Arquivo da categoria: Abel

Novo treinador

Leia o post original por Pedro Ernesto

O Inter queria o Tite antes de cogitar Abel ou Clemer. Mas é o gaúcho quem está dando o voo mais alto de sua vida. Ele está acertando com um clube chinês que, pelas informações, pagaria R$ 15 milhões por ano, além de empregar todos seus amigos da comissão técnica.

É dinheiro pra ninguém colocar defeito. O futebol chinês tenta crescer, assim como o seu país. Por isso, remunera tão bem os profissionais. Abre a vaga, então, para Mano Menezes voltar ao Corinthians. Mano, em 2013, viveu o seu inferno astral, perdendo o emprego na Seleção Brasileira e saindo do Flamengo. Como se dá bem no Timão, aí está a chance de se recuperar.

Entrevistas

As declarações de Renato Portaluppi precisam ser avaliadas. Ele tem razão quando lembra que o time está há 20 rodadas seguidas no G4. É, claro, um bom índice. Mas é pouco se for levado ao pé da letra a promessa de campanha eleitoral do grupo que comanda o clube. Dizia querer título.

Uma bobagem eleitoral. Vaga é muito bom. Pode levar para o Mundial no Marrocos. Renato erra é quando elege a Geral como a torcida verdadeira do Grêmio. Parece que não sabe que os gremistas, como um todo, o elegeram como ídolo.

Página dois

Engana-se o diretor de futebol do Inter Luis César Souto de Moura quando valoriza a primeira ou a segunda página da tabela de classificação. O que constrange mesmo o torcedor do Inter é saber que tem jogos que não levam a nada, servir de treino para o Atlético-MG, que disputará no Marrocos o Mundial de Clubes, e ainda perder.

São dois anos de futebol inconsequente, longe de ficar entre os melhores. Jogos amistosos, cansativos e sonolentos. Deixam o torcedor do Inter entristecido e até com alguma raiva.

É demaaais!

Claro que os regionais precisam ser melhorados, mas não podem terminar, como quer o Bom Senso F.C.. Esses milionários dos grandes clubes precisam entender que a grade da tevê precisa ser atendida, que a bilheteria dos jogos é importante e a exposição dos patrocinadores, idem.

Todos têm 30 dias de férias. O que precisa ser arrumado é a pré-temporada. O resto está muito bom.

Santos merecia perder de mais. Cruzeiro ganhou sem fazer força

Leia o post original por Odir Cunha

ricardo saibun
Geuvânio entrou no final e acertou o único chute perigoso no gol do Cruzeiro (Foto: Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC).

Mais organizado, com toque de bola mais preciso, defesa mais eficiente e ataque que criou mais chances para marcar, o Cruzeiro mereceu amplamente a vitória de 1 a 0 sobre o Santos, na Vila Belmiro, e já é o campeão virtual deste Brasileiro. O gol, muito bonito, foi de Everton Ribeiro, aos 9 minutos do segundo tempo, depois de driblar Mena e Alison. Como a maioria dos leitores deste blog previa, o ataque santista, com Everton Costa e Willian José, nada produziu. Ambos foram substituídos por Geuvânio e Victor Andrade, mas não houve grandes melhoras. Ao menos Geuvânio deu o único chute perigoso ao gol de Fábio. 9.460 pessoas pagaram para ver o jogo, proporcionando renda de R$ 278.156,00. Com a derrota o Santos permanece com 44 pontos e ainda precisa de no mínimo mais seis pontos para afastar qualquer possibilidade de rebaixamento. O próximo jogo será contra o desesperado Vasco, em São Januário.

Veja os melhores lances da partida:

Enquete para escolher o técnico de 2014 continua

O post muda, pois temos de falar do jogão deste domingo – o primeiro que, ao lado de meu irmão Marcos, assisti em um estádio, há 45 anos –, mas a enquete para escolher o técnico do Santos em 2014 continua. Se ainda não votou, ela está à sua direita. Vote lá!

montillo chuta
Montillo enfrenta seu ex-time tentando, mais uma vez, corresponder às expectativas dos santistas (Foto: Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC).

O Cruzeiro vai ser campeão, mas neste domingo tem de dar Santos

Ninguém tira o título do Cruzeiro este ano e a conquista é realmente justa. Em meio a um campeonato bagunçado e de baixo nível técnico, a Raposa sobrou em regularidade e competência. Mas neste domingo a motivação maior deve e precisa estar do lado do Santos, pois os três pontos são muito mais importantes para o Alvinegro Praiano, que precisa ganhar no mínimo cinco dos sete jogos que faltam para brigar por uma vaga na Copa Libertadores.

Com 12 pontos e quatro vitórias a mais do que os segundos colocados Botafogo e Grêmio, o Cruzeiro caminha tranqüilamente para o seu terceiro título brasileiro. A dianteira é tão grande, que mesmo com a derrota neste domingo, a partir das 17 horas, na Vila Belmiro, ainda assim sua conquista não correrá maiores perigos. Ao nosso Santos, porém, que tem 44 pontos e está em nono lugar, só a vitória interessa.

O técnico Claudinei Oliveira ao menos tem sido coerente. O time será o mesmo que vem sendo escalado nos últimos jogos, com Aranha, Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison, Arouca, Cícero e Montillo; Everton Costa e Willian José.

Cicinho e Cícero estavam ligeiramente contundidos, mas treinaram normalmente na sexta-feira e devem jogar. Claudinei continua mantendo o contestado Everton Costa no ataque. A única dúvida do técnico era entre Willian José e Victor Andrade, mas como Willian treinou bem e marcou os três gols na vitória sobre os reservas por 3 a 0, será o escalado. Victor só entra se o Santos estiver perdendo e o estádio inteiro gritar seu nome.

O Cruzeiro, que desta vez não terá o atacante Willian, com estafa muscular, deverá ser escalado por Marcelo Oliveira com Fábio, Ceará, Dedé, Léo e Egídio; Nilton, Lucas Silva, Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart;Dagoberto e Borges. A arbitragem será de Marcelo de Lima Henrique (RJ), auxiliado por Bruno Boschilia (PR) e Neuza Ines Back (SC).

O Santos costuma se dar bem contra o Cruzeiro e algo me diz que isso ocorrerá novamente neste domingo. Porém, será essencial que os laterais apóiem e que os meias Montillo e Cícero também se aproximem mais do ataque. Não dá para esperar que Willian José e Everton Costa resolvam as coisas sozinhos lá na frente.

Na minha primeira vez, Pelé versus Tostão

Eu tinha 16 anos e 26 dias quando fui ao estádio pela primeira vez, com meu irmão Marcos, três anos mais novo. E vimos, no ainda inacabado Morumbi, justamente o jogo que reunia as melhores equipes daquela era de ouro do futebol brasileiro: o Santos de Pelé e o Cruzeiro de Tostão.

Treinado pelo técnico Antoninho, o Santos tinha Cláudio, Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Marçal e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Toninho Guerreiro, Douglas (depois Edu), Pelé e Abel.

O Cruzeiro, de Orlando Fantoni, tinha naquele domingo alguns jogadores de extrema categoria, como Tostão, Dirceu Lopes, Natal, Piazza, Procópio, Evaldo, Zé Carlos… Era um timaço, que dois anos antes tinha sido campeão brasileiro ao vencer o Santos na final da Taça Brasil por 6 a 2 e 3 a 2.

Perceba que o narrador, Fernando Solera, diz, antes do primeiro gol, que aqueles eram os dois melhores times do Brasil – justamente na era de ouro do futebol brasileiro, em que três Copas do Mundo foram conquistadas em 12 anos, de 1958 a 1970, com todos os jogadores em atividade no Brasil.

Perceba, ainda, que entre esses jogadores nada menos do que cinco seriam titulares da Seleção Brasileira na Copa de 1970: Carlos Alberto Torres, Piazza, Clodoaldo, Tostão e Pelé. Sem contar Edu, que também atuou no Mundial do México.

Eu e meu irmão Marcos estávamos atrás do gol do Cruzeiro no primeiro tempo, éramos dois dos 29.469 pagantes daquela partida. A geral é mostrada depois do gol de Pelé, aos quatro minutos de partida, após jogada magistral de Douglas, que passou por quatro jogadores adversários. De onde estávamos achamos o gol de Pelé muito fácil, pois ele só teve o trabalho de se esticar e chutar a bola, depois que Douglas limpou o lance com espantosa habilidade.

No segundo tempo, Toninho, aos 41 minutos, completou o marcador após boa jogada de Abel. Um pouco antes Procópio tinha saída de campo com o tendão rompido, depois de choque com Pelé. Enfim, recordações de 45 anos atrás que parecem brotar com frescor e clareza na memória. Quantos garotos têm a felicidade de, na sua primeira vez em um estádio, assistir a um jogo assim?

Bem, já escrevi demais, Reveja os gols de Santos 2, Cruzeiro 0, de 13 de outubro de 1968, válido pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa/ Taça de Prata, competição que acabaria dando ao Santos o seu sexto título brasileiro:

E pra você, o Santos vencerá o Cruzeiro neste domingo? Como?

Abel pulou fora. Flamengo acaba com a anarquia ou …

Leia o post original por Mion

Abel prefere ficar parado do que queimar a cara na bagunça rubro-negra.

Abel prefere ficar parado do que queimar a cara na bagunça rubro-negra.

   O imbróglio no Flamengo vem desde Vanderlei Luxemburgo e Ronaldinho Gaúcho. Já naquela época o atual treinador do Fluminense falava sobre os excessos cometidos pelo elenco em festas. Ronaldinho saiu, Renato Abreu também, mas vieram Carlos Eduardo, André Santos entre outros. Inclusive, fala-se que Mano Menezes deixou o cargo porque sabia de uma festa na casa de Carlos Eduardo e tentou impedir. A diretoria contrariou afirmando que era dia de folga e os jogadores poderiam badalar. A cúpula diretiva é nova, mas a mentalidade continua a mesma. Infelizmente o Mengão parou no tempo e ainda admite aquela fórmula antiga de aceitar jogadores festeiros, afinal faz parte da cultura carioca.

O futebol mudou barbaridade, vivemos outra época. As referências são Messi, Cristiano Ronaldo, Kaká, Xavi, Iniesta entre outros. Todos são atletas, dedicados à carreira e pessoas de atitudes e caráter exemplares. Veja o caso de Neymar, pouca gente comentou, mas em pouco tempo de Barça já tem outra postura: acabou cabelo pintado e corte estrambólico. Nos gols nada de dancinha e outras micagens. Pode extravasar a alegria de várias formas, entretanto nada para atrair atenção que não seja mostrar o seu talento. No Brasil alguns jogadores medianos se destacam muito mais por malabarismos nas comemorações do que pela bola que jogam. O futebol ficou em segundo plano.

Voltando ao Flamengo não é de hoje que o time fica devendo em termos físicos. Toda hora surge comentário sobre festas e baladas. Mano sentiu que não conseguiria mudar a mentalidade dentro do clube como um todo. Muito amadorismo para Mano suportar. Abel Braga também não gosta de bagunça. Independente de salários seria importantíssimo para sua carreira trabalhar no Flamengo. Aliás, já foi o tempo em que defender o Flamengo era o sonho de qualquer profissional acima da média. Hoje apenas jogadores superados ou jovens que buscam espaço na mídia se empolgam em defender o clube da Gávea. O futebol não vai mudar, por isso o Mengão tem que atualizar seus conceitos e buscar um novo rumo, caso contrário estará fadado a sucumbir engolido pelo profissionalismo radical existente no futebol brasileiro e mundial.

Fluminense paga pela tática medrosa de Abel em casa

Leia o post original por Perrone

De uma forma dolorosa, Abel  Braga aprendeu. Ou pelo menos deveria ter aprendido que se contentar em não levar gols do Olimpia ou de qualquer outro time em casa é muito pouco em mata-matas de Libertadores.

A derrota do Fluminense nesta quarta no Paraguai fez desmoronar a tese que o treinador enfiou na cabeça de seus jogadores. Todos saíram confiantes do primeiro jogo acreditando que marcar uma vez na partida de volta seria suficiente e até fácil para chegar às semifinais. Mas não foi.

A derrota por 2 a 1 para o Olimpia eliminou o Flu e convidou Abelão a rever seus conceitos. Falar que treinadores brasileiros, na média, são desatualizados, é algo muito subjetivo. Mas jogar para não tomar gols do Olimpia no Rio no mesmo ano em que Bayern e Borussia atropeleram Barça e Real, respectivamente, nos jogos de ida da Champions, é uma clara demonstração de que Abel perdeu o trem bala da história.

Vibração de Copa do Mundo. É Libertadores, gente!

Leia o post original por Mion

Abel criticou com razão as vaias da torcida. Na Libertadores o fundamental é ganhar 3 pontos. (foto – Superesportes)

A comemoração do técnico Tite no gol de empate do Corinthians diante do Táchira para alguns foi exagerada. Não foi, Libertadores é assim mesmo. Cada jogo é uma decisão e cada ponto merece comemoração como se fosse jogo de Copa do Mundo.

A cada jogo realizado no torneio, reforça a indignação do técnico Abel Braga que criticou a torcida do Fluminense por vaiar a equipe por vencer de 1 a 0 o Arsenal. Na Libertadores não existe esse papo de jogar em casa. Qualquer jogo é complicado e os nossos times não são tão superiores, vencer significa uma conquista de muita dedicação e luta.

Seguindo esta linha de pensamento, Flamengo e Corinthians vibraram com o empate, assim como os adversários brasileiros também explodem de alegria quando empatam aqui.

A prepotência brasileira faz pensar que a vibração é porque empatou com os endeusados aqui em terras brasileiras. Não é não. Eles sabem da importância de ganhar um ponto fora de casa para prosseguir na disputa.  É assim a Libertadores e os torcedores devem pensar muito bem antes de vaiar um time que ganha de 1 a 0. É um baita resultado e três pontos fundamentais para ainda sonhar em ser campeão das Américas.

Emoção de ouvinte de Rádio

Leia o post original por Quartarollo

julioVocê esperava uma derrota do Santos para o Figueirense em plena Vila Belmiro? Eu não. Ao contrário, esperava uma vitória que era o mais lógico, mas o Santos perdeu por 3 x 2 e dizem que Neymar fez muita falta. Dizem porque eu não vi o jogo, apenas ouvi Rogério Assis comandando a equipe da […]