Arquivo da categoria: Atlético/MG

O politicamente correto no futebol é CHATO!

Leia o post original por Craque Neto

Já não é de hoje que venho falando que o futebol está ficando chato! Poxa vida, agora jogador só pode ser entrevistado com autorização de assessor, os discursos são todos iguais e as 345 câmeras inibem a boleirada de serem eles mesmos por causa de punições severas e críticas. Se chamar um companheiro de NEGÃO pega uma suspensão e é capaz até de ser preso. O alvo da mídia agora é o Robinho, atacante do Atlético/MG, que na derrota para a Chapecoense em Minas soltou para o volante Moisés Ribeiro um sonoro ‘VOCÊ JOGOU AONDE?’. É claro que se eu […]

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Muita cobra junta costuma não dar certo!

Leia o post original por Craque Neto

Nunca fui contra reunir craques em um mesmo time de futebol. Talvez a Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 1970 seja o exemplo mais bem acabado de sucesso utilizando os melhores jogadores da época. Tinha gente que dizia que os caras não poderiam jogar juntos, aí o Zagallo, treinador na ocasião, tratou de formar aquela que provavelmente é a melhor linha ofensiva da história com Clodoaldo, Gerson, Pelé, Jairzinho, Tostão e Rivellino. Só que o passado recente mostra que a vaidade e o dinheiro muitas vezes atrapalha esse tipo de coisa. E não falo nem de briguinhas individuais como […]

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Seis por meia dúzia?

Leia o post original por Craque Neto

Depois de muitas críticas e reconhecer o baixo rendimento de Marlone com a camisa do Corinthians, a diretoria correu atrás e acertou uma troca por empréstimo do meia-atacante com o jogador Clayton do Atlético/MG. Posso ser sincero? Não sei se o torcedor pode se empolgar com esse negócio. Vejam só, chegou ao Timão em 2016 porque fez uma boa temporada com a camisa do Sport. Foi pedido do técnico Tite. Mas de lá para cá somou mais momentos negativos do que positivos. Fez 40 jogos e 9 gols. Analisando o rapaz que vem, Clayton, ele é mais jovem. Tem 21 […]

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Detalhes…

Leia o post original por Odir Cunha

Você, que me acompanha há mais tempo, sabe que não uso óculos cor-de-rosa. Talvez, às vezes, até exagere nas críticas, como todo torcedor. Inicio o texto com este aviso porque abordarei o desempenho do Santos no Campeonato Brasileiro de um ângulo que passará a impressão de que estou sendo muito otimista. Meu objetivo, porém, como sempre, é apenas destacar um aspecto que tem passado despercebido a muitos.

Estranhamos o fato de o Santos ter sido campeão paulista e depois estar cumprindo campanha deplorável no Campeonato Brasileiro, bem aquém das equipes que brigam pela liderança da competição. O Brasileiro teria revelado uma verdade que permaneceu submersa no Paulista. O verdadeiro Santos é este: coadjuvante, inferior… Mas, será mesmo?

Faço esta pergunta depois de analisar a classificação do campeonato nacional e relembrar a atuação do Santos contra os times que hoje compõem o G4: do líder Atlético/MG ele arrancou um empate em Minas Gerais, em partida na qual esteve vencendo; do segundo colocado, Corinthians, ele tirou os três pontos ao derrotá-lo na Vila Belmiro; do terceiro, Palmeiras, ele perdeu pela diferença mínima, em partida equilibrada, no campo do adversário, e do quarto colocado, Sport, ele só não venceu porque deu uma bobeada no último lance do jogo, na Vila.

Veja, amigo leitor e amiga leitora, que estou falando do desempenho do Santos contra os quatro melhores times do Brasileiro. Então, se o Alvinegro Praiano consegue jogar de igual para igual com as equipes de melhor performance, por que está tão mal colocado na tabela? Bem, aqui entramos nas teorias, e cada um tem uma. Como coordenador do blog darei a minha, mas estou ansioso para conhecer a opinião de todos, algumas delas, certamente, mais abalizadas do que a deste humilde escriba.

No aspecto técnico, confesso que alguns jogadores, como o goleiro Vladimir e o volante Lucas Otávio, jamais me convenceram de que deveriam ser titulares. A opção de insistir com Victor Ferraz na lateral-esquerda também me pareceu desastrosa. Ao menos essas falhas foram corrigidas por Dorival Junior.

Quanto à formação tática, creio que insistir com três atacantes até nos jogos fora de casa tem sido uma temeridade que já tirou muitos pontos do Santos. Acho que é possível manter um time razoavelmente ofensivo com a formação 4-4-2, desde que ao menos dois jogadores do meio de campo, além dos laterais, possam apoiar o ataque. Espero que o Santos seja um pouco mais precavido diante do Flamengo, no próximo domingo, e contra o Atlético Paranaense, nos dois jogos fora de casa antes do final do primeiro turno.

Por outro lado, ao mesmo tempo em que admito essas deficiências santistas, digo que não vejo nada tão melhor nas outras equipes. Infelizmente, como muitos jornalistas esportivos já têm enfatizado, o futebol brasileiro está nivelado por baixo. Mesmo os chamados times grandes contam com jogadores que em outros tempos não ocupariam sequer seu banco de reservas. Há uma angustiante escassez de talentos e isso também traz um prejuízo estético desesperador. Os jogos se tornam feios, amarrados, recheados de escolhas erradas, pois sem craques, além da beleza, fica faltando a sabedoria que torna o futebol simples e harmonioso.

Estou careca de saber que o “se” não existe, mas veja, querido leitor e querida leitora, que se o Santos tivesse um pouco mais de eficiência e mesmo sorte, hoje estaria bem mais próximo dos quatro times que comandam o Brasileiro, pois no confronto direto com os mesmos o Alvinegro Praiano mostrou que poderia vencê-los.

Obviamente, além da técnica e da tática, há outros fatores que influem no rendimento de uma equipe, e estes vêm da direção do clube. Agremiações bem administradas, sem os traumas financeiros que desestabilizam jogadores e comissão técnica, costumam ter a tranqüilidade e a confiança necessárias para obter performances melhores. E, como se sabe, o Santos viveu e ainda vive momentos tortuosos advindos dos fluxos e refluxos do caixa.

De qualquer forma, este final de turno pode ser um divisor de águas. Caso vença seus jogos em casa, diante de Coritiba e Vasco, e ainda consiga roubar pontos preciosos de Flamengo e Atlético Paranaense, quem sabe o Santos não faça um segundo turno de recuperação, conquistando vitórias que até agora foram perdidas por detalhes.

E pra você, quais são os detalhes que têm prejudicado o Santos?

Reconstruindo o livro Time dos Sonhos

As 528 páginas de Time dos Sonhos não estão em um arquivo único. Este ficou com a Editora Nobel, que disse tê-lo extraviado. Então, a remontagem do livro está sendo feita com o aproveitamento de capítulos em word, em um trabalho meticuloso que está me dando a oportunidade de refrescar a memória com fatos e etapas relevantes da história santista.

Nesses dias enfurnado em meu escritório tenho revivido as emoções e descobertas de quando escrevi o livro. É como uma viagem no tempo, já que alguns capítulos foram produzidos há mais de 20 anos. Redigitá-los me traz novamente a sensação de descoberta que experimentei ao pesquisar passagens riquíssimas da história santista mesmo muito antes da geração de ouro de Pelé.

Como não se espantar ao saber que os garotos Arnaldo e Millon se tornaram titulares da Seleção Brasileira apenas dois anos depois de fundarem o Santos? Ou que Ary Patusca, filho de Sizino Patusca, o primeiro presidente do Alvinegro Praiano, iria estudar contabilidade na Suíça e se consagraria, em meados da década de 1910, como o primeiro jogador brasileiro a fazer sucesso na Europa? Ou que o Santos, sete anos depois de fundado, foi o clube que cedeu mais jogadores – Arnaldo, Millon e Haroldo – para a primeira grande conquista do futebol brasileiro, o Campeonato Sul-americano de 1919?

Note, amigo leitor e amiga leitora, que estou me referindo apenas à década de 1910, aos primeiros e incertos anos do nosso clube. Lembro-me que essas descobertas me empolgaram e me encheram de orgulho, pois comprovavam que o Santos já nasceu com a grandeza impregnada em sua alma e em seu destino.

Da ideia de um livro que, a princípio, deveria contar apenas a história da equipe sobrenatural que encantou o mundo de 1955 a 1969, Time dos Sonhos se tornou uma obra que vasculhou as origens e mapeou o caráter superior de um time de futebol que não nasceu para ser apenas um coadjuvante.

E o mais interessante nesse processo é que o autor não teve de forçar nada. Como uma personagem que ganhasse vida e escolhesse seus próprios passos, o livro tomou o seu caminho e só tive o trabalho – longo, é verdade, mas extremamente prazeroso -, de segui-lo. É justamente esta jornada que proponho a você agora.

Tenho plena convicção de que ler Time dos Sonhos lhe trará o mesmo orgulho de ser santista que estou sentindo agora, sensação fundamental para nos trazer ânimo de fazer o que tem de ser feito pelo nosso clube. Por isso aceitei essa campanha da Kickante para relançar o livro, batizado de “A Bíblia dos Santistas”, com um preço promocional de pré-venda e ainda com o nome completo de cada um dos dos apoiadores no último capítulo.

Faltam apenas 15 dias para o fim da campanha. Se ainda não entrou, espero que você se decida por fazer parte dela. E se for exatamente agora, melhor ainda.

Clique aqui para saber mais sobre a campanha de relançamento do livro Time dos Sonhos


Quinteto de peso na Libertadores

Leia o post original por Antero Greco

Sei que a primeira pergunta que vem à cabeça do torcedor, ao ver os brasileiros na Libertadores, é: “Dá para ser campeão?” A resposta, óbvia: “Sim.” Neste ano, o país tem cinco representantes de peso na competição e não se trata de patriotada nem chute pra fora imaginar que algum chegue à final, o que tem sido mais do que frequente nos últimos 25 anos.

Corinthians, São Paulo, Cruzeiro, Atlético-MG e Inter têm lastro suficiente para entrar com objetivo atrevido. Para início de conversa, todos já conquistaram a taça ao menos uma vez – e, exceto os mineiros, os demais ganharam também o Mundial de Clubes. Não são paraquedistas, portanto. O que lhes permite sonhar alto, mesmo com rivais do peso de Boca, River, San Lorenzo.

O São Paulo é o que acumula maior número de prêmios, com o tri sul-americano e mundial (92, 93, 2005). A equipe de Muricy Ramalho garantiu vaga como vice-campeã nacional de 2014, manteve a base (apesar da saída de Kaká) e recentemente trouxe o zagueiro Dória e o meia-atacante argentino Centurión. A espinha dorsal é formada por Rogério Ceni, Michel Bastos, Ganso, Luis Fabiano, Alan Kardec, com Pato a correr por fora. O desfio no Grupo 2 é passar por Corinthians e San Lorenzo, o atual campeão. O Danubio, do Uruguai, é o azarão.

O Corinthians beliscou Libertadores em 2012, assim como o Mundial (que também vencera em 2000). Na semana passada, eliminou o Once Caldas, na etapa preliminar, o que o colocou já no ritmo do campeonato. Tem Tite de volta ao comando e conta com a experiência de Cássio, Edu Dracena (juntou-se há pouco ao elenco), Emerson (de regresso após passagem pelo Botafogo), Guerrero, Renato Augusto, Danilo, Jadson. E enfim Vagner Love.

O Inter festejou a hegemonia regional em 2006 e 2010, fora o Mundial de 2006. A campanha no Brasileiro foi boa (terminou em terceiro), mas dispensou o técnico Abel e trouxe Diego Aguirre. O uruguaio não caiu ainda na simpatia da torcida e o Colorado tem rateado no início do estadual Gaúcho.

Como sempre, o elenco tem qualidade – e não seria diferente para quem conta com Réver, Aránguiz, Alex, D’Alessandro, Nilton, Jorge Henrique, Rafael Mouri, Nilmar. O nó de Aguirre é fazer o time funcionar, já nesta terça-feira, contra o The Strongest na Bolívia. As viagens serão desgastantes, pois há ainda Emelec (Equador) e Universidad de Chile.

O Cruzeiro retorna na condição de bicampeão brasileiro e com pretensão de brilhar, como em 1976 e 1997 e, quem sabe?, também obter o inédito título mundial. A equipe de 2014 era forte, mas perdeu gente importante como Ricardo Goulart e Everton Carvalho. O técnico Marcelo Oliveira busca os substitutos ideais e na habilidade de Fábio, Mena, Manoel, De Arrascaeta, Leandro Damião. A estreia será na semana que vem contra o Universitário de Sucre (BOL), no Grupo 3.

O Atlético-MG atingiu o auge em 2013, com jogos épicos e o título. No ano passado, decepcionou e agora tem nova chance, como campeão da Copa do Brasil. O técnico Levir Culpi não mudou a estrutura do time, com Vitor, Marcos Rocha, Dattolo, Josué e outros. Tem condições de avançar e o primeiro teste é contra o Colo-Colo, nesta quarta, no Chile, pelo Grupo 1. A chave tem também Independiente de Santa Fé (COL) e Atlas (México). Viagens cansativas.

 

Para o presidente Modesto Roma pensar no Carnaval

Leia o post original por Odir Cunha

Falei sobre isso na último reunião do Conselho Deliberativo, mas como o presidente Modesto Roma não estava presente, toco de novo nestes assuntos e espero que ele ou algum seu assessor leia. Considero os temas vitais para o futuro do Santos. Quais são eles? A criação de uma Liga Nacional de Clubes de Futebol e uma campanha permanente de sócios.

Sabemos que a pressão contra a fundação de uma Liga será enorme, pois quase todos os grandes clubes brasileiros devem à Rede Globo, que já distribuiu cala-bocas a torto e a direito. A própria Globo e seus filhotes tratarão de desestabilizar a ideia. Mas sem a criação de uma Liga que defenda os interesses dos clubes como um todo, prevalecerá o privilégio a dois deles, o que, em curto prazo, acabará com a competitividade do nosso futebol.

Isso, aliás, já ocorreu na Espanha e agora, em um gesto desesperado, os outros clubes estão ameaçando entrar em uma greve geral para impedir que sejam eternos coadjuvantes dos milionários Real Madrid e Barcelona. O Brasil está indo no mesmo caminho. Enquanto em países de futebol mais rico e organizado, como Alemanha e Inglaterra, a diferença entre o time que mais recebe e o que menos recebe da televisão é de 50%, no Brasil alcança 500%.

Há vários clubes interessados em refazer o Clube dos Treze, ou algo semelhante. Não estou suficientemente a par para garantir quais seriam as adesões imediatas, mas penso que Vasco, Palmeiras, Botafogo, Fluminense, Atlético/MG, Atlético/PR, Bahia, Internacional, Grêmio e outros ao menos se proporiam a analisar e conversar sobre o assunto.

Com a criação de uma Liga Nacional de Clubes de Futebol, poderá ser restabelecida a ordem natural das coisas, que é o futebol brasileiro ser dirigido pelos clubes e não por uma emissora de tevê ou por entidades que pouco os representam, no caso a CBF e as federações estaduais.

Lembro que para se criar a Liga não é necessária a autorização da CBF, que também não teria o poder de proibir os clubes da Liga de participar de suas competições (no caso, competições da CBF). Em outras palavras, os clubes podem criar suas próprias competições sem necessidade de aprovação da CBF e também estão protegidos por lei de sofrer retaliações por isso.

Assim, em termos práticos, os clubes da Liga podem criar competições e estabelecer regras próprias para elas, incluindo direitos de tevê, entre outros. Quem não concordar com a decisão da maioria, simplesmente ficará de fora.

Sinceramente, não sei o que o Santos espera para tomar essa iniciativa e iniciar os contatos nesse sentido. O sistema atual do futebol, baseado na política populista do “Pão & Circo”, obviamente jamais valorizará um time que não tem uma das maiores torcidas do Brasil e não pertence a uma grande capital.

Campanha permanente de sócios

Este é outro assunto que tratei no Conselho e, creio, nem carece de maiores explicações. Se o Santos é um produto, seu consumidor é o seu torcedor. Em um momento em que o marketing do clube engatinha, o método mais rápido e eficiente de se conseguir o apoio financeiro dos santistas é uma campanha se associação em massa. É claro que para isso é preciso passar credibilidade ao torcedor e também ciar uma estrutura para atende-lo. Não basta cativar, é preciso conquistar definitivamente.

Para entender o que digo, é preciso saber que não falo de uma relação tradicional entre quadro associativo e clubes. O Santos não é um clube normal. Não tem piscina, quadras poliesportivas, quadra de tênis, restaurante… O Santos pode ser definido por “onze camisas”. Sim, é um time de futebol, apenas. Isso é ruim? Em absoluto. É ótimo. Pois os investimentos, o marketing, tudo se torna mais dirigido. Sim, mas como os sócios serão recompensados?

Mais uma vez, não pense em sócio de um clube tradicional, pense no associado de um clube de vantagens, que receberá brindes, terá acesso a muitas promoções e verá que o valor investido no Santos será fartamente compensado por todos esses benefícios. Considero essa iniciativa também essencial, pois com o tempo, se o clube continuar em situação difícil, a tendência será a torcida diminuir. A hora de se lançar a campanha é agora, enquanto ela ainda é grande.

Sei que o momento é delicado e o presidente Modesto Roma está sendo bombardeado por sugestões e propostas de todos os lados. Só gostaria de deixar bem claro que não tenho nenhum interesse de ter um cargo no Santos, de ser um prestador de serviços do clube ou de receber algum centavo dos cofres já combalidos de nosso querido Glorioso Alvinegro Praiano. Apenas estou, como muitos de nós, bastante preocupado não só com o presente, mas com o futuro do nosso querido Santos Futebol Clube.

O Samba enredo da Torcida Jovem

Agora ouça o Samba enredo 2015 da Escola de Samba Torcida Jovem para o desfile carnavalesco deste ano. O tema é “Segura o laço que esse boi é meu”, com o intérprete Celsinho Mody.

E, você, o que acha da criação da Liga Nacional de Clubes de Futebol?


Oportunidade de ouro

Leia o post original por Neto

Jô foi campeão da Libertadores e da Recopa pelo Galo em 2013

Jô foi campeão da Libertadores e da Recopa pelo Galo em 2013

Depois de todas as lambanças o atacante Jô foi incorporado ao elenco do Atlético/MG. Uma atitude louvável do técnico Levir Culpi e da direção do Galo, que se mostra livre de rancores. Mas a pergunta que não quer calar é: será que o jogador tem noção que essa pode ser a oportunidade de ouro pra voltar a brilhar no futebol brasileiro? Até porque poucas vezes vi um profissional detonar com todo o prestígio em um espaço tão curto de tempo.

Afinal no Atlético o Jô foi campeão da Libertadores como artilheiro e na Seleção disputou a Copa das Confederações e o Mundial. Uma baita moral! Semanas depois da Copa tinha jogado tudo fora. Ou seja, o objetivo que um atleta demora a vida inteira para alcançar ele arrebentou rapidinho.

Sempre afirmei que o Jô era bom de bola. Quando estreou no profissional do Corinthians (se não me engano ainda com 16 anos) ele se mostrava diferenciado. Era um centroavante canhoto, alto e rápido. Tava na cara que ia render. Precisava apenas amadurecer. E isso aconteceu com os anos fora do País. Mas tem algo nesse moleque que desanda. Sei lá…. Começa a fazer bobagens do dia pra noite. E não dá pra falar que é a base familiar. Porque o Jô tem um pai sensacional que dá todo o apoio.

Torço para que ele dê a volta por cima no Galo. Até porque o clube precisa dele após a saída do Tardelli. Mas esse menino precisa colocar a cabeça no lugar. Senão a tendência é cair no esquecimento.

Prefiro problemático que jogue do que bonzinho tiriça

Leia o post original por Neto

Fundamental na conquista da Libertadores, Jô foi afastado do Galo por indisciplina

Fundamental na conquista da Libertadores, Jô foi afastado do Galo por indisciplina

A diretoria do Atlético/MG anunciou essa semana a dispensa de três jogadores do elenco. Entre eles estão os badalados André, artilheiro com Neymar nos tempos de Santos, e Jô, que fez parte da Seleção Brasileira de Felipão na última Copa do Mundo. Os mineiros repetem a atitude do Botafogo, que, alegando conspiração, afastou Bolívar, Edílson, Júlio César e  Emerson Sheik. O mais engraçado que é que fizeram isso mesmo sem pagar salários em dia. É brincadeira?

A conclusão que chego é a seguinte: por que tiveram uma atitude com o Jô e não foram machos de afastar o Ronaldinho, que na época quebrava tudo em Belo Horizonte? Dois pesos e uma medida? Isso é totalmente incoerente. Mas vamos supor que o rapaz seja reincidente e mereça mesmo essa punição, ainda sou muito mais um problemático como o Jô do que 20 cobrinhas d’água que estão lá na Cidade do Galo só para encher elenco.

E mais! Como o Botafogo, prestes a ser rebaixado mais uma vez no Brasileirão, pode abrir mão de ter no time jogadores vitoriosos como Bolívar e Emerson Sheik? Piada, vai! Os caras criticavam a diretoria porque os mesmos não pagavam ninguém. Agora tecnicamente eles eram importantes. Se os quatro dispensados estivessem na equipe talvez os cariocas não vivessem melhor situação. Vejam bem reconheço que fui um jogador cheio de manias e encrenqueiro. Não estou aqui defendendo arruaça. Mas ainda assim prefiro o problemático que decida partidas que um bonzinho tiriça. Até porque, longe de comparações, o futebol brasileiro está precisando demais de novos Romários, Edmundos, Violas, Djalminhas, Mário Sérgios, Paulo César Cajus, Serginho Chulapas, entre outros.

Vergonha e desrespeito!

Leia o post original por Neto

Apesar do cansaço por defender a Seleção, Tardelli pediu para jogar no Galo

Apesar do cansaço por defender a Seleção, Tardelli pediu para jogar no Galo

A manhã desta quinta-feira tem sido dura para o torcedor corintiano. Afinal a eliminação da Copa do Brasil, sobretudo da maneira que foi, entristeceu a Fiel. Mas a grande verdade é que temos que reconhecer a superioridade do Atlético/MG. Jogou muito mais bola durante os 90 minutos e mereceu muito essa classificação. A pergunta que me faço apenas é a seguinte: será que o time do Mano Menezes respeitou a força do Galo?

Tenho minhas dúvidas. Na entrada em campo, por exemplo, vi o Diego Tardelli escalado como titular. Já o mesmo não aconteceu com o zagueiro Gil e o meia Elias. Por que isso? Pra mim tem cara de desrespeito. O treinador achou que a vantagem do placar de 2 a 0 em São Paulo era suficiente. Quebrou a cara. Aliás, a postura dessa partida frente aos mineiros tem sido a mesma de quando o Timão encara rivais de menor expressão. Total apatia.

Arrisco a dizer que a derrota sofrida para os atleticanos nesta quarta foi uma das eliminações mais vergonhosas da história do clube. Dá pra aceitar um 4 a 1 com tranquilidade? Para vai! Placar digno de derrubar treinador. Mas isso não vai acontecer porque o Mano está fechado com o presidente Mario Gobbi até o final de seu mandato. E como o cartola vai sair do cargo em 2015, sei não se comandante se preocupou tanto com a desclassificação.

Só sei que é hora de alguém acordar no clube. O Corinthians precisa de mudanças e não são poucas.

Vale a pena apostar em Tardelli?

Leia o post original por Neto

Diego Tardelli fez os 2 gols da vitória contra a Argentina

Diego Tardelli fez os 2 gols da vitória contra a Argentina

Sempre fiz algumas ressalvas ao trabalho do Dunga como treinador. Mas sou obrigado a enxergar algumas evoluções. Uma delas é apostar em um novo centroavante para a Seleção. Um cara novo, com ânimo renovado e que pode começar a construir uma história com a camisa 9 do Brasil. Diego Tardelli não é mais um garoto, é verdade. Mas aos 29 anos ele une todas as boas qualidades de um artilheiro nato: finalização, drible, velocidade e cabeceio.

Contra a Argentina ele marcou os dois gols da vitória. Os dois primeiros dele com a camisa da Seleção. E espero ser o início de uma boa sequência. A carreira de Tardelli iniciou meio conturbada no São Paulo em meados dos anos 2000. Era considerado revelação, mas dava umas quebradas de noite que interromperam uma trajetória de sucesso no Morumbi. Rodou fora do país, passou pelo Flamengo e foi brilhar com mais intensidade no Atlético/MG.

Em Minas o filho do Tadeu, que jogou comigo no Matsubara, se tornou um dos maiores goleadores da história do clube. Se não me engano é um dos 10 maiores ‘matadores’ do Galo com mais de 100 gols. Mais consciente do que é certo para sua vida profissional vejo ele como um provável parceiro de Neymar no ataque brasileiro da próxima Copa. Vale o Dunga seguir apostando.