Arquivo da categoria: Atlético Paranaense

Classificação preocupante

Leia o post original por Odir Cunha

O Santos se classificou para as quartas de final da Copa Libertadores ao vencer o Atlético Paranaense por 1 a 0, diante de 12.360 pessoas, na Vila Belmiro, mas jogou tão mal e foi tão pressionado pelo adversário, que a torcida saiu preocupada do Urbano Caldeira. Será que jogando assim o time terá condição de passar pelo Barcelona de Guayaquil?

Eu acho que não. Sem o comprometimento que se espera de cada jogador santista em todo jogo da Libertadores, a competição mais importante da equipe este ano, a derrota no Equador será certa e mesmo em casa o Alvinegro Praiano terá dificuldades. Essa vitória na Vila não pode esconder as muitas deficiências do time.

A principal delas foi no meio de campo. Como muitos leitores deste blog previram, Yuri e Alison não deram conta do recado. Como Lucas Lima também não marca ninguém, o setor virou uma imensa zona franca, que o adversário atravessava como queria. A avenida Victor Ferraz novamente esteve aberta em tempo integral e no ataque Ricardo Oliveira nada fez até dar o passe para o gol de Bruno Henrique, aos 32 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o Santos continua como o único invicto da Libertadores, mas Levir Culpi terá de mexer na escalação caso queira injetar um pouco mais de sangue nas veias desse time que mais pareceu disputando uma pelada em uma colônia de férias do que um jogo decisivo da principal competição do continente. Não fosse o goleiro Vanderlei e o zagueiro Lucas Veríssimo, e o Santos talvez já estivesse fora da competição.

Atuações

Vanderlei – Salvou o time de novo. É evidente que é o melhor goleiro do Brasil no momento, mas ainda bem que Tite convocou Cássio. Chega de a CBF desfalcar o Santos na Libertadores. 8.
Victor Ferraz – Voltou a ser o jogador disperso no ataque e na defesa, oferecendo um corredor amplo e confortável aos atacantes contrários. 3.
Lucas Veríssimo – Novamente um gigante. Salvou um gol embaixo da trave, com o peito. Ganhou tudo pelo alto e no chão. Um dos melhores zagueiros brasileiros do momento. 8.
David Braz – Um pouco abaixo de seu companheiro de zaga. 6.
Zeca – Ainda não voltou a jogar o que sabe. 4.
Yuri – Muito limitado. Marcou mal, saiu jogando mal, se colocou mal. 2 (Jean Mota – Ao menos melhor que Yuri. 5).
Alison – Tão fraco como Yuri. 2. (Daniel Guedes – Fechou mais a defesa por seu setor. 5).
Lucas Lima – Só cismou de jogar nos últimos 15 minutos de jogo. 5.
Copete – Lutou, mas errou muito. 4. (Thiago Ribeiro – Um pouquinho melhor. 4,5).
Ricardo Oliveira – Ausente do jogo durante quase todo o tempo, mas deu duas boas assistências, uma delas para o gol. 5.
Bruno Henrique – Lutou e fez o gol da vitória. 6.
Levir Culpi – Escalou mal o meio de campo, o que fez com que o Santos fosse dominado em plena Vila Belmiro. 4,5.

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Os limites da polêmica

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Isenção. A necessidade de ser neutro.

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A importância de reler o texto

Criatividade e os caminhos que levam a ela

Comportamento do repórter

Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.

Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Descrição das funções Jornalísticas

Repórter – Copidesque – Chefe de Reportagem

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Como fazer

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Fé na Libertadores, Santos!

Leia o post original por Odir Cunha


Em Curitiba foi assim.

A eliminação de Palmeiras e Atlético Mineiro, que jogavam em casa contra equipes de centros menos desenvolvidos do futebol sul-americano, mostra a que nível chegou o futebol brasileiro. Mas o Santos, único time invicto na Copa Libertadores, segue firme, mesmo desacreditado pela chamada “crítica especializada”. Tudo bem, com o Santos tem sido assim. Mas no campo, hoje à noite, o Alvinegro Praiano tem tudo para superar o Atlético Paranaense e se classificar para as quartas de final da competição. A caravana passa…

O Atlético Paranaense está jogando bem e é claro que tem alguma chance de ganhar do Santos na Vila Belmiro por dois gols de diferença, no encontro desta quinta-feira, às 21h45, pelas oitavas de final da Copa Libertadores. Entretanto, só mesmo uma confluência de coincidências ruins poderia provocar a eliminação santista em pleno Urbano Caldeira por um time menos gabaritado do que o Santos. É só jogar futebol, precavido, mas com mentalidade ofensiva, e o Santos não só se classificará, como obterá uma vitória redentora, que poderá levá-lo a mais uma decisão da Libertadores.

Mais prejuízos

Ontem o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva puniu o presidente do Santos, Modesto Roma, com suspensão de 120 dias e multa de 100 mil reais por acusar o repórter Eric Faria sem provas. Porém, quem acompanha o Santos sabe que a gestão atual já bem causando prejuízos ao clube desde que tomou posse, por: Evitar jogar no Pacaembu, onde os jogos do Santos atraem mais público e dão mais lucro; por protelar o lançamento de uma campanha nacional de sócios; por resolver produzir o próprio material esportivo, recevebdo menos por isso do que a maioria dos grandes clubes brasileiros; por não ouvir as recomendações do conselho fiscal e enxugar a folha de pagamentos…

Enfim, perto do que já deixou de ganhar e já gastou em menos de três anos, 100 mil reais é fichinha. Resta saber se o clube ainda será obrigado a pagar uma multa devido ao amadorismo do seu presidente.

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Um Santos com atitude

Leia o post original por Odir Cunha

Era só isso que o torcedor queria: um Santos vibrante, que se entregasse ao jogo com vontade. Em Curitiba, mesmo sem quatro jogadores que vinham sendo titulares, o time dirigido pelo interino Elano venceu por 2 a 0, gols de Kayke no primeiro tempo, após ótimos contra-ataques, e acabou com um tabu de 10 anos sem superar o Atlético Paranaense na Arena da Baixada.

Dos 18 mil pagantes, calculo que cinco mil eram santistas, muitos pertencentes à Embaixada do Santos em Curitiba. Dessa vez, os torcedores saíram felizes, pois o time não se contentou em tocar a bola de lado. Sofreu um sufoco no segundo tempo, é verdade, mas garantiu uma importante vitória fora de casa.

O Santos jogou com Vanderlei, novamente com grande atuação; Daniel Guedes, de regular para bom, mas expulso aos 40 minutos do segundo tempo; Lucas Veríssimo e David Braz, que ganharam todas as bolas pelo alto, e Jean Mota, que não comprometeu. Thiago Maia, muito bem, substituído por Alison aos 17 minutos do segundo tempo; Renato, discreto, e Vitor Bueno, fraco, substituído por Cléber aos 36 minutos do segundo tempo; Bruno Henrique, esforçado; Copete, idem, e Kayke, o artilheiro do jogo, substituído por Leandro Donizete aos 42 minutos da segunda etapa.

A próxima partida do Alvinegro Praiano no Campeonato Brasileiro será o clássico contra o Palmeiras, na quarta-feira, às 21h45, na Vila Belmiro. As duas vitórias consecutivas devem fazer o torcedor lotar o Urbano Caldeira na expectativa de mais três pontos que podem deixar o Santos, atualmente em décimo lugar, próximo da zona da Libertadores.

E você, o que achou do Santos do Elano?

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MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA

O técnico Levir Culpi, que ainda não comandará o Santos neste domingo, em Curitiba, contra o Atlético Paranaense, é um personagem especial do futebol, pois tem no mínimo dois neurônios que se conectam. Como hoje está com a vida mansa e não tem o rabo preso com a CBF ou alguma rede de tevê, falou o que todo mundo já sabe: que o Santos dispensa apresentações, pois é daqueles times que têm um lugar cativo entre os grandes da história. Agora sou eu que digo: que se curtam mais os rappers ou os pagodeiros do momento é compreensível, mas isso não quer dizer que se deva esquecer Tom Jobim e a bossa nova.

Entre os anos 60 e 70 o Santos chegou a um ponto inalcançável por qualquer outro time no mundo. E suas marcas permanecem. Sempre que entra em campo, com a mesma camisa e o mesmo distintivo, remete o futebol aos seus tempos mais belos e apaixonantes. É como disse Pelé: “Hoje o time joga no quintal de sua casa, coloca o vídeo no Youtube e todo mundo vê; no nosso tempo nós tínhamos de jogar no mundo todo para sermos vistos. Só não jogamos na Lua”.

Engraçado que o Santos demorou 42 anos para jogar fora do Brasil, mas foi só sentir o gostinho da aventura e se libertou de vez do rabo da saia da mamãe Belmiro. Time brasileiro que mais jogou e venceu equipes estrangeiras, o Glorioso Alvinegro Praiano escreveu histórias que parecem lenda. Em alguns países paralisou guerras, em outros provocou conflitos. Em todos, a causa era a mesma: testemunhar aqueles mágicos homens de branco levitando pelo gramado verde como santos que eram.

Confesso que já tinha dado por encerrado o meu ciclo de livros sobre a história do Santos. Ainda queria escrever sobre alguns ídolos, mas a respeito apenas do time só um livro me apeteceria: queria contar como foram as viagens por todos os continentes, por dezenas de países, mas não me contentaria com nomes e números. Seria preciso sentir o ambiente local, conhecer as opiniões da imprensa estrangeira, conseguir fotos inéditas, ingressos dos jogos, descobrir detalhes, histórias curiosas…

Não via, porém, como conseguir tempo e recursos para empreender essa pesquisa longa e universal. Até que me surgiu um anjo que há muitos anos já fazia esse trabalho meticuloso de garimpagem dos rastros do Santos pelo mundo afora. Morador em Luxemburgo, na Europa, o santista Marcelo Fernandes já fazia essa garimpagem há muitos anos. Como o seu trabalho, em uma companhia aérea, lhe permite viajar pelo mundo, Marcelo visitou os lugares pelos quais o Santos passou e pesquisou em museus, bibliotecas, exposições, estádios e participou de leilões para adquirir peças importantes da memorabilia das viagens santistas.

Os 200 primeiros compradores terão o nome no livro e ganharão um exemplar com apenas 90 reais. Clique aqui e garanta o seu! Este livro vale como um título mundial!

Começamos os planos para o livro há sete anos, temos falado e completado nossas informações desde então, entramos na reta final no ano passado e agora, finalmente, podemos anunciar, com muito orgulho e enorme prazer, o lançamento do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, próximo lançamento da Editora Onze, de Marco Piovan, outro apaixonado pela história do futebol.

Não conheço nenhum outro livro que fale, exclusivamente, das viagens internacionais de um time. Bem, certamente não há uma equipe que tenha tanto assunto, tantas aventuras a contar que envolvam desde as cidades iluminadas da Europa até as povoações modestas na África. Por isso, não é exagero dizer que jamais haverá um time tão impactante como o Santos de Pelé. Por onde ele passou, deixou sua marca.

Trata-se, portanto, de obra única, inigualável, tão valiosa para a história do nosso Santos como mais um título mundial. E outra notícia sensacional é que você poderá ter o seu nome impresso no livro, garantir presença no evento de lançamento, ao lado de grandes craques daquele Santos formidável e ainda obter outras recompensas por preços promocionais de pré-lançamento.

Se esperarmos que os outros reconheçam os méritos inigualáveis do nosso Santos, morreremos sentados. Portanto, nos unamos para que “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” seja lançado com o esmero e a divulgação que merece e espalhe essa história singular do time de uma pequena cidade brasileira que colocou o mundo aos seus pés.

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Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva

Sou suspeito para falar, mas se eu tivesse filhos pequenos, eles já estariam inscritos no Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva. As crianças passarão quatro dias aprendendo e aprimorando seu jogo de tênis, fazendo novas amizades e convivendo com professores especializados no ensino e no treinamento de crianças.

O lugar é paradisíaco, nem parece que você está em São Paulo. Considero as quadras de saibro do Clube de Campo Castelo as mais bonitas da cidade. As crianças e seus pais adoraram as clínicas anteriores. Um dia todo de tênis, com refeições, transfer direto do Shopping Morumbi. Abaixo segue o cartaz do evento com o telefone e o e-mail para informações e a inscrição.

clinica de tenis do castelo - 2017


Maior espetáculo da Terra

Leia o post original por Odir Cunha

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Só há uma opção: Vencer!

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Minhas caras e meus caros leitores, neste sábado pré-eleitoral o Santos enfrenta o Atlético Paranaense às 16 horas, na Vila Belmiro, e não pode nem cogitar outro resultado que não seja a vitória. Com a derrota para o Sport, a posição no G4 ficou ameaçada, pois o Fluminense está a apenas dois pontos e o próprio Atlético Paranaense pode se igualar ao Alvinegro Praiano se vencer o jogo de logo mais. Porém, com a volta dos titulares Ricardo Oliveira e Jean Mota, o Santos é favorito e, como corre mais e é mais ofensivo quando joga em casa, tem tudo para vencer o bom Atlético do técnico Paulo Autuori.

E se o técnico Dorival Junior já pensa em usar as ausências de Gustavo Henrique e Vitor Bueno como desculpas para um eventual tropeço, vamos avisando que os desfalques do time do Paraná são bem maiores. Autuori não poderá contar com Cleberson (lesões na face e no joelho), Lucas Macanhan (contusão no ligamento cruzado anterior do joelho direito), Deivid e Nikão (em transição), Sidcley (lesão no músculo adutor da coxa direita), Luciano Cabral (entorse no tornozelo direito), André Lima (edema no joelho esquerdo) e Léo (suspenso).

Para buscar essa vitória que o manterá no G4 e ainda com possibilidades matemáticas de chegar ao título, o Santos deverá jogar com Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Jean Mota, Ricardo Oliveira e Copete. Creio que, com exceção dos inseguros Victor Ferraz e David Braz, a escalação está bem equilibrada. E como na Vila o Santos fica mais tempo no ataque, as falhas defensivas não aparecem tanto.

O técnico Dorival Junior completa 150 partidas na direção do Santos, equiparando-se a Muricy Ramalho. Entrevistado por um site, Muricy disse o que Dorival reluta em afirmar: que o Santos deve disputar a Libertadores no ano que vem. Tomara que Dorival tenha a mesma convicção.

A arbitragem será de Péricles Bassols Pegado Cortez, auxiliado por Clovis Amaral da Silva e Cleberson do Nascimento Leite, todos de Pernambuco. Esperemos que atuem bem, com critérios claros, não tentem inventar e não prejudiquem nenhuma das equipes. Santista, ao contrário de outros torcedores, não gosta de ganhar roubado.

E você, o que espera de Santos x Atlético/PR?

CONSELHEIROS PEDEM RECONSIDERAÇÃO DE BONAVIDES

Um ofício com a assinatura de dezenas de conselheiros do Santos, encabeçada pelo conselheiro Clóvis Cimino, eleito pela chapa de José Carlos Peres, enviou um ofício ao presidente do Conselho Deliberativo do Santos, Fernando Galotti Bonavides, para que este dê andamento ao processo de reprovação das contas de 2015 da atual diretoria comandada por Modesto Roma e convoque o presidente e seus assessores diretos para esclarecer as várias fúcidas levantadas pelo Conselho Fiscal.

Como se sabe, o Conselho Fiscal do Santos, órgão independente, que conta com conselheiros de várias correntes políticas do clube, reprovou a prestação de contas de 2015 da gestão Modesto Roma. Isso é grave e só ocorre quando há coisas mal explicadas ou não explicadas. Ou seja, pode significar mau uso do dinheiro do clube, desvio de verbas e problemas afins.

Em eleição democrática, o Conselho Deliberativo aprovou a decisão do Conselho Fiscal, reprovando as contas de 2015, o que daria ao presidente Roma a oportunidade de explicar as várias dúvidas levantadas. Porém, o conselheiro Celso Pires, aliado de Roma, entrou com uma ação na Justiça comum para anular a votação dos conselheiros.

O caso foi julgado na 4ª Vara Cível de Santos e a apelação de Pires não obteve sucesso. Ou seja, o Conselho Deliberativo do Santos deveria dar seguimento ao processo, intimando o presidente Modesto Roma a prestar depoimento aos conselheiros. Entretanto, também ligado à administração Roma, Bonavides decidiu considerar o caso sub judice, o que provavelmente prolongará a demanda até o final da atual gestão que controla o clube. Em outras palavras, significa empurrar com a barriga um caso vital para a transparência e o futuro do clube.

Mesmo eleito por uma chapa que hoje dirige o Santos, Fernando Bonavides, no entender dos conselheiros signatários, não pode esquecer seu papel de guardião dos valores da instituição Santos Futebol Clube e, independentemente de suas preferências e amizades políticas, exercer seu cargo da maneira mais isenta e responsável possível. A seguir, a íntegra do ofício entregue ao presidente do Conselho Deliberativo do Santos:

Ao
Ilmo. Sr
FERNANDO GALOTTI BONAVIDES
DD. Presidente do Conselho Deliberativo
Do Santos Futebol Clube

Prezado Senhor:

Investidos do mandato de conselheiros eleitos para o triênio 2014-2017, os Conselheiros abaixo identificados, na forma estatutária, vêm, respeitosamente à presença de V.Sa. para requerer a reconsideração de decisão tomada na última reunião ordinária do Conselho Deliberativo do Santos Futebol Clube, ocorrida em / /2016, pelas relevantes razões de fato e de direito a seguir aduzidas:

1. V.Sa. leu, como determinou o MM. Juiz da 4.a Vara Cível da Comarca de Santos, a sentença que julgou improcedente a ação movida pelo Conselheiro Antonio Celso Pires (processo n. 1011424-29.2016.8.26.0562) contra deliberação soberana dessa casa.

2.- Significa dizer que, na cognição completa da lide, o Magistrado revogou sua própria decisão liminar que negava efeitos às deliberações assembleares relativas às contas da administração Modesto Roma Júnior do exercício de 2015, julgando aquela decisão tomada pelo Conselho Deliberativo como válida a produzir seus efeitos.

3.- A circunstância de o Conselheiro Celso Pires ter manejado recurso de apelação, com a devida vênia, não tem o condão de revalidar a decisão inicial, proferida como tutela de urgência, haja vista que tal decisão já não existe mais no mundo jurídico.

4.- O recurso de apelação em questão não tem esse superpoder, de ressuscitar decisão já revogada pela sentença posterior.

5.- Portanto, a bem do respeito à ordem jurídica, a bem da respeitabilidade deste Egrégio Conselho Deliberativo, a bem da preservação de decisões soberanas, a decisão da Mesa, com o devido respeito, não se sustenta, porquanto dá valor exorbitante e inexistente a uma apelação contra o teor de uma decisão judicial válida.

6.- Além da obrigatoriedade legal da imediata tramitação interna, em respeito a soberana decisão do Egrégio Conselho Deliberativo, inexiste prejuízo para a Diretoria Executiva do clube, pois a mesma terá todas as oportunidades de defender-se e esclarecer os pontos nodais constatados pela Conselho Fiscal, ante aos consagrados princípios do contraditório e ampla defesa previstos no Estatuto Social.

7.- Prejuízo haveria a toda a coletividade de sócios se uma decisão soberana de seu conselho pudesse ser barrada somente com um recurso de apelação contra uma sentença que reconheceu a ausência de direito algum a tutelar.

8.- Forte em tais razões, os signatários do presente requerimento, esperam dessa Mesa Diretiva a reconsideração da decisão em tela, franqueando-se o trâmite legal estabelecido no Estatuto Social, que deve ser respeitado por todos e constitui garantia da legalidade de todas as decisões que tomamos em nome dos sócios que, em última análise, representamos.

9.- Por óbvio que o não atendimento do presente requerimento desencadeará imperiosas e severas consequências, isoladas ou conjuntas, alicerçadas não só em nosso ordenamento jurídico pátrio, mas também no Estatuto Social do clube, em uníssono respeito a já tão descabidamente destratada decisão de nosso Egrégio Conselho Delibertativo.

10.- Em razão de todo o exposto, os Conselheiros abaixo identificados aguardam decisão formal da Mesa acerca do presente requerimento/recurso, para que o cumprimento do Estatuto Social seja efetivamente respeitado, sejam respeitadas decisões judiciais e a vontade soberana deste Egrégio Conselho Deliberativo, que decidiu pelo processamento do parecer do Conselho Fiscal.

São esses os termos em que,
P. e E. Deferimento.

Atenciosamente

Ademir Soares Silva
Alberto Pfifer Filho
Antonio Alfredo Glashan
Antonio Celso Domingues
Armando Cardoso Alves
Augusto Maradéia Gomes
Bayard Umbuzeiro
Claudio Caldas
Clovis Eduardo Ruiz Cimino
Dave Lima Prada
Delfim Ojea Lousada
Fabio Gaia
Fabio Singer Gonzales
Felisberto João Carneiro Gonçalves
Fernando Silva
Jairton Seixas
João Americo Ramos
João Carlos Fernandes
João Vicente Gazolla
José Antonio dos Santos
Jose Augusto Faia Conrado
Jose Carlos Morelli
José Geraldo Barbosa
Jose Renato Quaresma
Odir Cunha
Leandro da Silva
Lourenço Lopes
Luiz Fernando de Palma
Luis Lousada de Castro
Manuel Eduardo de Carvalho Neto
Marcello Pagliuso
Marcio Quixadá
Marco Antonio Gonçalves
Matheus Cury
Mauricio Guimarães Curi
Nelson Ricardo Ribeiro F da Silva
Nemésio Gomez Alonso
Nilton Masch
Oscar Cesar Leite
Rachid Bordoukan
Reinaldo Guerreiro
Rodrigo Marino
Sergio Ramos
Silvio Carneiro Esposito
Silvio Capelão
Thiago Lopes Leal
Urbano Ferrari
Wladimir Mattos

O que você acha disso?

Conheça em detalhes os tempos de ouro do futebol, em que o Santos tinha metas ousadas. E cumpria todas.

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Muito tiki, pouco taka

Leia o post original por Odir Cunha

Hoje o Kléber teria recuado a bola e nada teria acontecido.

O Santos de Dorival Junior é o exemplo de como a limitação intelectual dos técnicos brasileiros pode acabar com o nosso futebol. Dorival disse que foi à Europa ver como os grandes times do mundo jogam e como seus competentes técnicos agem. Veio querendo implantar o tiki-taka do Barcelona no Santos, só que parou no tiki.

O jogo contra o Atlético Paranaense mostrou que o Santos teve mais posse de bola (61,8 a 38,2%), mas chutou menos a gol (8 a 10), deu menos cruzamentos (13 a 15), errou mais passes (60 a 30) e desarmou menos (14 a 18). Gentil, o Santos também cometeu muito menos faltas (7 a 16). Esses números, pesquisados por André Schmidt, do site Lance!, mostram claramente que além da falta de empenho para buscar a vitória, o Santos se contentou apenas com a primeira parte do estilo do Barça, que é o tiki. Faltou, com o perdão do trocadilho, “takar” a bola pra dentro do gol.

Como se sabe, esse estilo de jogo, implantado pelo holandês Johan Cruyff no Barcelona, e depois pelos técnicos Luis Aragonés e Vicente del Bosque na Seleção da Espanha, se caracteriza por passes curtos e muita movimentação, com o objetivo de envolver o adversário até que haja possibilidade de fazer o gol. Mas essas filosofia não é tão nova quanto parece.

Se prestarmos atenção ao futebol argentino, mormente o de uma ou duas décadas atrás, veremos que seus melhores times se basearam na posse e no toque de bola. Lá chamam esse jeito de jogar de “toco y me voy”, o que significa tocar e já sair para receber, dando sempre opção para o passe e, assim, também seguindo até a meta adversária (no Brasil há quem traduza o “toco y me voy” como “um-dois”, mas não creio que seja a definição cem por cento correta). Aqui, onde o futebol sempre foi vertical, em busca do gol, “tocar a bola”, “segurar” ou “prender” são opções geralmente usadas quando o time está ganhando e quer deixar o tempo passar.

Na verdade, os argentinos, no geral, sempre tocaram a bola melhor do que os brasileiros. Nossa vantagem era a objetividade, a chamada “fome de gol”. É só pesquisar as estatísticas e a lista de artilheiros para perceber que os grandes times brasileiros sempre balançaram a rede mais vezes e sempre tiveram artilheiros mais profícuos do que os portenhos. Porém, essa nova mania de copiar, e copiar errado, está fazendo o futebol brasileiro perder a objetividade e se tornar, às vezes, bastante enfadonho.

Há poucas coisas mais irritantes, para o torcedor, do que ver seu time alcançar a linha de fundo e, em vez de assistir a um cruzamento, presenciar um preguiçoso recuo de bola. Pior ainda é quando o time fica tocando bola no meio de campo e, quando se pensa que dali sairá um lançamento, uma tabela pra frente ou uma arrancada, voltar a bola para trás, às vezes para o goleiro.

Das premissas sagradas que levaram o futebol brasileiro ao topo do mundo, uma delas era chegar à linha de fundo e cruzar; a outra era bater a gol sempre que houvesse uma boa possibilidade, mesmo de fora da área. Hoje, a bola vai e volta e o ato não é consumado, o que, com o perdão da palavra, é brochante. O time fica em cima, fica em cima, mas não f…az o gol. O que é pior: nem tenta fazê-lo.

Gostaria de pedir ajuda aos estatísticos para saber qual porcentagem de sucesso teria um time caso jogasse todas as bolas para dentro da área adversária. Da linha de fundo ou não, a bola seria centrada de todos os lugares para a zona do agrião. Será que esse método pré-histórico, que consagrou o técnico Muricy Ramalho, não teria mais efeito do que esse infindável tiki-tiki-tiki…?

Quantos jogos já não vimos que, no desespero dos últimos minutos, o time que está precisando do resultado cruza seguidamente na área adversária, e quantas vezes já não vimos sair gols assim, muitos deles definindo campeonatos? Agora, quando se viu um time ganhar um jogo sem chutar a gol?

Não, não estou apregoando, de forma alguma, a volta do “chuveirinho”, só quero que analisem a questão por todos os lados. Como foi que o Santos perdeu para o Atlético/PR, e como costuma perder a maioria dos jogos que faz fora de casa? Ora, com bolas centradas para a área, de escanteio, falta, ou de qualquer outro jeito, certo. Pois se o Glorioso Alvinegro Praiano não consegue anular essa jogada primária, por que também não a utiliza para tentar a vitória? Uma bola na área tem uma possibilidade muito maior de terminar em gol do que infinitos passes trocados em outras áreas do campo, não?

Outra coisa: o que se ganha, taticamente, ao se recuar uma bola do meio de campo para o goleiro? A distância entre as duas áreas não é a mesma? Por que não se tenta um lançamento que, no mínimo, tem alguma chance de terminar em gol?

Bem, é claro que para voltar a ser mais objetivo o futebol brasileiro precisará de melhores lançadores e chutadores, o que nunca lhe faltou, diga-se de passagem. Eu diria até que precisará também de melhores dribladores, pois até esses, que abundavam em nossos campos, hoje são escassos. Pelas estatísticas do jogo de sábado, apenas os santistas Gabriel e Thiago Maia e o atleticano Walter acertaram um único drible na partida (o Vanderlei também deu um). Nenhum mais foi dado!

Como resolver isso? Não sei exatamente, mas acho que tudo começa pela conscientização de nossos técnicos de que sem treinar fundamentos ofensivos que levam ao gol, o maior objetivo do futebol, nossos times, e nossos acomodados jogadores, vão ficar só no toquinho. Outro detalhe é a ausência de treinos de verdade.

Todos sabemos que o rachão é outro esporte, não futebol. Ele inibe chutes de longa distância, lançamentos, dribles, enfim, só favorece o toquinho, o tiki. Nos tempos em que toda sexta-feira era dia de coletivo de titulares contra reservas, usava-se o campo todo em um jogo normal, em que era possível constatar realmente o nível técnico e a forma física dos jogadores. Chute de longa distância, lançamento, antecipação, cobertura – tudo isso é mais facilmente observado em um campo normal. Em um campinho, com uma área menor para cada jogador atuar, dá pra enrolar muito bem – que, certamente, é o que muito jogador brasileiro tem feito ultimamente.

Enfim, proponho esse tema e sei que ouviremos opiniões valiosas e teremos preciosas informações dos comentaristas deste blog. A bola está com vocês.

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Você não acha que o Santos, e o futebol brasileiro, estão muito preocupados com o tiki e esquecendo o taka?


Segure o G4, Santos!

Leia o post original por Odir Cunha

Já que está no G4, o Santos tem de fazer tudo para se segurar nessa posição, e isso quer dizer vencer o Atlético em Curitiba. Difícil? Claro. O time paranaense é bom, valente, mas tem um calcanhar de Aquiles: sua defesa já sofreu 13 gols e tem problemas. O Glorioso Alvinegro Praiano tem de jogar como um integrante do G4, assumir outra postura mesmo fora de casa e dar um passo importante para se firmar na turma de cima.

Sobre essa mudança de atitude tenho uma historiazinha pessoal e já peço desculpas se parecer cabotinismo, mas nada como um exemplo que nós mesmos vivemos. Pois bem. Era eu um tenista esforçado que com vitórias de garra e um ou outro wo (falta de comparecimento do adversário) galguei a invejável posição de número um do ranking da sede Granja Julieta do Hobby Sports Club, a unidade do clube com os melhores tenistas.

Obviamente fui desafiado pelos melhores tenistas do Hobby e uma hora acabei perdendo a posição, mas quando eu a defendia percebi que algo havia mudado na minha atitude. Ao entrar em quadra como número um do ranking, senti-me tomado por inesperada confiança, ao mesmo tempo em que meu adversário mostrava uma ligeira apreensão – atitudes que, no frigir dos ovos, acabavam fazendo a balança pender a meu favor.

Lembro disso porque espero que o Santos entre em campo para enfrentar o Atlético, neste sábado, às 18 horas, no belo estádio da Arena da Baixada, orgulhoso e confiante como um integrante do G4 deve ser; que não se contente em se defender, ou com o empate; que saiba se impor na hora certa e voltar da bela Curitiba com preciosíssimos três pontos.

O campeonato está um equilíbrio só. Nosso Santos está seis pontos abaixo do líder, o Internacional, e apenas cinco pontos acima da zona do rebaixamento. Nada menos do que seis times têm os mesmos 13 pontos que o Glorioso Alvinegro Praiano. Portanto, assim como a vitória deve manter o time no G4, uma derrota, que deve ser evitada de qualquer maneira, o levará para o meião da tabela.

Enquanto o Santos volta a ter o time completo, apenas sem Ricardo Oliveira, o Atlético Paranaense, do técnico Paulo Autuori, começou a ser cobrado por seus torcedores, pois sua defesa tem falhado seguidamente, principalmente o zagueiro Paulo André e o goleiro Weverton.

Dos oito jogos que fez neste Brasileiro, cinco deles fora de casa, o Atlético só não sofreu gol na vitória de 1 a 0 sobre o Santa Cruz, em Curitiba. Das partidas que fez em casa, venceu Santa Cruz e Figueirense e empatou com o Atlético Mineiro, por 1 a 1.

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Timemania espelha popularidade

Para se manter entre os 20 times mais votados na Timemania, o Atlético Paranaense mantém uma promoção na qual 25 apostas na Timemania, o equivalente a 50 reais, podem ser trocadas por um ingresso para o jogo contra o Santos. E mesmo assim o time só ocupa a 19ª posição entre os mais votados. Enquanto isso, sem promoções do tipo e quase sem divulgação, o Santos permanece em terceiro lugar entre os times brasileiros mais votados nessa que é a enquete de torcidas mais fidedigna do Brasil. Veja o resultado das apostas do dia 14 deste mês:

Colocação Clube UF TOTAL % Total
1º FLAMENGO RJ 3.061.415 5,33%
2º CORINTHIANS SP 2.529.922 4,40%
3º SANTOS SP 2.023.092 3,52%
4º PALMEIRAS SP 1.901.710 3,31%
5º SAO PAULO SP 1.899.645 3,31%
6º GREMIO RS 1.789.131 3,11%
7º VASCO DA GAMA RJ 1.676.301 2,92%
8º INTERNACIONAL RS 1.470.686 2,56%
9º BOTAFOGO RJ 1.438.609 2,50%
10º ATLETICO MG 1.391.732 2,42%
11º CRUZEIRO MG 1.265.407 2,20%
12º BAHIA BA 1.237.764 2,15%
13º FLUMINENSE RJ 1.231.974 2,14%
14º FORTALEZA CE 1.176.732 2,05%
15º GOIAS GO 998.112 1,74%
16º VITORIA BA 941.081 1,64%
17º SANTA CRUZ PE 856.182 1,49%
18º CEARA CE 814.623 1,42%
19º ATLETICO PR 813.043 1,42%

Goleada das Sereias

As Sereias da Vila andaram perdendo alguns jogos. Mas na última partida lavaram a égua. Então, para dar uma força para as meninas, vamos ver como foi a goleada sobre o União Mogi:

Recuperação dos Meninos do Sub-20

O time Sub-20 não estava bem, mas conseguiu vitória convincente contra o Barueri. Vale a pena também dar uma força para os Meninos:

E você, acha que o Santos vai segurar o G4 em Curitiba?


Quem liga?

Leia o post original por Rica Perrone

Grande é quem primeiro se eterniza num campeonato para depois saber se o campeonato se eternizará. O Fluminense ajudou a criar o estadual e venceu o primeiro.  Repete a dose na Primeira Liga, que é novo, mas já é disparado o torneio que mais mudou de peso durante 3 meses. Veja você que de janeiro …

Um bom ano, apesar de tudo

Leia o post original por Odir Cunha


Vitor Bueno, autor do quarto gol do Santos, mais um Menino da Vila bom de bola (Foto: Ivan Storti/ Santos FC).

A goleada de 5 a 1 sobre o Atlético Paranaense, em que o Santos chegou a usar nove jogadores oriundos de sua base, amenizou a decepção do santista pela final da Copa do Brasil e mostrou que há motivos para acreditar em uma boa temporada em 2016.

Além dos garotos já conhecidos, contra o Atlético vimos o volante Fernando Medeiros e o atacante Vitor Bueno, dois jogadores que levam jeito. Bem orientados, poderão se firmar entre os profissionais. Como quase sempre em sua história, o Santos compensa suas administrações caóticas com o surgimento de jogadores promissores.

Quarto do ranking do blog

A perda do título da Copa do Brasil e de uma vaga para a Copa Libertadores de 2016 impediram que o Santos pudesse ser considerado, ao lado do Corinthians, o melhor time do País em 2015. Porém, o Alvinegro Praiano não fez uma má temporada e, na opinião deste blog, foi a quarta equipe brasileira mais bem sucedida no ano.

O campeão brasileiro fica com a primeira posição, o Palmeiras vem em seguida, com o vice paulista e o título da Copa do Brasil (que diferença faz um pênalti convertido a mais!), e o Atlético Mineiro fecha o pódio, com o título mineiro e o segundo lugar no Brasileiro.

Se o critério mais importante fosse a classificação para a Libertadores, a quarta posição deveria ficar com o Grêmio, campeão gaúcho e terceiro colocado no Brasileiro, e o quinto lugar com o São Paulo, quarto colocado no Brasileiro e também classificados para a competição sul-americana. Entretanto, coloco o Santos em quarto.

Campeão paulista, vice da Copa do Brasil na disputa de pênaltis – depois de vencer as duas partidas contra São Paulo e Corinthians –, o Santos foi um dos destaques do futebol nacional em 2015, com vitórias nos jogos de ida e volta da Copa do Brasil contra São Paulo e Corinthians, pelo sucesso de Lucas Lima e Ricardo Oliveira e por ter obtido o que está sendo chamado de tríplice coroa da artilharia.

Rejuvenescido, Ricardo Oliveira foi artilheiro tanto do Campeonato Paulista, com 11 gols, como do Brasileiro, com 20. E na Copa do Brasil a primazia coube a Gabriel. Isso confirma a vocação santista para revelar e consagrar artilheiros.

Goleada triste

Ganhar de goleada, como o Santos fez contra o Atlético Paranaense, é sempre bom. Ainda mais quando o destaque fica para garotos como Gabriel e Geuvânio, cada um autor de dois gols, e Vitor Bueno, que marcou o quarto gol em uma jogada de muita decisão e oportunismo. Sair perdendo e virar para 5 a 1 foi empolgante. Pena que o jogo valia muito pouco.

Com a vitória, o Santos terminou o Brasileiro em sétimo – o que não é ruim, para um time que chegou a beirar a zona de rebaixamento, mas é pouco para quem estava no G4 e resolveu poupar os titulares em jogos contra Coritiba e Vasco, dois dos times mais fracos da competição.

Mas o grande problema do Santos não é dentro do campo. Lá, parece que sempre se dá um jeito. O problemão é fora. Nesse domingo o time jogou para 3.836 pagantes, com renda de R$ 124.970,00. Um time grande não pode jogar para públicos assim.

Mas como atrair público depois de uma decepção como a do meio da semana, perguntarão alguns. Eu respondo que o óbvio dos óbvios, recurso usado pelos clubes europeus há décadas, é vender o carnê de ingressos para todos os jogos com mando do Santos logo no início do campeonato. Isso garantirá rendas melhores e bons públicos em todos os jogos.

Bem, fico por aqui. No próximo post vamos iniciar a enquete para saber quais os jogadores do elenco profissional do Santos, na opinião dos leitores deste blog, devem permanecer no clube, e quais devem partir. Mas não se adiante. Por enquanto comente os assuntos deste post.

Como o Vasco pode ganhar R$ 20 milhões a mais do que o Santos?

Apesar das promessas de seu boquirroto presidente, o Vasco foi rebaixado pela terceira vez desde 2008. Ou seja, em oito anos, três rebaixamentos no Campeonato Brasileiro. E no ano que vem a Globo já anunciou que pagará R$ 100 milhões por ano ao time carioca, R$ 20 milhões a mais do que ao Santos. Se o presidente do Santos aceitar isso, será o fim da picada.

Além dos rebaixamentos, pesquisas comprovam que a torcida do Vasco é a que mais tem diminuído dentre as dos times considerados grandes do Brasil. E como a pesquisa da Pluri Stochos de 2013 mostrou, o Santos tem mais torcedores do que o Vasco nas regiões Sudeste e Sul, as de maior poder aquisitivo do Brasil. Agora, o presidente do Santos só precisa juntar todas essas evidências e ir lá brigar pelos direitos do clube. Um frequentador assíduo da Série B ganhar mais do que o Santos já é demais.

Você concorda que o Santos foi o quarto melhor time brasileiro de 2015?


Palmeiras erra muito, consegue empate com o Furacão, dá adeus ao G-4 e reclama da arbitragem

Leia o post original por Quartarollo

Palmeiras empatou agora há pouco, em Curitiba, com o Atlético Paranaense, 3 x 3. Jogo foi movimentado, ninguém pode reclamar de falta de emoção.

O time fez um péssimo primeiro tempo, tomou um gol a um minuto e meio numa bobeada de Zé Roberto que não viu Marcos Guilherme aparecer nas suas costas para abrir a contagem.

Depois tomou um sufoco e não deu praticamente nenhum chute a gol nesse tempo.

Walter dominava todas as bolas e vencia a marcação do Palmeiras com toques sutis para seus companheiros de ataque.

No segundo tempo tudo mudou . Palmeiras voltou mais seguro com Arouca no lugar do insosso Amaral e o garoto Gabriel Jesus saiu do banco para o lugar de Rafael Marques.

Foi o suficiente para o time de Marcelo Oliveira melhorar e conseguir o gol de empate com Robinho depois de jogada do garoto Gabriel.

Palmeiras enquadrou o Atlético e chegou ao segundo gol em cruzamento de escanteio para a cabeça de Jackson.

A jogada é manjada, mas sempre funciona. Jackson subiu muito e até se contundiu no lance, mas valeu o esforço.

A partir daí o Palmeiras cometeu alguns erros bobos como tem ocorrido nos últimos jogos. Cometeu falhas inexplicáveis para uma equipe profissional.

Dava para fazer mais gols e conseguir uma vitória histórica, mas deu chance ao Atlético que estava mortinho em campo.

O garoto Evandro, que pertence ao São Paulo, fez o gol de empate contando, na minha opinião, com falha de Fernando Prass que caiu em câmera lenta e viu a bola passar rente as suas luvas para morrer no cantinho direito do gol.

Dois minuto depois houve uma falta pouco depois do meio-campo e Dudu devolveu a bola rapidamente para o Atlético.

Enquanto os jogadores do Palmeiras discutiam com o árbitro e esperavam um atleticano se levantar, a falta foi cobrada rapidamente e Evandro de novo venceu Prass virando o jogo para 3 x 2.

O árbitro poderia mandar parar a jogada e esperar o seu apito? Podia, sim, mas não é obrigado e o Palmeiras foi infantil.

Dudu teria que ficar marcando a bola e os demais jogadores deveriam estar mais atentos. Parecia que todo mundo ainda estava fora de órbita com o segundo gol tomado pouco antes. Time profissional não pode passar por isso.

Na sequência muitos xingamentos para cima do fraco árbitro Dewson de Freitas, do Pará, que nada fez, só ouviu e deu prosseguimento ao jogo.

Deu cartão vermelho mais tarde para Jackson por agressão ao zagueiro Ricardo Silva e acertou. O zagueiro palmeirense também foi juvenil no lance.

Logo após, o Palmeiras conseguiu o empate em cruzamento de Dudu para a área, chute de Lucas que Weverton defendeu com dificuldade.

Na volta Vitor Hugo joga para o meio da área, a bola bate em Alecsandro e o Palmeiras faz 3 x 3.

Se não mereceu vencer também não mereceu perder. Na comemoração, Robinho chama o árbitro de safado e vagabundo e é expulso também.

Na saída do gramado chegou a dizer que o árbitro é muito fraco porque já no lance do terceiro gol do Furacão os jogadores do Palmeiras o xingaram de tudo que foi nome e ele não teve coragem de dar cartão para ninguém, o que também é uma grande verdade.

Se o Palmeiras tem algumas razões em suas reclamações contra o árbitro, também tem que analisar seus próprios erros que são muitos de uns tempos para cá.

É um time que não passa um jogo sem tomar gol. Já tomou 47 neste Campeonato e isso explica porque hoje deu adeus a qualquer pretensão de entrar na Libertadores-2015 pelo G-4.

Sobra o sonho de chegar pela Copa do Brasil nas finais contra o Santos a partir da próxima semana.

O trabalho de Marcelo Oliveira ainda é devedor. Tinha que ter feito coisa melhor mesmo com a justificativa que perdeu alguns jogadores que eram importantes para o seu esquema como o volante Gabriel e o próprio Arouca que só está voltando agora.