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Quem são vocês pra reclamar?

Leia o post original por Rica Perrone

Na história fica a verdade e para a história fica o que vocês quiserem contar.  Um dia os clubes TIVERAM que se unir para fazer um Brasileirão e formaram nossa primeira e sonhada Liga. A Copa União de 87 foi seguramente o melhor campeonato brasileiro que já tivemos. Durante o processo político com a CBF, …

Calem a boca!

Leia o post original por Rica Perrone

Eu queria saber que diabos vocês, crucificadores de almas alheias, o que estão esperando para reconhecer um dos maiores erros da vida de vossa associação secreta que deturpa a verdade em troca da reciclagem de vilões. Porque diabos é discutível um sujeito artilheiro de tudo que disputa, com 2 Copas do Mundo, destaque na Copa …

Cartolas tentam união contra CBF, mas são vistos com descrença por colegas

Leia o post original por Perrone

Dirigentes dos principais clubes do país batem cabeça na tentativa de reagir à mudança estatutária na CBF que reduziu o poder de voto deles diante das federações.

Parte dos cartolas tenta marcar reunião para decidir uma postura coletiva contra Marco Polo Del Nero, mas é vista com descrença por outros colegas. Os descrentes não enxergam capacidade de união na classe, além de entenderem que não há como fazer a entidade voltar atrás na decisão que deu peso três aos votos das federações, dois aos dos times da Série A e um aos da B. Isso sem convocar as equipes para a assembleia que definiu a alteração.

O ato foi irregular, segundo o deputado federal Otávio Leite (PSDB), porque, de acordo com sua interpretação, a Lei Pelé obriga a convocação das agremiações para as assembleias da confederação presidida por Del Nero.

No grupo de dirigentes que tentam combinar uma estratégia também existem divergências. Elas estão basicamente concentradas entre entrar com uma ação na Justiça para anular a assembleia ou fazer pressão política para tentar minar o presidente da CBF. A segunda opção é a preferida pelos que defendem uma postura firme, mas não acreditam em mudança pela via judicial.

Flamengo e Santos estão entre os clubes que tentam marcar um encontro de dirigentes para discutir o assunto. Atlético-MG e Grêmio fazem parte dos que não acreditam na capacidade dos clubes de se unirem a fim de tentar mudar a situação, embora estejam indignados com a CBF.

O gremista Romildo Bolzan, descontente com o fato de os clubes não terem sido chamados para a assembleia, avalia que era previsível que Del Nero fosse tentar mudar o estatuto para manter as federações com mais poder, mas acredita que os dirigentes não se mobilizaram para tentar impedir a manobra. Agora é tarde, na opinião dele. “Esta conversa de mudança estava correndo havia mais de um ano. Mas nós (clubes) não soubemos reagir. Antes de reclamarmos precisamos identificar nossos defeitos”, declarou Bolzan ao blog.

Para o presidente do Grêmio, mais do que uma ação pontual contra a CBF, sua classe precisa mudar a cultura de desunião que já resultou na implosão do Clube dos 13 e causou praticamente o mesmo na Primeira Liga.

Enquanto os dirigentes não se acertam, Otávio Leite, relator do Profut, lei que refinanciou a dívida fiscal dos clubes e alterou a Lei Pelé dando poder de voto na CBF também aos times da Série B, estuda como ir à Justiça para anular a assembleia. Antes da alteração na legislação só votavam times da primeira divisão e entidades estaduais, todos tinham o mesmo peso. Porém, as federações estavam em maior número no colégio eleitoral, o que assegurava mais poder a elas.

Em dois meses, Marlone vai de jogador de mais de R$ 10 mi a moeda de troca

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Com Dassler Marques, do UOL, em São Paulo

No começo do ano, o Atlético-MG ofereceu 3 milhões de euros (cerca de R$ 9,9 milhões na cotação atual) por Marlone com pagamentos em parcelas semestrais. O time paulista bateu o pé para receber o montante à vista e o negócio não foi feito. Os corintianos ficariam com a metade do valor, pois possuem 50% dos direitos econômicos.

Na noite desta segunda, ficou bem encaminhada a troca do meia pelo atacante Clayton, do Galo. Os dois empréstimos serão sem cobrança em dinheiro.

Procurado pelo blog para explicar o motivo de agora o Corinthians aceitar emprestar sem dinheiro na negociação um jogador que não vendeu recentemente por 3 milhões de euros, o diretor de futebol Flávio Adauto não respondeu à mensagem enviada.

Porém, alguns fatos são claros. No começo do ano, a maior parte da Fiel era contrária à saída de Marlone, visto como uma das esperanças da torcida num momento em que o time não tinha contratado nenhum reforço de peso, ficando atrás dos rivais. Os torcedores ainda reclamavam de a equipe não ter conseguido vaga na Libertadores deste ano.

Além disso, o presidente Roberto de Andrade sofria um processo de impeachment. Nesse cenário, tomar uma medida impopular como vender um jogador importante sem conseguir um reforço notável seria arriscado.

O tempo passou, o alvinegro apresentou Jadson como sua principal contratação, aos poucos Marlone perdeu espaço no time e a torcida se esqueceu dele. O jogador, então, procurou a diretoria e pediu para sair já que o Galo ainda tinha interesse em seu futebol.

Só que agora os mineiros não estão dispostos a tirar quase R$ 10 milhões dos cofres.

Por outro lado, o Corinthians quer um atacante veloz como Clayton para dar mais poder de fogo ao seu econômico ataque. Então, a troca agrada aos dirigentes corintianos.

Do lado mineiro, a negociação envolve um jogador que foi alvo de investimento considerável e agora é usado como moeda. Clayton foi comprado no ano passado junto ao Figueirense por 3 milhões de euros, mas hoje está longe de render o que o Galo esperava.

Pedida de R$ 5 milhões à vista emperra ida de Marlone para o Galo

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O Corinthians aceitou a oferta do Atlético-MG de 3 milhões de euros (cerca de R$ 10,1 milhões) e mais o perdāo da dívida referente à compra de Giovanni Augusto por Marlone. Porém, o negócio ainda nāo saiu por causa do pedido alvinegro de receber 1,5 milhāo de euros (cerca de R$ 5 milhões à vista).

A oferta inicial do Galo, rejeitada pelo clube paulista, foi de R$ 1 milhāo no ato da assinatura do contrato. Os mineiros agora tentam subir esse valor, mas nāo estāo dispostos a pagar a quantia exigida.

Em dificuldades financeiras, os corintianos enxergam no recebimento à vista por Marlone um reforço importante de caixa para os compromissos de início de ano.

Por 3 milhões de euros, o time de Belo Horizonte ficaria com 100% dos direitos econômicos de Marlone. O Corinthians é dono de 50%, mas ainda deve para o Penalolense pela compra. Quatro prestações estão atrasadas.

Palmeiras está disposto a oferecer R$ 33,8 mi e Arouca por Pratto

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Colaborou Danilo Lavieri, do UOL, em Sāo Paulo

A diretoria do Palmeiras pretende apresentar em breve uma oferta tentadora ao Atlético-MG para ter Lucas Pratto.

Falta ainda definir detalhes da proposta, porém, o blog apurou que o alviverde está disposto a acenar com cerca de 10 milhões de euros (R$ 33.830.000) mais os direitos econômicos de Arouca, volante sem espaço no atual campeāo brasileiro.

Vale lembrar que recentemente Leila Pereira, presidente da Crefisa, posou para foto segurando um prato, deixando no ar que dinheiro da patrocinadora pode ser usado na compra do jogador do Galo. A Crefisa está em avançado processo de renovação com o clube.

Depois de acertar com Guerra, Felipe Melo, Michel Bastos, Hyoran, Keno e Raphael Veiga, os cartolas palmeirenses reservaram a próxima semana para definir a contratação de um camisa 9 de peso. Além de Pratto, Borja, do Atlético Nacional (Colômbia), é opção.

 

 

 

 

Atrasos obrigam Corinthians a pagar à vista R$ 2,1 mi por Marlone

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Na virada do ano, venceu e nāo foi paga pelo Corinthians mais uma parcela de R$ 150 mil referente à compra de 50% dos direitos econômicos de Marlone junto ao Penapolense.

Sāo quatro prestações em atraso. A dívida chegou a R$ 600 mil.

O contrato firmado entre as partes determina que, a partir da quarta parcela em atraso, a dívida, incluindo as prestações futuras, deve ser cobrada à vista. Faltam outros dez pagamentos de R$ 150 mil. Ou seja, o Corinthians pode ter que pagar de uma só vez R$ 2,1 milhões (R$ 600 mil atrasados mais R$ 1,5 milhāo a vencer).

O blog nāo conseguiu localizar a diretoria do Penapolense para saber se o débito será cobrado à vista.

Emerson Piovezan, diretor financeiro corintiano, nāo atendeu às ligações e nem respondeu mensagem enviada pelo blog.

A dívida pode ser usada como instrumento de pressāo para a venda de Marlone para o Atlético-MG, já que o Galo assumiria pelo menos as parcelas futuras.