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Justiça impede uso de área do Morumbi em que ocorreu acidente em 2016

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Atendendo a recurso interposto pelo Ministério Público de SP, a Justiça determinou em antecipação de tutela (antes do julgamento final) que não seja usada área do Morumbi em que ocorreu a queda de uma grade durante jogo entre São Paulo e Atlético-MG pela Libertadores em maio do ano passado. A interdição vale até a conclusão de laudo técnico determinado pela Justiça seguido de ordem judicial para a liberação. O clube tem trinta dias para apresentar o laudo sob pena de multa diária de R$ 25 mil. O processo corre em primeira instância, assim a vitória parcial do MP não é definitiva. Em abril, havia sido negado o primeiro pedido de interdição. A nova decisão foi publicada nesta segunda no Diário Oficial paulista.

O promotor Marcus Vinicius Monteiro dos Santos (Habitação e Urbanismo), autor da ação civil pública, havia pedido a interdição total do Morumbi até a apresentação dos laudos. Em sua decisão, a Justiça diz que não deve ser usada a área em que foram apontados problemas pelo MP. Porém, o Ministério Público também apresentou laudo disponibilizado em 2015 no site da Federação Paulista indicando falhas no setor que fica acima das cabines de rádio do estádio, longe do local do acidente.

Após a apresentação do relatório técnico, o São Paulo terá sessenta dias para corrigir eventuais falhas que comprometam a segurança dos torcedores. Esse prazo, porém, pode ser prorrogado.

Os são-paulinos também terão que apresentar em 30 dias documentos que comprovem renda e público do jogo em que aconteceu o acidente. O MP cobra de São Paulo e Federação Paulista indenização por danos sociais em valor equivalente ao dobro da receita com bilheteria, que foi de R$ 4,1 milhões. O pedido de antecipação de tutela para o pagamento de indenização, no entanto, não foi aceito pela Justiça.

Caso a Justiça conceda, no decorrer do processo, o pagamento de indenização por dano social (quando há lesão ao bem-estar coletivo), o valor irá para o Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.

O promotor ainda pede que São Paulo e FPF indenizem todos os torcedores que caíram de um dos setores do Morumbi no dia do acidente por danos materiais e morais sofridos, mas não estipula o valor. Pelo menos três entraram com ações individuais contra o clube. Foram cerca de 30 envolvidos.

O São Paulo alega que logo após o acidente tomou todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos torcedores no estádio.

MP pede que SPFC e FPF paguem R$ 8,2 milhões por acidente no Morumbi

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São Paulo e Federação Paulista de Futebol são alvos de uma ação civil pública proposta pelo promotor Marcus Vinicius Monteiro dos Santos (Habitação e Urbanismo) por conta da queda de torcedores no Morumbi provocada pelo rompimento de uma grade em 2016. Ele pede que clube e FPF sejam condenados a pagar solidariamente indenização por danos sociais igual ao dobro da receita bruta gerada pela partida entre o time paulista e o Atlético-MG em 11 de maio do ano passado, quando aconteceu o acidente. A arrecadação com a venda de ingressos foi de R$ 4,1 milhões.

O MP teve negado em primeira instância, no dia 18 de abril, pedido de interdição do Morumbi por meio de liminar até que São Paulo e federação apresentassem laudos comprovando que o estádio oferece segurança aos torcedores.

A segunda Vara Cível da capital paulista entendeu que não havia provas de que as partes não tinham tomado providências em relação à segurança do local e determinou que elas se manifestassem.

Caso a justiça conceda o pagamento de indenização por dano social (quando há lesão ao bem-estar coletivo), o valor irá para o Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.

O promotor também pede que São Paulo e FPF indenizem todos os torcedores que caíram de um dos setores do Morumbi no dia do acidente por danos materiais e morais sofridos, mas não estipula o valor. Pelo menos três entraram com ações individuais contra o clube. Foram cerca de 30 envolvidos.

Renato Acacio de Azevedo Borsanelli, juiz responsável pelo caso, pediu que o promotor justificasse a inclusão da federação como ré, pois o estádio pertence ao São Paulo. Entre os motivos, ele alegou que a entidade tinha à sua disposição um laudo técnico demonstrando existir problemas de segurança no Cícero Pompeu de Toledo e deixou de tomar providências. Na inicial, o promotor já havia citado laudo de vistoria de engenharia feito no Morumbi em 2015 por um engenheiro civil e disponível no site da FPF que apontava irregularidades em guarda-corpos semelhantes ao que se rompeu no acidente mas em outro setor do estádio.

Procurado pelo blog, o departamento de comunicação da FPF emitiu a seguinte nota:

“A federação Paulista de Futebol Interdita ou libera estádios com base única e exclusivamente nos laudos técnicos elaborados pelas autoridades competentes, como de PM, engenheiros responsáveis e do Corpo de Bombeiros. No caso do estádio do Morumbi, todos os laudos emitidos pelas autoridades à época do acidente autorizavam o estádio para a realização de jogos com a liberação total do espaço”.

Por sua vez, a assessoria de imprensa do São Paulo disse que o clube ainda não havia sido citado pela Justiça e por isso não se manifestaria. Porém, listou uma série de medidas tomadas após o acidente, como a instalação de hastes adicionais nos guarda-corpos e reforçou todas as estruturas, chumbando as hastes no concreto e garantido que elas fossem devidamente enterradas. A queda de torcedores aconteceu após o rompimento de um guarda-corpo que havia sido soldado.

São Paulo é condenado a indenizar torcedor após queda de grade no Morumbi

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O São Paulo foi condenado em primeira instância (com direito a recurso) a pagar indenização de R$ 10 mil por danos morais ao torcedor André Ricardo Motta. Ele sofreu uma fratura no pé ao cair da área externa de um camarote do Morumbi quando o guarda-corpo do local se rompeu durante a comemoração do gol da vitória tricolor por 1 a 0 sobre o Atlético-MG no dia 11 de maio de 2016.

A decisão também obriga o clube a pagar R$ 104 por danos materiais referentes a um bota ortopédica alugada pelo torcedor.

Em sua defesa, o São Paulo culpou Motta pelo acidente já que, de acordo a alegação tricolor, o guarda-corpo não suportou a tensão provocada pelos torcedores durante a comemoração do gol.

A tese foi rejeitada na 2ª Vara Cível, apesar e laudo da Polícia Militar confirmar que a queda ocorreu por causa da pressão exercida na grade pelos fãs no momento de euforia.

“Tal situação é extremamente previsível num estádio de futebol. Não é crível culpar os torcedores por uma comemoração eufórica, posto que não restou demonstrado que os torcedores, inclusive o réu, excederam-se no comportamento e extrapolaram as normas de segurança. Sabe-se que numa partida de futebol os torcedores não ficam sentados ou parados no mesmo lugar, ainda mais na comemoração de um gol importante. Se o local não suportava o peso dos torcedores deveria haver algum um aviso  ou funcionário alertando o perigo”, escreveu a juíza Alessandra Laperuta Nascimento Alves de Moura em sua decisão publicada nesta segunda no diário oficial de São Paulo.

Então o que é?

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Toda vez que falamos sobre algo grandioso no futebol logo dizemos não ser “só um esporte”.  E então as vezes alguma alma muito cafajeste nos pergunta: então o que é? E nós paramos de falar. É maior. O que exatamente, não sabemos explicar.  Religião? Muito radical e forte, estaríamos atrelando a algo que não é …

O mesmo avião

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As vezes a gente se coloca como “o lado de cá”.  Tratamos futebol como uma obrigação, os jogadores como adversários, os clubes como nossos meros aprendizes.  Somos de uma “raça” bem arrogante, pouco inteligente na questão comercial e bem confusa na parte ideologica. Eu não gosto do que faço porque faço com as pessoas que …

SPFC investiga se grade que caiu no Morumbi foi afetada por causa de shows

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A grade do guarda-corpo do Morumbi que caiu na última quarta-feira ferindo torcedores era frequentemente retirada para shows e recolocada no mesmo lugar. Dirigentes do clube querem saber se o tira e põe provocou um desgaste na peça que possa ter causado a queda.

Preliminarmente, a diretoria ouviu de um dos responsáveis pela operação que essa movimentação não afeta o material, já que a grade era soldada novamente cada vez que voltava ao lugar.

 A explicação no clube é que ela precisa ser retirada em dia de shows para que a área sirva de saída de emergência com ajuda de outras adaptações no local, cercado por um fosso.

Duas empresas contratadas pelo clube para fazer auditorias sobre as causas do acidente vão responder se o tira e põe da grade ajudou a provocar sua queda.

Com o resultado, a diretoria decidirá o que fazer em relação aos guarda-corpos no estádio. Existe a possibilidade de as grades serem substituídas por algo mais resistente, já que o entendimento é de que elas, em aço inox, não foram feitas para aguentar a pressão de uma multidão, como ocorreu no momento em que Michel Bastos comemorava seu gol diante do Atlético-MG.

Pouca bola, muita história

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O Morumbi viveu mais uma noite especial. Não pelo futebol apresentado nele, o que na verdade pouco importa, já que Libertadores não tem muita relação com o esporte em questão. Mágico quando os times entraram em campo, trágico quando caiu parte da grade de proteção. Enquanto Galo e São Paulo buscavam uma bola e bico …

Torcedor registra acidente de Bianchi

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Se a FIA não liberou as imagens do acidente de Bianchi no GP do Japão, um torcedor que filmava o “reboque” na hora do acidente acabou fazendo.  Veja a batida de Bianchi e note que seu carro entrou quase embaixo do trator.  Provavelmente atingindo sua cabeça.

abs,
RicaPerrone