Todos os posts de Flavio Prado

Liga dos Campeões: segunda semana das oitavas

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Bayern x Besiktas: Confronto definido. A expulsão logo no início resolveu o duelo que já tinha um desiquilíbrio natural. O time alemão chega forte na reta final.

Chelsea x Barcelona: O time inglês perdeu a chance de abrir vantagem no confronto. O Barcelona de Valverde sofre para quebrar defesas, o Chelsea tirou os espaços e foi muito perigoso nos contra-ataques. O empate em um erro individual deixa o Barcelona como favorito.

Sevilla x Manchester United: O resultado não foi ruim para o time de Mourinho, mas a atuação foi vergonhosa. Com o investimento que fez, o time inglês poderia buscar algo mais, além de jogar para não perder.

Shakhtar x Roma: Foi um belo jogo na Ucrânia. A vantagem é pequena, mas será uma missão difícil para os italianos. Alisson evitou que o confronto fosse decidido a favor do time de Fred, Marlos e Taison.

Primeira semana Champions

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Vou falar um pouco dos quatro jogos desta primeira semana da fase final da Champions League que já tem dois confrontos decididos.

Basel x Manchester City: Este é um dos confrontos já decididos. Aliás, este já estava definido quando foi determinado pelo sorteio. A diferença entre os times é enorme e ficou provado no campo. Vitória tranquila do time de Guardiola que no momento apresenta o melhor futebol na Europa. Coloco sim como candidato ao título.

Juventus x Tottenham: Foi um belo jogo na Itália. A Juventus começou com tudo, abriu 2×0 em 10 minutos, mas depois foi dominada pelo time inglês. O Tottenham tem uma boa consistência nos seu nível de atuação, time muito bem treinado por Mauricio Pochettino. Destaque mais uma vez para Harry Kane e Eriksen. Acredito na classificação do Tottenham.

Porto x Liverpool: Confronto definido. Atropelamento do Liverpool em Portugal. Mesmo sem Coutinho, o Liverpool segue forte e envolvente no ataque. Mané, Firmino e Salah se completam. A alta intensidade do time faz toda a diferença nas grandes atuações, mas nem sempre é possível jogar neste ritmo, por isso o time de Klopp oscila muito.

Real Madrid x PSG: O jogo mais esperado. A vantagem de 2 gols obtida pelo Real Madrid é importante e pode ter sido decisiva. Ainda acredito que o PSG está na briga, mas em um confronto equilibrado qualquer vantagem faz diferença. Destaque enorme para a atuação de Marcelo e para as mudanças de ZIdane no final do jogo.

Volta de Gabriel

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Gabriel voltou ao Santos com gol. Sempre foi artilheiro com a camisa santista, marcou mais de 50 gols no time profissional.

Foto: Ivan Storti/SFC

O melhor momento de Gabriel pelo Santos foi entre os anos de 2015 e 2016. Nestes 2 anos, Gabriel jogou aberto pela direita com Ricardo Oliveira de centroavante. No seu retorno contra a Ferroviária, Gabriel foi centroavante, Sasha que fez a função contra o Palmeiras foi deslocado para a esquerda no lugar do suspenso Copete com Arthur Gomes mantido na direita. No atual elenco, existe uma carência na posição de centroavante. Rodrigão nunca conseguiu tomar conta da posição e Sasha não é exatamente um camisa 9, pelos lados sobram opções, Arthur Gomes, Copete, Bruno Henrique, Sasha e Rodrygo. Provavelmente Gabriel fará muitos jogos no centro do ataque.

Um grande defeito de Gabriel é a falta de intensidade, acredito que este fator contribuiu no insucesso na Europa. Gabriel é artilheiro, mas participa pouco do jogo. No futebol brasileiro, mais lento e espaçado, deve funcionar mais uma vez, mas pensando em Europa e seleção ele precisa melhorar muito neste quesito.

Real Madrid x PSG: jogo com peso no mundo todo

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Na volta da Liga dos Campeões, o jogo que mais chama a atenção é entre Real Madrid e PSG.

Vale ressaltar o peso deste duelo e da competição no cenário mundial. Todos as pessoas que se interessam por futebol no mundo querem assistir Real Madrid e PSG. Os grandes duelos entre os principais times europeus são mundiais. Não acho que a condição financeira chega o único fator que explica o peso da Champions no cenário mundial.

O dinheiro é fundamental, mas se o produto não for bem vendido a repercussão não será tão grande. Vender bem significa valorizar o evento, trabalhar para melhorar sempre a competição, para isso é necessário ter pessoas que se preocupem com isso, profissionais que entendam o que o mercado consumidor do futebol espera de uma competição.

Sempre é possível melhorar, nunca o campeonato será perfeito. O que funcionou por algum tempo, não funcionará anos depois. O mundo muda, as pessoas mudam, é preciso estar ligado nisso.

Dentro de campo, os jogos normalmente são muito bons na Liga dos Campeões, mas se não for bem vendida, divulgada e valorizada, a competição não alcança totalmente seu público alvo.

Este é o verdadeiro conceito de uma Liga, não é apenas uma entidade formada por clubes. A Liga é uma empresa que trabalha para melhorar e vender seu produto, no caso um produto universal. Um detalhe importante é saber entregar o que o público espera e dentro de um universo tão grande é preciso entender o que vende bem em cada parte do mundo.

A Liga dos Campeões é muito mais do que o jogo, apesar do jogo ser muito bom, mas se outros fatores não acompanharem, a divulgação e a propagação não será tão grande.

Lógica no clássico

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(Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

O São Paulo fez o que pode, mas atualmente pode pouco contra o Corinthians. 2 a 1 foi normal e o time de Dorival Junior até melhor do que se esperava com garotos da base de pouca rodagem. Ficou difícil encarar a equipe de Fábio Carille, mesmo atuando bem abaixo do que no ano passado. Vale ressaltar, porém, a reação após um gol sofrido logo no primeiro minuto, que poderia ter resultado numa goleada. Anderson Martins, Edimar,  Shaylon, Brenner, Diego Souza, Paulinho Bóia, Caique, etc começaram agora a atuar no Tricolor. Mal se conhecem e isso pesa.

O Corinthians, ao contrário, tem a estrutura tática definida faz tempo. Perdeu algumas peças, fez pequenas alterações, mas segue com gente experiente, que teve a frieza de segurar a partida na hora da dificuldade. Foi mais difícil do que eu imaginava para o favorito time corintiano, que venceu com justiça só que sem sobras.

Se Dorival Junior tiver tempo e manutenção de elenco, é claro que essa equipe evoluirá. Não tem sido a norma do São Paulo. O clube virou um mercadão de compras e vendas sem critério lógico, muitas vezes inibindo até mesmo a evolução dos jovens, que precisam jogar para fazerem na equipe principal aquilo que faziam na base. No entanto chegam jogadores meia boca, não rendem e impedem o crescimento dos garotos.

Foi o primeiro jogo interessante do campeonato. Poucos serão. Afinal é apenas um superado campeonato regional, de nível muito baixo, com a natural exceção dos grandes de maiores investimentos e que  não podem ser comparados com os times do interior, montados para trabalhar por apenas 3 meses.

Aguardemos o Campeonato Brasileiro. Lá teremos condições de avaliar o que está sendo feito efetivamente. Mas que deixem os treinadores trabalharem. Nem pré-temporada eles tiveram e isso é o mínimo que necessitam para poderem ser cobrados lá na frente. No futebol civilizado é assim que funciona.

A Disney do Futebol

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É impossível encontrar alguém que não sonhe ou tenha sonhado em conhecer a Disney. Crianças, adultos, orientais, ocidentais, todos se misturam nos parques de Orlando como se vivessem algumas horas fora do Planeta Terra. Esse lugar mágico encontra “filiais” em Paris e no Japão, mas de alguma maneira está espalhado pelo mundo todo, através de seus filmes, redes de televisões e produtos de todas as espécies.

Pois é, agora o futebol terá a sua Disney. Pelo menos é esse o projeto de Ferrán Soriano, antigo CEO do Barcelona e hoje desenvolvendo a primeira multinacional do esporte mais popular do mundo, através do Manchester City. O City Football Group (CFG) é uma incrível máquina de entretenimento, espalhando tentáculos por todos os continentes, atrás da expansão da marca Manchester City e com  lucros extraordinários.

Há 10 anos o City era apenas o patinho feio, de uma cidade feia, no interior da Inglaterra. Enquanto o Manchester United ganhava títulos e prestígio, o vizinho brigava com suas dívidas e insignificância no mercado da bola. E Thaksin Shinawatra  era o primeiro ministro da Tailândia e um dos homens mais ricos do mundo, até sofrer um golpe militar e pedir asilo político em Londres.

Sem poder, mas ainda com muito dinheiro, viu no futebol uma maneira de voltar a ser grande, agora com repercussão muito maior. Descobriu que o pequeno Manchester City colocara à venda seu pacote majoritário de ações para tentar equilibrar as finanças. A compra foi rápida. E as mudanças no clube também.

Só que também rapidamente o novo governo tailandês julgou e condenou Shinawatra por operações fraudulentas a dois anos de prisão. Não querendo envolver o clube, resolveu negociar suas ações, que passaram para a firma Abu Dhabi United Group Investment and Development Limited, do xeque Mansour bin Zayed bin Sultan Al Nahyan, vice primereiro ministro de Emiratos Árabes Unidos e membro da família real local. A empresa colocou  Khaldoon Al Mubarak como presidente.

Em 2012 o City ganhou a Premier League depois de 36 anos. Mas as críticas foram fortes. Gastaram um milhão de libras na equipe o que foi considerado quase uma “compra” do título inglês. Foram criadas então rigorosas regras de Fair Play Financeiro, obrigando o bilionário árabe a buscar alternativas.

E a alternativa foi Ferrán Soriano. Ele deixara o Barcelona em 2008 frustrado com a falta de apoio do lado conservador do clube, à suas idéias de globalização da marca, através de franquias e sucursais espalhadas pelo mundo. A resistência vinha da história do Barcelona como símbolo da Catalunha, marca de um povo, que no entender de alguns, não poderia ser “espalhada”, gerando uma fuga dos objetivos primordiais da equipe.

O pessoal do City pensava exatamente ao contrário. Sorian chegou carta branca. E mais do que isso com novo aporte de um sócio minoritário, o consócio China Media Capital, de 400 milhões de dólares. E o City Football Group (CFG), foi fundado em 2014.

Hoje, o grupo possui, seis clubes em quatro continentes, com 260 jogadores profissionais contratados (incluindo 20 mulheres).
O primeiro incorporado foi o New York City, criado do zero junto com os proprietários de los New York Yankees de beisebol, e que custou 100 milhões de dólares. Depois vieram o Melbourne Heart de Austrália, o japonês Yokohama Marinos e o Club Atlético Torque, fundado há apenas 10 anos e que em 2018 debutará na  Primeira Divisão Uruguaia. A última aquisição foram 44% das ações do Girona, revelação da atual Liga Espanhola.

Há ainda acordos de colaboração para observar jogadores com o Ghana FA, o Long Island Rough Riders  e o San Antonio FC (ambos de Estados Unidos), além do Atlético Venezuela de Caracas e do NAC Breda holandês.

A ideia é que cada clube tenha autonomia e seja alto sustentável individualmente, mas sempre dentro de um sistema de descoberta e desenvolvimento de novos atletas, estratégias de marketing, troca de informações constantes, além de metologias de treinamentos e até recuperação de atletas lesionados. Os clubes terão liberdade para ações individuais, mas há uma supervisão geral das diretrizes básicas do grupo. Uma franquia mundial do futebol. Faltava um toque final. E ele veio com a contratação de Guardiola, amigo de Sorian desde os tempos de Barcelona. Mas sobre isso falarei num futuro post.

O Dia Impossível

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Cheguei de trem mesmo transporte, mais barato, que usava lá na Zona Leste. O coração estava fora do lugar, não sabia como iria reagir. Voltei no tempo, como nunca. Lembrei do Estadual da Penha, das dificuldades financeiras, do deboche do meu pai pelos meus horrorosos cabelos compridos. E retornei ao porão da casa do Douze, o amigo do colégio, que conseguia os discos dos Beatles para nós ouvirmos, lá na Ponte Rasa, bairro bem humilde da minha região em São Paulo.

Revi a vitrolinha velha que emitia um som precioso, mágico, quando aqueles discos começam a tocar. Forcei a memória para lembrar de uma música que me fazia sonhar, especialmente, naquele espaço. Pensei em Dear Prudence. Só bem mais tarde recordei que era Because. Mas deu igual no meu encantamento naquela manhã mágica.

-Bem vindo a Liverpool !, ouvi falarem.

-Mas Liverpool existe mesmo? Não é como a Gordon City do Batman?

Ela existe. E eu estava lá.

Feia, humilde e aconchegante, como a minha Penha nos anos 60.

– George Harrison usava pinico? kkk. Ringo Starr também? Sabe que eu também?

– Como é, tomavam banhos em bacias da mesma forma que eu fazia?

Incrível. Os meus super heróis eram humanos e falavam, nas músicas, cujas letras eu não entendia, mas amava, de suas ruas, vizinhos e parentes. E o mundo cantava junto. Isso os imortalizou. Por quê?

Só Deus pode explicar. O Cavern Club lembrou meu porão da Ponte Rasa. Afinal também ele é um simples porão.

Acho que eles, os Beatles, nunca entenderam como aconteceu toda aquela loucura. Ninguém entendeu. Mas o mundo mudou por causa daqueles quatro rapazes, cabeludos como eu. As pessoas mudaram seus hábitos, seus gestos, suas roupas. Eu aprendi sobre liberdade, rebeldia, sobre ser eu mesmo com confiança no futuro.

Liverpool, a Penha deles, ficou eterna. Igual Strawberry Fields, onde John Lennon ia expiar as meninas órfãs.

Só chorei uma vez ouvindo The Long and Winding Road, rodando pela Penny Lane. E voltei para o meu trem.

Aconteceu o dia impossível. O encontro do Jeca da Penha com os Jecas de Liverpool. Em 1963, quando os ouvi pela primeira vez, era mais fácil me imaginar indo à Lua. O trem foi deixando a estação. Alguém gritou:

– Foi dessa estação que os Beatles sairam rumo a Abbey Road. Na verdade, foi rumo ao infinito.

Vá entender Deus.

*Esse texto foi concebido para maiores de 50 anos. Quem não tiver pergunte aos seus pais ou avós. Eles vão te contar a história. E por certo ficarão emocionados.

Início dos estaduais

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Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Neste ano de Copa do Mundo o calendário do futebol brasileiro ficou ainda mais apertado. Nos últimos anos, pelo menos o período de pré-temporada passou a ser respeitado, mas em 2018 não será assim.

Alguns times começam o estadual com menos de 10 dias de preparação, isso mostra total falta de preocupação com a saúde dos atletas e com a qualidade do jogo. Pelo menos em 2018, os estaduais poderiam ter diminuído, mas não aconteceu.

Está muito claro que os estaduais existem no formato atual por uma questão política. O calendário atual não é bom nem para os grandes e nem para os pequenos. Muitos times ficam sem calendário em abril e outros sofrem com o excesso de jogos na temporada.

 

Seleções e clubes

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Cada vez mais existe uma diferença clara entre seleções e clubes.

Além da óbvia diferença no tempo de trabalho, já que as seleções se encontram esporadicamente, temos também a globalização. Os melhores jogadores estão nos melhores clubes e isso não acontece nas seleções.

Na América do Sul podemos fazer um comparativo do desempenho das seleções nas Eliminatórias e Copa América com os clubes na Libertadores. Brasil e Argentina contam com grandes estrelas mundiais em suas seleções e apesar de alguns tropeços recentes, os dos países dominam as competições da América do Sul em clubes e seleções, mas a diferença do futebol apresentado pelas seleções em relação aos clubes destes países é imensa. A seleção brasileira joga quase um outro esporte se fizermos a comparação com o Campeonato Brasileiro.

Nos outros países do continente essas diferenças são mais claras. Nos clubes, Equador e Bolívia têm conseguido melhor desempenho que Chile e Uruguai. O Paraguai que não conseguiu classificação para os Mundias de 2014 e 2018 vai bem entre os clubes, muito melhor que o Peru que terá sua seleção na Rússia. A Colômbia consegue bom desempenho nos dois quesitos.

Na Europa, Espanha e Inglaterra têm as duas melhores ligas. Nas seleções, a Espanha cresceu nos últimos anos, mas os ingleses estão longe de aparecer entre as principais. A Alemanha consegue ter um certo equilíbrio, apesar de ter apenas a terceira principal liga européia, mais próxima da liga italiana do que da inglesa e espanhola.

A França talvez mostre a maior diferença, com uma seleção muito forte e uma liga que hoje tem um time muito superior aos outros. No futebol de clubes Rússia e Ucrânia rivalizam com Portugal e estão na frente de Holanda e Bélgica.

São apenas algumas curiosidades que mostram algumas tendências do futebol atual. Neste ano de Copa do Mundo, ficará ainda mais claro que o futebol entre clubes e seleções são coisas bem distintas.

Mercado dos paulistas

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Mais uma vez o Palmeiras é o time que mais contratou no mercado de transferências entre os paulistas. Chegaram Wéverton, Émerson Santos, Marcos Rocha, Diogo Barbosa e Lucas Lima. Gostei mais do mercado deste ano do que do ano passado. O elenco é forte, mas não pode repetir alguns erros de 2017. Seria importante deixar Róger Machado trabalhar durante todo o ano e não mexer muito no elenco. Entre os jogadores mais utilizados no ano passado, saíram Mina, vendido ao Barcelona e por opção do clube Róger Guedes foi envolvido na troca com Marcos Rocha, além da aposentadoria de Zé Roberto. Victor Luis e Allione que retornam de empréstimo podem ser úteis.

O campeão brasileiro Corinthians perdeu 3 titulares importantes. Deixaram o clube Pablo, Guilherme Arana e Jô. Para repor chegou o jovem Juninho Capixaba do Bahia para a lateral e estão próximos Henrique e Henrique Dourado, ambos do Fluminense, seriam bons substitutos para Pablo e Jô. O Corinthians é um dos poucos times brasileiros com uma identidade clara de jogo, isso pode diminuir o prejuízo com as saídas.

O São Paulo perdeu Hernanes e Pratto, dois jogadores importantes. Chegou Diego Souza que pelo menos no início deve ser utilizado na função do argentino. O time terminou o ano com uma base, que já começou a ser mexida, e com algumas carências que ainda não foram preenchidas, Ainda é necessária a chegada de um lateral-direito e um atacante de velocidade, sem Hernanes será preciso buscar mais um jogador para o meio. Chegou o goleiro Jean do Bahia, considero uma ótima contratação. Reinaldo e Hudson retornam de empréstimo e serão úteis.

Até aqui, o Santos é o que mais preocupa. O time mantinha uma base desde 2015 e conseguiu bons resultados no período. Vice da Copa do Brasil 2015 e do Brasileiro 2016, terceiro no Brasileirão do ano passado, além de dois títulos estaduais. Essa base não existe mais, no ano passado saíram o técnica Dorival Júnior e o volante Thiago Maia, neste ano não estarão Zeca, Lucas Lima e Ricardo Oliveira, um novo time terá que ser montado pelo técnico Jair Ventura, com pouco dinheiro. Mais uma vez a base precisará ajudar o Santos.