Arquivo da categoria: Abel Braga

CADÊ o mínimo de PROFISSIONALISMO, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Acho essa relação de cautela dos clubes brasileiros com os treinadores até um tanto igual. Ou seja, do mesmo jeito que o empregador dá o boné (leia-se DEMITE!) o cara MUITO antes do término de seu contrato, também acho natural um treinador fazer o mesmo quando tem uma proposta de trabalho melhor. É claro que desde que se respeite as regras contratuais. Só que na minha visão o que o técnico Fernando Diniz fez com o Guarani foi uma tremenda sacanagem. Pelo amor de Deus! O sujeito foi apresentado em dezembro e colocaram uma baita esperança dele resgatar o Bugre […]

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Eu AVISEI hein? Sem o patrocinador o TIME iria QUEBRAR!

Leia o post original por Craque Neto

O Fluminense divulgou nota nesta quinta-feira (28) que para aliviar a folha salarial do clube dispensará oito jogadores. Entre eles estão nomes importantes do atual futebol brasileiro, como o goleiro Diego Cavalieri e o zagueiro Henrique, que fez parte da Seleção Brasileira na última Copa do Mundo. Além deles estão na lista de negociação de saída Arthur, Higor Leite, Maranhão, Marquinho, Roberto e o lateral Wellington Silva. Sabe o que é o mais engraçado? Quando a Unimed, patrocinadora que ficou por muitos anos nas Laranjeiras, gastava rios de dinheiro em reforços – bancando uma fortuna para jogadores pontuais – fui […]

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Velloso questiona por que grandes técnicos recusam Verdão

Leia o post original por Craque Neto

Após recusa de Mano Menezes e Abel Braga, o ex-goleiro Velloso, ídolo do clube, questionou o porquê de grandes técnicos não aceitarem treinar o Palmeiras em 2018.  

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Um tricolor suspira e outro transpira

Leia o post original por Antero Greco

Torcedores de Fluminense e São Paulo são atropelados por fortes emoções – e pelo jeito será assim até o final do Brasileiro. Os tricolores do Rio suspiraram aliviados, com os 3 a 1 na noite desta quarta-feira, no Maracanã. Os paulistas transpiram, de medo, porque a ameaça de rebaixamento ainda é fantasma a rondar, sempre por perto.

O Flu tem 38 pontos, seis deles conquistados nos últimos dois jogos. Como há uma montanha de equipes emboladas, foram suficientes para fazê-lo subir da zona de descenso até, quase, a parte de cima da tabela. O São Paulo se manteve nos 34 e vai torcer para que Sport, Vitória e Ponte tropecem nesta quinta-feira. Caso contrário, retorna ao Z-4.

Abel Braga e Dorival Júnior apostaram basicamente nas formações que se deram bem no final de semana. O técnico do Flu voltou confiar em um grupo mais experiente, por considerar que o momento exige o máximo possível de jogadores rodados. O treinador são-paulino repetiu escalação, pois gostou do desempenho da rapaziada na vitória de virada sobre o Atlético-PR (2 a 1). Acredita que, quanto menos mexer, tanto melhor na reta final.

O clássico esteve equilibrado até os 22 minutos do primeiro tempo. Daí, em dois lances, praticamente foi definida a sorte das equipes. O Flu abriu o marcador com Henrique Ceifador, em cobrança de pênalti. Aos 24, Sornoza dobrou a vantagem. Pronto, o panorama mudou da água pro vinho. O tricolor carioca respirou relaxado e o paulista se apavorou.

Assim foi também no segundo tempo, com um time a cadenciar o jogo e outro a tentar de toda forma diminuir a diferença. Sem sucesso. Cueva e Pratto, importantes no sábado, não foram bem e cederam lugar para Shaylon e Thomas, enquanto Lucas Fernandes nem voltou do intervalo; na vaga dele estava Maicosuel. Sabe o que mudou na prática? Nada.

O Flu não foi ameaçado e ainda fez o terceiro, de novo em pênalti, cobrado por Robinho, já num momento em que não adiantaria reação. Shaylon contou com a sorte, no finalzinho, para diminuir. O São Paulo sofreu a 13.ª derrota no campeonato, 11 delas como visitante. Tem oito pontos ganhos fora de casa. Não é por acaso que continua com medo da Série B.

Palmeiras engrena, Flu desce

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, vendo o que fizeram Fluminense e Palmeiras, no duelo da tarde deste domingo, no Maracanã, dá para ficar com a pulga atrás da orelha. Não a respeito do ainda campeão brasileiro; este tende a crescer e a terminar entre os mais bem colocados. É o mínimo que se espera para clube que investiu os tubos em elenco.

A preocupação é com o tricolor carioca. A instabilidade continua, o aproveitamento como mandante está baixo, o retrospecto no segundo turno se mostra aquém de qualquer expectativa. No popular: anda com bola murcha.

Para piorar, depois do 1 a 0, e com a combinação de resultados, se aproximou de vez da turma de baixo. Sei que está tudo muito embolado, mas 31 pontos são apenas 4 a mais do que têm Bahia e Coritiba, os dois primeiros da zona do descenso.

O Flu não foi páreo para o Palmeiras, ao contrário do que havia ocorrido no primeiro turno, no Allianz Parque. Praticamente não incomodou Fernando Prass, finalizou raramente – e mal. Difícil escolher quem se salvou. Aponto de Abel Braga, sempre incentivador da tropa, ter reconhecido que “uns sete ou oito não foram bem”. Coloca nessa conta os 14 utilizados.

Restou a sensação ruim de que o Flu chegou ao limite. O que pode dar-lhe ânimo é a Sul-Americana, torneio em que topará com o Flamengo nas quartas de final.

O Palmeiras jogou para o gasto – e sobretudo na etapa final correu poucos riscos. Nesse aspecto, em alguns momentos lembrou o time da campanha vitoriosa de 2016. A defesa errou menos, o meio-campo esteve mais ligeirinho, na frente também deu conta do recado.

As oportunidades vieram, embora a única mais bem aproveitada tenha sido a de Egídio, no golaço que garantiu o resultado. Mas mandou bola na trave, puxou contragolpes. Enfim, não deixou a apatia de outras jornadas impor-se. Até Borja entrou e se mostrou mais esperto…

Bobagem vir com conversa de título ou coisas do gênero. A distância para o Corinthians está em 11 pontos. É chão demais para tirar. No entanto, se fizer a parte que lhe cabe, a tendência é de encurtar, com o tempo.

Um tira-teima excelente está marcado para a noite do sábado, no jogo em casa com o Santos. Quem vencer, pode pensar mais alto.

Pacaembu, começo de tudo

Leia o post original por Odir Cunha

Há uma nova enquete no ar. Dê sua opinião.

Para alguns torcedores, o fato de Levir Culpi escalar alguns reservas contra o Fluminense indica que o técnico está abrindo mão do Campeonato Brasileiro. Espero que não, pois ainda há um turno inteiro pela frente. Porém, concordo que a prioridade, neste ano, deva ser dada à Copa Libertadores da América. De qualquer forma, quero falar mesmo sobre jogar no Pacaembu, o começo de tudo quando se trata de um planejamento que leve o Santos ao lugar que ele merece.

Exibir-se regularmente em um estádio para 39 mil pessoas, aumentando substancialmente sua média de público, inicia um processo que permite uma campanha permanente de sócios, valoriza o preço da marca Santos na hora de se assinar contratos com patrocinadores e com a televisão e abre enormes perspectivas de marketing.

Quando o menor público que o Santos pode atrair para o Pacaembu ainda é maior do que o público máximo da Vila Belmiro, então não pode haver discussão sobre que estádio é mais conveniente para comportar a imensa torcida santista. Sem contar o aspecto técnico.

Invicto há 23 jogos no estádio paulistano, o Alvinegro tem grande possibilidade de aumentar essa marca logo mais, apesar da escalação de alguns reservas e da experiência de Abel Braga, o técnico do Fluminense.

O time anunciado para hoje deverá ter Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Noguera e Zeca; Alison, Yuri, Jean Mota e Lucas Lima; Thiago Ribeiro e Ricardo Oliveira.

Tudo indica que, sem Copete e Bruno Henrique, Levir Culpi deverá optar por um 4-4-2, com liberdade para Lucas Lima se aproximar mais dos atacantes Thiago Ribeiro e Ricardo Oliveira. A estratégia pode dar certo, ou não. Na última partida, contra o Atlético Paranaense, na Vila Belmiro, Alison e Yuri não foram bem e perderam o meio campo para o adversário. Agora, além dos dois, o time terá dois atacantes que pouco têm jogado este ano.

O Fluminense deverá ser escalado com Julio César, Lucas, Renato Chaves, Henrique e Marlon; Orejuela, Marlon Freitas, Wendel e Gustavo Scarpa; Wellington Silva e Henrique Dourado. Trata-se de uma equipe nada excepcional, mas de enorme tradição e capaz de algumas vitórias, como aquela sobre o Santos na primeira rodada do campeonato.

A arbitragem terá Andre Luiz de Freitas Castro, auxiliado por Bruno Raphael Pires e Leone Carvalho Rocha, todos de Goiás. O jogo terá cobertura dos canais Sportv e Premiere.

Minha impressão, apenas mais uma entre tantas, é de que a partida ficará amarrada no meio de campo e não haverá muitos gols, talvez nenhum. Como o empate será satisfatório para o time carioca, não me espantaria se Abel Braga armasse bem a defesa à espera de esporádicos contra-ataques.

Se você me perguntar, de chofre, que resultado considero mais lógico, serei obrigado a responder: o empate. Porém, como sempre, torcerei para uma bela a redentora vitória santista. E ela poderá ocorrer se Ricardo Oliveira e Thiago Ribeiro desencantarem esta noite e o time jogar com muito mais vontade do que o fez contra o Atlético Paranaense.


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Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

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A mídia só divulga o que interessa… Força Claudemir!

Leia o post original por Craque Neto

Não há dúvidas de que a tragédia com o filho do técnico Abel Braga, João Pedro, comoveu o País e principalmente o mundo do futebol. Homenagens existiram aos montes para o Abelão, que realmente é um cara humilde e totalmente do bem. Tanto é que no primeiro jogo após o ocorrido a torcida do Sport aplaudiu de pé na Ilha do Retiro a força desse profissional que além de tudo é extremamente competente no que faz. Técnico consagrado campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes com o Internacional. Monstro! Só que no mesmo final de semana, em um acidente […]

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Sobre Abel e a Chape

Leia o post original por Rica Perrone

“A violência no futebol”. “A homofobia no futebol”. “O machismo no futebol”.  “O racismo no futebol”. Talvez essas sejam algumas das frases mais fáceis de se encontrar sobre “futebol” hoje em dia. Mas a violência é social. Reflete-se no futebol. A homofobia idem. O machismo, mais ainda. O racismo, um problema mundial, até mais grave …