Arquivo da categoria: Alisson

Tite é monstro! Mas persistir em alguns erros já é burrice, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Nesta quarta o técnico Tite convocou a Seleção Brasileira que irá jogar contra a Colômbia e Equador pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia em 2018. A lista tem 23 nomes e o comandante aposta na base de atletas que já vem tendo oportunidades com ele. De novidades dois baita acertos! Primeiro o goleiro Cássio que lidera a defesa menos vazada do País e vem fazendo grandes jornadas com a camisa do Corinthians. Mesma coisa o atacante Luan, que é o principal nome do Grêmio, talvez o time que vem jogando o futebol mais vistoso do País do ponto […]

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Vamos perder a Copa por causa de goleiro, hein?! Fica esperto…

Leia o post original por Craque Neto

Quem não se lembra da Copa de 2010, na África do Sul, quando Júlio César, principal goleiro brasileiro da época, falhou em um dos lances que gerou o segundo gol da Holanda e eliminou o Brasil nas quartas-de-final da competição? Lembram disso? Pois é, muita gente pode não acreditar, mas a posição de goleiro é fundamental para a construção de um grande time. Desde que o esporte foi inventado por Charles Miller é assim. Tanto é que existe até aquele ditado popular: “Todo grande time começa por um grande goleiro!”. E acho que o Tite, atual técnico da Seleção Brasileira, […]

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Convicções de Tite geram injustiças na Seleção

Leia o post original por Craque Neto

Não tenho dúvidas sobre honestidade e decência do profissional Tite, técnico da Seleção Brasileira. Apesar da CBF viver cercada por uma turma de índole totalmente duvidosa, o treinador é um cara totalmente do bem. Sei que ele não convoca por esquema, mas por convicções. E meus questionamentos são em cima dessas convicções. Ainda mais porque elas automaticamente geram injustiças com muitos jogadores de qualidade. Vejam o caso do goleiro. O Tite insiste em convocar o Alisson como titular. Deverá sim ser o camisa 1 do Brasil na Copa da Rússia. Além dele outros que tem oportunidade são Weverton e até […]

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Invenções de Tite podem colocar Copa a perder

Leia o post original por Craque Neto

O técnico Tite convocou nessa sexta-feira o grupo da Seleção Brasileira que vai disputar dois amistosos contra Argentina e Austrália nos próximos dias 9 e 13 de junho. Como já era esperado ele poupou grandes nomes como o atacante Neymar e os laterais Daniel Alves e Marcelo. Todos os três afirmo sem medo de errar que já estão na Copa da Rússia no ano que vem. O que me surpreendeu pra dizer bem a verdade foi a ausência do goleiro Cássio. O corintiano já vinha merecendo há um bom tempo uma oportunidade. Está evidente que se ele não foi agora, […]

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Velloso diz que Alisson na Seleção é insistência de Taffarel

Leia o post original por Craque Neto

O comentarista diz que, mesmo com a falta de Gabriel Jesus, Tite montou um time que pode buscar a classificação. Além disso, explica o porquê do goleiro Alisson no time titular.

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São Paulo acertou com Maicon? E a ausência do Ganso?

Leia o post original por Fernando Sampaio

ganso foraNo último post do São Paulo, recebi uma pergunta do internauta Tiago.

O que você achou da contratação do Maicon?

Pergunta interessante.

Os profissionais que trabalham no futebol, aqueles com quem converso, acharam loucura. Lucão é jovem, tem potencial. Maicon não é mais criança. Dificilmente será vendido por um valor maior no futuro. Neste sentido, pensando em termos de futuro, “investimento”, pareceu loucura mesmo.

Mas a negociação não foi feita pensando no retorno financeiro.

Foi feita pelo momento, necessidade imediata.

A contratação do Maicon com certeza foi decidida pelo momento atual. Não acredito que o São Paulo pagaria tudo isso se estivesse fora da Libertadores. O Porto estava certo, aproveitou a situação e cobrou caro. O desespero contou na negociação.

A curto prazo achei uma boa, a longo prazo tenho dúvidas.

A Inter de Milão esteve aqui atrás do Lucão. O São Paulo não vendeu. Claro, o garoto passou por todas as seleções de base do Brasil. Raríssimos jogadores atuaram tantas partidas como titular do São Paulo aos 19 anos. Lucão pode virar Casemiro. Se no futuro vingar nas grandes equipes da Europa vamos ouvir a desculpa: “Ah, lá virou profissional, blá, blá, blá..” .

Bobagem, o jogador vai amadurecer com a idade.

Maicon era reserva do Porto. Foi emprestado. Chegou aqui e arrebentou. Enquanto isso, Lucão foi queimado pela torcida. Faz parte da vida. Subiu num dos piores São Paulo da história, jogando ao lado de Denis, Bruno, Carlinhos, Hudson e Cia. Não teve a oportunidade de jogar numa equipe experiente, como vários zagueiros do Corinthians que acabaram vendidos.

Faz total diferença no primeiro ano de profissional jogar com Cássio, Gil, Fábio Santos, Ralf, Elias, Renato Augusto…

Hoje, a contratação do Maicon deve ser comemorada.

Daqui há alguns anos não sei se estaremos pensando da mesma forma.

Futebol tem muita paixão e emoção, muito pouca razão.

Ganso está fora.

Complicado, mas o São Paulo não pode depender só do Ganso. Para chegar na final da Libertadores é preciso mais que isso. Ganso não é Neymar ou D’Alessandro que já decidiram Libertadores.  O Atlético Nacional tem muito mais problemas, está sem ritmo de jogo, mudanças no elenco… Maicon, Calleri e Michel Bastos tem condições de fazer a diferença. Mena é fraco mas é experiente, está voltando de uma conquista importante, confiante. Bauza e Lugano fazem diferença fora de campo.

Enfim, acredito no São Paulo mesmo sem Ganso.

Cruzeiro, goleada para ganhar fôlego

Leia o post original por Antero Greco

Placar de 4 a 0 a favor é para comemorar sempre. Quando a fase anda esquisita, uma vitória dessas grita e tem valor aumentado. Pois que o Cruzeiro escute o significado do resultado obtido diante da Ponte Preta, na noite desta quarta-feira, e inicie reação pra valer no Brasileiro.  No momento, saiu da zona de descenso e subiu alguns degraus.

Talvez tenha sido uma das melhores apresentações sob o comando de Paulo Bento. O Cruzeiro foi para Campinas consciente de que não poderia falhar, sob risco de enfrentar turbilhão e pressão tremendos. E cumpriu à risca o roteiro que traçou. Que consistiu, basicamente, e impedir que os donos da casa tivessem liberdade, impusessem o ritmo, criassem. O Cruzeiro marcou, bem e forte. Além disso, foi eficiente nas roubadas de bola e sobretudo nos arremates.

Aproveitou como nunca as chances que apareceram. Não foi por acaso que praticamente definiu a vantagem final ainda no primeiro tempo, com os gols de Henrique aos 9 minutos e De Arrascaeta aos 20. O próprio De Arrascaeta ampliou a diferença, aos 3 do segundo tempo, em cobrança de pênalti. Alisson, de pênalti muito estranho, fechou a conta aos 34.

O Cruzeiro explorou os lados, inverteu jogadas com habilidade, trocou passes. Não parecia a equipe acuada das últimas rodadas. Contou com uma pitada de sorte com os dois gols em menos de 25 minutos de jogo. Dessa maneira, desmontou a Ponte, empurrou um caminhão de responsabilidade para cima dela, e ficou à vontade.

Num campeonato tão equilibrado como este, pode até sonhar em avançar muito, se mantiver a toada e ganhar mais duas ou três em seguida. Parece doideira, porém é verdade. E a Ponte perambula pelo meio da classificação, com tendência de baixa.

 

MP pede instauração de inquérito policial sobre denúncias no Corinthians

Leia o post original por Perrone

A promotora de Justiça Maria Cláudia Andreatta Hirt determinou instauração de inquérito policial para apurar denúncias de supostos crimes cometidos nas categorias de base do Corinthians.

O caso deverá ser recebido na próxima sexta-feira pelo Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), que vai definir se as investigações serão feitas por um distrito policial próximo ao Parque São Jorge ou ficarão sob responsabilidade de uma delegacia especializada em lavagem de dinheiro.

Serão investigadas principalmente denúncias do empresário americano Helmut Nik Apaza, que afirma ter sido vítima de golpes aplicados por um funcionário do clube, que deixou o cargo após ser acusado, e pelo menos um conselheiro.

 Apaza declara que pagou US$ 60 mil por 20% dos direitos econômicos de Alisson, atleta que tinha menos de 16 anos na ocasião, assim não tinha contrato profissional e não existia o que ser vendido. Ele também alega que desembolsou US$ 50 mil por uma carta que lhe dava permissão para representar o Corinthians nos Estados Unidos. Esse dinheiro nunca entrou nos cofres do clube.

As acusações chegaram ao Ministério Público pelas mãos de Romeu Tuma Júnior, conselheiro alvinegro que protocolou uma representação criminal no Juizado do Torcedor. No entanto, o órgão entendeu que o caso era complexo demais e deveria ser analisado pelo Gaeco, especializado em crime organizado. Por sua vez, o Gaeco não viu indícios de organização criminosa nas ações e acionou a promotoria criminal.

Philippe Coutinho? O destaque foi Placide

Leia o post original por Antero Greco

Que Philippe Coutinho, que nada!

O destaque do jogo Brasil 7 x Haiti 1 não foi o atacante brasileiro, que fez três gols. O cara da partida disputada em Orlando, pela segunda rodada da Copa América, foi Johnny Placide, 28 anos.

Foram sete, mas poderiam ter sido de 10, 11 ou 12 gols, não fosse o goleiro haitiano, que defende o Stade de Reims, no futebol francês. Uma das defesas foi mágica, num chute de William.

Desde o começo estava evidente que o time orientado por Patrice Neveu não seria páreo para a seleção do sisudo Dunga. A diferença era alarmante.

O Brasil tocava de primeira, se deslocava com rapidez e logo aos 13 minutos acabou com qualquer ilusão dos simpáticos adversários: gol de Philippe Coutinho.

O máximo que o Haiti conseguia era um escanteio, dez minutos depois de sofrer o primeiro gol.

Era aquela história do time de astros que vai fazer um amistoso com um time amador: se ganhar de pouco, é porque não se esforçou; se golear, não está fazendo nada mais que a obrigação.

Foi isso, um jogo que não teria atrativos, sem sal, sem tempero, não fosse o duelo do Brasil contra Johnny Placide.

O primeiro tempo terminou 3 a 0 – e, além das defesas de seu goleiro, o Haiti conseguiu um chute ao gol de Alisson, dado por Acelnet.

Nos últimos 45 minutos, Placide ganhou a companhia de Nazon, com dribles e escapadas dignas de um brasileiro.

Entre um milagre e outro do goleiro haitiano, os brasileiros marcavam um gol: Gabriel e Lucas Lima puseram o número 5 no placar.

Mas a sequência foi interrompida pelo gol de Marcelin, após jogada de Nazon pela esquerda.

Às vezes dava a impressão de que os brasileiros estavam menosprezando os adversários. Mas era só impressão, dada por passes sofisticados e cheios de efeito.

Aos 32 minutos a obra prima de Placide, num chute de William. Defesa tão bonita que deveria valer um gol.

Mas não estamos aqui para inventar moda. E o Brasil fez mais dois gols: Renato Augusto e Phillippe Coutinho.

O resultado final não deixou ninguém com vergonha na seleção do Haiti, muito menos o seu goleiro.

Existem 7 a 1 sofridos com dignidade.

(Com participação de Roberto Salim.)

A seleção e goleiros de Novo Hamburgo

Leia o post original por Antero Greco

A seleção sempre teve grandes goleiros: do pioneiro Marcos Carneiro de Mendonça – o primeiro de todos, que formou no time de 21 de junho de 1914 – até Taffarel e Marcão, passando por Barbosa, Gilmar, Castilho, Leão. Até Felix, o “Papel”, que nos salvou diante da Inglaterra, na campanha do tri.

Mas hoje, contra o Haiti, o jovem Alisson inspira confiança?

Faz algum tempo que nossos goleiros não deixam a torcida orgulhosa.

A falha de Alisson contra o Equador, em Pasadena, na estréia da Copa América foi frango, mas só não virou oficial porque o bandeirinha disse que a bola saiu antes pela linha de fundo. Não saiu. Está aí a sorte do goleiro.

E “goalkeeper” precisa dela.

Da sorte e de muita técnica, colocação e saltos acrobáticos para vestir o uniforme, que já foi sagrado, e entrar para a história do nosso futebol.

Outro gaúcho como Alisson, também de Novo Hamburgo, virou personagem no comecinho da vida da nossa seleção ao substituir algumas vezes o pioneiro Marcos Carneiro de Mendonça: era Júlio Kunz, 1,75m de altura, mas possuidor de uma impulsão incomum para a época.

Em Novo Hamburgo jogou pelo Grêmio Esportivo Floriano. Depois foi para o Grêmio e em 1920 foi para o Flamengo, onde virou “O Gato”. Voava como ninguém na época.

Jogou torneios sul-americanos e numa vitória sobre a Argentina por 2 a 0, em 15 de outubro de 1922, fez tantas defesas que se transformou em “El Coloso” – apelido dado pelos jornalistas portenhos.

Era figura da época na Capital Federal. Tanto que, quando o Paulistano viajou para a Europa em 1925, não se negou a cumprir uma exigência da família: “Ele só embarca se eu for junto”, exigiu a esposa, que o acompanhou no navio “Flandres”.

E os dois integraram a vitoriosa delegação da equipe do Jardim América. Trouxeram histórias e vidros de perfume francês, que Ondina usou até o fim de sua vida.

Gente como “El Coloso” anda fazendo falta na seleção do Dunga.

(Com participação de Roberto Salim.)