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Empresa não consegue entregar auditoria da Arena Corinthians para Andrade

Leia o post original por Perrone

A empresa Cláudio Cunha Engenharia Consultiva encontra dificuldades para entregar ao presidente corintiano o relatório da auditoria que  fez na Arena Corinthians. No último dia 12 foi feita a solicitação para o dirigente receber o documento, mas quase um mês depois os responsáveis pelo trabalho não conseguiram se encontrar com o cartola.

A demora é significativa porque o resultado da auditoria é aguardado para o clube saber se a Odebrecht cumpriu integralmente o contrato ou se ela deixou de fazer obras previstas e ainda se parte dos trabalhos terá que ser refeita.

Ou seja, enquanto o relatório não for lido pelos corintianos, o clube não pode tomar atitudes contra eventuais prejuízos.

De acordo com a assessoria de imprensa do Corinthians, “o encontro ainda não aconteceu por divergência de agenda. Provavelmente acontecerá na semana que vem.”

Conselheiros que integram a comissão formada para discutir a situação da arena se queixam da demora, pois o trabalho deles também depende da auditoria.

A análise da Cláudio Cunha aponta questões de engenharia e arquitetura. Uma outra auditoria, feita pelo escritório de Advocacia Molina & Reis avalia que a construtora deixou de fazer pelo menos cerca de R$ 200 milhões em obras no estádio.

Por sua vez, a Odebrecht diz que cumpriu o contrato e que alguns itens não foram executados porque o acordo permitia a substituição deles.

A demora para o recebimento do relatório produzido pela Cláudio Cunha não é o primeiro que marca a auditoria. O encerramento do trabalho aconteceu com pelo menos cerca de um ano de atraso. A empresa alegou principalmente a dificuldade em obter documentos junto a Odebreht. A construtora afirmava que parte da documentação era protegida por sigilo contratual.

 

Grama de Itaquera está no limite, mas Corinthians só vai trocar em dezembro

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A Arena Corinthians (Crédito: Ronny Santos/Folhapress)

Outrora considerado modelo, o gramado da Arena Corinthians apresenta neste ano queda de qualidade. O alerta foi dado em maio pelo goleiro Cássio, que em entrevista se queixou de excesso de umidade por baixo da grama.

Ao blog, Roberto Gomide, presidente da World Sports, responsável pelo campo corintiano, confirmou o problema. Segundo ele, por falta de tempo para deixar o estádio sem jogos por pelo menos um mês, de preferência em período de temperaturas mais baixas, não foi feito um trabalho que retira substâncias causadoras da umidade.

“O ideal é que essa manutenção específica seja feita uma vez por ano, mas nunca houve tempo para isso. Avisamos ao clube que o problema chegou no limite.  Estamos tentando conseguir uma data. Existe um consenso (entre empresa e Corinthians) de que o trabalho é necessário, mas é difícil encontrar espaço no calendário. Não há recusa do clube em fazer”, afirmou Gomide.

O Corinthians não pretende deixar de jogar na Arena para arrumar o gramado antes do final do ano. “A revitalização do campo será feita em dezembro”, disse Lúcio Blanco, gestor da arena, ao ser indagado sobre o assunto.

“Vamos fazer testes, ver a reação da grama e levaremos até onde der”, disse Gomide sobre a intenção corintiana de não executar o trabalho agora.

O acúmulo de umidade torna a grama escorregadia. “Isso dificulta até para você ter uma segurança de se manter firme”, afirmou Cássio no momento em que criticou o campo.

Se a manutenção for feita apenas em dezembro, além de adiar a solução do problema, ela acontecerá fora do período ideal, que é pouco antes do inverno ou durante ele, como agora. Isso porque praticamente toda a grama natural será retirada para a limpeza e a que será replantada se desenvolve melhor no inverno. Só os fios sintéticos irão permanecer.

Sobe críticas como as de Cássio, Gomide diz que os jogadores precisam entender que  “a grama é um ser vivo e precisa de cuidados”.

Depois que conseguir fazer a manutenção, a World Sports irá tentar repetir o trabalho a cada dois anos, já que fazer essa limpeza anualmente parece ser impossível por causa do pouco tempo sem jogos durante as temporadas.

O problema no gramado não parece afetar o desempenho do time alvinegro em sua casa. Neste ano, a equipe só foi derrotada em Itaquera pelo Santo André, por 2 a 0, no Campeonato Paulista.

 

Promotor denunciado por Haddad diz que nunca viu Andrés e fala em processo

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O promotor Marcelo Camargo Milani (Patrimônio Público e Social) afirmou ao blog que deve entrar com ação por calúnia, difamação e danos morais contra Fernando Haddad por conta de imbróglio envolvendo a Arena Corinthians.

O ex-prefeito de São Paulo escreveu no site da “Revista Piauí” ter sido informado, no final de sua gestão, de que Milani teria pedido propina de R$ 1 milhão para não entrar com ação na Justiça que contestava a emissão dos Cids (Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento), usados para ajudar o clube alvinegro a pagar pela construção de seu estádio. Milani já havia ingressado com a ação, que atingia o então prefeito Gilberto Kassab, quando Haddad teria sido informado do suposto ato ilegal cometido pelo promotor.

“A afirmação dele (Haddad) é absolutamente mentirosa. Ele tornou público um factoide sem prova nenhuma. Afirmou que ouviu dizer alguma coisa e jogou meu nome na lama. Vou entrar com um processo contra ele. Estou analisando com meus advogados qual é o melhor caminho”, disse Milani ao blog.

Haddad não revelou em seu texto quem fez a acusação, porém, segundo a “Folha de S.Paulo”, a informação foi dada pelo deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP), ex-presidente do Corinthians.

“Sabe quantas vezes vi o Andrés pessoalmente? Nenhuma. Só pela televisão. E parece que ele já disse (ao Ministério Público) que não falou nada sobre isso”, afirmou Milani. O ex-presidente corintiano não fala com o blog, por isso não pôde ser ouvido sobre o assunto.

Haddad escreveu também que depois de ouvir a denúncia informou a corregedoria do MP sobre o caso e que passou a ser perseguido desde então por Milani.

O promotor, porém, nega que tenha ficado sabendo sobre o ex-prefeito ter acionado os corregedores do Ministério Público antes da revelação feita na “Piauí”.

 “Não existe perseguição. A ação dos Cids foi antes de ele ser eleito. Não é nada com ele. Entrei com outras cinco ações civis contra Haddad, mas não assinei nenhuma sozinho. Uma por causa da indústria das multas, outra pela ciclovia mais cara que já vimos, uma por causa da roubalheira no Teatro Municipal…”, declarou o promotor.

Informada pelo blog da intenção de Milani de processar o ex-prefeito, a assessoria de Haddad disse que ele não acusou o promotor. Afirmou que ele recebeu uma informação e acionou a corregedoria do Ministério Público, pois se não fizesse isso poderia ser acusado de prevaricação. Assim, entende que não houve calúnia e difamação.

O Ministério Público foi derrotado em primeira instância na ação em que pedia que os Cids fossem declarados ilegais e recorreu da decisão.

Os certificados de incentivo são papéis negociados pelo fundo que administra a arena. Os compradores usam os documentos para abater parte de seus impostos e o dinheiro da comercialização ajuda o Corinthians a pagar a construção da arena. São cerca de R$ 465 milhões em Cids autorizados pela prefeitura.

Após série de adiamentos, termina auditoria na Arena Corinthians

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Após uma sequência de adiamentos, o escritório Cláudio Cunha Engenharia Consultiva considera concluída auditoria relativa às questões arquitetônicas e de engenharia na Arena Corinthians.

O relatório deve ser entregue à direção alvinegra na próxima quarta-feira.

Apesar de os detalhes serem mantidos em sigilo, o blog apurou que o trabalho deve apontar cerca de R$ 200 milhões em obras não feitas ou que precisam ser refeitas pela Odebrecht, como indicou auditoria anterior, mais concentrada em contratos, feita pelo escritório de advocacia Molina & Reis. A Odebrecht não reconhece esse valor.

Só em 2017 a entrega da auditoria foi adiada quatro vezes. O atraso supera oito meses e foi provocado, primeiro, pela dificuldade na obtenção de documentos considerados sigilosos pela Odebrecht, e, depois, pela complexidade da análise de boa parte deles.

O Corinthians aguarda o relatório para analisar se a Odebrecht cumpriu integralmente o contrato entre as partes, o que a construtora afirma ter feito.

Cambista cobra até cerca de 20 vezes mais por ingresso da final do Paulista

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Cambistas pedem até cerca de 20 vezes mais do que o valor de face de ingressos para a partida deste domingo entre Corinthians e Ponte Preta pela final do Campeonato Paulista. É o caso do tíquete do setor sul, pelo qual um dos vendedores pedia durante a semana R$ 800. Com descontos para os sócios-torcedores mais assíduos, o mesmo bilhete custava R$ 40,50.

Neste sábado (6) a presença de cambistas na arena corintiana era pequena. Um deles oferecia ingressos das áreas sul e norte (R$ 32 com descontos) por R$ 600. E o comprador teria que retirar o bilhete com outra pessoa em frente ao Parque São Jorge.

Longe da arena, outro cambista, por telefone, oferecia bilhete do setor oeste superior por R$ 300. Na venda oficial, o mesmo ingresso valia de R$ 40,80 a  R$ 136, de acordo com o desconto.

Na partida de abertura da decisão, em Campinas, a pedida era de R$ 200 pela entrada de visitante, vendida oficialmente por R$ 80.

Vale lembrar que, apesar da falta de cerimônia dos cambistas, a prática é proibida.

Estacionamento corintiano mantém gestora 80 dias após anúncio de troca

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Oitenta dias após o Corinthians anunciar a Indigo como nova gestora do estacionamento de sua arena, o local continua sendo administrado pela antiga parceira, a Omni.

O anúncio foi feito em 11 de fevereiro, às vésperas de reunião do Conselho Deliberativo do clube para votar o pedido de impeachment de Roberto de Andrade. A assinatura do dirigente colocada no contrato com data anterior à sua eleição como presidente era um dos argumentos que embasavam a solicitação de afastamento. Andrade acabou vencendo a disputa, mas nada mudou em relação à operação do estacionamento.

Apesar do anúncio da troca, a Omni discordou da rescisão unilateral comunicada pelo Arena Fundo de Investimento Imobiliário, responsável pelo estádio corintiano. Notificação enviada para a empresa informou que o contrato estava sendo rescindido porque ela havia se comprometido a zelar pela imagem do fundo e de seus cotistas (entre eles está o clube), mas não honrou o compromisso. O descumprimento ocorreu, segundo a notificação, porque reportagens sobre multa aplicada pela prefeitura à empresa por falta de licença de funcionamento do estacionamento chamaram a atenção da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que regula fundos no Brasil.

A oposição corintiana suspeita que o anúncio da Indigo foi feito antes da votação do impeachment apenas para dar a impressão de que o contrato polêmico com a Omni já não tinha valor.

Agora os opositores querem informações sobre o motivo para a troca na operação do estacionamento ainda não ter sido feita. Também pretendem que a diretoria explique se a Indigo pagou pela exibição de vídeo institucional dela nos telões da Arena Corinthians, já que por enquanto ela não opera o estacionamento.

No último dia 27, o blog enviou mensagem para a assessoria de imprensa da arena perguntando se o acordo com a Indigo havia sido cancelado. Até a publicação deste post não houve resposta. A Omni também não respondeu sobre o tema.

Indagada se a Indigo não irá mais assumir o estacionamento da arena corintiana, a assessoria de imprensa da empresa afirmou que não há novidade sobre o assunto. Vale sua posição anterior de que aguarda a definição da situação entre Omni e Corinthians.

Corinthians nunca será a quarta força! Jamais!

Leia o post original por Craque Neto

Quando todo mundo começou a falar que o Corinthians era a quarta força do Estado eu sabia que só podia ser devido a qualidade do elenco. Até porque não dá pra questionar o peso que tem essa camisa alvinegra. E a prova está aí! As três primeiras forças, que seriam pela ordem Palmeiras, Santos e São Paulo, já ficaram pelo caminho. E quem está na decisão para decidir o título do Paulistão? Corinthians e Ponte. É brincadeira? Nesse duelo entre Corinthians e São Paulo o time do Rogério Ceni manteve maior posse de bola. Só que no primeiro tempo quem […]

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A web de todos os santos

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Ao final de mais uma decisão, polêmica. Normal, é disso que vivemos.  Mas essa polêmica passar perto de se cobrar de um jogador o “fair play” de avisar o juiz sobre um impedimento que óbviamente ele não faz idéia se estava ou não, beira a sacanagem. É a polêmica a todo custo. É a vontade …

Andrade é cobrado para afastar Andrés de conversas com Odebrecht por arena

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Roberto de Andrade está sendo pressionado a afastar Andrés Sanchez das conversas com a Odebrecht sobre a Arena Corinthians. Um grupo de conselheiros enviou nesta quinta requerimento para o presidente do conselho deliberativo do clube, Guilherme Gonçalves Strenger, para ser encaminhada ao principal cartola alvinegro a determinação de afastamento.

A medida foi tomada após o ex-presidente declarar ao UOL Esporte que a Odebrecht não senta com ninguém do clube para negociar a não ser com ele. Na ocasião, Sanchez sustentava que ainda não há proposta feita pela construtora para se afastar do fundo que administra a Arena Corinthians. Como revelou o UOL Esporte, a empresa quer fazer um acordo para deixar o fundo.  Oficialmente, ela nega tal interesse. A declaração irritou conselheiros de diferentes alas, incluindo gente da situação próxima ao presidente alvinegro.

O requerimento pede que, em virtude da declaração, seja encaminhado ofício para Roberto de Andrade determinando que ele desautorize publicamente Andrés a negociar em nome do Corinthians.

O pedido é justificado pelo fato de o ex-presidente não fazer parte da comissão de conselheiros formada para apurar a situação da arena e por causa das notícias que relacionam o deputado à Operação Lava Jato.

Segundo a Folha de S.Paulo, Andrés foi citado em delação de Marcelo Odebrecht como recebedor de doação para sua campanha a deputado federal via Caixa 2.

Entre as explicações para o pedido está exposto que, apesar de ter o direito de se aconselhar com quem quiser, Andrade deve se pautar pela moralidade e pela legalidade em suas ações.

No caso de o presidente do conselho entender que a solicitação não faz sentido, é solicitado que ele informe se o deputado federal está autorizado por Andrade a negociar com a Odebrecht pelo clube.

Também é lembrado no documento que ficou estabelecido que tudo referente à Arena Corinhtians seja submetido à comissão criada no conselho. Ela não foi informada sobre o assunto.

Há ainda o temor de que autoridades interpretem a fala de Andrés como coação a Marcelo Odebrecht.

Indignação

O blog não teve acesso à relação de conselheiros que assinaram o pedido, mas conversou com membros do conselho que ficaram indignados com a afirmação do ex-presidente.

“Foi uma declaração de prepotência e arrogância imensuráveis. O deputado não é dono do clube (para falar dessa forma). Salvo engano, ficou a impressão de que ele usou a imprensa para mandar recado para quem o está delatando. O presidente precisa se posicionar publicamente afastando as pessoas que não estão autorizadas a falar pelo clube. Já é notório o prejuízo financeiro e de imagem para o Corinthians mostrados pela Lava Jato”, disse ao ser indagado sobre o assunto Romeu Tuma Júnior, conselheiro oposicionista.

A afirmação de Andrés sobre ser o único com quem a Odebrecht senta para conversar também não caiu bem na comissão do conselho especializada no estádio. Além de pelo menos parte dos membros achar que por causa da Lava Jato Andrés deveria manter distância da Odebrecht, há também o argumento de que a afirmação não representa a verdade. Isso porque integrantes da comissão afirmam que recentemente conversaram com representantes das áreas financeira e de engenharia da construtora.

Entre aliados do presidente corintiano, há a critica de que a declaração desrespeitou Roberto de Andrade, já que Sanchez teria se mostrado superior em relação ao presidente no trato com a Odebrecht.

Andrés não pôde ser ouvido porque não fala com o blog. Andrade não atendeu às ligações.