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Candidatura de Andrés ameaça premanência de Alessandro no Corinthians

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O lançamento da candidatura de Andrés Sanchez à presidência do Corinthians, feito na semana passada, deixou o gerente de futebol do clube, Alessandro Nunes, em situação delicada. Entre o final da temporada passada e parte da atual, o grupo do ex-presidente fez pressão pela demissão do ex-lateral. Por isso, é grande a chance de saída dele caso o deputado federal vença o pleito marcado para fevereiro do ano que vem.

Ao mesmo tempo, é normal nos clubes a oposição fazer mudanças no departamento de futebol quando vence a eleição. O discurso interno do opositor Antonio Roque Citadini é de avaliar o trabalho do gerente depois da eleição, caso sua chapa triunfe. Porém, a avaliação inicial é de que as informações a respeito do trabalho do funcionário são boas.

De acordo com pesquisas encomendadas por diversos grupos políticos corintianos,  Citadini e Andrés são os favoritos para assumir o posto de Roberto de Andrade. Assim, Alessandro dificilmente será mantido no caso de vitória do situacionista e tem futuro incerto se o opositor mais cotado ganhar. Isso apesar da campanha vitoriosa do alvinegro neste ano, com as conquistas dos campeonatos Paulista e Brasileiro.

Outro candidato de oposição, Romeu Tuma Júnior, disse ao blog que, se for presidente, pelo menos no início manterá Alessandro. “A eleição é só em fevereiro, então não vou mexer no futebol para não atrapalhar o time. Depois, vou avaliando o trabalho de cada funcionário. Quem for competente fica”, declarou o oposicionista.

Posição semelhante tem o outro postulante à presidência, Felipe Ezabella, ex-integrante do Renovação e Transparência, grupo liderado por Andrés. “Nossa avaliação do trabalho dele é de que tem sido muito bom.  Mas uma avalição definitiva só conseguiremos depois de trabalharmos juntos. De início, Alessandro permanece, sim”, disse o candidato.

As rusgas da ala comandada por Sanchez com Alessandro começaram no ano passado. Um dos principais pontos de atrito foi o fato de o gerente atuar com Andrade na contratação de Oswaldo de Oliveira sem informar Eduardo Ferreira, então diretor de futebol e homem de confiança do deputado federal.  O ex-dirigente se sentiu traído pelo ex-lateral por não ter sido avisado sobre a contratação e pediu demissão. Oliveira não era um nome que agradava a Ferreira e a Andrés. A dupla havia apostado em Cristóvão, que acabou demitido por conta dos maus resultados. Ferreira é cotado para voltar a dirigir o futebol corintiano, se Andrés ganhar.

 

Andrés promete se licenciar como deputado caso vença eleição no Corinthians

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Com Diego Salgado, do UOL Esporte, em São Paulo

O grupo Renovação e Transparência marcou para a tarde desta quarta uma reunião para escolher seu candidato à presidência do Corinthians na eleição de fevereiro do ano que vem. Porém, nesta manhã o blog teve acesso a uma carta com a assinatura de Andrés Sanchez assumindo a candidatura. Na mensagem, endereçada a amigos, ele assegura que vai se licenciar temporariamente do cargo de deputado federal se vencer o pleito no Parque São Jorge. Sanchez se elegeu em 2014 para um mandato de quatro anos em Brasília a partir de 2015.

“Sei que é difícil conciliar as funções de presidente do Corinthians com as de representante do povo paulista na Câmara Federal. Por isto, no dia em que assumir a presidência, me licenciarei temporariamente do cargo de deputado federal para dedicar-me integralmente ao clube”, diz Andrés na carta.

O parlamentar petista não fala com o blog. Porém, indagado pela reportagem do UOL Esporte sobre a autenticidade da carta, ele respondeu por mensagem, após receber cópia do documento pelo celular: “Se assinei é (autêntica)”.

De acordo com o regimento interno da Câmara, deputados podem se licenciar “para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que o afastamento não ultrapasse 120 dias por sessão.”

No texto Andrés diz que foi convocado por integrantes de seu grupo para disputar a eleição.

Já em tom de campanha, ele afirma que uma de suas metas é transformar o alvinegro em clube globalizado. Para simbolizar essa busca, promete que no dia de sua posse o Corinthians vai, em parceria, assumir o comando do Corinthian-Casuals. O clube inglês surgiu de uma fusão que envolveu a agremiação inspiradora do nome do time brasileiro. O objetivo, segundo o candiato, é chegar à badalada Premiere League. Hoje, a equipe inglesa diputa a divisão sul da regional Bostik League, reconhecida pela federação da Inglaterra e que está distante da primeira divisão na pirâmide de acesso.

A mensagem começa com o deputado lembrando que tirou o clube da Série B do Brasileiro. Mas ele não lembra que era o presidente quando o time foi rebaixado em 2007. Andrés assumiu durante o campeonato, após a renúncia de Alberto Dualib.

Aguardem! Lá vem mais 10 anos de DITADURA!

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Há algum tempo não piso mais dentro do Corinthians. E isso acontece principalmente por não compactuar com muita coisa errada que vem acontecendo dentro do clube. Várias situações que comprometem decisivamente a saúde financeira da instituição. E a verdade dos fatos é que desde 2007, quando assumiu um mandato TAMPÃO, quem dita as normas por lá é o ex-presidente Andrés Sanchez, que hoje é um simples conselheiro que age e se comporta ainda como cartola máximo do Timão. Que o Corinthians deve quase R$ 2 bilhões pela Arena de Itaquera e está afundado em dívidas dos mais diversos setores, isso […]

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Pesquisa paga por opositores minimiza ‘fator Ronaldo’ em pleito corintiano

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Nesta semana, Andrés Sanchez abriu as portas para Ronaldo participar de sua gestão, caso ele seja candidato à presidência do Corinthians e ganhe a eleição em fevereiro de 2018. Muito antes disso, a chapa de oposição Resgata Corinthians, só com postulantes ao Conselho Deliberativo, se preocupou em avaliar o potencial do “Fenômeno” como cabo-eleitoral da situação. O grupo incluiu em uma ampla pesquisa perguntas que pudessem medir a força do ex-jogador para atrair votos. Diante das respostas dos associados, os pesquisadores concluíram que o ex-atacante tem pouca capacidade de influenciar o eleitor. Em outras palavras, a avaliação é de que os opositores não devem ter como uma de suas prioridades tentar anular o “efeito Ronaldo’.

A pesquisa foi feita pela Cruz Consulting/Ibrap (Instituto Brasileiro de Pesquisas) entre agosto e setembro com 600 sócios votantes. No último pleito, aproximadamente 12 mil pessoas tinham direito a voto, mas apenas cerca de 3.240 votaram.

O cruzamento das respostas obtidas em principalmente duas perguntas fizeram analistas concluírem que a maioria dos eleitores não tratará como importante a participação de Ronaldo em uma futura gestão para escolher seu candidato. As questões foram: “entre os seis nomes indicados, quem é o seu maior ídolo no Corinthians?” e “qual a prioridade que o novo presidente deve ter (entre várias opções apresentadas)?

Ronaldo foi citado por 10,34% dos entrevistados. Pela ordem, ficou atrás de Sócrates, Rivellino e Marcelinho. Superou Neto e Basílio.

Na segunda pergunta, a opção “sucesso no futebol” ficou apenas em terceiro lugar, atrás de estrutura do clube social e capacidade da nova diretoria para pagar a dívida corintiana.

A combinação principalmente desses dois resultados gerou a análise de que se a maior parte dos sócios tem outras prioridades antes do futebol e ao mesmo tempo Ronaldo não está entre os três maiores ídolos, um eventual anúncio do ex-jogador ocupando um cargo ligado ao time teria pouco peso. O “Fenômeno” é cotado para ser gerente de futebol, se o deputado federal voltar à presidência.

Parte da oposição dizia antes de Andrés falar em Ronaldo que o ex-presidente citaria o ex-atleta para tentar fisgar votos.

A pesquisa que abordou a influência do ex-craque da seleção foi encomendada para que a chapa Resgata Corinthians pudesse traçar suas metas de campanha. O objetivo é entender o que o associado leva em conta para escolher em quem votar. O grupo não vai lançar candidato à presidência e cada integrante deve votar no opositor que preferir.

 

Contra Andrés, dois opositores costuram união em eleição corintiana

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O iminente lançamento da candidatura de Andrés Sanchez à presidência do Corinthians contribui para uma aliança entre dois candidatos opositores na próxima eleição do clube, em fevereiro. Antonio Roque Citadini e Osmar Stabile mantêm conversas avançadas sobre a formação de uma chapa com ambos. A tendência é que Stabile seja postulante à vice-presidência.

A união é uma forma de fortalecer os opositores na disputa contra o ex-presidente, que deve se apresentar oficialmente como o escolhido pela situação no próximo dia 15.

“Precisamos buscar um só candidato, mas ainda não existe nada definido. Desde o início, disse que esse seria o caminho se o Andrés decidisse se candidatar”, afirmou Stabile ao blog. Ele nega que a decisão de negociar a composição tenha a ver com resultados de pesquisas encomendadas por diversos grupos que o apontam com poucas chances de vitória.

Apesar da provável composição entre eles, é difícil que haja candidato único da oposição. Isso porque Romeu Tuma Júnior assegura que vai levar sua campanha até o final. “Fiz a proposta em abril para termos candidato único. Eles (Roque e Stabile) não aceitaram. Eu daria meu apoio sem querer cargo nenhum desde que eles aceitassem meu projeto de democracia participativa, mas não concordaram. Eu falei que, se começasse a campanha, não desistiria. Agora vou apostar na terceira via porque o associado quer mudanças. Minha candidatura tem crescido e acredito na vitória”, declarou Tuma. Osmar foi um dos candidatos à vice de Roque na última votação, vencida por Roberto de Andrade.

As pesquisas encomendadas por correntes políticas mostram que Tuma tirou eleitores de Stabile e que Citadini e Andrés são os favoritos para vencer a disputa. Os números mostram que a união dos três candidatos seria capaz de derrotar o ex-presidente ou outro situacionista.

Mais uma chapa deve ser lançada pelo grupo Corinthians Grande, fundado por ex-aliados de Andrés. Felipe Ezabella, ex-diretor de esportes terrestres na gestão de Sanchez, é o favorito para se candidatar à presidência. A oposição espera que essa candidatura tire votos do deputado federal, se ele confirmar sua intenção de participar da disputa.

 

 

Felipe Ezabella é o preferido de ex-aliados de Andrés para disputar eleição

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Fundada por ex-diretores do grupo Renovação e Transparência, de Andrés Sanchez, a ala política Corinthians Grande deve lançar Felipe Ezabella como candidato à presidência do clube. O blog apurou que o nome dele já foi escolhido pelos líderes do movimento, mas falta uma conversa com outros membros para que a candidatura seja oficializada.

Procurado, Ezabella negou que já exista uma definição em relação ao seu nome. “Temos uma reunião do grupo dia 30 (próxima segunda-feira). Vamos conversar. Nossa ideia é lançar a chapa quando ela estiver completa”, afirmou o conselheiro. Ele foi diretor de esportes terrestres na gestão de Andrés.

A principal discussão no partido agora é sobre quem serão os dois candidatos a vice. Raul Corrêa da Silva, diretor financeiro de Andrés e Mário Gobbi, é um dos preferidos para o posto. Porém, segundo integrantes do grupo, ele dificilmente aceitará ser candidato por incompatibilidade com sua agenda profissional. Fernando Alba, ex-diretor de futebol amador, deve ficar com uma das vagas.

Os líderes do Corinthians Grande evitam conflito com Andrés, mas entendem que a volta dele apoiada apenas na força do nome do ex-presidente, sem um projeto de reorganização do clube, não seria benéfica. Por isso, afirmam estar descartada uma composição com o Renovação e Transparência.

O pleito está marcado para fevereiro.

Os opositores Antônio Roque Citadini, Romeu Tuma Júnior e Osmar Stabile já se declararam candidatos. Andrés é o favorito para ser anunciado no próximo dia 15 como postulante à presidência pela situação.

Corinthians virou vencedor graças ao grupo de Andrés, diz material político

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O Corinthians só se tornou vencedor após o grupo político de Andrés Sanchez assumir o poder, em 2007. É isso que sustenta a ala liderada pelo ex-presidente do clube em material de divulgação.

“Revista Renovação & Transparência é uma publicação do movimento corintiano Renovação & Transparência que propiciou nova estrutura ao clube e colocou o Corinthians na história esportiva como um time vencedor”. Esta afirmação aparece em trecho que explica o material encomendado pela corrente política para divulgar seus e feitos. Disponível em versão online, o material não cita próxima eleição alvinegra, em fevereiro de 2018. Mas destaca a figura de Andrés e deixa margem para a interpretação de que ele será candidato. A definição deve ocorrer no próximo dia 15.

Há na revista partes em história em quadrinhos com Andrés como personagem central. Numa das falas atribuídas a ele está escrito: “A gestão Renovação & Transparência foi um divisor de águas na administração do clube. Fizemos um novo Corinthians: um time vencedor.”

Os títulos, obras como a arena e o CT do clube e até eventos festivos são exaltados na publicação. Entre as gestões de Andrés, Mário Gobbi e Roberto de Andrade, que ainda pode ser campeão brasileiro, o alvinegro conquistou dois Brasileirões, uma Libertadores, um Mundial, uma Copa do Brasil e uma Série B, entre outras taças.

Porém, a quantidade de troféus levantados pelos corintianos em sua história anterior coloca em xeque a tese de Andrés e seus correligionários de que o Corinthians virou vencedor graças a eles. Só nos dez anos anteriores ao início do reinado da Renovação e Transparência o alvinegro faturou um Mundial, três Brasileiros e uma Copa do brasil, além de outros triunfos, todos durante a administração de Alberto Dualib. Ele também ganhou uma Copa do Brasil em 1995. Em 2007, renunciou à presidência em meio a denúncias de irregularidades.

O conteúdo apresentado pelo Renovação e Transparência traz uma lista com as conquistas de todos os presidentes do clube.

 

Grupo de Andrés discute como minimizar rejeição a ex-presidente

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O Renovação e Transparência, grupo de Andrés Sanchez no Corinthians, pretende se reunir no próximo dia 15 para definir seu candidato à presidência do clube.

O deputado federal pelo PT é o favorito para disputar o pleito em fevereiro de 2018. Isso só não deve acontecer se ele resolver não se candidatar. Nesse caso, André Luiz de Oliveira, Jorge Kalil e Eli Werdo são opções.

Certos de que o ex-presidente tentará voltar ao cargo, membros do grupo discutem como lidar com a rejeição que ele enfrenta hoje no Parque São Jorge.

Trabalham com pesquisas que mostram uma votação polarizada entre o deputado e o opositor Antonio Roque Citadini. Mas com  maior rejeição a Andrés por parte dos eleitores.

Um dos temas discutidos é a necessidade de escalar como postulante ao posto de primeiro vice-presidente um conselheiro com baixo índice de rejeição. A ideia é pelo menos não aumentar o problema.

Há também quem defenda que o primeiro vice já seja o nome preparado pelo grupo para a eleição seguinte. Nesse caso, ganha mais importância a baixa rejeição.

A expectativa de aliados de Andrés é de uma disputa acirrada com Citadini.

Parte deles aposta que haverá união entre os opositores, complicando o cenário.

Hoje, a oposição também tem Osmar Stabile e Romeu Tuma Júnior como candidatos declarados. Paulo Garcia, com histórico de opositor mas que nesse momento transita bem no grupo que está no poder, também ensaia candidatura.

Coincidências do futebol

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A cada dia que passo fico mais impressionado com as coincidências que o futebol provoca. Sobretudo o esporte aqui no Brasil. Uma semana antes de receber essa foto tinha ficado sabendo que o atacante Malcom, ex-Corinthians, estava prestes a ter seus direitos federativos negociados com um outro clube europeu. E para minha surpresa aparecem publicamente o jogador ao lado do atual deputado federal Andrés Sanchez, o empresário Fernando Garcia, que seria o agente do jogador, e seu sócio Guilherme Miranda. Aí pergunto a vocês, caros amigos, o que estaria fazendo o nobre deputado na França? Passeando? Questionado sobre o fato […]

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