira o sono de muitos de nós… Enfim, creio que, como eu, a maioria dos santistas conta os dias para o fim dessa gestão extrativista, que só tira do clube e quase nada oferece em troca.

Para se transformar naquilo que a maioria dos torcedores quer, o Santos precisa romper seus limites geográficos e voltar a trilhar o seu destino universal, além, é claro, de se tornar um clube regido pela transparência, competência e ousadia, atributos que hoje passam longe das pessoas que o dirigem.

Enfim, para o bem do Santos, a oposição precisa vencer a eleição de dezembro. Porém, há um detalhe que pode impedir isso: o excessivo número de opositores concorrentes à presidência. Analisei com calma tudo o que já me disseram sobre a eleição e concordo que o lançamento de muitas chapas, como ocorreu em 2014, jogará novamente o poder no colo de Modesto Roma, decretando mais três anos tenebrosos para o clube que amamos.

Pelo bem coletivo

Tenho contatado os grupos de opositores para discutir propostas e tentar uma união de todos. No entanto, creio que, no mínimo, deles sairão dois grupos distintos a concorrer pela presidência: um que tem como líderes José Renato Quaresma, Andrés Rueda e Walter Schalka, e outro que já conta com Orlando Rollo e José Carlos Peres. A possibilidade de que se unam em um apoio a mim parece impossível, assim como é improvável que se harmonizem entre si.

Creio que eu tenha simpatizantes suficientes para lançar a chapa do “Movimento por um Santos Melhor”. Até patrocinadores, um da capital, um de Santos e um de outra cidade já se ofereceram para me apoiar nessa empreitada. A presidência me daria a oportunidade de fazer tudo aquilo, ou quase tudo, que discutimos aqui. Entretanto, sei que ao colocar minha vaidade de presidir o Santos acima dos interesses do clube, poderei apenas contribuir para que as correntes progressistas sejam derrotadas mais uma vez pela inércia e pelo obscurantismo. Com três chapas de oposição, fatalmente a situação venceria novamente.

Assim, após conversar com meus mais próximos incentivadores, decidi abrir mão de minha candidatura e apoiar um dos dois grupos de oposição que se lançarão ao pleito de dezembro. Em conversas preliminares comigo, ambos se comprometeram a implementar os cinco pontos que considero essenciais de tudo o que já discutimos aqui, das propostas que recebi por e-mail e do que falamos no encontro no Bar Murymarello:

1 – Mando de jogos no mínimo meio a meio entre Vila e Pacaembu; 2 – Campanha permanente de sócios, usando telemarketing e um programa de recompensas para se atingir 100 mil associados em três anos; 3 – Construção de um novo CT da base em Santos, com no mínimo 80% do passe dos garotos para o clube; 4 – Programa de endomarketing no clube e de ensino da história do Santos para alunos da rede pública da Baixada Santista; 5 – Estudos e discussões com a finalidade de implantar o voto à distância.

Há muitas outras ideias nossas aprovadas quase por unanimidade pelos grupos de oposição, como aquelas que envolvem a transparência; a maior participação da marca Santos no exterior; a parceria com a Secretaria de Turismo de Santos para se criar um roteiro turístico baseado no time e em Pelé; a reforma da Vila Belmiro para tornar o estádio maior e com mais lugares populares; a instituição de uma equipe de olheiros pelo Brasil, e outras.

Creio que se José Carlos Peres ou Walter Schalka forem eleitos (me parece que ambos são os mais cotados para serem os cabeças de seus grupos), a maior parte das ações que queremos para o Santos serão cumpridas. Ambos têm qualidades.

José Carlos Peres é meu amigo há 15 anos. Investiu muito do próprio bolso no Santos. Criou a Ong Santos Vivo, o prêmio anual Santos Vivo, patrocinou o programa da Rádio Trianon, ofereceu seu imóvel para subsede do Santos ao lado do Pacaembu, idealizou e investiu no Dossiê que fizemos juntos e unificou os títulos brasileiros, teve nas mãos o passe de Gabigol e o entregou ao Santos sem ganhar nada, foi executivo do G4 Paulista, conhece os dirigentes da Federação Paulista, da CBF, os empresários, os executivos das tevês, os jornalistas esportivos. Já levou centenas de projetos ao Santos. Já conversamos horas e horas sobre ideias para o clube. Nesses sete meses que tentou trabalhar para a administração atual teve quase todos os seus projetos rejeitados pelo presidente. Agora decidiu que chegou a sua vez.

Walter Schalka é um dos grandes gestores do Brasil. Atualmente está na Suzano Papel e Celulose. Antes, já tinha feito um grande trabalho na Votorantim. Não o conheço tão bem quanto ao Peres, mas, quando conversamos, olho no olho, senti sinceridade e honestidade em suas palavras. É um homem simples, direto. Está muito preocupado com a dívida do Santos e, creio, trabalhará muito para reduzi-la ao máximo. Ele esteve na gestão de Luis Álvaro Ribeiro e saiu do clube em agosto de 2011. Supervisionou o futebol enquanto serviu ao Santos. Seu grupo de apoiadores é grande e heterogêneo, e este será um de seus desafios para montar sua equipe de trabalho.

Ambos, Schalka e Peres, têm mais experiência do que eu na gestão de empresas e pessoas. Qualquer um dos dois pode gerir o Santos com eficiência e transparência. Provavelmente terei de apoiar um dos dois e recomendarei aos meus seguidores que façam o mesmo. Entretanto, como sempre, respeitarei a opção de cada um e abrirei o espaço do blog para discussões construtivas a respeito. Coloquemos o Santos em primeiro. Sempre.

Bem, agora gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre essa minha decisão


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O primeiro, em julho, foi um sucesso. Não perca o de setembro.

Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo

As maneiras tradicional e criativa de se escrever uma reportagem

As regras para uma boa entrevista

Da preparação à técnica de colher informações e escrever

As dez qualidades do bom jornalista

Extraídas do livro “Lições de Jornalismo”.

Como escrever para

Jornal – Revista – Rádio – TV – Blog

Mídia Social e Assessoria de Imprensa

Escrever um livro

Como pesquisar, escrever e publicar

Os limites da polêmica

Como evitar os crimes de opinião:

Difamação, Injúria e Calúnia

Princípios do bom texto

Clareza

Objetividade e ordem direta

Escolha das palavras simples e concretas

Uma ideia por parágrafo

Precisão. Sem ela não há credibilidade.

Isenção. A necessidade de ser neutro.

Empatia. O melhor repórter se apaixona pela matéria.

A importância de reler o texto

Criatividade e os caminhos que levam a ela

Comportamento do repórter

Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.

Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Descrição das funções Jornalísticas

Repórter – Copidesque – Chefe de Reportagem

Revisor – Editor – Editor-chefe

Como fazer

Títulos – Subtítulos – Olhos – Intertítulos – Legendas

Lições na classe e em casa

Matérias sobre eventos escolhidos

Trabalho Final

Certificado de Conclusão com o número de horas/aula

Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

Carga horária: 16 horas

Datas e horários: dias 5, 6, 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de setembro, das 19h30 às 21h30.

Local: Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP).

Endereço: Av. Paulista, 807, 9º andar, conjunto 904, São Paulo. Fones: (11) 3251-2420 e 3289-8409.

Investimento: R$ 300,00 (trezentos reais – 50% na matricula, 50% até o dia 15 de setembro.)

Sócios da ACEESP em dia com a anuidade não pagam.

Informações e inscrição até 4 de setembro pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br


Ficou tudo pra semana que vem. Botafogo 0 x 0 Flamengo.

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE GUSTAVO ROMAN

O clássico carioca foi exatamente aquilo que todos esperavam. Amarrado, poucas chances. Muita transpiração e pouca criação. As equipes entraram espelhadas taticamente no 4-4-2. Do lado Alvinegro era João Paulo quem tinha liberdade para encostar em Roger. No Rubro-Negro esse papel cabia a Diego, mais uma vez mal na partida. Sem Márcio Araújo, o time visitante conseguiu trocar mais passes, ser mais fluido e agudo em suas jogadas. Mesmo sem incomodar Gatito Fernández.

O primeiro tempo seguiu a risca o roteiro. O coletivo dos donos da casa versus o individual dos visitantes. Flamengo com muito mais posse de bola. E com imensa dificuldade em furar o sistema defensivo do adversário. O Botafogo se encolhia. Marcava muito. E aguardava um erro do oponente. Erro que acabou não acontecendo. A primeira e única oportunidade desse período aconteceu já no apagar das luzes. Arão tocou para Rodinei que cruzou. Gatito segurou o centro e soltou, numa falha clamorosa. A bola se ofereceu para Berrío, com o goleiro caído estatelado no chão. O colombiano finalizou em cima do arqueiro e perdeu a chance de marcar um gol qualificado.

Na etapa complementar o panorama não se alterou. Pelo menos até os 12 minutos. Diego, em cobrança de falta, acertou o travessão. A partir deste momento, as equipes se soltaram um pouco mais. E buscaram mais o ataque. Mas em termos de emoção, o jogo deixou muito a desejar. O Botafogo arriscou alguns chutes de longe, tentando aproveitar a insegurança de Muralha. O Flamengo sofria com a má atuação de Diego e de Vizeu. Reinaldo Hueda, em sua estreia, mexeu mal na equipe. Tirou os três velocistas (Berrío foi o único que saiu lesionado, Everton e Vinícius Júnior). E o time não chegou mais. Normal para quem ainda não teve tempo de conhecer o elenco. Já Jair Ventura foi melhor nas alterações. Tirou dois amarelados (Matheus Fernandes e Pimpão) e manteve a estrutura tática de sua equipe.

Aos 34 minutos, o árbitro Anderson Daronco expulsou Muralha e Carli em lance que poderia ter contemporizado. Até para não estragar o que já estava ruim. Na minha visão, era lance para amarelo para os dois. Como Carli játinha levado um, seria expulso. Então, se eu fosse o árbitro daria uma sonora bronca nos dois e vida que segue. Ventura tirou Roger e recompôs a zaga com a entrada de Marcelo. Hueda tirou o jovem Vinícius Júnior que havia acabado de entrar. Poderia ter sacado Vizeu, que nem pegava na bola. Foram mais 17 minutos (com os acréscimos) em que não se fez mais nada. Apenas se tocou a bola para o lado, esperando o apito final.

O desenho do jogo da semana que vem deverá ser o mesmo. O Fla com a posse de bola. E o Bota nos contragolpes, esperando o erro fatal. O empate deixa o confronto em aberto. Mas acabou sendo melhor para o Alvinegro, que joga por qualquer empate com gols. E se houver novo zero a zero e a disputa da vaga na decisão for para as penalidades máximas, Gatito (ou Jéfferson, quem for escalado) leva vantagem sobre o jovem Thiago. Ao Flamengo, portanto, só resta vencer o jogo. Ficou tudo para quarta que vem. Ainda que com um leve favoritismo para o Botafogo.

ESCREVEU GUSTAVO ROMAN

Veja a análise de Gustavo Roman 

Até 0 a 0 é emocionante no mata-mata!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

Botafogo 0 x 0 Flamengo

Já repararam como um 0 a 0 no mata-mata é muito mais emocionante do que um 5 a 4 nos malditos pontos corridos?

Essa teoria foi confirmada no duelo entre Flamengo e Botafogo, no jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil 2017.

A partida não teve gols, mas contou com expulsões (exageradas, é verdade), muitas chances para cada lado, muitos erros do estreante técnico Reinaldo Rueda, bola na trave, segundo tempo passando dos 50 minutos…

É, meus amigos, no mata-mata NUNCA falta emoção!

Muito diferente do “Campeonato Brasileiro de Amistosos”, que já está decidido com “700” rodadas de antecedência.

Mas, falando sobre a partida, esperava mais do Botafogo de Jair Ventura.

Era para ter garantido a classificação já neste primeiro confronto, aproveitando que o Fla ainda está cambaleando.

Agora, com tudo igual para a partida de volta no Maracanã, eu não sei, não…

Até pode dar Flamengo!

Mas… vai dar Fogão!

Anotem!

E viva o Copa do Brasil! Viva a Libertadores! Viva o mata-mata!

Grêmio 1 x 0 Cruzeiro

O Grêmio, diante do Cruzeiro, também perdeu belíssima oportunidade de deixar muito bem encaminhada a sua classificação para a próxima fase da Copa do Brasil.

Perdeu um caminhão de gols em Porto Alegre e agora correrá desnecessário risco de eliminação em BH.

A sorte é que a Raposa anda mais perdida que azeitona em pão doce e ultimamente não tem conseguido nem empurrar bêbado de ladeira.

Por isso, sigo com meu palpite: a decisão da Copa do Brasil será entre Grêmio e Botafogo!

Concorda?

Opine!

Abraçados

Leia o post original por André Kfouri

1 – O abraço de Jair Ventura em Reinaldo Rueda é a imagem que deveria ser a mensagem: um futebol que recebe com gentileza os que chegam para agregar e trocar conhecimento. Treinadores nascidos em outros países não têm culpa pela licença dos colegas brasileiros não ser aceita na Europa. Essa é uma questão para a CBF resolver.

2 – O primeiro retrato do Flamengo de Rueda mostrou cautela e segurança, mais atento às qualidades do rival. Por observação e informação, o técnico colombiano tomou providências para minimizar os defeitos defensivos que caracterizaram o time recentemente, e que seriam explorados por um adversário competente. Missão clara de evitar o contragolpe botafoguense.

3 – O Botafogo se deparou com um oponente mais marcador do que esperava, tarefa na qual Cuellar desempenhou um papel importante. À medida que o Flamengo, com posse, evoluía e se soltava um pouco mais, os mandantes visualizavam os espaços cruciais para o tipo de futebol que preferem. Mas não foi o choque de ideias que se poderia imaginar, fundamentalmente pelo passo atrás do rubro-negro.

4 – A consequência foi um primeiro tempo com movimentos calculados e poucas ocasiões, uma para cada lado. O mata-mata costuma produzir encontros tensos e igualados na maior parte do tempo, especialmente nos jogos de ida. A tomada de riscos, mais ao feitio das características dos jogadores do Flamengo, dependeria de uma mudança de comportamento.

5 – Outra alteração notável: no lugar da posse paciente que investia na circulação para desorganizar, o Flamengo voltou do vestiário procurando o passe mais profundo, que elimina adversários. Como ideia, acelera o jogo, mas é difícil contra times que se posicionam bem como o Botafogo.

6 – A cobrança de falta de Diego, no travessão, simbolizou o reinício com mais iniciativa do Flamengo. Uma dinâmica condizente com o que se antecipava, e na qual o time do Botafogo se sente confortável. A possibilidade de um segundo tempo aberto, com cada time argumentando conforme suas virtudes, era a chance de gols no Nílton Santos.

7 – Mas uma precipitação do árbitro Anderson Daronco mexeu com o jogo. O lance de Muralha com Joel Carli não era para dupla expulsão. A recomposição da defesa do Botafogo sacrificou Roger, e Vinicius Junior teve de sair após seis minutos em campo para a entrada do goleiro Thiago. O episódio marcou o fim das pretensões ofensivas dos dois times.

8 – Um jogo de xadrez, diriam. No futebol, uma partida em que não perder era a prioridade de ambos. O zero a zero é teoricamente mais agradável para o Botafogo, mas tudo deve ser diferente no Maracanã.

O post Abraçados apareceu primeiro em Blog André Kfouri.