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‘Cereja’ do bolo na berlinda?

Leia o post original por Craque Neto

O colombiano Miguel Borja foi até agora a contratação mais cara do futebol brasileiro em 2017. O Palmeiras contratou o artilheiro do campeão Atlético Nacional na Libertadores do ano passado por impressionantes R$ 33 milhões. Ele parecia uma realidade. Tanto que os torcedores do Verdão lotaram o aeroporto de Guarulhos para recepcionar o jogador gringo. Festa digna de Pelé! Ele era considerado a cereja no bolo palmeirense, já que veio no time campeão para substituir o menino Gabriel Jesus. Fiz uma pesquisa rápida e percebi que apesar dos 24 anos ele tinha tido destaque na carreira pra valer apenas na temporada […]

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Brasília em chamas e o Botafogo incendeia o Rio. Com pressa!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Luis Benavides/AP Photo – retirada do UOL

Ah, deixemos hoje de lado a seleção do Palmeiras, o milionário fracassado Flamengo, o Tite “ideal para presidente do Brasil” e o Galo do “Neymarzinho Equatoriano” Cazares.

Falemos do Botafogo que jamais ganhou uma Liberadores.

Mal conseguia dela participar.

Nos anos de Manga, Nilton Santos, Garrincha, Rildo, Didi, Quarentinha, Amarildo e Zagallo, o Fogão da meia cinza sempre parava no timaço do Santos de Pelé.

Isso na final ou na semifinal da Taça Brasil, o torneio que credenciava nosso único representante na competição.

Antigamente só entrava, a partir de 1960, quando foi criada a Libertadores, o campeão de cada país.

Hoje já temos até um… G-7!!!

Entra todo mundo, uma festa.

É que os cartolas engordaram a quantidade de times e espicharam o tempo de disputa, de trimestral para quase anual, só para que os direitos de transmissão pela TV fossem às alturas, como foram.

E se antigamente, nos anos de Telê, “Torcer para o São Paulo é uma grande moleza” (e hoje virou “grande dureza”), atualmente é “cívico” virar botafoguense na Libertadores.

É uma questão de gratidão ao time que nos deu 41.07% da Copa da Suécia-58, 100% da Copa do Chile-62 e 49.17% da Copa do México-70.

Hoje, acabou a minha raiva do Botafogo-1995, time do “zagueiro” Márcio Rezende de Freitas, e quinta-feira foi de chorar vendo a festa da torcida de General Severiano no “Estádio Nilton Santos”.

Que o time do Pimpão siga “todo garboso” botando fogo na Libertadores na mesma época em que Brasília arde.

Sim, a vaca por lá foi para o brejo, mas por enquanto só o sininho e o rabo.

Falta ainda quase tudo, dos chifres ao traseiro.

Para o “primo” Aécio Neves, não.

Acabou!

Foi pífio e até juvenil.

Com seu algoz gravando tudo, como ele, um “macaco velho”, não sacou que “seu amigo” estava só levantando a bola para ele ir falando, falando e falando?

Quase um monóculo, com o “interlocutor” de emboscada atrás do toco esperando a onça beber água.

Faltou ser uma raposa, símbolo de seu time, ele tão burro e ela tão esperta.

Esperta como boiadeiros de Alfenas e Goiânia.

E rápidos no gatilho.

Tão rápidos que no começo de abril quase aluguei um apartamento em Nova York para um jovem executivo brasileiro, via o broker (corretor) Freddy Gouveia, brasileiro lá radicado há anos.

Mas, aflito, ele queria entrar no imóvel com tudo dentro, do jeito que estava e no “outro dia” com mulher, dois filhos menores e a babá “que estavam chegando em Nova York”.

Não deu certo porque não dava para retirar de lá “por telefone” tanta coisa particular da família cambiando de Upper East Side para Tribeca, hoje alugado para Companhia chinesa, investidora de Wall Street, bem perto.

Mundo pequeno, o lépido quase-inquilino era mais um dos famosos e hoje tão falados Batistas.

De segunda geração, filho ou sobrinho.

Que pressa, sô!

Hoje, pelas chamas de Brasília, caiu a ficha.

E que sejamos todos felizes!

OPINE!!!

Então o que é?

Leia o post original por Rica Perrone

Toda vez que falamos sobre algo grandioso no futebol logo dizemos não ser “só um esporte”.  E então as vezes alguma alma muito cafajeste nos pergunta: então o que é? E nós paramos de falar. É maior. O que exatamente, não sabemos explicar.  Religião? Muito radical e forte, estaríamos atrelando a algo que não é …

Fim de sonho. Agora, o SP se preocupa com o Corinthians

Leia o post original por Antero Greco

Dois nomes que a torcida são-paulina não vai esquecer tão facilmente: Borja e Polic. Por causa deles, o time tricolor não teve a mínima chance de bater o Atlético Nacional e sair de Medellín com a vaga para a finalíssima da Taça Libertadores.

Os colombianos venceram por 2 a 1 e provaram que são mesmo melhores que a equipe de Edgardo Bauza.

O atacante Borja é rápido, certeiro em suas finalizações e parece que gosta muito de fazer gols no São Paulo. Tanto que, em apenas duas partidas, marcou quatro vezes.

Já o árbitro chileno Patrício Polic, que é professor de Educação Física e técnico de handebol, ajudou a estragar a noite tricolor no estádio Atanasio Girardot. Ele não atendeu a reclamações de jogadores do São Paulo e não considerou pênalti de Bocanegra em Hudson, quando o jogo ainda estava no primeiro tempo e o placar era de 1 a 1. E deu pênalti de Carlinhos que originou o segundo gol.

Foi um primeiro tempo muito igual. Os dois times tiveram algumas chances, com seus dois atacantes goleadores: Calleri pelo São Paulo e Borja pelos colombianos.

O São Paulo voltou do intervalo com muita vontade, com Calleri partindo para todas as divididas e aos dez minutos o técnico Edgardo Bauza jogou a cartada definitiva ao colocar Alan Kardec no lugar de Hudson. Ele queria time ofensivo, mas o plano não funcionou. Quem teve as maiores chances foi o Atlético Nacional, com Borja exigindo grande defesa de Denis e Mejia perdendo gol certo, quando Bruno apareceu para salvar o segundo gol adversário.

A tensão estava alta em campo e aos 32 minutos, em um cruzamento da direita, a bola bateu no braço do lateral Carlinhos. Polic assinalou o pênalti. Borja, claro, cobrou e fez 2 a 1. Os jogadores tricolores ficaram ainda mais nervosos, reclamaram, aplaudiram ironicamente o juiz e no fim da confusão Wesley e Lugano estavam expulsos.

Agora, o Atlético Nacional vai decidir a Libertadores, enquanto o São Paulo volta para sua crise no Morumbi. E domingo tem clássico com o Corinthians.

Atlético confirma favoritismo, São Paulo foi assaltado

Leia o post original por Fernando Sampaio

sao_paulo_efeDia 20 de maio postei “Atlético Nacional é favorito na semifinal”.

Pesquise no Blog.

Alguns são-paulinos ficaram bravos. Foram irônicos. Normal, não escrevo para agradar fanáticos. Não estou nem aí, porque quem torce distorce, analisa com paixão e sem razão.

O time colombiano sempre foi melhor, mais forte, mais técnico, toca melhor a bola, bem treinado, fez a melhor campanha da Libertadores. Era favorito e confirmou o favoritismo.

O São Paulo sempre foi o Timeco do Leco. A semifinal deu uma certa ilusão mas o fato é que o elenco enfraqueceu nesta temporada. No início do ano, disse que dificilmente o time terminaria o Brasileirão no G-4, como aconteceu no ano passado.

Vamos aguardar…. A tendência é essa, ainda mais com a saída de bons jogadores.

Bauza tirou leite de pedra. Maicon e Lugano trouxeram o espírito guerreiro. A postura mudou. Se o elenco perdeu técnica, ganhou superação, entrega, oncentração, pegada. Mas, tudo tem limite. Semifinal de Libertadores foi bem além da expectativa.

Apesar da superioridade do Atlético, faltou bastidores.

Libertadores tem que trabalhar arbitragem. No mínimo para não ser prejudicado. Dificilmente Maicon seria expulso no Morumbi. A roubalheira na competição é histórica. A Conmebol é um balcão de negócios. Corinthians x Boca e São Paulo x Vélez são alguns exemplos marcantes.

O comentarista e ex-árbitro Rafael Porcari deu a letra antes do jogo.

O árbitro chileno foi suspenso em 2003 por 8 meses. Suspeita de favorecimento. Saiu da FIFA. Voltou em 2010 e apitou pouquíssimos jogos da Libertadores. Em 2015 apitou só um jogo. Em 2016 apitou 4 jogos mais fracos. De repente aparece numa semifinal de Libertadores?

Fala sério.

Achei que São Paulo deveria ter saído de campo após a marcação do pênalti. Antigamente, árbitro ladrão saia de camburão quando roubava o time da casa. Quando roubava o visitante, o visitante saia de campo. O time deveria sair expulso. Seria um protesto para marca na história da Libertadores. Ficar em campo vendo o time de Medellín tocando a bola é ridículo.

Se o Atlético já era melhor e favorito com o apito a favor foi covardia.

Vergonhoso! Apito impede milagre são-paulino na Colômbia!

Leia o post original por Milton Neves

bauza charge ganso

Atlético Nacional 2 x 1 São Paulo

A situação do São Paulo para a decisão contra o Atlético Nacional já era complicadíssima.

Jogando contra 12, então…

Exatamente, contra 12!

Afinal, o que foi a atuação da equipe de arbitragem liderada pelo chileno Patrício Polic?

O escandaloso pênalti em Hudson no final da primeira etapa, não assinalado pelo “Homem de Preto”, mudaria completamente a partida, que já estava empatada em 1 a 1.

E vale lembrar que, apesar de ter sido infantil, Maicon foi injustamente expulso no primeiro duelo entre brasileiros e colombianos, no Morumbi.

Por isso, não é exagero algum afirmar que o Tricolor só está fora da Libertadores por causa da incompetência dos árbitros sul-americanos.

Ah, e no final do duelo teve ainda uma penalidade para o Atlético Nacional, que definiu a eliminação são-paulina.

E foi pênalti, claro, mas o placar já estava manchado desde o primeiro tempo.

Essa mão de Carlinhos na bola veio a calhar para o juizão caseiro.

Mas veja só como são as coisas.

O São Paulo, que por muito tempo foi considerado o maior clube da América do Sul, agora não tem nem mais moral algum nos bastidores da CONMEBOL.

Afinal, não é nada normal ser “operado” nos jogos de ida e volta, não é mesmo?

Mas, bola para frente.

Uma pena que agora o ano praticamente acabou para o Tricolor paulista, oitavo colocado no Brasileirão.

E para piorar, após sofrer com o apito-amigo na Colômbia, o clube do Morumbi enfrenta agora pelo Campeonato Brasileiro o rei do apito-amigo.

Que azar, não é mesmo?

E Edgardo Bauza, hein?

Com esta eliminação, corre risco de perder o cargo no São Paulo?

E quem chegará para ocupar o lugar de Calleri?

Opine!

Mesmo eliminado, São Paulo merece aplausos de sua torcida

Leia o post original por Perrone

Com a derrota por 2 a 1 para o Atlético Nacional, na Colômbia, o São Paulo foi eliminado da Libertadores nesta quarta nas semifinais, fase na qual parecia ser incapaz de chegar. Depois de começar o ano sofrendo com salários atrasados, vestiário rachado, irritação da torcida, acusações de corpo mole e até dando vexame ao perder para o boliviano The Strongest em casa, a equipe de Edgardo Bauza deu a volta por cima. Com garra, aplicação tática e boas atuações individuais, principalmente de Michel Bastos, Paulo Henrique Ganso e Calleri, os tricolores conquistaram o direito de sonhar com o título.

Porém, nas semifinais, o clube brasileiro, sem Ganso, lesionado, foi inferior ao Atlético nos dois jogos, e ainda ficou no prejuízo na primeira partida pela expulsão infantil de Maicon. A diferença entre os adversários foi grande. Ficou a impressão de que mesmo sem o cartão vermelho de Maicon no Morumbi não daria para o clube brasileiro.

Por tudo que superou durante a campanha, o elenco são-paulino merece aplausos de sua torcida e apoio para continuidade da temporada, que não promete ser menos dura do que foi a trajetória no torneio continental. Ainda mais se for repetido o descontrole de alguns jogadores, principalmente Lugano e Wesley, ao final da partida na Colômbia. O pênalti não marcado pelo juiz e um suposto erro na expulsão do zagueiro não justificam o destempero tricolor.