Triste situação do Verdão

Leia o post original por michellegiannella

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Eu não acredito que um time com o tamanho do Palmeiras esteja vivendo essa situação às vesperas de completar 100 anos. É o lanterna da competição com apenas 14 pontos.

São 10 jogos sem vencer, igualando a marca de 2011 quando Felipão era treinador. Inconcebível uma situação dessas para uma das maiores equipes do futebol brasileiro.

A torcida protesta, pede a saída do presidente e eu sinceramente não sei o que dizer para esses torcedores apaixonados. Conversando com o o subeditor de esportes do Gazeta Esportiva, Felipe Barbosa, palmeirense desde criancinha, ele me apontou a política como o principal problema do time.

Argumentei que Paulo Nobre tem procurado sanear as dívidas do clube, mas não o convenci. Na opinião do meu colega jornalista, Brunoro e Nobre poderiam trabalhar de outra forma e cometem erros atrás de erros,  seguem alguns:

1. não aparecem quando o time está mal, deixando apenas o treinador Gareca e os jogadores assumirem a bronca;

2. trocaram quase o time inteiro em relação ao ano passado, perdendo peças importantes da espinha dorsal do time como Henrique e Kardec sem contratar jogadores à altura. Dizem que todos os jogadores do elenco são negociáveis e fizeram transferências duvidosas, como a venda de Barcos e as saídas de Marquinhos Gabriel e William Matheus após menos de 1 ano no clube.

3. Tiveram a Copa do Mundo inteira para reforçar o time e só fizeram isso depois da competição, sendo que nenhum dos nomes contratados eram a primeira opção do treinador.

4. Pedem o apoio da torcida, mas o Palmeiras tem um dos ingressos mais caros do Brasil, com as arquibancadas a R$ 60 reais.

5. Não conseguiram um patrocinador master em 2 anos no poder;

Pois é, demitir o treinador argentino definitivamente não é a solução. Meu amigo jornalista Barbosa me convenceu, a diretoria do clube apequenou o Palmeiras. A torcida alviverde não merece isso e tem razão em reclamar.