Arquivo da categoria: 2017

Será só jogador?

Leia o post original por Rica Perrone

Acaba um jogo do SPFC, mais uma atuação ridícula, e “queremos jogador”.  Eu sei, também acho que faltam peças pra ser o time que nos acostumamos a ver brigando por títulos. Mas… será que só falta isso?

Não é hora de contestar um pouco também a qualidade do treinador? Que padrão esse time teve o ano passado além do Hernanes salvando tudo individualmente? Qual a jogada? Qual é a característica?

É realmente desesperador um time ter Hernanes, Petros, Jucilei, Cueva, M. Guilherme, Pratto, R. Caio em seu elenco? Quanto é corneta e o quanto esse time é mesmo ruim?

Será que por blindagem ao ídolo Ceni não se jogou nas costas do time um rótulo que ele não merece por completo? Será que quem veio a seguir não herdou essa blindagem de alguma forma?

O Dorival já dirigiu em 10 anos 8 dos 12 grandes.  Ele ganhou uma Copa do Brasil com aquele Santos absurdo de Danilo, Felipe Anderson, Neymar, Robinho e Ganso.  E só estaduais por aí.

Fez alguns trabalhos “ok”, outros bem ruins. Mas num geral passa longe de ser um treinador top, incontestável ou mesmo uma referência de estilo. Dorival é ainda uma aposta.

E todo ano que passa por um time grande e não se consagra passa a ser menos aposta.

Eu não vejo NADA no time que ele arma pro São Paulo.  Vejo muito choro em cima da falta de peças mas olhando em volta, quem tem tanta peça assim? Talvez Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro.  Talvez.

Mas Corinthians foi campeão com um time sem estrelas e que nós todos consideramos abaixo do SPFC quando montado.  O Botafogo jogou muito mais futebol que o SPFC o ano todo de 2017 com Pimpão e Roger.

E eu lhes pergunto novamente: será que só falta jogador ao São Paulo?

abs,
RicaPerrone

Claro que faz diferença

Leia o post original por Rica Perrone

Eu adoro o Robinho. Não o conheço pessoalmente, mas como personagem e jogador, gosto muito.  Carinhosamente o chamo de “Nego Robson” nas minhas postagens e não sei o quanto acredito num estupro envolvendo seu nome.  Mas, hoje, ele está condenado pela justiça italiana por isso.

Eu não tenho a menor condição de julgar, e tal qual 99,9% de vocês, só posso respeitar uma decisão da justiça e entender que mesmo cabendo mil recursos, há um processo bem ruim para o jogador em andamento.

Enquanto acusação, ok. Quando condenado, muda de status e sim, tem que mudar mesmo. Não é possível que a gente tenha que ser radical pra um lado ou outro e achar que ele é um estuprador, nem mesmo insinuar que uma condenação de estupro não interfira na sua imagem profissional.

É natural e aceitável que clubes rejeitem a idéia de ter Robinho, como era com o Bruno. Como talvez seja em outra proporção com o Breno, por não envolver terceiros em seu crime. Mas ter uma condenação muda sim o status de qualquer pessoa. E deve mudar. É natural.

Robinho é um jogador diferente. Caro, mas que vende, joga bem, é carismático. Eu sempre gostei da idéia de tê-lo no meu time. Hoje eu pensaria. Porque sim, amanhã você pode ter um condenado por estupro no seu time tendo que estampar a porra da foto em tudo que é jornal com a camisa de voces e seu patrocinador.

Sim, tem um peso.

Eu espero mesmo que ele seja inocente e que seja um erro da justiça italiana. Mas enquanto isso não mudar, é realmente complicado contratar o jogador.

E por mais que cobrem da imprensa um massacre como fizeram com o Bruno, é compreensível o pé atrás em falar sobre. Amanhã pode haver uma segunda decisão e ele ser absolvido. Mas falamos de hoje. E hoje ele foi condenado.

Que merda. Mas é isso. Hoje, é isso. Infelizmente.

abs,
RicaPerrone

Diminuído

Leia o post original por Rica Perrone

Eu vou escrever algo que não vai soar familiar aos não sócios, talvez agressivo aos sócios. Mas eu sinto tanta falta de escrever sobre a mística do Fluminense que me incomoda muito vê-lo cada vez mais longe dessa pauta.  Reclamam que passei a falar mais desse ou daquele, mas na real é o Flu que não me dá pauta alguma.

Eu não conheço o Abad, conhecia o Peter, tinha ótimo relacionamento com ele e tenho com o Mário.  Na real eles são todos pedaços de um processo de anos que cobrou deles uma postura individual após a saída da Unimed. E então separaram idéias.

Não quero concordar com um ou com outro, pois na real são anos de gestão, anos de diretoria e meses de um trabalho. Situações muito diferentes as dos três, mas que refletem muito do que o Fluminense tem por valor institucional.

Algumas pessoas na diretoria do Fluminense consideram o Flu um time menor. Essa frase não é uma coisa minha, já foi comparado ao Fulham da Inglaterra internamente dito em conselho. Parte concorda por conta da receita, outra parte discorda. Eu sou a segunda parte.

O Fluminense não pode “não ter 20 mil pra pagar” conforme áudio vazado. E mesmo se tiver, tem que fingir ter. Parte da grandeza é parecer grande o tempo todo.

O Fluminense não pode vender seu maior ídolo pra um rival e ele dizer na cara do presidente “eu não estou saindo porque quero”.

O Fluminense não pode negociar seus jogadores top com times brasileiros. Isso o inferioriza. O sucesso no Flu representa a ida pra Europa, não pra um outro time brasileiro antes desse estágio. Os clubes procurarem o Flu pelo Scarpa já me incomoda.

O clube não pode ter alvos e metas tão tímidos. Por menor que seja a condição financeira, ousar não é “loucura”. Loucura é tratar o Fluminense como Figueirense.

O clube precisa de ídolos, expectativa, movimentação de mídia, casa cheia.  Outro dia o Flu tinha a Unimed mas mais do que a grana deles, a loucura e megalomania do Celso, que não via o Fluminense como um time “menor”.

Na saída, o racha se dá muito em virtude de alguns tentarem ousar sem a Unimed e outros quererem o Flu conservador ao ponto de ser coadjuvante.

Nem um, nem outro.

É fim de ano morno, o Flu não promete nada pra 2018, nem sonda nomes que possam coloca-lo na briga. Sugere negociar com times internos seus jogadores. E o torcedor ainda vê seu ídolo negociar com o rival porque há pouco tempo o clube quis se desfazer dele.

A auto estima do torcedor é parte do patrimonio do clube.

Pés no chão é bom, mas quem tem os pés no chão não voa. E time grande tem que voar.

abs,
RicaPerrone

Punir o clube é punir o futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Eu nunca entendi bem a relação segurança/clube no futebol.  O clube é responsável pelo jogo mas a segurança é feita pela polícia, logo, não é dele. E embora ele seja o organizador, a parte fundamental de logística de segurança ele não determina.

Então de quem cobrar?

Vou usar exemplos simples:  Quando o Grêmio é expulso da Copa do Brasil por racismo, comete-se um erro brutal.  Se dá o poder a 20 elementos de eliminar o sonho de milhões e o trabalho honesto de um clube, grupo, elenco, diretoria, etc.  Se há o vídeo, se há como saber de onde partiu, porque eliminar 3 milhões de torcedores e não procurar os 20 ou 30 elementos?

“Pra dar exemplo”.

Que bosta de exemplo! Punimos todos porque somos incapazes de identificar e prender aqueles que todos nós sabemos quem são. Exemplo de incompetencia do estado. É o único que foi dado.

Quando acontece dentro do gramado, aí é um problema mais ligado a organização do evento. Ok. Vamos relevar problemas como Boca x River, por exemplo.  Até cabe a discussão de punir o clube.

Mas quem é que cuida da segurança de uma possível invasão ao estádio? A polícia, até onde sei. E então como você pune 30 milhões de pessoas porque 300 das quais sabemos de onde vem, que roupa usam, onde combinaram e até onde ficam na arquibancada, invadiram um local?

Até que página o Corinthians é responsável por um torcedor levar um sinalizador e soltar na Bolívia?

“Ah mas se punir o clube esses marginais vão ter que parar porque está prejudicando o time deles”.

Jura que vocês acham que esses caras tem algum critério de amor a clube que possa fazer dele um “não marginal”?  Essas regras são aplicadas há decadas. Se tira mando, torcida, pune, multa, elimina…. e?  Nada.

Porque diabos não se usa a primeira a simples opção: identifica uns 40, prende e não solta. Jogo seguinte, prende mais 5 que fizeram merda no estádio e não solta.  Quer ver como eles param rapidinho?

São como deputados. Roubam porque tem mil formas de escapar. O problema é social e atrelado a impunidade. Não a Flamengo, Vasco, Santos, Gremio… Eles só usam o futebol e a multidão para esconderem seus crimes.

Quando você dá uma punição esportiva a eles, você dá o direito de que 200 marginais representem e tomem de sequestro uma entidade esportiva que carrega milhões de pessoas de boa índole. É a vitória maior deles.

O que aconteceu é absurdo, lamentável, etc. Mas me diz: Como o clube poderia evitar que 300 marginais sem ingresso invadissem o Maracanã além de avisar a polícia que aconteceria?

Eu honestamente não entendo essa relação. São todos liberados, a polícia dá porrada pra todo lado sem o menor critério e tudo bem, os bandidos respondem em bando e ficam todos livres e o clube perde mandos.  Resolvido!

Mas que puta solução idiota.

E segue o enterro. Ou você acha que o futebol é capaz de se blindar de um problema social? Num estado em guerra, uma cidade onde há aplicativos para avisar onde tem tiroteio, a polícia mal recebe, os moradores de comunidade pedem ajuda a traficante e não a polícia por segurança, e você espera que o Maracanã esteja livre de invasão de marginais?

Meus caros, eles vão fazer mais 300 vezes até que a justiça os torne João, Pedro, Rogério, Marcos, e não mais “a torcida do….”.

Punir clube é punir a gente que ama futebol. E seja você um doente torcedor rival louco pra ver o Flamengo “se fuder”, não seja bobo, amanhã 30 marginais da sua organizada atiram uma pedra num dirigente e quem tá fora do campeonato é você.

Eles só mudam a camisa.  O que a justiça no Brasil não consegue entender é que eles USAM o futebol pra cometer crimes e não os cometem por serem amantes do futebol. Punir o futebol não atinge esses caras.

Mas atinge a nós, torcedores de bem.

abs,
RicaPerrone

Vocês não tem o direito de baixar a cabeça

Leia o post original por Rica Perrone

Torcedor gremista,

Em 2017 pela primeira vez na vida tive a oportunidade de estar próximo de vocês.  Os torcedores nunca entendem o que eu faço, e vocês serão os próximos a não entender quando o Inter for campeão e eu for viver isso perto deles, escrevendo sobre e vivenciando o ambiente de cada clube.

Já me acostumei.

O ano acabou agora, faz 20 minutos. O Real Madrid confirmou o favoritismo e ganhou o mundial. Eu acho uma pena, torci muito, mas independente do resultado deste torneio – que é menos importante que a Libertadores – eu espero que não tenha nenhum de vocês de cabeça baixa.

Poucas torcidas são tão devotas ao clube. Poucas torcidas tem tanto empenho em participar.  E nenhuma torcida tem tamanha paixão e vocação por decisões. O famoso “copar” de vocês.  Viu? Já aprendi.

Não foi um título apenas. Foi uma Copa do Brasil na semifinal, um Brasileirão brigando por título com time reserva, um tricampeonato da América jogando uma final brilhante, e um Mundial com toda dignidade de quem hoje não pode peitar abertamente um adversário do alto escalão europeu.

O Grêmio de 2017 foi maior do que o título. Ele nos deu futebol bem jogado, padrão de jogo independente das peças, conceito, elo entre torcida e time, além de um trabalho muito bom de um grupo unido, reduzido, mas ainda assim muito capaz.

Vocês foram a Buenos Aires e calaram um estádio “de bairro”, que tanto se orgulham por lá. Vocês foram ao Mundial e o Cristiano Ronaldo não passou nenhuma vez pela sua defesa.

Dói. Porque a gente sonha. E quando a gente sonha a realidade fica bastante sem graça. Mas não sonhar é para os pequenos. Pés no chão é pra quem não voa. E a distância entre a tristeza de hoje e a euforia de voltar à Arena, rever os amigos, refazer o ritual e “querer a Copa” é de apenas 2 meses. Em fevereiro o sonho recomeça.

Quem disse que em dezembro de 2018 ele não pode ser ainda mais real?

Levanta essa cabeça, beija essa camisa, abraça o amigo ao lado e comece a falar em “tetra”.  Você tem todos os motivos do mundo pra isso.

Até ano que vem! E obrigado por tudo que me permitiram  conhecer desta gente e deste clube.

abs,
RicaPerrone

Os mais votados na coluna “Personalidade” no jornal Agora São Paulo e Portal Terceiro Tempo

Leia o post original por Milton Neves

Quem participou da seção Personalidade em 2017

Como de costume, a página “Terceiro Tempo” destaca os mais votados das várias categorias da seção “Personalidade”. A seguir, a relação daqueles quer participaram em 2017: Evandro Daolio (engenheiro elétrico e escritor), Ciro Botelho (humorista do “Pânico”), Rico Villaça (radialista, narrador e apresentador), Mauricio Noriega (jornalista), Marco Aurélio Pasquini (ator e designer gráfico), Leonardo Gonzales Fontes (comentarista da 105 FM), Sylvio Micelli (jornalista, escritor e servidor público), Andre Henning (narrador dos canais Esporte Interativo), Sergio Amoroso (empresário e principal acionista do Grupo Jari), Mauro Cezar Pereira (jornalista), Cacá Bueno (piloto da Stock Car), Gustavo Villani (narrador do canal FoxSports), Bruno Monteiro (jornalista da Band), Jorge Nicola (jornalista), Rodolfo Rodrigues (jornalista), Mário de Queiroz Motta Júnior (ex-centroavante e advogado), Luiz Augusto Filizzola D´Urso (advogado Criminalista e auditor no TJD da Federação Paulista de Futebol), Fabio Rodrigues (diretor geral da Estrella Galicia do Brasil), Sílvio Barsetti (jornalista), Daniel Assis Fernandes (comediante), Guilherme Cimatti (jornalista e repórter da Rádio Bandeirantes), Mario Sabino (jornalista), Elidio Lopes Cavalcanti (o Lopes, “O Homem do Vinho”), Derico (músico, escritor e empresário), Dr. Fábio Romeu Canton Filho (advogado – vice-presidente da OAB-SP), Sílvio Lancellotti (jornalista), Estevam Soares (técnico de futebol profissional), Luiz Antônio Prósperi (jornalista), Marcelo Bonfá (jornalista, youtuber e entrevistador), Marcelo Bechler (correspondente do Esporte Interativo e da Rádio Itatiaia, colunista da Mix FM e blogueiro do Lance!), Caio Borelli Zeller (cirurgião dentista), Rogerio Assis (radialista), Jarbas Duarte (jornalista e apresentador), Marco Antonio Teixeira Duarte (bucomaxilofacial), André Natan Nussbacher (industrial, sócio da Tonbras Radex), Anderson Scardoelli (editor responsável pelo Portal Comunique-se), Leandro Massoni (jornalista e escritor), Helton Tavares (gerente de comunicação Latam na Netshoes), Florestan Fernandes Júnior (jornalista), Émerson Gáspari (escritor de livros esportivos), Guilherme Nascimento (professor e autor do almanaque “Santos – 1912-2012”), Marcelo do Ó (narrador da Rádio Globo/CBN e RedeTV!), Arnaldo Branco Filho (jornalista), Antonio Tuccilio (presidente da CNSP) e André Schiliró (fotógrafo de moda).

Os mais votados do ano

Qual o seu time?

1º Corinthians – 25%

2º Palmeiras – 20%

3º Santos – 12.5%

Qual o jogo mais marcante que você assistiu?

1º Brasil 1 x 7 Alemanha (2014) – 10%

1º Brasil 2 x 0 Alemanha (2002) – 10%

3º Corinthians 1 x 0 Ponte Preta (1977) 5%

Qual a sua seleção de todos os tempos?

1º Brasileira de 70 – 25%

2º Brasileira de 82 – 12.5%

3º Brasileira de 2002 – 5%

Qual a camisa mais bonita?

1º Corinthians – 10%

2º São Paulo – 7.5%

2% Cruzeiro – 7.5%

Qual o melhor e o pior esporte?

Melhor:

1º Futebol – 92.5%

2º Basquete – 2.5%

2º Automobilismo – 2.5%

Pior:

1º Lutas – 30%

2º Beisebol – 7.5%

3º Golfe – 7.5%

Em que rádio você ouve futebol?

1º Bandeirantes – 50%

2º Jovem Pan – 20%

3º Globo – 15%

Qual revista que você lê?

1º Veja – 30%

2º Carta Capital – 15%

3º Placar – 12.5

Qual o melhor e o pior presidente da história do Brasil?

Melhor:

1º Fernando Henrique Cardoso – 27.5%

1º Lula – 27.5%

2º Juscelino Kubitschek – 15%

Pior:

1º Michel Temer – 25%

2º Collor – 20%

3º Lula – 17.5%

A personalidade marcante em sua vida.

1º Pai – 32.5%

2º Mãe – 10%

3º Jesus – 7.5%

Narrador esportivo de TV e de rádio.

TV:

1º Galvão Bueno – 35%

2º Luciano do Valle – 25%

3º Milton Leite – 17.5%

Rádio:

1º José Silvério – 32.5%

2º Fiori Gigliotti – 15%

3º Osmar Santos – 12.5%

Comentarista esportivo de TV e de rádio.

TV:

1º Casagrande – 22.5%

2º Neto – 12.5%

3º Caio Ribeiro – 7.5%

Rádio:

1º Mauro Beting – 20%

2º Claudio Zaidan – 15%

3º Flávio Prado – 12.5%

Repórter esportivo de TV e de rádio.

TV:

1º Mauro Naves – 27.5%

2º Fernando Fernandes – 17%

3º Tino Marcos – 10%

Rádio:

1º Wanderley Nogueira – 27.5%

2º Ana Thaís Matos – 7.5%

2º Ligeirinho – 7.5%

Apresentador esportivo de TV e de rádio.

TV:

1º Milton Neves – 42.5%

2º Galvão Bueno – 10%

2º João Carlos Albuquerque – 10%

Rádio:

1º Milton Neves – 55%

2º Thomaz Rafael – 5%

2º Ricardo Capriotti – 5%

Apresentador de auditório de TV.

1º Silvio Santos – 60%

2º Faustão – 12.5%

3º Serginho Groisman – 7.5%

Melhor ator e melhor atriz no Brasil.

1º Wagner Moura – 22.5%

2º Tony Ramos – 20%

3º Antônio Fagundes – 12.5%

1ª Fernanda Montenegro – 37.5%

2ª Adriana Esteves – 10%

3ª Glória Pires – 7.5%

Jornalista de TV.

1º Ricardo Boechat – 27.5%

2º William Waack – 10%

3º William Bonner – 7.5%

Programa esportivo de TV.

1º Terceiro Tempo – 27.5%

2º Redação SporTV – 10%

3º Os Donos da Bola – 7.5%

Quem melhor escreve sobre esporte no Brasil?

1º Tostão – 27.5%

2º Mauro Beting – 17.5%

3º PVC – 7.5%

O melhor e o pior cartola.

Melhor:

1º Paulo Nobre – 12.5%

2º Vicente Matheus – 7.5%

3º Andrés Sanches – 5%

Pior:

1º Eurico Miranda – 27.5%

2º Ricardo Teixeira – 15%

3º Marco Polo Del Nero – 7.5%

O melhor e o pior técnico.

Melhor:

1º Tite – 62.5

2º Telê Santana – 15%

3º Guardiola – 7.5%

Pior:

1º Felipão – 15%

1º Dunga – 15%

2º Lazaroni – 10%

Cereja

Leia o post original por Rica Perrone

Ser campeão do mundo é o topo na ordem simples das coisas. O mundo é que há de maior, logo, é o que de mais importante pode-se ganhar.  E eu nem discordo disso, apenas reconsidero o tamanho dado por nós ao torneio hoje em dia.

Em mil novecentos e tralalá você ia até lá, jogava com um time grande da Europa e resolvia quem era o melhor. Eles gostavam, a gente adorava. Mesmo a desproporção de foco não fazia dele menor.

Então vieram os super times da Europa, aquela meia duzia que goleia todo o resto do planeta. Não é que o Mundial ficou estranho, qualquer jogo que não seja entre eles ficou.  E mesmo indo menos motivados, ainda é um grande título. O que não é mais é uma conquista equilibrada.

Eles vão lá cumprir tabela, a gente vai fazer milagre.  Os outros campeões continentais vão lá sem a menor obrigação de nada tentar aparecer na tv. E o Mundial que era simples e interessantíssimo se tornou menos interessante de tanto mexerem.

Aos olhos do torcedor é “o máximo”? Mentira. A Libertadores carrega muito mais envolvimento, história, envolve torcida, em casa, etc.  O Mundial é frio. Mas é incrível.

O bolo é a Libertadores e o processo até lá. O mundial é cereja. E se vier sem cereja, pouco desvaloriza o bolo. Se vier com ela…  melhor ainda!

Ganhar do Hamburgo foi um jogo entre times grandes. Hoje não há mais esse jogo. São super times que desequilibraram o futebol mundial contra um time que investe no ano o que ele fatura por mes.

Dá? Dá! O que torna épico. Mas se excluirmos o fator “Grêmio”, olharmos só pro torneio em si, hoje ele não é mais tão interessante e apaixonante como ja foi quando era um duelo.

Hoje evitamos o massacre. Buscamos o milagre. E isso não é um grande torneio. Tal qual quase todos os campeonatos europeus, o conceito de ter 6 times espetaculares contra 300 que viraram galinha morta é considerado “sucesso”, “case”, “modernidade”.  Pra mim é só burrice.

Mas ainda que tenhamos nossa condição restrita a jogar feio e pressionado por uma história que não condiz mais com o poder de enfrentamento dos clubes, ganha-lo é especial. Pena que tal qual os torneios de lá, seja coisa pra meia duzia de milionários e não pra time grande.

Sobre 2017 especificamente, eu não acho impossível porque nunca é impossível no futebol. Mas seja pra vencer, perder ou só participar, que o Grêmio vá e faça o que pode ser feito. Não entre em campo pra pedir autografos como o Santos fez vergonhosamente contra o Barcelona.

Se tiver que dividir, divida. Na canela do Cristiano não é mais falta do que na do Sassá.

abs,
RicaPerrone

Minha seleção do Brasileirão

Leia o post original por Rica Perrone

É muito difícil sair de Corinthians, Grêmio e Botafogo. Os três jogaram um futebol muito acima dos demais, e embora o Bota tenha despencado no fim, teve um grande ano.  Hernanes e Dourado entraram ali por terem carregado seus times nas costas. Especialmente o saopaulino.

Que tal?

abs,
RicaPerrone