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Citadini diz que não é culpado por imbróglio em eleição corintiana

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Nesta segunda, a comissão eleitoral do Corinthians impugnou a candidatura do opositor Antonio Roque Citadini. A alegação é de que como membro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) ele não pode assumir cargos administrativos, entre eles a presidência de um clube. O oposicionista está pronto para recorrer na Justiça, o que pode fazer com que o alvinegro demore para saber quem é seu novo presidente.

Abaixo, leia entrevista com Citadini sobre a decisão que pode jogar o Corinthians num indesejável período de incerteza. A eleição está marcada para o próximo dia 3.

Blog do Perrone – Como avalia a decisão da comissão eleitoral de impugnar sua candidatura?

Antonio Roque Citadini –Vou questionar. Não tem veto do estatuto a membro do TCE concorrer à presidência. Criaram uma situação confusa. Eles citaram decisão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) dizendo que desembargador não pode ser presidente de Conselho Deliberativo. E nós temos um presidente do conselho (Guilherme Strenger) que é desembargador e assinou a minha impugnação.

Blog – Você vai recorrer na Justiça ou ainda tentará reverter a situação no clube?

Citadini – Não vejo problema nenhum entrar em juízo. Acho um grave equí­voco da comissão. Ela extrapolou sua competência ao tratar de um assunto que não é dela. Esse tema é do TCE. Se alguém tem alguma reclamação, deveria ter feito lá, não no clube. Não sei se é possível recorrer no clube. Tenho dois advogados trabalhando nisso. Vamos ver.

Blog – Não teme ser considerado culpado por melar a eleição na Justiça e atrapalhar o andamento do clube com uma demora sobre quem é o presidente?

Citadini – É uma confusão grande, mas não foi criada por mim. Eles (membros da comissão) que provocaram essa situação porque extrapolaram a competência deles. Imagina como fica essa decisão se amanhã eu me aposentar e deixar o TCE. Fica uma decisão de louco.

Blog – Mesmo que consiga reverter a situação, acha que já foi feito um estrago na sua candidatura? Os eleitores podem deixar de votar em você por não saberem que a impugnação foi revertida ou escolherem outro candidato antes de a Justiça decidir?

Citadini – Existem dois aspectos. A decisão da comissão pode fazer esse estrago mesmo. Agora, se eu for à Justiça e ganhar, fica claro que foi uma decisão mais política do que legal. As pessoas podem se assustar num primeiro momento, mas apoiar e se mobilizar depois que você provar que estava certo.

 

Bordeaux deve lucrar 3 milhões de euros em operação com Corinthians

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Em cerca de 4 meses, o Bordeaux (FRA) pode lucrar 3 milhões de euros (cerca de R$ 11,7 milhões) graças a uma operação feita com o Corinthians.

Como mostrou o UOL Esporte na ocasião, em setembro do ano passado, o alvinegro vendeu os 15% que ainda tinha dos direitos econômicos de Malcolm para os franceses por 4,5 milhões de euros (R$ 17,58 milhões em valores atuais). Até o final de janeiro, o estafe do jogador acredita que ele será negociado por cerca de 50 milhões de euros (aproximadamente R$ 195,3 milhões). Ou seja, se a negociação for confirmada por essa quantia, 15% do total corresponderá a 7,5 milhões de euros (R$ 29,3 milhões), representando lucro de 3 milhões de euros para os franceses em relação à transação com os brasileiros.

O Arsenal é um dos favoritos para ficar com o jogador. Porém, outro inglês, o Tottenham também conversa com representantes do atleta. Outros clubes como Manchester United e PSG demonstraram ter Malcolm no radar.

Quando o Corinthians se desfez dos 15% dos direitos do atacante, já era de conhecimento público que ele poderia ser alvo de uma transferência com valores significativos em breve. Ciente de que poderia receber mais dinheiro se mantivesse sua porcentagem, o clube do Parque São Jorge preferiu fazer a venda porque precisava alimentar seu cofre imediatamente. Entre outras contas, precisava acertar premiações e direitos de imagem de parte do elenco.

Com a compra da fatia do Corinthians, o Bordeaux passou a ter uma fatia de 65% com o restante dividido entre os empresários Fernando Garcia e Nilson Moura.

O alvinegro ainda terá direito a uma porcentagem como clube formador do atleta numa eventual venda.

Comissão eleitoral alega ser alvo de pressões no Corinthians

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A comissão eleitoral do Corinthians tem sido alvo de pressão de associados e conselheiros que tentam interferir em suas principais decisões antes do pleito. Na mira estão os julgamentos do órgão sobre a eventual impugnação de candidaturas à presidência e ao Conselho Deliberativo.

O pleito está marcado para 3 de fevereiro e o grupo pretende anunciar até a próxima segunda um pacote de decisões.

Na última sexta, a comissão chegou a mudar o local em que se reúne para tentar evitar a pressão de integrantes das alas políticas que abordam os membros do órgão a caminho das sessões.

“É muita pressão no clube e isso dificulta nosso trabalho. Quando a gente aparece, fica muita gente em volta pressionando. Mas vamos concluir nossas análises com tempo para a eleição e seguindo o estatuto [sem interferências]”, disse Miguel Marques e Silva, presidente da comissão eleitoral.

Ele não revelou quem faz pressão e nem se as cobranças são por impugnação ou absolvição de candidatos.

Entre os principais casos analisados está um pedido de impugnação da candidatura do opositor Antonio Roque Citadini. O argumento de um sócio palmeirense  é de que como membro do Tribunal de Contas do Estado ele não pode ocupar cargo administrativo na agremiação.

O candidato de oposição alega que há jurisprudência favorável à candidaturas de integrantes do órgão a postos em clubes. Além disso afirma que tem tempo de serviço para se aposentar caso seja eleito e ainda que a queixa deveria ter sido feita no TCE, já que o estatuto alvinegro não veta candidatos na posição dele.

Investigações importantes também estão sendo feitas pela comissão sobre candidatos supostamente terem pago para associados inadimplentes regularizarem suas situações. Postulantes à presidência e ao conselho são investigados.

Um dos envolvidos é Paulo Garcia. Pretendente ao cargo máximo no clube, ele admitiu ter quitado taxas de regularização para associados em atraso. O estatuto alvinegro é omisso em relação à situação.

A comissão também alega que R$ 200 mil enviados para a conta do Corinthians pelo empresário Carlos Leite foram usados para regularizar as situações de inadimplentes. O órgão quer saber quais são os candidatos envolvidos na suposta operação. O agente nega envolvimento com eventual manobra eleitoral e diz ter feito um empréstimo ao alvinegro.

Um dos suspeitos de coordenar pagamentos é Eduardo Ferreira, ex-diretor de futebol e homem de confiança de Andrés Sanchez, candidato à presidência. Ele rechaça a suspeita. O órgão responsável pelas eleições corintianas tirou da lista de votantes os associados que aproveitaram um desconto de 50% para regulamentarem suas situações. O entendimento foi de que a promoção caracterizou anistia parcial, benefício proibido a partir de 12 meses antes da votação. Por sua vez, a diretoria alega que a anistia só se configuraria com o desconto integral.

 

Nacional-SP faz parceria com agente Fernando Garcia

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Tradicional clube da capital paulista, o Nacional terá como um de seus parceiros o agente de jogadores Fernando Garcia, ex-conselheiro do Corinthians. Atualmente na Série A-2 estadual, a agremiação deve apresentar na próxima semana um novo projeto que contará com pelo menos mais um parceiro, que ainda não teve seu nome divulgado.

Ao blog, por mensagem de celular, Fernando confirmou a parceria, mas não deu detalhes. E se limitou a dizer que seu envolvimento será pessoal, não por meio da Elenko, empresa da qual é um dos sócios. Mesmo assim, o blog apurou que ele vai colocar no clube jogadores com os quais trabalha.

A Fifa proíbe empresários de terem participação nos direitos econômicos de jogadores. A partir do veto, muitos passaram a vincular seus atletas a clubes com os quais têm boa relação e até mesmo a comprar agremiações.

A diretoria do Nacional não foi localizada para explicar o projeto.

Irmão de Paulo Garcia, um dos candidatos à presidência do Corinthians na eleição de fevereiro, Fernando tem como clientes na Elenko, entre outros, o ex-corintiano Malcolm, atualmente no Bordeaux (FRA), Guilherme Arana, Petros, Felipe Melo, Marciel, Lucca, Maycon e Guilherme Romão, promessa que passou a integrar o time profissional do Corinthians nesta temporada.

São Paulo cobra na Justiça R$ 3,2 mi do Botafogo por Henrique Almeida

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Na última segunda, o São Paulo entrou com uma ação de execução de título extrajudicial contra o Botafogo-RJ. O clube paulista alega existir uma dívida R$ 3.227.392,02 referente à venda do atacante Henrique Almeida Caixeta em 2013. Atualmente, o jogador está vinculado ao Grêmio, mas disputou a última temporada pelo Coritiba.

Domingos Flores Fleury da Rocha, vice-presidente jurídico botafoguense, disse não ter conhecimento da ação. Também afirmou que precisaria examinar o contrato, assinado na gestão de Maurício Assumpção, para responder se reconhece a dívida.

De acordo com documento apresentado à Justiça paulista pelos advogados são-paulinos, a compra de 40% dos direitos econômicos do atleta foi acertada por R$ 2,4 milhões. O pagamento seria feito em quatro parcelas. Uma de R$ 900 mil e três de R$ 500 mil cada.

A última prestação venceria em outubro de 2013. Porém, o São Paulo alega que só recebeu a primeira parcela. O valor cobrado agora inclui atualizações e multas por atraso previstas no contrato anexado ao processo.

Na ação, os advogados dos credores pediram que o Botafogo fosse citado por carta para pagar o débito em três dias ou apresentar contestação em 15 dias.  Como de praxe, também foi pedida a penhora online de ativos financeiros em caso de não pagamento.

Mas a juíza Cláudia Maria Pereira Ravacci entendeu que a citação deve ser por meio de oficial de Justiça. Assim, deu cinco dias para o São Paulo providenciar o recolhimento das custas necessárias.

Após fala de cartola da FPF, dirigentes ‘enterram’ nota de apoio a Del Nero

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Durante reunião do Sindicato do Futebol na última segunda, em São Paulo, foi discutida por dirigentes a elaboração de um manifesto de apoio a Marco Polo Del Nero, suspenso pela Fifa. A ideia, porém, foi abandonada após Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista, apontar que a iniciativa só serviria para dar mais destaque às acusações contra o dirigente. A interpretação é de que seria um desgaste desnecessário.

Os cartolas acabaram seguindo recomendação de Walter Feldman, secretário-geral da CBF, de darem entrevistas individuais demonstrando apoio e confiança que Del Nero irá reverter a situação.

Por meio do departamento de comunicação da FPF, Bastos negou que tenha sugerido a não realização do manifesto e até que tenha falado sobre o assunto durante a assembleia. Porém, o blog mantém a informação, confirmada por três participantes da reunião.

O cartola de São Paulo é considerado um dos favoritos numa eventual eleição na confederação sem Marco Polo. Porém, os dirigentes ouvidos sobre o episódio disseram que o discurso dele não teve tom eleitoral, mas de preocupação em preservar a imagem do colega. Em nenhum momento, Bastos atacou o presidente punido.

O presidente da CBF foi suspenso preventivamente por 90 dias pela Fifa por conta de denúncias feitas durante o julgamento de José Maria Marin em Nova York. Ele é acusado de receber propinas em negociações de direitos de transmissões de jogos pela TV, mas alega inocência.

Rebeldia

A situação de Marco Polo começou a ser debatida pelo sindicato a partir de críticas à Fifa feitas por Zeca Xaud, longevo presidente da Federação Roraimense. Ele sugeriu que a CBF se rebelasse e não aceitasse a suspensão. Classificou a atitude da entidade internacional como covarde.

Em seguida, José Vanildo da Silva, presidente da federação do Rio Grande do Norte, disse que os representantes das entidades estaduais estavam desinformados e que Feldman seria a melhor pessoa para esclarecer a situação.

Ensaio

O executivo da CBF, preocupado com a chance de jornalistas do lado de fora da sala ouvirem suas palavras por conta de uma porta aberta, tentou falar sem microfone, mas atendeu ao pedido de Mustafá Contursi, presidente do sindicato, para usar o equipamento.

Então, ele disse que Del Nero está tranquilo, confiante de que vai voltar ao cargo e que pediu um discurso de união aos cartolas. Na sequência, Feldman sugeriu que quando fossem abordados pela imprensa os dirigentes demonstrassem confiança em Marco Polo. A maioria abordada pelos jornalistas depois da reunião acatou o conselho.

Procurado pelo blog para falar sobre o episódio, Feldman não respondeu à mensagem de voz deixada em seu celular.

Todos por um

No embalo das palavras do funcionário da CBF, Marquinho Chedid, presidente do Bragantino, sugeriu que o sindicato elaborasse uma nota de apoio a Del Nero com a assinatura dos presentes. Seria uma forma de demonstrar união em torno do dirigente suspenso.

Como presidente da entidade patronal, Mustafá se manifestou. Disse apoiar Marco Polo, mas ter dúvidas sobre se o momento era adequado. O palmeirense passou a bola para o presidente da Federação Paulista, que também é representante brasileiro na Conmebol.

Bastos explicou que não acatar a decisão da Fifa seria inviável por trazer consequências drásticas. Ele também indicou não existir um movimento político na cúpula da federação internacional para derrubar Del Nero. O cartola ainda citou Mauro Carmélio, presidente da Federação Cearense de Futebol, que teria dito ser este um momento de silêncio.

Bastos argumentou que uma manifestação formal e coletiva dos dirigentes representaria oportunidade para a imprensa voltar a falar sobre as acusações contra Del Nero. Ou seja, a ação para mostrar apoio seria desastrosa por deixar de novo nos holofotes as suspeitas contra o presidente da CBF.

Ele também sustentou que a melhor postura, como havia sugerido Feldman, era a defesa individual feita pelos representantes das federações sempre que indagados sobre o tema.

Pouco depois, cartolas davam entrevistas esbanjando confiança e solidariedade a Del Nero, apesar de enterrarem a ideia de um manifesto de apoio coletivo.

Cerca de R$ 400 mil de dono da Crefisa entram em sindicato de Mustafá

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O Sindicato do Futebol, presidido por Mustafá Contursi, aprovou nesta terça seu balanço financeiro referente a 2017 com o registro de uma doação de cerca de R$ 400 mil. A verba, segundo a entidade, saiu dos cofres do casal dono da Crefisa, ex-aliado do cartola e atualmente desafeto.

Porém, a versão dos patrocinadores do Palmeiras é diferente. De acordo com a assessoria de imprensa deles, a operação foi um empréstimo. “Em meados, aproximadamente, de 2017, houve uma solicitação do sr. Mustafá de um empréstimo para o sindicato da ordem de R$ 430 mil. Esse empréstimo foi feito pelo sr. José Roberto Lamacchia (dono da Crefisa e da FAM com sua mulher Leila Pereira). É o que diz mensagem encaminhada pela assessoria de imprensa dos patrocinadores ao blog depois de ser indagada sobre o assunto.

A assessoria, no entanto, não soube dizer se o alegado empréstimo foi pago.

Na contramão da afirmação sobre quantia emprestada, o sindicato sustenta que possui registro de recolhimento de imposto sobre doação.

O blog falou com três cartolas ligados à entidade patronal, mas não conseguiu conversar com Mustafá.

Quando o dinheiro entrou nos cofres do sindicato, Mustafá, Lamacchia e Leila andavam de braços dados. Em fevereiro do ano passado, o casal foi eleito para o Conselho Deliberativo do Palmeiras. O ex-presidente alviverde foi o principal articulador das campanhas.

Leila só conseguiu ser candidata depois que Contursi apresentou documento assegurando que ela tinha o tempo mínimo exigido como associada para poder disputar vaga no órgão.

Hoje, no entanto, os empresários e Mustafá estão rompidos. Leila deu declarações se dizendo decepcionada com o cartola por conta de ingressos que teriam sido repassados pelos patrocinadores a ele pararem nas mãos de um cambista. O caso é investigado pela polícia e no Palmeiras. Contursi nega envolvimento com revenda de entradas.

Na outra ponta da corda, os correligionários do ex-presidente afirmam que o casal se irritou porque ele não tentou alterar o estatuto palmeirense abreviando o tempo necessário para Leila ser candidata à presidência.

Cotado para deixar Sevilla, Ganso vive incerteza na Espanha

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Empresários que transitam no futebol europeu trabalham com a informação de que o Sevilla procura um clube para Paulo Henrique Ganso na atual janela de transferência, mas que até agora não há negociação aberta.

O estafe do jogador diz desconhecer que tal decisão tenha sido tomada. Ninguém da agremiação  procurou o jogador para informar que ele está no balcão de negócios. Porém, quem trabalha com o meia admite que ele foi avisado de que continuaria com pouco espaço entre os titulares. Logo depois de assumir a equipe no final do ano passado, o técnico Vincenzo Montella conversou com o brasileiro e disse que manteria o time nos moldes de seu antecessor, Eduardo Berizzo.

As palavras do treinador soaram como indício de que nada mudará para Ganso, que participou de 7 dos 18 jogos do clube na atual edição do Campeonato Espanhol até aqui.

O estafe do jogador vê pressão de parte significativa da torcida para que Montella escale o Brasileiro após a derrota por 5 a 3 no clássico contra o Betis, o que aumenta o clima de indefinição.

Em julho de 2016, Ganso assinou contrato por cinco anos com o clube espanhol. O discurso no entorno do atleta é de que se nada mudar até a metade de 2018, ele terá interesse em ser negociado.

Por enquanto, gente próxima a Paulo Henrique diz ter certeza de nesta janela de início de ano ele  não volta ao futebol brasileiro. Além de desejar continuar na Europa, seu salário, mantido em sigilo, é considerado inviável para times do país.

 

 

Ala de organizada do São Paulo cita reuniões secretas com Leco. Clube nega

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O racha entre membros da Independente do interior e da capital abriu uma ferida que incomoda conselheiros do São Paulo: a relação da diretoria com a direção da torcida.

Em publicação numa rede social, a filial de Campinas da organizada apontou existirem encontros sigilosos entre a direção da uniformizada e o presidente são-paulino, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O objetivo do post era comentar problemas ocorridos entre as duas alas na estreia da equipe na Copa São Paulo na semana passada.

“Só porque não concordamos com vocês somos os errados da história? E as reuniões secretas com o Leco e a diretoria do SPFC? Qual o fundamento?”, diz trecho da postagem da Independente Campinas. O texto não dá explicações sobre os supostos encontros.

Procurada, a assessoria de imprensa do São Paulo negou que tenham ocorrido reuniões sigilosas  do presidente do clube e de diretores com a cúpula da torcida.

Por meio de mensagem de celular, o blog perguntou ao presidente da Independente, Henrique Gomes de Lima, o Baby, se as reuniões secretas com Leco aconteceram e qual o tema delas. Porém, ele não respondeu. Apenas encaminhou postagem na qual a diretoria da uniformizada dá sua versão para o desentendimento com associados do interior e faz críticas a ele.

No clube, conselheiros oposicionistas têm criticado o que chamam de proximidade entre a direção e a maior uniformizada tricolor. Sustentam que os cartolas deveriam manter neutralidade em relação à torcida uniformizada, que já invadiu o centro de treinamento da equipe sendo acusada de roubar material esportivo e agredir jogadores.

O bom relacionamento do clube com torcedores organizados foi simbolizado na última rodada do Brasileirão do ano passado. Antes do empate em um gol com o Bahia, as escolas de samba da Independente e da Dragões da Real desfilaram em volta do gramado do Morumbi. Leco e Baby foram fotografados juntos. O registro navegou nos celulares de conselheiros legendado por críticas da oposição à boa relação do cartola com o torcedor que estava envolvido na invasão do CT.

Em novembro, a diretoria tricolor já havia recepcionado a Independente e outros torcedores no Centro de Treinamento para ouvir sugestões deles para o clube. O encontro, porém, não teve nada de secreto.

Opinião: os pontos positivos e o risco para seleção com Coutinho no Barça

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Na opinião deste blogueiro, a transferência de Philippe Coutinho do Liverpool para o Barcelona tem mais pontos positivos do que negativos para a seleção brasileira. Veja abaixo.

Pontos positivos

1 – Entrosamento

Jogando no Bracelona, Coutinho poderá chegar ao Mundial ainda mais entrosado com Paulinho, seu parceiro no meio-campo da seleção brasileira.

2 – Concentração

Com o futuro definido, o meia estará livre de negociações durante o período da Copa, em que o mercado europeu se agitará por conta de transferências. Ele não terá que dividir sua atenção entre seleção e negociações.

3 – Bom exemplo

Coutinho já tinha sua carreira consolidada e se destacava quando Tite assumiu a seleção brasileira. Porém, suas atuações no time nacional sob o comando do ex-corintiano ajudaram a valorizá-lo a ponto de se transformar na segunda maior contratação da história. Não foi primeiro caso. O treinador recolocou Paulinho na vitrine. Graças às primorosas atuações dele pelo Brasil, o Braça o contratou. O novo episódio com Coutinho é mais um exemplo para reforçar a confiança dos atletas no técnico e acreditar que ele pode ajudá-los também a alcançar metas pessoais.

Ponto negativo

Risco

Coutinho pode demorar a se adaptar ao Barça. Na pior das hipóteses, viraria reserva e chegaria ao Mundial da Rússia sem ritmo de jogo. Mas as qualidades do meia, a fase que ele atravessa e o dinheiro investido pelos catalães sugerem que o risco é pequeno.