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Fase eleitoral no Corinthians tem nova suspeita que aproxima clube do Vasco

Leia o post original por Perrone

O processo eleitoral no Corinthians ganhou nova denúncia neste fim de semana. A acusação é de que candidatos à presidência e ao Conselho Deliberativo pagam para sócios regularizarem suas situações e poderem votar em 3 de fevereiro. Os denunciantes trabalham com a informação de que os beneficiários nem vão ao clube efetuar o pagamento. Segundo eles, listas com grande quantidade de associados são enviadas para a secretaria do clube para o registro dos eleitores. Para os acusadores, isso gera a dúvida sobre se o dinheiro realmente entra nos cofres corintianos.

“Milhares de sócios regularizaram suas situações sem pisar no clube. A eleição está maculada. Na segunda, vou apresentar um requerimento na Comissão Eleitoral para saber quem pagou para quem. E se o dinheiro realmente entrou no clube”, disse Romeu Tuma Júnior, um dos opositores candidatos à presidência.

O caso, em tese, aproxima o time paulista do imbróglio vivido pelo Vasco em seu último pleito. Por causa da denúncia de que sócios que nunca pagaram suas mensalidades estavam aptos a votar, a Justiça determinou que os votos deles fossem depositados em uma só urna para que não contaminassem o resultado definitivamente enquanto dura o processo. Eurico Miranda só bate o opositor Fernando Horta com os votos suspeitos. A disputa segue nos tribunais.

“No Vasco houve uma suspeita. No Corinthians foi feito a céu aberto. Todos viram que saíam rolos de recibos (referentes as quitações dos sócios inadimplentes) sem que essas pessoas estivessem na secretaria. Vamos agir para que o Corinthians não se torne um Vasco”, declarou Tuma Júnior. Ele não disse quem seriam os autores dos pagamentos.

“Sim, apresentaram listas com nomes (de sócios regularizados) e alguém pagou pra todo mundo”, disse ao blog Fernando Ezabella, confirmando a denúncia. Ex-integrante do grupo situacionista Renovação e Transparência, ele também é candidato à presidência.

A confusão começou na última sexta, quando a diretoria anunciou desconto de 50% para sócios que reativarem seus títulos até o próximo dia 10. Pelas regras eleitorais, que estiver regularizado até o dia 3 pode votar. Só que o estatuto alvinegro proíbe todo tipo de anistia financeira aos sócios a partir de 12 meses antes da eleição.

Tuma Júnior e Ezabella estão entre os que entendem que o desconto configura anistia parcial. Para a direção, como defende o 1º vice-presidente André Luiz Oliveira, o desconto não pode ser considerado anistia. Ela só se concretizaria com o perdão total da dívida. Assim, não haveria irregularidade.

Sobre candidatos pagarem para sócios (eleitores) regularizarem suas situações, o estatuto é omisso.

Ao blog, Tuma Júnior afirmou que protocolou pedido na comissão eleitoral para que sejam excluídos da lista de votantes os que desfrutaram do desconto.

Na última sexta, o blog enviou perguntas para a assessoria de imprensa do Corinthians sobre a promoção polêmica. Porém, não obteve resposta.

Completam a lista de candidatos à presidência o situacionista Andrés Sanchez e o opositor Antônio Roque Citadini.

Candidatura de Andrés ameaça premanência de Alessandro no Corinthians

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O lançamento da candidatura de Andrés Sanchez à presidência do Corinthians, feito na semana passada, deixou o gerente de futebol do clube, Alessandro Nunes, em situação delicada. Entre o final da temporada passada e parte da atual, o grupo do ex-presidente fez pressão pela demissão do ex-lateral. Por isso, é grande a chance de saída dele caso o deputado federal vença o pleito marcado para fevereiro do ano que vem.

Ao mesmo tempo, é normal nos clubes a oposição fazer mudanças no departamento de futebol quando vence a eleição. O discurso interno do opositor Antonio Roque Citadini é de avaliar o trabalho do gerente depois da eleição, caso sua chapa triunfe. Porém, a avaliação inicial é de que as informações a respeito do trabalho do funcionário são boas.

De acordo com pesquisas encomendadas por diversos grupos políticos corintianos,  Citadini e Andrés são os favoritos para assumir o posto de Roberto de Andrade. Assim, Alessandro dificilmente será mantido no caso de vitória do situacionista e tem futuro incerto se o opositor mais cotado ganhar. Isso apesar da campanha vitoriosa do alvinegro neste ano, com as conquistas dos campeonatos Paulista e Brasileiro.

Outro candidato de oposição, Romeu Tuma Júnior, disse ao blog que, se for presidente, pelo menos no início manterá Alessandro. “A eleição é só em fevereiro, então não vou mexer no futebol para não atrapalhar o time. Depois, vou avaliando o trabalho de cada funcionário. Quem for competente fica”, declarou o oposicionista.

Posição semelhante tem o outro postulante à presidência, Felipe Ezabella, ex-integrante do Renovação e Transparência, grupo liderado por Andrés. “Nossa avaliação do trabalho dele é de que tem sido muito bom.  Mas uma avalição definitiva só conseguiremos depois de trabalharmos juntos. De início, Alessandro permanece, sim”, disse o candidato.

As rusgas da ala comandada por Sanchez com Alessandro começaram no ano passado. Um dos principais pontos de atrito foi o fato de o gerente atuar com Andrade na contratação de Oswaldo de Oliveira sem informar Eduardo Ferreira, então diretor de futebol e homem de confiança do deputado federal.  O ex-dirigente se sentiu traído pelo ex-lateral por não ter sido avisado sobre a contratação e pediu demissão. Oliveira não era um nome que agradava a Ferreira e a Andrés. A dupla havia apostado em Cristóvão, que acabou demitido por conta dos maus resultados. Ferreira é cotado para voltar a dirigir o futebol corintiano, se Andrés ganhar.

 

Contra Andrés, dois opositores costuram união em eleição corintiana

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O iminente lançamento da candidatura de Andrés Sanchez à presidência do Corinthians contribui para uma aliança entre dois candidatos opositores na próxima eleição do clube, em fevereiro. Antonio Roque Citadini e Osmar Stabile mantêm conversas avançadas sobre a formação de uma chapa com ambos. A tendência é que Stabile seja postulante à vice-presidência.

A união é uma forma de fortalecer os opositores na disputa contra o ex-presidente, que deve se apresentar oficialmente como o escolhido pela situação no próximo dia 15.

“Precisamos buscar um só candidato, mas ainda não existe nada definido. Desde o início, disse que esse seria o caminho se o Andrés decidisse se candidatar”, afirmou Stabile ao blog. Ele nega que a decisão de negociar a composição tenha a ver com resultados de pesquisas encomendadas por diversos grupos que o apontam com poucas chances de vitória.

Apesar da provável composição entre eles, é difícil que haja candidato único da oposição. Isso porque Romeu Tuma Júnior assegura que vai levar sua campanha até o final. “Fiz a proposta em abril para termos candidato único. Eles (Roque e Stabile) não aceitaram. Eu daria meu apoio sem querer cargo nenhum desde que eles aceitassem meu projeto de democracia participativa, mas não concordaram. Eu falei que, se começasse a campanha, não desistiria. Agora vou apostar na terceira via porque o associado quer mudanças. Minha candidatura tem crescido e acredito na vitória”, declarou Tuma. Osmar foi um dos candidatos à vice de Roque na última votação, vencida por Roberto de Andrade.

As pesquisas encomendadas por correntes políticas mostram que Tuma tirou eleitores de Stabile e que Citadini e Andrés são os favoritos para vencer a disputa. Os números mostram que a união dos três candidatos seria capaz de derrotar o ex-presidente ou outro situacionista.

Mais uma chapa deve ser lançada pelo grupo Corinthians Grande, fundado por ex-aliados de Andrés. Felipe Ezabella, ex-diretor de esportes terrestres na gestão de Sanchez, é o favorito para se candidatar à presidência. A oposição espera que essa candidatura tire votos do deputado federal, se ele confirmar sua intenção de participar da disputa.

 

 

Grupo de Andrés discute como minimizar rejeição a ex-presidente

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O Renovação e Transparência, grupo de Andrés Sanchez no Corinthians, pretende se reunir no próximo dia 15 para definir seu candidato à presidência do clube.

O deputado federal pelo PT é o favorito para disputar o pleito em fevereiro de 2018. Isso só não deve acontecer se ele resolver não se candidatar. Nesse caso, André Luiz de Oliveira, Jorge Kalil e Eli Werdo são opções.

Certos de que o ex-presidente tentará voltar ao cargo, membros do grupo discutem como lidar com a rejeição que ele enfrenta hoje no Parque São Jorge.

Trabalham com pesquisas que mostram uma votação polarizada entre o deputado e o opositor Antonio Roque Citadini. Mas com  maior rejeição a Andrés por parte dos eleitores.

Um dos temas discutidos é a necessidade de escalar como postulante ao posto de primeiro vice-presidente um conselheiro com baixo índice de rejeição. A ideia é pelo menos não aumentar o problema.

Há também quem defenda que o primeiro vice já seja o nome preparado pelo grupo para a eleição seguinte. Nesse caso, ganha mais importância a baixa rejeição.

A expectativa de aliados de Andrés é de uma disputa acirrada com Citadini.

Parte deles aposta que haverá união entre os opositores, complicando o cenário.

Hoje, a oposição também tem Osmar Stabile e Romeu Tuma Júnior como candidatos declarados. Paulo Garcia, com histórico de opositor mas que nesse momento transita bem no grupo que está no poder, também ensaia candidatura.

Candidato corintiano diz que arena é inacabada e teve gastos desnecessários

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Antonio Roque Citadini, um dos candidatos de oposição à presidência do Corinthians na eleição de fevereiro de 2018, classifica em seu material de campanha a Arena Corinthians como inacabada e mais cara do que necessário. A afirmação faz parte do plano de ação divulgado no site da candidatura (www.corinthiansmaisforte.com.br) lançado nesta semana.

“Possuímos uma arena moderna, mas não concluída. Ela apresenta falhas de construção e investimentos acima do necessário e esperado. Nossa arena infelizmente ainda não é usada em todo o seu potencial”, diz o candidato. Citadini integra a comissão de conselheiros que analisou as auditorias feitas na arena e que na próxima segunda vai dar seu parecer ao Conselho Deliberativo sobre o que deve ser feito.

A Odebrecht alega que cumpriu o contrato e seus aditivos.

O site do candidato dá os seguintes exemplos de ações para a arena:

Revisão do acordo com a Odebrecht;

Renegociação do modelo de negócio com a Caixa (nota do blog: a atual diretoria já tenta renegociar com o banco, intermediário do repasse de R$ 400 milhões financiados pelo BNDES);

Venda de Cids (nota do blog: a  Odebrecht, integrante do fundo responsável pelo estádio, assim como o Corinthians, se diz satisfeita com o ritmo de negociação dos Certificados de Incentivo ao desenvolvimento, que ajudam a pagar a obra).

Otimização da utilização e criação de novas receitas;

Utilização de espaço para eventos com sócios e a comunidade;

Readequação do modelo de gestão criado pela Omni (nota do blog: é a empresa que gere o programa de sócio torcedor do clube e cuida do estacionamento da arena, mesmo sem nunca antes ter trabalhado no setor, além de prestar outros serviços para o Corinthians).

Para o futebol, as propostas mais relevantes são a política de que todos os jogadores da base tenham 100% dos direitos econômicos pertencentes ao clube e a contratação de um vice-presidente de futebol remunerado e tornar independentes da política do clube os profissionais do departamento. No entanto, não há detalhes de como essas metas serão alcançadas.

Também já lançaram candidaturas como opositores Romeu Tuma Júnior e Osmar Stabile.

 

Garcia envia material eleitoral até pra sócio corintiano morto há 26 anos

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Sócios do Corinthians estão recebendo folhetos com a inscrição “Paulo Garcia 2018” em alusão a disputa pela presidência do clube em fevereiro  do ano que vem. “Parabéns, meu Timão, pode contar sempre comigo pro que der e vier”, está escrito em material enviado para por ele para a casa de associados por conta do aniversário do clube.

O panfleto traz também o nome de um grupo político, Pró-Corinthians, mas não há menção explícita à disputa ao cargo de presidente. Indagado pelo blog se a ação significa que sua candidatura foi lançada oficialmente, Garcia não respondeu à mensagem enviada para seu celular e não atendeu aos telefonemas.

Curiosamente, o material foi enviado para a casa de parentes de pelo menos um sócio já morto. O blog falou com o filho do corintiano que faleceu há 26 anos. O que aumentou a estranheza dos parentes é que o endereço da viúva foi localizado, apesar de ela ter se mudado de São Paulo para o interior do Estado  há 15 anos. Garcia também não respondeu como o engano aconteceu.

O conselheiro, dono da Kalunga, é um histórico opositor do grupo de Andrés Sanchez, mas se aproximou de Roberto de Andrade indicando dirigentes para a atual gestão.

Já anunciaram serem candidatos os opositores Antônio Roque Citadini, Osmar Stabile e Romeu Tuma Júnior. Parte da oposição ainda tenta uma unificação por entender que quanto maior o número de candidaturas mais fácil ficará para Andrés Sanchez se ele decidir se candidatar.

Corinthians vê proliferação de candidatos de oposição. Melhor para Andrés?

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Colaborou Diego Salgado

Faltando cerca de seis meses para a eleição presidencial no Corinthians já existem pelo menos quatro pré-candidaturas. Todos de oposição ao grupo de Andrés Sanchez, que ainda não anunciou seu postulante e espera o deputado federal decidir se vai entrar na disputa. O número é acima da média. Nas duas últimas eleições foram apenas dois candidatos. Nas duas anteriores a elas, três concorrentes disputaram a votação.

Os opositores Antonio Roque Citadini, Osmar Stabile e Romeu Tuma Júnior já são postulantes declarados ao cargo. O blog trata todos como pré-candidatos por ainda não ser possível registro das chapas.

“Nosso grupo também vai lançar um nome. Não definimos ainda porque o mais importante é definir as propostas. Não será algo personalizado em um candidato”, disse Fernando Alba, da ala Corinthians Grande. Essa corrente reúne parte dos dissidentes do grupo Renovação e Transparência, liderado por Andrés Sanchez. Essa turma prega a adoção de regras de compliance, que ajudam a evitar irregularidades na gestão, como proposta principal.

Outros nomes podem entrar na briga. Aliados de Paulo Garcia, antigo opositor, mas que indicou cartolas para atual administração, afirmam que ele também vai concorrer à presidência. O conselheiro não atendeu ao blog para falar sobre o assunto.

“Se a oposição não lançar candidato único, também posso me candidatar”, disse o conselheiro Fran Papaiordanou, que até agora defendeu a união dos opositores. A tese é de que quanto maior o número de candidatos melhor será para Andrés ou quem tiver a bênção dele.

“Concordo em parte com essa teoria. Acho que a situação tenta plantar candidato que nunca foi de oposição”, disse Tuma Júnior. “Eu dei cinco meses para decidirem por um nome (de oposição). Não decidiram. Essa é uma campanha diferente, não dá para esperar até a última hora para lançar candidato. Precisamos de tempo para mostrar nossas ideias e apontar as falhas do grupo que está no poder”, disse Tuma Júnior, justificando sua decisão. Uma gestão com maior participação dos sócios é a principal bandeira ele.

Situacionistas abraçam a tese de que quanto maior o número de pretendes mais fácil será para o grupo se manter no poder. “Avisa a oposição que é melhor eles se juntarem para a lavada não ser maior ainda”, afirmou André Luiz de Oliveira, o André Negão, 1º vice presidente do clube. O cartola assegura que será candidato se Andrés não se apresentar para o pleito. “Se ele se candidatar, vamos conversar”, declarou o dirigente, que ainda disparou contra os opositores. “São todos meus amigos. Mas Citadini presta um grande serviço no Tribunal de Contas do Estado, Romeu é um grande delegado e o Osmar entende de molas (é dono de fábrica). Agora futebol é pra quem é do ramo, não é pra eles”, cutucou o situacionista.

No final de julho, André gerou queixas da oposição por ter convocado conselheiros e sócios para uma reunião a no salão nobre do clube para discutir sobre a eleição. Foi acusado pelos oposicionistas de uso da máquina em favor de seu grupo político. “Usei mesmo a máquina para chamar os associados, foi um convite para todo mundo. Qual é o problema? Sou funcionário do clube?”, disse o dirigente na ocasião à reportagem do UOL Esporte. Opositores também compareceram ao encontro.

A proliferação de pré-candidaturas se deve à falta de união oposicionista e ao esfacelamento do grupo de Andrés. Porém, muitos no clube acreditam que parte dos pré-candidatos só lançou eu nome agora para tentar negociar lugar de destaque numa chapa com mais chances. Ninguém admite tal manobra.

Também há no Parque São Jorge quem credite o aumento dos interessados em disputar a votação, ao fato de o sistema de disputa das vagas ao Conselho Deliberativo ter mudado. Antes, juntamente com o presidente eram eleitos 200 conselheiros. Agora serão formadas chapas com 25 candidatos. Quem acredita que isso influencia na quantidade de presidenciáveis diz que algumas chapas precisam de um concorrente à presidência para atrair eleitores.

“Tem tanto candidato ao conselho que estou com dificuldade para montar a comissão eleitoral. Ela não pode ter candidatos”, disse Guilherme Gonçalves Strenger, presidente do Conselho Deliberativo. Ele pretende marcar a eleição para o início de fevereiro.

Oposição corintiana tem mais um candidato: Osmar Stábilie

Leia o post original por Perrone

Depois de Antônio Roque Citadini, foi a vez do conselheiro Osmar Stábile se declarar candidato à presidência do Corinthians em 2018. Assim, se o cenário não mudar até lá, a oposição terá pelo menos dois postulantes ao cargo.

Há cerca de três meses, Stábile lançou o slogan “stabilize”, que indicava o desejo de se candidatar. Neste sábado, porém, o blog recebeu mensagem dele na qual dizia: “vem aí Osmar Stábile presidente do Corinthians”.

Em seguida, confirmou a candidatura respondendo à indagação deste blogueiro por texto pelo celular. “Sim, sou candidato, fechado. Estou trabalhando as redes sociais. Estou enviando vídeos para 758 pessoas”.

Mas há espaço para mais de uma candidatura oposicionista? Isso não favorece a situação, que espera lançar Andrés Sanchez? “Acho que cada um dá os seus pulos. Não tenho compromisso com ninguém que se candidata. Somente tenho compromisso com a instituição Corinthians e meus eleitores”, declarou o oposicionista.

Sobre a diretriz de sua campanha, Stábile disse que vai trabalhar para implantar uma gestão moderna e participativa, que preserve a instituição.

Ele foi vice-presidente de esportes terrestres durante a gestão de Alberto Dualib e um dos candidatos derrotados por Sanchez no pleito de 2007.

Roberto de Andrade bate Antonio Roque Citadini e é o novo presidente do Corinthians! E aí, torcedor alvinegro, gostou?

Leia o post original por Milton Neves

roberto andrade

Roberto de Andrade e André Luiz de Oliveira, seu vice

O Sport Club Corinthians Paulista tem novo presidente.

Na eleição do clube do Parque São Jorge, realizada neste sábado, por 1848 votos a 1393, Roberto de Andrade bateu o polêmico Antonio Roque Citadini e comandará o Timão até o início de 2018.

Roberto de Andrade que foi o candidato apoiado por Mário Gobbi, Andrés Sanches e até mesmo Ronaldo Fenômeno.

O novo presidente assume o clube com grandes desafios pela frente.

Os principais são:

– O pagamento da primeira parcela do Itaquerão.

– Buscar alguma empresa parceira para batizar o estádio.

– Além, claro, de resolver a questão da complicada renovação com o atacante peruano Paolo Guerrero.

Abaixo, ouça a entrevista que o ainda candidato Roberto de Andrade deu a Milton Neves na Rádio Bandeirantes, no dia 18 de janeiro de 2015.

Opine!

Escolha o novo presidente do Corinthians! Roberto Andrade, Antonio Roque Citadini e Ilmar Schiavenato falaram ontem no “Domingo Esportivo”. Ouça e vote!

Leia o post original por Milton Neves

Presidentes

Às portas da eleição do Corinthians, que será realizada no próximo dia 7, entrevistei no “Domingo Esportivo”, da Rádio Bandeirantes, os três candidatos à presidência do Timão.

Roberto Andrade, Antonio Roque Citadini e Ilmar Schiavenato contaram detalhes de suas propostas e o que projetam para o futuro do clube do Parque São Jorge.

Ouça as três entrevistas e escolha quem melhor representa o que você deseja para o Timão.

Roberto Andrade

Antonio Roque Citadini

Ilmar Schiavenato

Opine!