Arquivo da categoria: Arena Corinthians

Corinthians nunca será a quarta força! Jamais!

Leia o post original por Craque Neto

Quando todo mundo começou a falar que o Corinthians era a quarta força do Estado eu sabia que só podia ser devido a qualidade do elenco. Até porque não dá pra questionar o peso que tem essa camisa alvinegra. E a prova está aí! As três primeiras forças, que seriam pela ordem Palmeiras, Santos e São Paulo, já ficaram pelo caminho. E quem está na decisão para decidir o título do Paulistão? Corinthians e Ponte. É brincadeira? Nesse duelo entre Corinthians e São Paulo o time do Rogério Ceni manteve maior posse de bola. Só que no primeiro tempo quem […]

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A web de todos os santos

Leia o post original por Rica Perrone

Ao final de mais uma decisão, polêmica. Normal, é disso que vivemos.  Mas essa polêmica passar perto de se cobrar de um jogador o “fair play” de avisar o juiz sobre um impedimento que óbviamente ele não faz idéia se estava ou não, beira a sacanagem. É a polêmica a todo custo. É a vontade …

Andrade é cobrado para afastar Andrés de conversas com Odebrecht por arena

Leia o post original por Perrone

Roberto de Andrade está sendo pressionado a afastar Andrés Sanchez das conversas com a Odebrecht sobre a Arena Corinthians. Um grupo de conselheiros enviou nesta quinta requerimento para o presidente do conselho deliberativo do clube, Guilherme Gonçalves Strenger, para ser encaminhada ao principal cartola alvinegro a determinação de afastamento.

A medida foi tomada após o ex-presidente declarar ao UOL Esporte que a Odebrecht não senta com ninguém do clube para negociar a não ser com ele. Na ocasião, Sanchez sustentava que ainda não há proposta feita pela construtora para se afastar do fundo que administra a Arena Corinthians. Como revelou o UOL Esporte, a empresa quer fazer um acordo para deixar o fundo.  Oficialmente, ela nega tal interesse. A declaração irritou conselheiros de diferentes alas, incluindo gente da situação próxima ao presidente alvinegro.

O requerimento pede que, em virtude da declaração, seja encaminhado ofício para Roberto de Andrade determinando que ele desautorize publicamente Andrés a negociar em nome do Corinthians.

O pedido é justificado pelo fato de o ex-presidente não fazer parte da comissão de conselheiros formada para apurar a situação da arena e por causa das notícias que relacionam o deputado à Operação Lava Jato.

Segundo a Folha de S.Paulo, Andrés foi citado em delação de Marcelo Odebrecht como recebedor de doação para sua campanha a deputado federal via Caixa 2.

Entre as explicações para o pedido está exposto que, apesar de ter o direito de se aconselhar com quem quiser, Andrade deve se pautar pela moralidade e pela legalidade em suas ações.

No caso de o presidente do conselho entender que a solicitação não faz sentido, é solicitado que ele informe se o deputado federal está autorizado por Andrade a negociar com a Odebrecht pelo clube.

Também é lembrado no documento que ficou estabelecido que tudo referente à Arena Corinhtians seja submetido à comissão criada no conselho. Ela não foi informada sobre o assunto.

Há ainda o temor de que autoridades interpretem a fala de Andrés como coação a Marcelo Odebrecht.

Indignação

O blog não teve acesso à relação de conselheiros que assinaram o pedido, mas conversou com membros do conselho que ficaram indignados com a afirmação do ex-presidente.

“Foi uma declaração de prepotência e arrogância imensuráveis. O deputado não é dono do clube (para falar dessa forma). Salvo engano, ficou a impressão de que ele usou a imprensa para mandar recado para quem o está delatando. O presidente precisa se posicionar publicamente afastando as pessoas que não estão autorizadas a falar pelo clube. Já é notório o prejuízo financeiro e de imagem para o Corinthians mostrados pela Lava Jato”, disse ao ser indagado sobre o assunto Romeu Tuma Júnior, conselheiro oposicionista.

A afirmação de Andrés sobre ser o único com quem a Odebrecht senta para conversar também não caiu bem na comissão do conselho especializada no estádio. Além de pelo menos parte dos membros achar que por causa da Lava Jato Andrés deveria manter distância da Odebrecht, há também o argumento de que a afirmação não representa a verdade. Isso porque integrantes da comissão afirmam que recentemente conversaram com representantes das áreas financeira e de engenharia da construtora.

Entre aliados do presidente corintiano, há a critica de que a declaração desrespeitou Roberto de Andrade, já que Sanchez teria se mostrado superior em relação ao presidente no trato com a Odebrecht.

Andrés não pôde ser ouvido porque não fala com o blog. Andrade não atendeu às ligações.

Entrega de relatório de auditoria na Arena Corinthians sofre novo adiamento

Leia o post original por Perrone

Em março, o escritório Cláudio Cunha Engenharia Consultiva adiou para 15 de abril a entrega do relatório sobre sua auditoria na Arena Corinthians. Agora, porém, o fim do trabalho sofreu novo adiamento. O engenheiro que empresta seu nome à empresa afirmou ao blog que a previsão passou a ser de conclusão em 10 de maio.

Só em 2017 este é o terceiro adiamento na entrega do resultado da auditoria, que analisa sob as perspectivas da engenharia e da arquitetura se a Odebrecht cumpriu o contrato para a construção da casa corintiana.

Cunha disse que a nova mudança de planos ocorreu porque ainda não foi concluída a análise dos documentos. No adiamento anterior ele já havia falado na dificuldade de se manipular arquivos complexos. Outros adiamentos tinham sido justificados pela demora da Odebrecht na entrega da papelada exigida. A construtora alegava sigilo contratual em diversos casos e nega irregularidades em relação ao contrato com o Corinthians.

O atraso agora deve passar de oito meses e preocupa conselheiros corintianos. Isso porque a diretoria aguarda o resultado dessa auditoria para saber se considera o contrato cumprido e se toma ou não medidas contra a Odebrecht.

Mensagens de vice aumentam lista de casos a serem apurados pelo Corinthians

Leia o post original por Perrone

As mensagens enviadas a ex-aliados pelo primeiro vice-presidente do Corinthians, André Luiz Oliveira, o André Negão, em tom de ameaça e reveladas pelo blog, geraram indignação entre conselheiros. Pelo menos um grupo se mobiliza para pedir que ele explique ao Conselho Deliberativo quem “levou dinheiro do clube” e por que nada foi feito até agora sobre o que ele diz saber.

O episódio aumenta a lista de casos recentes não elucidados e que exigem investigação interna do clube. Confira abaixo outras quatro situações que precisam ser explicadas.

1 – Lava Jato.

Nenhum questionamento formal foi feito até agora no Conselho Deliberativo  e nem em sua comissão de ética a Andrés Sanchez sobre acusações contra o ex-presidente corintiano,  que teria sido beneficiado pela Odebrecht. O caso ganhou novo fôlego recentemente com a informação publicada pela Folha de S.Paulo de que  a delação de Marcelo Odebrecht aponta remessa de R$ 2,5 milhões para caixa 2 da campanha a deputado federal de Andrés. Aparentemente um caso pessoal, o episódio tem reflexos no clube por envolver o principal responsável alvinegro pela Arena Corinthians e a construtora do estádio. Conselheiros prometem entregar ao Conselho Deliberativo pedido para que Sanchez seja questionado sobre o tema. O ex-presidente nega ter cometido irregularidades.

2 – Categorias de base

Há uma série de denúncias no departamento de formação de atletas não investigadas. Além disso ocorreram seguidas trocas na direção do setor e recentemente parentes e apadrinhados de conselheiros assumiram postos não remunerados de assessores. No caso mais recente, revelado pelo UOL Esporte, atletas com desempenho ruim em vários quesitos assinaram contrato, mas não jogam pelo alvinegro. Guilherme Gonçalves Strenger deve chamar Carlos Nujud, novo diretor das categorias de base, para apresentar um relatório.

3 –  Estacionamento

Em fevereiro, o clube anunciou uma parceria com a empresa Indigo para gerir o estacionamento da Arena Corinthians. Porém, a antiga gestora, a Omni, não aceitou a rescisão e se recusou a sair. A diretoria não se posicionou mais sobre o caso sem explicar em que pé está a administração do estacionamento.

4- Contratações na Arena

Não há no clube investigações em andamento para saber quais os parâmetros usados para a série de contratações de prestadores de serviços na arena, gerida por um fundo do qual o Corinthians faz parte. Estão sem respostas perguntas como: Foram feitas tomadas de preço? Não havia nenhuma empresa mais indicada para o estacionamento do que a Omni, que nem tinha em seu objeto social a gestão desse tipo de área? Por que uma empresa especializada em festas de formatura, a Stilo’s, apresentada por Andrés, foi a responsável por integrar as obras de instalação das estruturas provisórias na arena para a Copa do Mundo, recebendo R$ 15 milhões, como mostrou o site da Época?

Opinião: caso de chilenos confirma reação tardia do Estado contra brigões

Leia o post original por Perrone

O episódio envolvendo torcedores da Universidad de Chile presos em São Paulo confirma a reação das autoridades de segurança pública e justiça brasileiras na guerra contra a violência nos estádios. Porém, reafirma que por muito tempo o Estado foi inerte, pois tudo feito agora poderia ter sido realizado antes.

As prisões, o estabelecimento de fianças compatíveis com o ocorrido na Arena Corinthians e a exigência de que os torcedores não deixem o país até o fim do processo em que são acusados de crimes como lesão corporal, dano qualificado, causar tumulto e associação criminosa são recados duros para torcedores de outros países que vierem ao Brasil.

Mensagem semelhante já vinha sendo dada a membros de organizadas de torcidas do Brasil, que nos últimos tempos têm sido identificados e punidos como nunca.

Exemplos não faltam, como os dos corintianos presos após briga com a PM no Maracanã ou o dos são-paulinos que não podem chegar perto do CT do clube, invadido por eles, apesar de já estarem liberados para frequentar estádios.

Acusações de excesso de policiais militares, que não podem se comportar como torcedores violentos fardados e nem prender inocentes, sobram, de novo, como aconteceu no episódio dos alvinegros paulistas no Rio. Elas precisam ser investigadas com rigor, mas não mudam a sensação de que, enfim, desordeiros vão pensar duas vezes antes de promover arruaça e colocar em risco a segurança de quem só quer torcer por seu time.

Aos poucos, esses caras começam a entender que o que eles estranhamente chamam de romantismo (sair na porrada com rivais e policiais) é terror para quase todo mundo e cada vez mais vão passar vontade ou encarar a Justiça.

A clara sensação de melhora, porém, não cala a incômoda pergunta: por que não jogaram duro com os brigões antes?

 

Confusão na Arena Corinthians foi precedida por falha da PM em revista

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 A confusão entre torcedores da Universidad de Chile e policiais militares nesta quarta, na Arena Corinthians, foi precedida por falha da PM na revista dos torcedores das duas equipes, que entraram com muitos sinalizadores e, do lado chileno, pelo menos um rojão.

O blog presenciou caso de negligência policial durante a revista de torcedor corintiano. Ao verificar a mochila do alvinegro o policial identificou uma série de itens proibidos no estádio. “Isso não pode, isso não pode, isso é inflamável…”, afirmou o PM antes de citar o estatuto do torcedor, com número da lei e tudo, recomendando que o corintiano estudasse a legislação. Em seguida, ele perguntou se o rapaz tinha onde deixar o material vetado. Diante da resposta negativa, disse: “Então entra, agora vai lá e protesta contra a PM”. Ou seja, deu lição de moral no torcedor, mas foi negligente permitindo a entrada de objetos proibidos.

O episódio não tem relação com a barbárie provocada pelos fãs da La U, mas ajuda a entender como tantos sinalizadores, que não são permitidos, entraram na arena. Como mostrou o UOL Esporte, o confronto começou porque os chilenos se revoltaram com a apreensão de parte dos artefatos, acenderam outros e passaram a depredar cadeiras.

O tamanho da dificuldade da PM em revistar as torcidas pode ser mensurado nas imagens de instantes antes de o jogo começar, quando era possível ver uma nuvem de fumaça formada pelos sinalizadores, a maioria levada pelos corintianos. Pior, os chilenos acenderam um rojão na arquibancada.

Os visitantes foram hostis não só com os policiais, mas com a torcida da casa, arremessando na direção dos corintianos parte das cadeiras quebradas. Houve também provocação entre os seguidores dos dois clubes perto da divisão de espaço das torcidas.

A PM mostrou eficiência perto do fim do jogo, quando policiais entraram na arquibancada chilena e rapidamente, sem tumulto, retiraram de lá um torcedor que estavam procurando para deter.

O trabalho dos policiais na vitória corintiana por 2 a 0 pela Copa Sul-Americana foi enormemente dificultado pelos torcedores da La U, que brigam com a mesma disposição com que cantam. Sem dúvida, foi a maior pancadaria que este blogueiro presenciou na casa alvinegra.

 

A farra continua na direção do Corinthians

Leia o post original por Craque Neto

Fico ”P” da vida quando ouço torcedor na rua bravo comigo porque só fico criticando o Corinthians. Peraí! Minhas críticas quase sempre foram direcionadas aos dirigentes, que mandam e desmandam e fazem mudanças bem suspeitas de funcionários. Além de causar um baita prejuízo ao cofres alvinegros. Uma dessas trocas achei curiosa e esquisita (pra não dizer outra coisa!) ao mesmo tempo. Vejam bem, após o pedido de demissão do diretor Fausto Bittar, que comandava as categorias de base do Timão, a cartolagem agiu rápido e contratou o ex-goleiro Yamada. Até aí nenhum problema, certo? Errado! Yamada já há algum tempo […]

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Talento individual + força coletiva = igual a outra vitória do Brasil

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O Paraguai foi um adversário complicado na Arena Corinthians, apesar da derrota por 3 a 0. Teve pouco apetite ofensivo, mas foi faminto na marcação. Diminuiu espaços para a seleção brasileira e poderia ter dificultado muito mais as coisas. Não complicou por causa da combinação entre organização tática e talento individual, que já se tornou uma característica da equipe comandada por Tite.

Foi a disciplina tática que permitiu ao volante Paulinho (ele mais uma vez) apoiar o ataque sem comprometer a defesa e ajudar na abertura do placar. Os talentos do ex-corintiano e de Philippe Coutinho para se virar sem espaço completaram o lance que culminou com o primeiro gol brasileiro.

Também organizado taticamente, o Paraguai não se desesperou e nem abriu a porteira. De quebra viu seu goleiro defender um pênalti cobrado por Neymar, que na base do talento individual fez o segundo do Brasil. Os brasileiros  buscaram o gol sem abrir buracos que permitissem o contra-ataque paraguaio.

No final, após receber de Coutinho, Paulinho, de novo, serviu com maestria Marcelo, autor de mais um golaço da equipe de Tite. Assim, um jogo que poderia ser suado terminou com o folgado placar de 3 a 0 em mais uma demonstração de como a aplicação tática favorece os jogadores habilidosos dessa seleção.

Entrega de auditoria na Arena Corinthians é adiada por mais um mês

Leia o post original por Perrone

Terminou nesta quarta o prazo estipulado pela empresa responsável por auditar a obra da Arena Corinthians do ponto de vista de engenharia e arquitetura para entregar o seu relatório. Porém, o trabalho não foi concluído. Os responsáveis acreditam que precisarão de mais um mês. Assim, a entrega agora está agenda para 15 de abril.

O escritório Cláudio Cunha Engenharia Consultiva atribui a necessidade de mais tempo à dificuldade em manipular arquivos que estão sendo analisados e à complexidade da atividade.

Além de apontar obras que eventualmente não tenham sido feitas pela Odebrecht ou que precisam ser refeitas, a auditoria pretende indicar soluções. Mostrar o que precisa ser executado e quanto custará cada intervenção. Isso, segundo os profissionais responsáveis, exige mais tempo do que o imaginado inicialmente.

Com o novo adiamento, o trabalho que foi planejado para levar 90 dias atingirá quase oito meses. Antes, a dificuldade de obter documentos junto a Odebrecht, que alegou cláusulas de sigilo, foi apresentada como principal motivo da demora. O trabalho é importante para o Corinthians decidir se avalia que a construtora cumpriu ou não o contrato.

Outro relatório, feito pelo escritório Molina & Reis Advogados, já foi entregue.