Para repetir belas vitórias

Leia o post original por diego simao

O Figueirense volta ao campo hoje como uma incógnita. Por mais que tenha apresentado um futebol exuberante contra o Santos, a saída de Marquinhos aumenta o problema de escalação para Argel.

O técnico alvinegro tem que se virar nos 30 para conseguir organizar um time contra uma das mais fortes equipes do campeonato. E vai ter que ser ofensivo.

O sistema defensivo é o que perdeu mais com os desfalques. Volantes titulares, laterais titulares e um dos melhores zagueiros estão fora. Como superar isso?

No último jogo o Figueirense procurou ter maior posse de bola. Foi mais ofensivo e teve êxito ao construir uma equipe competitiva. E não se perdeu tanto com a parte defensiva. Foram três pontos perdidos na superioridade dos atacantes paulistas, e não em alguma deficiência grotesca. E desta vez Argel decidiu por um time mais contido, com a saída de Clayton e retorno de França. Será que teremos a mesma posse de bola e a mesma competitividade?

O adversário é outro e possui uma defesa mais sólida. O que pode dificultar mais o trabalho de manutenção da posse de bola. Por outro lado, o Timão não tem o mesmo poder ofensivo do Santos que contou com nomes expressivos.

Apesar das diferenças entre as equipes, o torcedor quer encontrar um Figueirense igualmente competitivo como foi contra o Santos. E isso cabe muito aos atletas e como Argel comandará. A equipe já está definida, mas somente na hora do jogo é que teremos real ideia de como vai ser mais este confronto.

Bons jogos

Jogar contra o Timão me traz boas lembranças. Não somente do jogo no Itaqueirense, onde inauguramos as redes do estádio e maculamos a festa paulista. Outro jogo que me vem a cabeça.

Foi em maio de 2005, contra um Timão recheado de estrelas, que desqualificamos Tevez e companhia para delírio de uma torcida que lotava o Scarpelli. Depois daquilo caiu Passarela, a guerra interna lá aumentou e curtimos uma baita vitória decidida nas penalidades.

Não foi nossa melhor participação em Copas do Brasil, mas com certeza foi uma das melhores vitórias. Digam o que quiser, foi muito bom. Quem sabe hoje, com muito empenho, retomamos aquela alegria.

Abraço do Tainha