Arquivo da categoria: Atlético Nacional

Borja precisa se sentir importante, diz Marcos Assunção

Leia o post original por Craque Neto

Ex-volante e ídolo do Verdão, Marcos Assunção concorda com a declaração do técnico do Flamengo, Reinado Rueda, que diz que o atacante Miguel Borja precisa de afetividade para poder render.

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O tal de ‘Zé’ Rueda vai dar certo no Flamengo?

Leia o post original por Craque Neto

Apenas detalhes separam o colombiano Reinaldo Rueda de um acordo para ser o novo técnico do Flamengo. Ele substituiria o recém-demitido Zé Ricardo. Muita gente que não é envolvida no futebol deve estar se perguntando: quem é esse ‘Zé Rueda’ pra assumir o clube com uma das maiores torcidas do País? Trata-se do comandante do último campeão da Libertadores: o Atlético Nacional. É um cara experiente e que tem passagens por Seleções como Colômbia e Equador. Esteve inclusive no Mundial do Brasil em 2014 com os equatorianos. Agora, sinceramente, será que o nome do Rueda empolga o torcedor rubro-negro? Olha, […]

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‘Cereja’ do bolo na berlinda?

Leia o post original por Craque Neto

O colombiano Miguel Borja foi até agora a contratação mais cara do futebol brasileiro em 2017. O Palmeiras contratou o artilheiro do campeão Atlético Nacional na Libertadores do ano passado por impressionantes R$ 33 milhões. Ele parecia uma realidade. Tanto que os torcedores do Verdão lotaram o aeroporto de Guarulhos para recepcionar o jogador gringo. Festa digna de Pelé! Ele era considerado a cereja no bolo palmeirense, já que veio no time campeão para substituir o menino Gabriel Jesus. Fiz uma pesquisa rápida e percebi que apesar dos 24 anos ele tinha tido destaque na carreira pra valer apenas na temporada […]

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Brasília em chamas e o Botafogo incendeia o Rio. Com pressa!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Luis Benavides/AP Photo – retirada do UOL

Ah, deixemos hoje de lado a seleção do Palmeiras, o milionário fracassado Flamengo, o Tite “ideal para presidente do Brasil” e o Galo do “Neymarzinho Equatoriano” Cazares.

Falemos do Botafogo que jamais ganhou uma Liberadores.

Mal conseguia dela participar.

Nos anos de Manga, Nilton Santos, Garrincha, Rildo, Didi, Quarentinha, Amarildo e Zagallo, o Fogão da meia cinza sempre parava no timaço do Santos de Pelé.

Isso na final ou na semifinal da Taça Brasil, o torneio que credenciava nosso único representante na competição.

Antigamente só entrava, a partir de 1960, quando foi criada a Libertadores, o campeão de cada país.

Hoje já temos até um… G-7!!!

Entra todo mundo, uma festa.

É que os cartolas engordaram a quantidade de times e espicharam o tempo de disputa, de trimestral para quase anual, só para que os direitos de transmissão pela TV fossem às alturas, como foram.

E se antigamente, nos anos de Telê, “Torcer para o São Paulo é uma grande moleza” (e hoje virou “grande dureza”), atualmente é “cívico” virar botafoguense na Libertadores.

É uma questão de gratidão ao time que nos deu 41.07% da Copa da Suécia-58, 100% da Copa do Chile-62 e 49.17% da Copa do México-70.

Hoje, acabou a minha raiva do Botafogo-1995, time do “zagueiro” Márcio Rezende de Freitas, e quinta-feira foi de chorar vendo a festa da torcida de General Severiano no “Estádio Nilton Santos”.

Que o time do Pimpão siga “todo garboso” botando fogo na Libertadores na mesma época em que Brasília arde.

Sim, a vaca por lá foi para o brejo, mas por enquanto só o sininho e o rabo.

Falta ainda quase tudo, dos chifres ao traseiro.

Para o “primo” Aécio Neves, não.

Acabou!

Foi pífio e até juvenil.

Com seu algoz gravando tudo, como ele, um “macaco velho”, não sacou que “seu amigo” estava só levantando a bola para ele ir falando, falando e falando?

Quase um monóculo, com o “interlocutor” de emboscada atrás do toco esperando a onça beber água.

Faltou ser uma raposa, símbolo de seu time, ele tão burro e ela tão esperta.

Esperta como boiadeiros de Alfenas e Goiânia.

E rápidos no gatilho.

Tão rápidos que no começo de abril quase aluguei um apartamento em Nova York para um jovem executivo brasileiro, via o broker (corretor) Freddy Gouveia, brasileiro lá radicado há anos.

Mas, aflito, ele queria entrar no imóvel com tudo dentro, do jeito que estava e no “outro dia” com mulher, dois filhos menores e a babá “que estavam chegando em Nova York”.

Não deu certo porque não dava para retirar de lá “por telefone” tanta coisa particular da família cambiando de Upper East Side para Tribeca, hoje alugado para Companhia chinesa, investidora de Wall Street, bem perto.

Mundo pequeno, o lépido quase-inquilino era mais um dos famosos e hoje tão falados Batistas.

De segunda geração, filho ou sobrinho.

Que pressa, sô!

Hoje, pelas chamas de Brasília, caiu a ficha.

E que sejamos todos felizes!

OPINE!!!

Então o que é?

Leia o post original por Rica Perrone

Toda vez que falamos sobre algo grandioso no futebol logo dizemos não ser “só um esporte”.  E então as vezes alguma alma muito cafajeste nos pergunta: então o que é? E nós paramos de falar. É maior. O que exatamente, não sabemos explicar.  Religião? Muito radical e forte, estaríamos atrelando a algo que não é …

Fim de sonho. Agora, o SP se preocupa com o Corinthians

Leia o post original por Antero Greco

Dois nomes que a torcida são-paulina não vai esquecer tão facilmente: Borja e Polic. Por causa deles, o time tricolor não teve a mínima chance de bater o Atlético Nacional e sair de Medellín com a vaga para a finalíssima da Taça Libertadores.

Os colombianos venceram por 2 a 1 e provaram que são mesmo melhores que a equipe de Edgardo Bauza.

O atacante Borja é rápido, certeiro em suas finalizações e parece que gosta muito de fazer gols no São Paulo. Tanto que, em apenas duas partidas, marcou quatro vezes.

Já o árbitro chileno Patrício Polic, que é professor de Educação Física e técnico de handebol, ajudou a estragar a noite tricolor no estádio Atanasio Girardot. Ele não atendeu a reclamações de jogadores do São Paulo e não considerou pênalti de Bocanegra em Hudson, quando o jogo ainda estava no primeiro tempo e o placar era de 1 a 1. E deu pênalti de Carlinhos que originou o segundo gol.

Foi um primeiro tempo muito igual. Os dois times tiveram algumas chances, com seus dois atacantes goleadores: Calleri pelo São Paulo e Borja pelos colombianos.

O São Paulo voltou do intervalo com muita vontade, com Calleri partindo para todas as divididas e aos dez minutos o técnico Edgardo Bauza jogou a cartada definitiva ao colocar Alan Kardec no lugar de Hudson. Ele queria time ofensivo, mas o plano não funcionou. Quem teve as maiores chances foi o Atlético Nacional, com Borja exigindo grande defesa de Denis e Mejia perdendo gol certo, quando Bruno apareceu para salvar o segundo gol adversário.

A tensão estava alta em campo e aos 32 minutos, em um cruzamento da direita, a bola bateu no braço do lateral Carlinhos. Polic assinalou o pênalti. Borja, claro, cobrou e fez 2 a 1. Os jogadores tricolores ficaram ainda mais nervosos, reclamaram, aplaudiram ironicamente o juiz e no fim da confusão Wesley e Lugano estavam expulsos.

Agora, o Atlético Nacional vai decidir a Libertadores, enquanto o São Paulo volta para sua crise no Morumbi. E domingo tem clássico com o Corinthians.

Atlético confirma favoritismo, São Paulo foi assaltado

Leia o post original por Fernando Sampaio

sao_paulo_efeDia 20 de maio postei “Atlético Nacional é favorito na semifinal”.

Pesquise no Blog.

Alguns são-paulinos ficaram bravos. Foram irônicos. Normal, não escrevo para agradar fanáticos. Não estou nem aí, porque quem torce distorce, analisa com paixão e sem razão.

O time colombiano sempre foi melhor, mais forte, mais técnico, toca melhor a bola, bem treinado, fez a melhor campanha da Libertadores. Era favorito e confirmou o favoritismo.

O São Paulo sempre foi o Timeco do Leco. A semifinal deu uma certa ilusão mas o fato é que o elenco enfraqueceu nesta temporada. No início do ano, disse que dificilmente o time terminaria o Brasileirão no G-4, como aconteceu no ano passado.

Vamos aguardar…. A tendência é essa, ainda mais com a saída de bons jogadores.

Bauza tirou leite de pedra. Maicon e Lugano trouxeram o espírito guerreiro. A postura mudou. Se o elenco perdeu técnica, ganhou superação, entrega, oncentração, pegada. Mas, tudo tem limite. Semifinal de Libertadores foi bem além da expectativa.

Apesar da superioridade do Atlético, faltou bastidores.

Libertadores tem que trabalhar arbitragem. No mínimo para não ser prejudicado. Dificilmente Maicon seria expulso no Morumbi. A roubalheira na competição é histórica. A Conmebol é um balcão de negócios. Corinthians x Boca e São Paulo x Vélez são alguns exemplos marcantes.

O comentarista e ex-árbitro Rafael Porcari deu a letra antes do jogo.

O árbitro chileno foi suspenso em 2003 por 8 meses. Suspeita de favorecimento. Saiu da FIFA. Voltou em 2010 e apitou pouquíssimos jogos da Libertadores. Em 2015 apitou só um jogo. Em 2016 apitou 4 jogos mais fracos. De repente aparece numa semifinal de Libertadores?

Fala sério.

Achei que São Paulo deveria ter saído de campo após a marcação do pênalti. Antigamente, árbitro ladrão saia de camburão quando roubava o time da casa. Quando roubava o visitante, o visitante saia de campo. O time deveria sair expulso. Seria um protesto para marca na história da Libertadores. Ficar em campo vendo o time de Medellín tocando a bola é ridículo.

Se o Atlético já era melhor e favorito com o apito a favor foi covardia.