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2015 promete

Leia o post original por diego simao

O Figueirense permaneceu e lá vem aquela época de renovações. Não existe a mínima dúvida que a manutenção do elenco, o máximo possível, é o melhor para o Figueira.

Como o Figueirense deve perder jogadores, obra do poder econômico alheio e da falta de grana do time, coisa que tira o poder de barganha. Com 70 milhões de dívidas (valor aproximado), o clube tem que arrecadar de qualquer forma, e isso atrapalha.

Mas fora estes problema, o alvinegro tem a possibilidade de montar um grande time para o próximo ano. Temos uma excelente zaga, um excelente goleiro, um meio de campo que com algum reforço melhora muito e atacantes em crescimento. Volantes e laterais temos bons valores, e com maior entrosamento, podem crescer ainda mais.

O jogo contra o São Paulo foi daqueles bons exemplos. Se não fosse o juiz, com uma arbitragem festiva pela despedida do Ceni, quis apagar o ímpeto alvinegro de sempre aparecer bem nas festas alheias. O Corinthians que o diga.

O raciocínio, portanto, é de manter o maior número possível de atletas. Alguns reforços e podemos lutar por algo grande no próximo ano. Mas tudo depende de quantos saem, um desmantelamento joga o time na vala comum e temos de começar do zero.

Argel é outro impasse. Em conversas reservadas, admitiu que estava errado, mas disse que se levou por uma nota de um colunista da Capital que dava a entender que a oposição não renovaria com ele. O que não passou de uma informação errada, afinal, em nenhum momento a dita “oposição” se manifestou contra Argel. A grande verdade é que caberia apenas a Argel chegar, afinal, seria apenas uma questão de ajuste de salário. Nada que uma boa conversa não resolva. O que seria bom para Argel, com a manutenção de boa parte do elenco, teria uma chance de mostrar sua evolução como treinador. Já melhorou muito, mas precisa se consolidar e ter cabeça no lugar para não criar desgastes desnecessários, como o do jogo que definiu a manutenção.

2015 promete muito, mas falta saber como será a manutenção do elenco.

Abraço do Tainha

 

A alegria, tumulto e os meandros da permanência na série A

Leia o post original por diego simao

A vitória contra o Vitória ratificou a permanência do Figueirense. Partida sólida e jogadores comprometidos em campo. O time de Argel voltou a jogar no fim do segundo turno o que havia jogado no fim do primeiro e manteve na série A.

Aliás, méritos totais para Argel. Apesar de não ter feito um campeonato excelente, fez o necessário para manter o clube na série A. Se existe um personagem principal da permanência, é ele.

Com o técnico, O Figueirense fez média de pontos para estar entre os 10 melhores (se não me engano). Resgatou o brio dos jogadores, trouxe ao time algumas revelações da base e livrou do descenso com algumas rodadas de antecedência.

Nada mal para quem até muito pouco tempo atrás era conhecido como treinador de tiro curto. E nisso, apesar da irritação do treinador com esse rótulo, é nenhum demérito. É um especialidade, e é bastante requisitado para recuperar times do rebaixamento.

Ainda reside, pelo menos para mim, se Argel é um bom técnico para montar elenco e se consegue ter um trabalho a longo prazo. Merece, com toda certeza, uma chance para mostrar esse técnico.

Argel quer ficar no Figueirense ou com Wilfredo?

Uma virtude muito importante do homem é ser leal. Argel mostrou isso ao fim do último jogo. Ao contrário de somente comemorar a permanência na série A, foi para o ataque e disparou em defesa de Wilfredo Brillinger, o atual presidente do Figueirense.

Encheu o peito para ameaçar sua saída caso Wilfredo não ganhasse a eleição e chegou ao ponto de declarar que não deveria haver oposição ao presidente. Independente dos méritos de Wilfredo como presidente do Figueirense, Argel jogou pela janela uma renovação independente do presidente. Apesar de opiniões pessoais (minha por exemplo), nunca vi nenhuma declaração da chapa que disputará a presidência com o Wilfredo, até pelo simples motivo de ela não existir ainda.

Por outro lado, Argel também foi contra o estatuto e os poderes constituídos do clube. Jogou contra o momento democrático histórico do alvinegro que foi comemorado até mesmo pelo próprio Wilfredo algumas semanas atrás em reunião da chapa do novo Conselho Deliberativo.

E Wilfredo quer ficar no Figueira?

O presidente perdeu uma chance sensacional de se posicionar pela democracia no clube. Poderia publicamente ter segurado o ímpeto de Argel. Se o fizesse, teria ratificado seu discurso de defesa dos poderes do clube, do processo democrático e teria ganho pontos na eleição por defender tais valores. Assim como Argel, preferiu o caminho do embate.

Wilfredo também ameaçou sair do Figueirense caso sua proposta de gestão não seja aceita. Proposta aliás, que publicamente não foi apresentada e somente alguns conselheiros viram. Os que viram, repassaram que tal proposta, para ser aceita, necessitaria de mudança do Estatuto, ou seja, não pode ser aceita somente pelo Conselho Deliberativo, necessitaria de Assembléia Geral.

Em suma, fica em dúvida até mesmo a vontade de Wilfredo se lançar a candidato. A imposição do projeto que quase ninguém conhece como condição de sua permanência aflora um questionamento: Wilfredo não quer defender sua proposta em uma eleição? Qual o motivo que leva o presidente que discursava a favor do processo democrático forçar essa situação?

O presidente é o único que pode responder. E isso tudo me parece um grande erro de estratégia. Caso Wilfredo viesse de sangue doce, comemorando o acesso (no qual tem muitos méritos por retirar Pastana e trazer Argel) e promovendo um discurso agregador, teria suas chances ampliadas no próximo pleito. Ao contrário disso, dá a impressão que quer evitar o embate de ideias (mesmo sem uma oposição definida).

O clima ruim e tumulto

E quem perde com tudo isso é o Figueirense. Enquanto poderia estar se encaminhando 2015, a administração preferiu o caminho do embate com uso de argumentativa pregando medo.

Wilfredo poderia abrir diálogo com os novos conselheiros e pedir ratificação para executar renovações, mudanças no quadro de patrocinadores e deixar o dia a dia do clube blindado do processo eleitoral. E tinha crédito, manteve o clube na série A, ganhou o estadual e por ai vai (apesar da crise financeira profunda que o clube se encontra).

Mas se preferiu a ameaça pública de sair do clube. Coisa a qual o grupo que se articula para se lançar ou não candidatura fez: não tumultuou.

Essa guerra aberta e pública insuflou a opinião da torcida jogando-a contra o processo eleitoral, algo que não se esperaria de alguém que se colocou até como um dos pais de novo estatuto, e por conseqüência, deste processo eleitoral. Pela primeira vez em trinta anos o conselho terá caras novas, e parece que isso assusta. E são torcedores comum, sócios a mais de oito anos, e que vivem o clube, muitas vezes, desde seu primeiro minuto de existência.

Não, todo esse texto não critica a administração financeira turbulenta, de dívida exorbitante. Isso é uma realidade que estamos cansados de saber. O que surpreende é a supressão de um dos momentos mais importantes nas últimas décadas do clube, ou seja, a abertura do clube para participação de novos torcedores no processo político do Figueira.

Por fim. O domingo poderia ter sido de festa somente, mas se preferiu abrir um crise institucional do clube. Uma pena.

Abraço do Tainha

P.s.: Sou obrigado a pedir desculpas aos leitores pelo baixa frequência na postagem de novos textos. Compromissos profissionais tem me afastado do computador e atrapalhando.

A uma vitória do paraíso e a proposta de Wilfredo

Leia o post original por diego simao

Infelizmente a ambição do Figueirense este ano é pequena, ficar na série A. Em certo momento se acreditou que poderia ter algo mais, mas a realidade é outra.

O Figueirense luta para permanecer e é uma luta inglória, mas está próxima do fim. O empate neste fim de semana trouxe alento e confiança que se pode concluir a meta.

Contra o Atlético-MG, fora de casa, não jogou bem, chegou a ter apenas 29% da posse de bola e o baile era grande. Porém, um chute lindo de fora da área resolveu nosso problema. Aquelas coisas do futebol que todo mundo ama.

Obviamente o Figueirense levou um gol. Desatenção da zaga e o atleta adversário teve todo espaço e tempo do mundo para concluir no início do segundo tempo. E rebatendo todos prognósticos possíveis, o Figuera segurou o resultado.

O próximo jogo é decisivo. Enfrentaremos o combalido Botafogo no Rio de Janeiro. É o jogo do desespero para eles, e uma excelente oportunidade para o Figueirense cravar seus dois pés na série A. Não vai ser fácil: torcida contra, imprensa do Rio torcendo pelo Bota e ficaria atento até mesmo ao juiz, afinal, nunca é tão interessante ver um time grande (mesmo que o Botafogo não seja mais) caindo.

Arrendamento

As eleições chegaram pra valer no Figueirense. As movimentações internas continuam, mas a semana que passou foi marcada pela apresentação de um proposta por parte de Wilfredo Brillinger para permanecer no clube.

Não, não se trata de lançamento de candidatura, ou plano de governo enquanto presidente, a ideia é outra. Wilfredo propôs a criação de uma nova empresa para comandar o Figueirense. Uma nova Participações, uma nova Alliance.

A ideia é que se entregue o clube completamente por 15 anos para o “Novo Figueirene” (suposto nome da nova empresa). Novo CNPJ e até o destino do Scarpelli estaria envolvido, e com o futuro não lá muito bem definido.

Trocando em miúdos, a aceitação dessa proposta acabaria tornando toda eleição inútil. Além de notar que a proposta fere o novo Estatuto do clube, aquele em que reunião entre membros da chapa, Wilfredo defendeu e se colocou com um dos seus feitos administrativos.

O que estranha é que este movimento acabaria ferindo o princípio mais forte de toda a reforma do Estatuto, a abertura do clube e maior democracia. De nada adiantaria eleições se o clube fosse entregue totalmente para uma empresa, modelo hoje que não cabe mais o clube.

Outro ponto é entregar novamente o Figueirense para uma empresa. Ficou claro que quando as empresas saem, o clube fica num mato sem cachorro. Seja com dívidas ou sem dívidas. O alvinegro não tem estrutura própria, dinheiro próprio e nunca manda em si mesmo.

Por fim, Wilfredo teria mais um chance, a terceira, já que recebeu o clube através da Alliance e depois como presidente em uma eleição que ocorreu em 3 dias. Hoje o clube tem uma dívida que beira 70 milhões de reais, acho que diz muito.

Esta semana deve ficar marcada por novas definições, apresentação de grupos de trabalho e por ai vai. Vai ser interessante ficar atento ao noticiário.

Abraço do Tainha

Para voltar a trilhar o caminho certo

Leia o post original por diego simao

Faltou de tudo um pouco: confiança, qualidade, sorte, calma e juiz melhor. Mesmo assim, foi por pouco que o alvinegro não saiu de lá com um pouco.

É uma forma positiva de ver as coisas. O Figueira voltou com uma derrota contra um time que briga para não cair, ou seja, adversário direto.

A poucos pontos das zona maldita, agora a preocupação volta a tona. E mais imediato, a necessidade de uma vitória contra a Chapecoense é real.

Tem que vencer. Empate contra o time do Oeste não é bom e pode pirar drasticamente o cenário alvinegro. Já estamos falando isso a algum tempo, mas Argel tem que voltar a ser Argel. Aquele técnico do “vamu lá porra” e deu pra bola.

Enfim, agora é hora de se recuperar, caso contrário, será um novembro e um dezembro daqueles de querer esquecer.

Abraço do Tainha

Para manter o caminho

Leia o post original por diego simao

Após um resultado positivo contra o Cruzeiro (que só não foi melhor por conta do erro da zaga), o Figueirense segue na luta para se manter na série A. A tarefa não é fácil.

Contra o Sport, o Figueirense joga seis pontos. Apesar de estar atuando fora de casa, empatar ou vencer seriam resultados super bem vindos para a empreitada alvinegra.

O Retorno de Rivaldo é a boa notícia da semana. Leandro Silva também pode ser reforço, mas ainda não está certo.

De qualquer maneira o Figueirense vai para o nordeste com um time que ganhou muito em confiança nos dois últimos jogos, onde apesar de apenas um ponto conquistado, jogou bem.

A grande tarefa, agora, é manter o ritmo e não escurecer nas dificuldades que com toda certeza irão aparecer. Ficar na série A é bom para o clube.

Notas

Projeto forte? – Antecedendo as eleições do Figueirense, finalmente a situação demonstrou algum movimento. Chegou a chamar o conselho para reunião. De lá, pouca coisa saiu (muito menos algum projeto forte como saiu na imprensa), o certo é que haverá uma chapa e já existe um nome para presidente. Apesar de não revelado, não, não é o Wilfredo.

Portões abertos – A punição recebida pelo alvinegro por conta de uma briga de torcida em Goiás parece que pode ser executada somente no próximo ano. Mas convenhamos, o puniciçãozinha mais medonha né?

Abraço do Tainha

Conquistar pontos é preciso

Leia o post original por diego simao

Contra o Cruzeiro o Figueirense joga por “contenção de danos”. Afinal, perder como perdeu para o Grêmio, sob circunstâncias pra lá de polêmicas, foi péssimo.

Mas, apesar dos pontos perdidos, estava escrito que uma derrota lá era esperada, ou mesmo, algo que poderia estar dentro do planejamento. Sobrou para o confronto contra o Cruzeiro o desejo de conquistar algum ponto, afinal, não é apenas o líder do Brasileiro, mas sim o melhor futebol deste campeonato.

E para enfrentar o pessoal de Minas o Figueira vai enfraquecido. Sem Rivaldo, perde ligação e pode ter dificuldades. Mas é o que tem, e é como podemos ir.

Vai ser jogo difícil e que a presença da torcida, assim como seu apoio, é pra lá de necessário.

Abraço do Tainha

Vitória mais que bem vinda

Leia o post original por diego simao

Uma vitória na hora certa. O Figueirense precisava, como nunca, de uma vitória.

E que vitória. Apesar do início ruim, moroso, um jogo ruim de ver, o Figueirense deslanchou e goleou o time paranaense que é adversário direto contra o rebaixamento.

A vitória é mais do que apenas um alívio, é uma declaração que o Figueirense não está morto. Vencer agora é muito importante tendo em vista os próximos adversários (Grêmio e Cruzeiro), simplesmente alguns dos melhores do Brasileiro 2014.

A grata surpresa fica por conta de Marcão que parece ter desencantado de vez e vem trazendo alegrias aos alvinegros. Sempre um golzinho em boa hora para matar o jogo o garantir a vitória e um oportunista no segundo.

Vale lembrar, também, que o retorno de alguns jogadores, como Cereceda e Rivaldo vem fazendo a diferença e trazendo melhor posse de bola e ofensividade ao alvinegro. E mesmo com a saída de Rivaldo ao fim, França entrou bem e junto com Mazola (que substituiu Clayton), deram mais vida ao Figueirense ao fim do jogo.

Em suma a vitória consolida uma “gordura” que pode ser muito útil ao alvinegro nesta próxima sequência. Qualquer ponto nos próximos dois jogos deve ser celebrado, mas o Figueira gosta de cometer “crimes” nestas horas quando menos se espera dele.

Abraço do Tainha

Medo de eleição, o retorno

Leia o post original por diego simao

A eleição começa a esquentar. Boato daqui, acusações dali.

Infelizmente o ambiente que está se construindo no início desta “corrida eleitoral” alvinegra é deplorável. Exemplo ficou por conta da fofoca que apareceu na coluna do avaiana Cacau Menezes.

Algum alvinegro (?) cochichou no ouvido do colunista que uma chapa estava sendo montada. Que o candidato seria Luiz Fernando Philippi e o mesmo seria mandachuva do PT de São José e que estaria “misturando partido com o clube”.

Totalmente descabido.

Primeiramente por conta de Phillipi não ser candidato a presidente, segundo por nem ser “ban ban ban” do PT em São José. Simplesmente foi uma boataria para tentar desestabilizar a possibilidade de uma “oposição”. Que medo de oposição né ô?

Aliás, para um clube que promoveu uma mudança de estatuto para ampliar a democracia, fico assustado com a opinião retrograda sobre o processo. Uns querendo argumentar que “disputa eleitoral prejudica o time em campo”, “que não é hora”, “que é oportunismo”, que é sei lá o que. Agora o que mais me incomodou foi a necessidade de chamar uma avaiano para meter o bedelho no nosso processo eleitoral trazendo informações que não batem com a realidade.

O que é muito claro é que existe gente com medo de uma eleição com duas chapas. Algo que causa estranheza, logo o presidente que, de acordo com Roberto Alves, vem sofrendo pressão familiar para sair do clube. Se o presidente quer sair, alguém tem que assumir o clube, certo?

Por fim, o processo eleitoral mostra que tem gente disposta a assumir o clube. É importante e salutar ter em mente que existe um grupo desejando melhorar o Figueirense que está próximo de completar um século de história. Isso mostra que existe uma torcida apaixonada e determinada a manter a grandeza do Figueira.

Abraço do Tainha

É hora do Argel “Vamu lá porra” Fucks

Leia o post original por diego simao

A última derrota alvinegra ascendeu a luz amarela. A dois pontos da Zona do Rebaixamento, o futebol ruim e as péssimas mudanças enterraram o time.

A realidade é essa. Perder contra o Coritiba e mais alguns resultados ruins pode trazer o pesadelo do rebaixamento para perto. Vencer os paranaenses é imperativo.

Uma nova derrota pode acarretar uma série de derrotas perigosas para as intenções de permanecer na primeira divisão. Termos jogos difíceis e o alvinegro não parece mostrar seu melhor futebol.

Esse espaço já foi lugar de elogios para o treinador alvinegro. Muitos bons resultados vieram do trabalho do treinador, mas após três derrotas seguidas, contra times dos quais poderíamos ganhar, o encanto ficou no passado. A realidade do momento é outra e precisamos ficar atentos para o que vai ocorrer na sequência.

Cereceda, Rivaldo e outros que apareceram bem no time poderiam voltar e Argel poderia mostrar seu bom trabalho novamente. Um pouco do “vamu lá porra” não é ruim para o momento.

Abraço do Tainha

A derrota alvinegra e as eleições do fim do ano

Leia o post original por diego simao

A derrota para o Flamengo, em casa, abriu uma ferida que para muitos já parecia estar curada. Sim, ainda corremos risco de cair.

Duas derrotas seguidas contra times que teoricamente estariam na mesma situação trouxeram a tona a fragilidade do time. No último jogo, sofrendo com muitos desfalques, viu a derrota vir no último minuto.

Não, a permanência não está assegurada. Apesar de aparentemente faltar poucos pontos, próximo do termino do campeonato, a corda pode apertar muito caso o time deixe de marcar pontos em casa (como ocorreu).

Neste momento é importante que o DM consiga trazer jogadores que atualmente desfalcam. Cereceda dá pinta que pode voltar logo e outros jogadores precisam urgentemente estarem disponíveis para o Figueirense.

E agora é hora de Argel mostrar que tem estrela e não é apenas aquele treinador do “vamos lá porra” que todos estamos mais habituados. Já mostrou neste ano evolução e o Figueira está onde está muito em parte por conta dele.

Por fim, cabe a nós, torcedores, continuar comparecendo e torcendo pelo alvinegro. Por conta pelo que pode vir por ai no próximo ano, é imperativo ficar na série A.

Papo ultrapassado

Ontem, no Scarpelli, o Conselho Deliberativo, ocorreu a divulgação da lista dos eleitores válidos para próxima eleição. São 558 (317 novos sócios contribuintes aptos a votar) alvinegros que podem decidir quem serão os próximos conselheiros e o próximo Conselho Administrativo. Pouca gente, mas é um começo.

Mas foi outro fato que me chamou a atenção. Em certa parte da reunião, o vice-presidente da atual gestão Wilfredo Brillinger, Dario Ferreira, clamou que a atual movimentação sobre uma nova chapa que está sendo formada é prejudicial ao clube. Não satisfeito, pediu ao presidente do Conselho Deliberativo, Luiz Fernando Philippi, que publicasse uma nota nos jornais em nome do Conselho, que não existiria tal chapa de oposição e tão somente uma chapa de consenso em torno do atual presidente.

Bem diferente dos desejos de Dario, Luiz Fernando Philippi respondeu que não iria aceitar tal pedido. Falou ainda, que essa nova chapa que está se formando, não é nem uma chapa de consenso, e muito menos de oposição, mas uma chapa independente.

Sinceramente me espanta essa atitude de Dario. Espero que tal pedido se construa apenas em um lapso de informação (o que acredito se tratar) e não uma tentativa de suprimir o aparecimento de uma chapa independente à atual gestão. Uma disputa eleitoral, no clube, para o Figueirense, é essencial para promover discussão e a melhora da instituição. E não existe como conceber, em pleno século 21, que ainda exista quem discuta que uma disputa eleitoral vai prejudicar o time em campo.

Abraço do Tainha