Arquivo da categoria: Arouca

Palmeiras está disposto a oferecer R$ 33,8 mi e Arouca por Pratto

Leia o post original por Perrone

Colaborou Danilo Lavieri, do UOL, em Sāo Paulo

A diretoria do Palmeiras pretende apresentar em breve uma oferta tentadora ao Atlético-MG para ter Lucas Pratto.

Falta ainda definir detalhes da proposta, porém, o blog apurou que o alviverde está disposto a acenar com cerca de 10 milhões de euros (R$ 33.830.000) mais os direitos econômicos de Arouca, volante sem espaço no atual campeāo brasileiro.

Vale lembrar que recentemente Leila Pereira, presidente da Crefisa, posou para foto segurando um prato, deixando no ar que dinheiro da patrocinadora pode ser usado na compra do jogador do Galo. A Crefisa está em avançado processo de renovação com o clube.

Depois de acertar com Guerra, Felipe Melo, Michel Bastos, Hyoran, Keno e Raphael Veiga, os cartolas palmeirenses reservaram a próxima semana para definir a contratação de um camisa 9 de peso. Além de Pratto, Borja, do Atlético Nacional (Colômbia), é opção.

 

 

 

 

Dia de palmeirense mostrar confiança

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras não é conhecido como Clube da Fé. Esse epíteto é do São Paulo. A torcida também não costuma cantar “Eu acredito”. Tal coro é da massa do Galo.

Mas, com licença poética dos dois rivais, os palestrinos podem tomar emprestado os motes. Ao menos para o jogo desta quarta-feira com o Rosario. O duelo, na Argentina, é decisivo para o futuro alviverde na Libertadores. Vitória é o caminho da salvação. Empate significa um pé e meio fora. Derrota representa desclassificação sem dó.

Os palmeirenses, sejam jogadores, comissão técnica ou fãs, precisam tomar como parâmetro o clássico com o Corinthians. No domingo, a equipe deles era quase azarão diante do líder do Paulista e campeão brasileiro. No entanto, não só jogou de igual para igual, como foi melhor, criou mais chances e ganhou de forma memorável, com 1 a 0 depois de Prass defender pênalti.

O modelo para Cuca e rapaziada tem de ser o desempenho do final de semana no Pacaembu. Aquele é o Palmeiras que pode surpreender qualquer adversário, superar desafios e consolidar prognósticos de início de ano que o davam como concorrente forte nos torneios de que participasse. Não o time débil, apático, sonso das três derrotas seguidas no Estadual.

Cuca não terá Dudu, contundido, e Arouca, esgotado. Ambos tiveram participação importante contra os corintianos. Nem por isso se deve teme enfraquecimento. Basta repetir a escalação, quem sabe com Mateus Sales ou Thiago Santos no meio, na marcação, no lugar de Arouca. Os demais podem ser os mesmos do dérbi, numa distribuição que funcionou muito bem. Prass na liderança, no gol; Lucas, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio na retaguarda; Gabriel como cão de guarda, com Thiago Santos/Mateus Sales, Robinho e Zé Roberto a compor o meio. Gabriel Jesus e Alecsandro na frente.

Deu certo uma vez, por que não pode repetir-se a façanha? É só encarar o Rosario como se fosse o Corinthians e jogar com garra igual.

O momento de firma a reviravolta é este. Ou dizer adeus à Libertadores.

Cuca vai caindo antes de chegar

Leia o post original por Quartarollo

Palmeiras completou 4 jogos sem vencer sob o comando de Cuca.

Era o técnico que o Verdão queria para o lugar do desgastado Marcelo Oliveira.

Quando ele foi para o Atlético Mineiro perdeu os primeiros jogos e depois acabou campeão da América.

As coisas não se repetem assim e nem são planejadas desse jeito.

Marcelo não fazia um bom trabalho e por isso foi demitido. Não sou daqueles que acham que tem que manter técnico a todo custo.

Não é assim. Há momentos que tem que trocar mesmo e era hora. Até aí tudo bem.

Cuca nunca foi técnico de ponta, mas tem salário altíssimo para os padrões brasileiros principalmente depois de encher os cofres na China.

Deveria chegar e mexer com o elenco, não conseguiu. Taticamente não mexeu nada e há até explicações plausíveis para isso.

Não teve tempo para treinar, são jogos em cima de jogos e a crise é cada vez mais profunda.

Ele é culpado? Diria que já é sim. Não consegue passar confiança aos jogadores que se perdem no seu esquema ou na falta de esquema.

Até os bons estão ficando ruins. Fernando Prass tomou 4 gols do raquítico Água Santa.

No terceiro havia o impedimento de Bruninho, mas ele também não fez nada para atrapalhar o atacante.

Nem pênalti tentou fazer. Bruninho passou por ele como o vento nas campinas, principalmente nas campinas verdejantes ultimamente. No quarto também falhou.

Arouca não está jogando nada e nem a volta de Gabriel ajudou a melhorar a cabeça de área. Os laterais estão cada vez piores e o meio-campo não funciona. Sem funcionar no meio, o ataque fica órfão e também não funciona.

Robinho, que não é nenhum gênio, mas também não é mau jogador, simplesmente parou de jogar.

Com tantas contratações e tanto dinheiro gasto por Alexandre Mattos, o Palmeiras deveria ter um elenco bem melhor, bem mais afinado.

Depois dos últimos resultados, Cuca também está pendurado. Não seria nenhuma surpresa se ele fosse demitido antes de chegar.

Isso porque até agora o Palmeiras parece um time sem técnico. Continua procurando por um e pelo jeito não é Cuca.

Era o time que ele sonhava treinar um dia e vocês se lembram quando ele chegou o que eu escrevi aqui parafraseando os americanos: “Cuidado com o que você sonha, você pode conseguir”. Deve ser o caso de Cuca.

Uma noite no Conselho

Leia o post original por Odir Cunha

O Conselho Deliberativo do Santos aprovou que um escritório de advocacia comece as investigações para saber se Odílio Rodrigues será processado pelo clube por gestão temerária.

Creio que tenha sido mesmo temerária, principalmente no que se refere à contratação de Leandro Damião, mas temos de ser justos. O grande prejuízo que Damião deve causar ao Santos não é responsabilidade apenas de Odílio Rodrigues.

Eu pedi a palavra e lembrei, embasado em opiniões de conselheiros advogados, como a do amigo Marcello Pagliuso, que se Modesto Roma tivesse pagado os salários atrasados logo que assumiu o cargo, Leandro Damião não teria como ganhar a causa trabalhista que poderá tirar do clube cerca de 160 milhões de reais.

Além de Damião, na passagem de uma gestão a outra o Santos perdeu Arouca, Mena e Aranha.

Portanto, concordo que a gestão de Odílio Rodrigues foi temerária, assim como foi a de Luis Álvaro Ribeiro, a de Marcelo Teixeira e está sendo a de Modesto Roma. Ou seja, nosso pobre Santos tem vivido de gestão temerária em gestão temerária. Torcemos para um time administrado temerariamente há décadas, essa é a verdade.

Abaixo-assinado contra o Santos na areninha

Além do abaixo assinado deste blog – que pode ser assinado simplesmente deixando um comentário, com número de RG, ou de sócio do Santos – um outro abaixo-assinado com o mesmo teor foi passado entre os conselheiros. A maioria dos conselheiros é contra o time jogar em tal estádio e esquecer a capital.

Robinho

Para gente que viveu bem de perto a última passagem de Robinho pelo Santos, o clube não deveria contratá-lo mais. Segundo um ex-diretor, depois de ser reserva do time da China, sem a mesma vontade de treinar dos seus companheiros, ele não está em boa forma e é um mau exemplo para os mais jovens. E 600 mil por mês, nem pensar.

Geuvânio

Houve quem lembrasse a participação de Luis Álvaro Ribeiro na recuperação de Geuvânio, que seria mandado embora do Santos pelo técnico Muricy Ramalho. O ex-presidente resolveu ficar com o jogador e hoje a venda do seu passe é que dará algum respiro às combalidas finanças do clube.

A ditadura dos jogadores

Fonte confiável garante que o time não se esforçou como devia para ganhar do Flamengo pois já havia o interesse de alguns jogadores de pressionar o técnico Dorival Junior para escalar reservas nos jogos finais do Campeonato Brasileiro. A esta fonte Dorival se justificou, dizendo que teria escalado os titulares contra o Coritiba, mas os jogadores o pressionaram para não jogar.

Cabidaço de empregos

Ao assumir, a gestão atual criticava o cabide de empregos em que o clube tinha se transformado desde o presidente Luis Álvaro Ribeiro, com cerca de 360 funcionários. Realmente, era demais para um clube que não oferece nada, além de meia entrada para se assistir ao futebol. Bem, pois hoje, após apenas um ano de gestão de Modesto Roma, o quadro de funcionários do Santos está em 450!

Crise reduzirá ainda mais o público na Vila

Empresário de Santos previu que os jogos do time na Vila Belmiro terão públicos menores do que costuma ter. Ocorre que a crise tem desempregado muita gente na cidade e o poder aquisitivo, que nunca foi alto, está ainda menor. Aí eu acrescento: e por que não marcar a estreia do Santos para o Pacaembu, que teria um público de cerca de 30 mil pessoas?

Três cargos mais importantes

Frase de um santista influente, de cabeça aberta e morador de Santos: os três cargos mais importantes em Santos, são: prefeito da cidade, presidente do Santos e provedor da Santa Casa. Eu concluo: cargos que, além de poder e bom salário, permite empregar os amigos sem exigir qualificação.

Campanha de sócios? Espere sentado

Fontes próximas ao presidente e ao Conselho Gestor confirmam que não há o menor interesse do clube de atrair mais sócios, principalmente de fora da cidade de Santos. Deixar de fazer algo óbvio para melhorar as finanças do Santos não é sinal evidente de gestão temerária?

Visitei a sub-sede de São Paulo, muito bem instalada na avenida Higienópolis, deslumbrei-me, mais uma vez, com o sorriso da Juliana, só que o telefone e o sistema para aceitar novos associados ainda não estão funcionando. Aguardemos…

Fragmentação das chapas

Os grupos de conselheiros estão se fragmentando em subgrupos e já surgem prováveis nomes para a próxima eleição. Uma coisa é certa: se os conselheiros que enxergam o óbvio e querem realmente o bem do Santos não se unirem em torno de um único candidato, a visão oportunista dos que anseiam o poder apenas para sugar o clube prevalecerá novamente.

Falastrão

A opinião de muitos conselheiros é de que o Modesto Roma fala muito e adora um holofote. Anunciar publicamente, dois anos antes de terminar o atual contrato com a Rede Globo, que o Santos assinará com o Esporte Interativo, para muitos foi um tiro no pé. Agora o Santos será ainda mais boicotado pela rede que manda no futebol brasileiro e, se não tiver o apoio de outros clubes, ficará sozinho na parada, arcando com o ônus de tal ato. Agora que o estrago foi feito, creio que não haja volta. O Santos tem de assumir o futuro contrato com o Esporte Interativo, contatar outros clubes para fazer o mesmo e trabalhar muito para não cair no ostracismo em 2016 e 2017.

Homenagem a Gilberto Mendes

Sugeri que, em sua estreia no Campeonato Paulista, o time faça um minuto de silêncio em respeito à norte de Gilberto Mendes, compositor pós-moderno de renome mundial, morador na cidade e autor da obra “Santos Football Music”.

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E você, o que acha disso tudo?


Palmeiras reclama com razão da arbitragem, mas o Santos mereceu a magra vitória

Leia o post original por Quartarollo

Foi só 1 x 0 dizem por aí, mas é uma vitória e o Santos diante disso jogará por um empate contra o Palmeiras na grande decisão da Copa do Brasil na próxima quarta-feira, na Arena Palestra Itália.

É claramente reversível, mas o mas aparece de novo. O Santos mostrou de novo que é mais efetivo no ataque com falhas defensiva de vez em quando.

Já o Palmeiras jogou claramente para trazer a decisão para a capital paulista e por pouco não trouxe um 0 x 0, o que seria o ideal para o time de Marcelo Oliveira.

Fernando Prass foi o grande nome do jogo. Por causa dele o Santos ficou só no 1 x 0 citado.

Foi um jogo muito truncado, violento em alguns lances e com muitas provocações dos dois lados.

Ricardo Oliveira e Fernando Prass vem trocando farpas desde o Campeonato Paulista. Ontem foram protocolar, não tiveram problema e também não se beijaram. Tudo certo.

O pênalti aos 50 segundos de jogo de Arouca agarrando a camisa de Ricardo Oliveira foi bem marcado e desperdiçado por Gabriel com um chute na trave esquerda.

É incrível um jogador experiente como Arouca fazer um pênalti desses, mas acontece mesmo com um grande jogador como ele.

Ricardo Oliveira não é mais o batedor oficial do Santos e por isso sobrou para o chamado Gabigol que tem batido e convertido, mas ontem não.

O técnico Dorival Júnior reclama de uma cotovelada de Jackson em Ricardo Oliveira ainda no primeiro tempo que não resultou em nada para o zagueiro.

Ele matou um contra-ataque e fez a falta, Dorival queria vermelho para ele. Não achei que era para tanto, talvez um amarelo, mas também é verdade que matou um contra-ataque importante.

Segundo tempo foi mais viril ainda e o Palmeiras reclama com razão de um pênalti não dado em cima de Lucas Barrios.

O argentino-paraguaio estava a frente do zagueiro, se preparava para fazer o gol e foi tocado por trás pelo estabanado David Braz.

Na minha opinião, Luiz Flávio de Oliveira tinha que dar o pênalti e ainda expulsar o zagueiro.

Mas dá para entender. A visão dele era por trás do lance, poderia ser ajudado pelo bandeira Emerson de Carvalho, que a exemplo do árbitro, achou tudo normal na sua interpretação.

Mais tarde Luiz Flávio saiu por contusão muscular. Substituição na arbitragem entrando Marcelo Aparecido de Souza que expulsou acertadamente Lucas que chutou a bola contra Lucas Lima caído.

Foi provocado pelo camisa 20 do Santos e acabou caindo na provocação. Ele queria amarelo para Lucas Lima que estava pendurado e desta forma não jogaria a grande final quarta-feira, aqui em São Paulo. É discutível.

Depois de tantas rusgas, Gabriel inventou uma jogada em cima do fraco Amaral, que no entanto não teve tanta culpa, foi mérito do atacante que fez um golaço e deu 1 x 0 para o Santos.

Hoje se me perguntarem quais as possibilidades de cada um, eu diria que o Santos tem 60% de chance de conquistar o título e o Palmeiras os 40% restantes.

Mas o jogo está aberto e até certo ponto o técnico Marcelo Oliveira conseguiu seu objetivo. Trouxe a decisão para o seu campo e aqui o Palmeiras é mais forte. Pode mesmo ser campeão da Copa do Brasil.

No Palmeiras médicos também sofrem pressão

Leia o post original por Perrone

 

No Palmeiras finalista da Copa do Brasil até os médicos estão sob pressão, assim como o técnico Marcelo Oliveira. Conselheiros do clube reclamam da quantidade de jogadores que sofreram lesões recentemente, consideram que houve demora no tempo de recuperação e ainda criticam a contratação de atletas que já chegaram com problemas físicos, como Arouca e Fellype Gabriel.

O clube chegou a ter 12 atletas ao mesmo tempo no estaleiro. Na última sexta o número havia baixado para três (Gabriel, Jailson e Luan).

Membros do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) cobram explicações do presidente Paulo Nobre e querem ter acesso a relatórios médicos de Cleiton Xavier, que sofreu duas lesões praticamente seguidas.

O assunto também foi um dos temas da última reunião do conselho deliberativo. O conselheiro Carlos Degon, oposicionista, fez pronunciamento indagando se o aval para a contratação de Fellype Gabriel foi dado pelo departamento médico ou pelo dirigente remunerado Alexandre Mattos. Normalmente, os médicos examinam os jogadores e fazem sua análise, mas quem decide pela contratação são os cartolas. Degon afirmou que não daria entrevista porque não se pronuncia sobre questões discutidas no conselho.

A assessoria de imprensa do Palmeiras disse que os médicos não iriam se manifestar sobre o assunto. No entanto, o blog apurou que o entendimento no departamento médico é de que o tempo de recuperação dos atletas lesionados tem sido em média inferior aos previstos. E que a quantidade de jogadores contundidos também está dentro do normal.

Marcelo Oliveira, o burro da vez

Leia o post original por Quartarollo

Palmeiras perdeu para a Ponte Preta em plena Arena Palestra Itália e a torcida que já estava impaciente antes do jogo, ficou mais ainda depois.

Aliás, não se entende essa postura de parte da torcida. O time estava disputando vaga, e ainda está brigando pelo G-4, e é semifinalista da Copa do Brasil, mas a palavra impaciência ganhou corpo nas arquibancadas.

Talvez fruto de uma faixa de uma torcida organizada, que é formada por torcedores profissionais que torcem por suas cores, não pelo Palmeiras, ao contrário, usam e abusam do clube para sobreviver e não pagam nada por isso, querem mesmo é receber achando que estão fazendo uma obrigação para o esporte.

Mas isso à parte, a situação de Marcelo Oliveira é de pressão total nesse momento mesmo com a explicação que apesar dos mais de 20 jogadores contratados, alguns de categoria duvidosa, o time está desfalcado de Arouca e Robinho, homens que podiam ajudar mais na passagem da bola do meio-campo para o ataque.

O que se viu ontem à noite na Arena foi uma Ponte Preta bem postada ainda fruto do bom trabalho de Doriva, que estreou mal no São Paulo, e um Palmeiras dando chutões sem a menor noção de toque de bola.

Zé Roberto admitiu ao fim do jogo que o primeiro tempo foi muito ruim, melhorou um pouco no segundo, mas nada que pudesse dizer que a derrota e até mesmo as vaias finais foram injustas.

Palmeiras nem reclamou muito de mais um pênalti de bola na mão marcado no Campeonato Brasileiro que deu a chance para a Ponte Preta abrir a contagem e fazer o placar final de 1 x 0.

A impressão é que se não fosse isso ia ficar 0 x 0. O Palmeiras não tinha nenhuma inspiração ofensiva.

Marcelo Oliveira, o ainda bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro e tão sonhado por Alexandre Matos, ex-diretor do time mineiro hoje no Palmeiras, virou o burro da vez para a torcida.

O time não fez nada do que pediu em campo, mas sobra para o treinador mesmo. Afinal, é ele quem escala esses caras.

É difícil jogar com João Paulo na lateral-esquerda e com um meio-campo sem nenhuma imaginação tendo à frente atacantes perdidos em campo.

Ele tinha que arrumar tudo isso, é verdade, e até arrumou no intervalo, mas não foi o suficiente.

A verdade é que o Palmeiras que está consideravelmente melhor que o ano passado, contratou quantidade e não qualidade.

A defesa ainda tem muita fragilidade e Lucas que é a boa saída de bola do time já está bem marcado pelos adversários.

Egídio, que não jogou porque estava suspenso, também já está manjado e o Palmeiras fica órfão pelas beiras do campo.

É preciso buscar alternativas dentro do próprio elenco. Com a volta de Robinho deve melhorar um pouco.

O garoto Gabriel Jesus é muito bom jogador, mas também está sendo levado de roldão pela fase do time.

Os jogadores estão ansiosos demais, querendo resolver tudo às pressas e assim fica difícil.

É incrível, mas muda time, muda treinador, muda jogador, muda diretoria e o Palmeiras nos últimos anos apresenta praticamente os mesmos defeitos.

Sempre toma uma grande goleada, quando não duas por ano, e quando a coisa vai se afunilando que é momento da personalidade, da calma, da decisão, o time se perde pelo nervosismo e dá chance para os adversários.

Acho que o Palmeiras precisa mais de um psicólogo do que de um técnico. Ou até mesmo um pai de santo. Nessas horas é bom ficar de bem com todo mundo.

 

Palmeiras goleia São Paulo com show de Zé Roberto e Arouca

Leia o post original por Fernando Sampaio

rafaelmarques1_rib-1Foi muito fácil.

Roteiro imprevisível.

Aos dez minutos o São Paulo estava com dez e perdendo.

Daí em diante virou jogo de um time só.

Ceni e Tolói fizeram a diferença.

Aos 3′, Ceni foi displicente, relaxado, excesso de confiança, acabou sendo traído pelo gramado, pegou de canela, a bola subiu, caiu no pé do Robinho, a única opção era bater no gol vazio, o atacante fez o certo, arriscou, mandou o balão e marcou um golaço.

O Tricolor sentiu o golpe, ficou nervoso, Dudu aproveitou, malandro, deu uma cotovelada no estômago do Tolói, o zagueiro foi burro, descontrolado emocionalmente, deu o revide, visível, desnecessário e foi expulso corretamente.

Fim de jogo.

O Palmeiras encarou o jogo como uma decisão e isso fez toda a diferença.

Zé Roberto declarou na saída “o time precisava ganhar de qualquer maneira este clássico”.

Este pensamento fez diferença, o Verdão entrou com aquilo que considero decisivo em todo esporte: Intensidade, Entrega e Superação. Os grandes campeões tem isso no sangue. Nadal, Djokovic, Federer, Michael Jordan, não jogam pelo dinheiro mas pelo prazer e sede de vitória. Os grandes campeões detestam perder, sofrem com derrotas.

Sem isso não dá para ser competitivo.

O Palmeiras não tem grandes jogadores individualmente, exceto Arouca e Zé Roberto, a facilidade no clássico não pode esconder os limites técnicos do elenco, mas com esta postura e pegada o time pode surpreender e quem sabe fazer o que fez o Botafogo do Osvaldo fez no Brasileiro, conquistando uma vaga na Libertadores.

Calma, claro, não dá para avaliar este clássico isolado, mas uma vitória assim gera expectativa positiva.

Zé Roberto e Arouca mataram a pau, Rafael Marques fez um golaço.

O São Paulo continua sem pegada, mostrou intensidade, entrega e superação só contra o San Lorenzo, encarou o jogo como decisivo, mas foi só esta partida na temporada, não dá para entender um time profissional encarar um clássico sem motivação, sem pegada. Lamentável, o elenco do São Paulo tem técnica mas não tem coração.

Não dá para ter uma expectativa positiva diante de tantos fracassos nos clássicos.

Placar de 3×0 em clássico é goleada!!!

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Sr. Olhão avalia os reforços do Palmeiras

Leia o post original por Rica Perrone

Amigos preparem-se, hoje falarei sobre o Palmeiras, e como foram contratados, 19 jogadores, ou seja quase 2 times inteiros serei breve com os jogadores mais conhecidos. Comecemos pelos menos conhecidos: Ryder – atacante – surgiu na base do Bahia, fez uma taça SP muito boa em 2013 quando foi vendido à Fiorentina, ficou no Bahia […]

Não tem erro. É só fazer o que a maioria quer

Leia o post original por Odir Cunha

democracia

A vontade coletiva geralmente se mostra mais sábia do que a individual. Digo isso porque vemos que o Santos se desfez dos jogadores rejeitados pela maioria dos santistas que opinaram na enquete deste blog, e a equipe realmente melhorou. Se eu tivesse de dar um único conselho ao presidente Modesto Roma, diria: faça o que a maioria dos santistas quer e terá pouquíssima chance de cometer erros.

Dos 13 jogadores com mais de 70% de rejeição na nossa enquete, cujo resultado foi publicado neste blog no dia 17 de dezembro sob o título “Estes jogadores o torcedor não quer mais ver no Santos”, sete já não fazem mais parte do elenco santista, ou 61%.

Bruno Uvini, Vinicius Simon, Edu Dracena, Mena, Souza, Leandro Damião, Rildo e Alan Santos já se foram. Daquela lista, continuam no Santos: Vladimir, Cicinho, Renato, Patito Rodríguez e Thiago Ribeiro. Dos jogadores que o santista queria que permanecessem no clube em 2015, apenas o volante Arouca se foi.

Isso quer dizer que se a direção de futebol do Santos fosse dirigida por uma mente coletiva, que refletisse os anseios da maioria dos santistas, as decisões seriam muito mais acertadas do que as do carí$$imo diretor de futebol que montou o elenco oneroso e ruim do ano passado.

Usemos a mesma filosofia para outras questões importantes do clube, e saberemos onde é melhor jogar, qual o caminho mais rápido para se equilibrar as finanças e manter o Santos próspero etc etc. Isso não requer prática, nem tampouco perfeição. Requer uma qualidade que parece inacessível para algumas pessoas: a velha e boa humildade.

Aliás, o que é a verdadeira democracia se não um profundo exercício de humildade de quem está no poder? Só quele que, mesmo podendo fazer as coisas do jeito que quer, ainda ouve a voz da maioria, pode ser definido como um líder democrático.

Mas nem sempre a voz da maioria é a voz de Deus, responderão alguns. Eu serei obrigado a concordar, mas desde que essa maioria seja movida pela ignorância dos fatos, o que geralmente não ocorre com o futebol – e isso é provado aqui neste blog, em que muitos leitores sabem mais do que o blogueiro e meia dúzia de comentaristas de tevê juntos.

Futebol é o arroz e feijão do brasileiro. Disso ele conhece bem mais do que qualquer doutor de canudinho embaixo do braço. Se ainda fosse um ramo científico pouco conhecido, como a Astronomia, vá lá… Não foi à toa que o italiano Galileo Galilei quase foi morto pela Inquisição no século XVII por afirmar que a Terra não era o centro do Universo, como queriam o Vaticano e os católicos. Então, a religião já desvirtuava a verdade.

Mas, voltando ao século XXI e ao nosso Santos, eu aconselharia ao Ilmo presidente Modesto Roma e aos seus diretores que, na dúvida, sigam a opinião da maioria nas questões importantes para o clube. Vocês foram colocados no poder por uma minoria de sócios, mas é mais inteligente administrar pensando na maioria. Agindo assim, estarão seguindo, com a humildade própria dos grandes líderes, o caminho certo.

Você não acha que o Santos deveria fazer o que seu torcedor quer?