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Campeão, Corinthians ensinou nova fórmula para vencer o Brasileirão

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Consagrado como campeão brasileiro de 2017 nesta noite diante do Fluminense, o Corinthians deixa como principal legado uma nova forma de disputar o principal torneio do país. O alvinegro provou que é possível praticamente assegurar a conquista já no primeiro turno, ainda que o rendimento da equipe despenque na etapa final.

O desempenho quase perfeito do time de Fábio Carille na primeira “perna” da competição entrou para a história e sustentou os corintianos na liderança mesmo com a perda de gás na metade final da disputa. Fica a lição para os próximos anos. Concentração total na primeira parte do Nacional pode tornar o triunfo irreversível. Principalmente com a Libertadores mais longa, como foi esse ano.

Não estar na competição sul-americana e não ter ido longe em outros torneios ajudou o Corinthians, mas o título veio muito mais por méritos do clube do que por adversários terem escalados reservas em determinados momentos. Os corintianos também sofreram baixas e superaram os problemas com elenco mais modesto do que os favoritos Flamengo e Palmeiras.

Outra herança deixada pelos alvinegros foi seu estilo de jogo,  que acabou sendo adotado por parte significativa das equipes. A estratégia de recuar a marcação, minimizando a importância da posse de bola, e apostando em contra-ataques, virou tendência.

Porém, seria injusto lembrar do novo campeão nacional como um time que joga na retranca ou por uma bola. Dos pés dos alvinegros  também saíram golaços, dribles desconcertantes e fulminantes triangulações.

Para escolher um imagem que simbolize o campeão, fico com a de dois ou três jogadores rodando perto da bola para da opção a um colega marcado. Esse carrossel, frequente na etapa inicial do Brasileirão, costumava desorientar rivais. Mas a cena rareou no segundo turno.

 

Andrés promete se licenciar como deputado caso vença eleição no Corinthians

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Com Diego Salgado, do UOL Esporte, em São Paulo

O grupo Renovação e Transparência marcou para a tarde desta quarta uma reunião para escolher seu candidato à presidência do Corinthians na eleição de fevereiro do ano que vem. Porém, nesta manhã o blog teve acesso a uma carta com a assinatura de Andrés Sanchez assumindo a candidatura. Na mensagem, endereçada a amigos, ele assegura que vai se licenciar temporariamente do cargo de deputado federal se vencer o pleito no Parque São Jorge. Sanchez se elegeu em 2014 para um mandato de quatro anos em Brasília a partir de 2015.

“Sei que é difícil conciliar as funções de presidente do Corinthians com as de representante do povo paulista na Câmara Federal. Por isto, no dia em que assumir a presidência, me licenciarei temporariamente do cargo de deputado federal para dedicar-me integralmente ao clube”, diz Andrés na carta.

O parlamentar petista não fala com o blog. Porém, indagado pela reportagem do UOL Esporte sobre a autenticidade da carta, ele respondeu por mensagem, após receber cópia do documento pelo celular: “Se assinei é (autêntica)”.

De acordo com o regimento interno da Câmara, deputados podem se licenciar “para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que o afastamento não ultrapasse 120 dias por sessão.”

No texto Andrés diz que foi convocado por integrantes de seu grupo para disputar a eleição.

Já em tom de campanha, ele afirma que uma de suas metas é transformar o alvinegro em clube globalizado. Para simbolizar essa busca, promete que no dia de sua posse o Corinthians vai, em parceria, assumir o comando do Corinthian-Casuals. O clube inglês surgiu de uma fusão que envolveu a agremiação inspiradora do nome do time brasileiro. O objetivo, segundo o candiato, é chegar à badalada Premiere League. Hoje, a equipe inglesa diputa a divisão sul da regional Bostik League, reconhecida pela federação da Inglaterra e que está distante da primeira divisão na pirâmide de acesso.

A mensagem começa com o deputado lembrando que tirou o clube da Série B do Brasileiro. Mas ele não lembra que era o presidente quando o time foi rebaixado em 2007. Andrés assumiu durante o campeonato, após a renúncia de Alberto Dualib.

Motivo de piada ou importante na busca pelo título? Números defendem Romero

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Alvo de memes, de críticas disparadas por uma parte da torcida de seu time e até sacaneado em rede nacional no Esporte Espetacular, da Globo. Romero enfrentou tudo isso na temporada em que pode se tornar nesta quarta, diante do Fluminense, campeão brasileiro de 2017 com o Corinthians. Apesar das gozações sofridas pelo paraguaio, as estatísticas registradas pelo site Footstats mostram a importância dele para a equipe tanto no ataque como na defesa.

Apesar de ser atacante, Romero é o segundo jogador do time que mais fez desarmes no campeonato. Ele desarmou os adversários 67 vezes na competição, com média de 2,4 desarmes por jogo. Só é superado pelo lateral Fagner com 82 no total e média de 2,8.

Enquanto torcedores adversários fazem chacota com o corintiano, a quantidade de faltas recebidas por ele mostra que o paraguaio é levado a sério pelos adversários. Romero é o corintiano que mais sofreu faltas no Brasileirão e o quinto mais caçado entre todos os jogadores do campeonato. Foram 84 faltas recebidas em 28 oito partidas, média de três por jogo. Rodriguinho, o segundo corintiano mais atingido foi parado com falta em 54 oportunidades nas suas 30 apresentações no campeonato, média de 1,8 por jogo. Lucca, da Ponte Preta, é quem mais apanhou no Nacional sendo parado com infração 105 vezes, média de 3,2 faltas sofridas por partida.

Apesar de ter apenas três gols no certame, o paraguaio é o terceiro alvinegro que mais finalizou até aqui. São 18 arremates. Ele é superado apenas por Jô (39) e Rodriguinho (28).

Aos que contestam sua habilidade, Romero pode exibir orgulhosamente suas estatísticas nos dribles. Ele é o melhor driblador corintiano ao lado de Fágner. Cada um acertou 18 dribles, mas o lateral tem um jogo a mais.

Negativamente, um dado que chama atenção é quantidade de bolas perdidas pelo paraguaio. O atacante é o segundo comandado de Fábio Carille que mais perdeu a posse de bola: 156 vezes, média de 5,9 por apresentação. Pior que ele nesse quesito só Rodriguinho. O meia perdeu a posse de bola em 182 portunidades. Em média, ele entrega 6,1 bolas para os adversários por jogo.

Opinião: Inglaterra anula armas de Tite em teste digno de Copa do Mundo

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Diante da Inglaterra, em Londres, Tite experimentou, enfim, dificuldades parecidas com as que deve encarar na Copa da Rússia. Mesmo desfalcado, o adversário anulou as principais armas da seleção brasileira e segurou o empate sem gols. Apesar de jogar em casa, os ingleses pouco se arriscaram em busca da vitória.

Com uma marcação compacta, a seleção europeia impediu, na maior parte do jogo, as triangulações que o Brasil gosta de fazer. Diante de uma marcação em bloco, Neymar, Gabriel Jesus e Coutinho, que seriam fundamentais para desmontar a organização inglesa com lances individuais, pouco conseguiram fazer. Paulinho teve dificuldade para ajudar o ataque por causa da falta de espaço. Quando teve uma excelente chance no primeiro tempo mandou a bola para longe do gol. Na etapa final, após Neymar entortar os rivais e dar um presente para ele, o volante parou no goleiro adversário.

No finzinho, Neymar conseguiu usar mais sua habilidade, fazer bons lances, mas nada de sair gol.

Lendo assim, pode parecer que o Brasil jogou mal. Mas não foi uma má apresentação. A defesa se posicionou bem, a transição defensiva funcionou, e os ingleses não conseguiram contra-atacar.

O teste foi importante para Tite ter mais noção dos pontos que precisa melhorar. Principalmente contra adversários fortes taticamente e que se preocupam mais em defender do que em atacar, como foi a Inglaterra nesta terça. Rivais assim devem ser comuns no Mundial.

Corinthians faz nova reunião por permanência de Pablo

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Nesta terça-feira (14), o Corinthians fará nova tentativa de acerto pela permanência de Pablo. O gerente de futebol Alessandro e o diretor Flávio Adauto vão se reunir com o empresário do zagueiro, Fernando César.

No encontro, a dupla de dirigentes deve apresentar uma nova proposta.

A tentativa de encerrar a novela acontece perto do final do período de prioridade dado ao alvinegro, que termina no próximo dia 30. Até lá os corintianos precisam informar se vão pagar 3 milhões de euros (R$ 11,49 milhões) ao Bordeaux para ficar com o atleta. Em recente conversa entre o empresário do beque e a direção do clube francês ficou combinado que até esta data não seriam ouvidas propostas de outros times.

Pablo está emprestado pelos franceses até o final do ano. Porém, o Corinthians obteve autorização para discutir com o jogador um novo contrato.

O zagueiro esteve perto de assinar compromisso por quatro anos e meio, com validade a partir de julho de 2017, mas a negociação emperrou.

César afirmou para a diretoria do Bordeaux que não existe diferença de valores na negociação com o Corinthians. Alegou que a única discordância é em relação à forma de pagamento.

No clube, apesar de a diretoria não falar sobre de detalhes da negociação, a informação é de que ainda há divergência em relação a cifras.

 

Contestado no Corinthians, Flávio Adauto vira referência para palmeirenses

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Alvo de críticas no Parque São Jorge, principalmente no início da temporada, o diretor de futebol Flávio Adauto virou referência para parte de conselheiros do Palmeiras que querem mudanças na gestão da equipe alviverde.

Esse grupo, com integrantes de diferentes alas, quer a nomeação de um conselheiro como diretor de futebol para acompanhar, avaliar e cobrar o trabalho de Alexandre Mattos, dirigente remunerado, e da comissão técnica.

Adauto é usado como exemplo para demonstrar a necessidade de mudança. Os palmeirenses defensores da ideia avaliam que o corintiano está praticamente sempre próximo do time, é ciente do que acontece no vestiário, atua em conjunto com o gerente de futebol Alessandro, ajuda a apagar incêndios e a corrigir rotas, além de ser o elo entre o time e o presidente Roberto de Andrade.

Os descontentes entendem que o alviverde não tem alguém para fazer tudo isso. Criticam o que chamam de autonomia de Mattos, que seria um dos motivos para o clube trocar tanto seus elencos nos últimos anos.

Existe uma articulação entre os insatisfeitos para tentar uma reunião com o presidente Maurício Galiotte para pedir que ele nomeie um conselheiro como diretor de futebol.

Curiosamente, Adauto é contestado no Corinthians.

Conselheiros e empresários de jogadores afirmam, por exemplo, que falta habilidade para o cartola ao tratar com jogadores sobre luvas atrasadas, não definindo uma data para o pagamento.

Ele também foi criticado por sua participação na tentativa frustrada de contratação do atacante Drogba. Ele teria sido omisso na negociação, que começou com gente ligada ao departamento de marketing e terminou com a participação direta do presidente Roberto de Andrade.

A perda de Pottker, ex-Ponte Preta, para o Internacional também é motivo de queixa. A negociação com o atacante estava bem encaminhada, mas foi descartada depois de ser escalado pela Ponte na Copa do Brasil. A partir daí ele ficaria impedido de defender o Corinthians na mesma competição. Nos momentos de dificuldade do ataque alvinegro no Brasileirão, conselheiros lembraram de Pottker, afirmando que ele teria feito a diferença.

São Paulo diz já trabalhar pela permanência de Hernanes, mas faz mistério

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O São Paulo nem esperou o Brasileirão terminar para trabalhar na permanência de Hernanes após o final de seu empréstimo, em julho de 2018. A diretoria afirma já atuar pela continuidade do meio-campista.

A avaliação foi de que devido a importância que ele teve na recuperação da  equipe, o mais prudente seria não esperar para iniciar a operação, apesar de o jogador ter ainda um semestre pela frente com a camisa do clube.

A estratégia adotada, porém, é agir em silêncio. Os tricolores esperam repetir o que fizeram quando o atleta retornou ao clube sem que a negociação vazasse antes de ser concretizada. A diretoria não revela nem se já fez proposta ao Hebei Fortune, com quem o brasileiro mantém vínculo.

Como mostrou o UOL Esporte, há um obstáculo financeiro que preocupa os são-paulinos. O time brasileiro paga hoje R$ 500 mil mensais ao ídolo. Esse é o teto salarial no Morumbi. Mas Hernanes ganha cerca de R$ 2 milhões por mês, já que os chineses completam a quantia.

Diante do destaque que o atleta conseguiu no Brasileirão, é improvável que o Hebei aceite manter o empréstimo dele e no mesmo formato financeiro. Comprar os direitos econômicos de Hernanes também não é missão simples. Os chineses adquiriram o brasileiro por 10 milhões de euros (R$ 37,9 milhões) junto a Juventus da Itália. O montante vultuoso não combina com uma das prioridades da atual gestão: cortar gastos.

 

Opinião: Corinthians amplia pressão sobre reserva ao tentar volta de Cássio

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O Corinthians deu um passo arriscado ao tentar a liberação de Cássio junto à CBF. A frustrada iniciativa coloca pressão extra nos ombros do jovem Caíque França. O terceiro goleiro do time herdou temporariamente a posição com a ausência do titular e a contusão de Walter.

A manobra fracassada soa como uma demonstração pública de falta de confiança no novato. Imagine no seu trabalho, você saber que assumirá temporariamente um cargo importante no lugar de um colega. Se preparar para isso, mas descobrir que a direção da empresa tentou trazer outro profissional que estava de férias para que você não tenha que assumir uma responsabilidade maior? Como ficaria sua confiança na hora de executar a nova missão? Você não questionaria o seu preparo ou o que seus chefes pensam do seu potencial? Esses questionamentos devem estar passando pela cabeça de Caíque.

A postura mais adequada da diretoria teria sido abraçar o reserva imediatamente visando aumentar sua confiança. Seria bem melhor do que pedir um privilégio para a CBF.

O plano escolhido poderia também desagradar a Cássio. Será que o titular, brigando por uma vaga na Copa do Mundo da Rússia, gostaria antecipar seu retorno da seleção por conta de uma desconfiança do clube no reserva? Acredito que não.

Falhou não só a diretoria, na opinião deste blogueiro. Mas também Fábio Carille. O treinador deveria ter sido o primeiro a fortalecer Caíque publicamente.

Cobranças no Palmeiras atingem de jogadores ao presidente

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No final da noite da última quarta-feira, celulares de conselheiros do Palmeiras começaram a tocar freneticamente. Do outro lado da linha colegas de clube indignados coma derrota por 3 a 1 para o Vitória, sacramentada pouco antes em Salvador.  As conversas madrugada adentro sinalizavam uma pressão em efeito dominó capaz de atingir jogadores, comissão técnica e dirigentes. Mostravam também como o clima no clube foi da euforia motivada pela esperança do título brasileiro à revolta em apenas dois jogos. O vento havia começado a mudar no revés no clássico de domingo vencido pelo Corinthians por 3 a 2.

A cúpula palmeirense, no entanto, minimiza no clima de cobrança. Acredita existir na verdade apenas uma movimentação política por parte de militantes do ex-presidente Mustafá Contursi, que tem pontos de divergência com a atual administração.

Em campo, Egídio, Juninho, Mayke e Erik viraram alvo de conselheiros de diferentes correntes políticas que pedem que eles não sejam mais escalados. Também há insatisfeitos com Dudu. Um deles passou a chamar o atacante de Pikachu da Água Branca. A junção do nome da criatura fictícia criada pela Nintendo com o bairro na vizinhança do Allianz Parque é uma maneira de protestar contra o jogador. A crítica é de que neste Brasileiro ele só estaria desequilibrando jogos contra adversários de menor expressão, preferencialmente em casa, não fazendo o mesmo em clássicos decisivos.

Se os atletas mal avaliados por conselheiros não deixam o time, a insatisfação passa a ser também com o técnico. Mas a bronca com a Alberto Valentim não é só por ele manter na equipe jogadores criticados. A lista é extensa. Os nove gols sofridos e oito marcados nas últimas quatro partidas viraram argumento para dizer que o treinador joga a equipe pra frente desordenadamente e expõe a defesa. O ex-auxiliar é “cornetado” por não conseguir arrumar o sistema defensivo  e cobrir brechas deixadas por seus laterais.

Um dos principais motivos de descontentamento é a ausência de Felipe Mello entre os titulares. Os críticos do substituto de Cuca ainda lamentam o fato de o volante não ter jogado em Itaquera. Argumentam que o clássico é pra jogadores cascudos como ele. O meio-campista também é usado para sustentar a tese de que Valentim não fez mudanças radicais após a saída de seu ex-chefe para buscar uma melhora acentuada de desempenho. Por tudo isso, os insatisfeitos fazem coro para que outro treinador seja contratado depois do final do Brasileirão.

E se o treinador não breca a repetição de erros do time e nem troca quem está mal logo a diretoria passa a ser responsabilizada. As duas últimas derrotas fizeram conselheiros que são antigos críticos de Alexandre Mattos, a maioria alinhada com  Mustafá, retomar os ataques ao dirigente remunerado. O novo barulho acontece porque ele não estaria cobrando o técnico, apontando falhas e sugerindo mudanças.

E se o diretor remunerado não enquadra o treinador, as flechas atingem o presidente do clube. Maurício Precivalle Galiotte é criticado por supostamente não exigir que Mattos atue para corrigir rota. O dirigente teria deixado, assim como Paulo Nobre, o funcionário ter muita autonomia. Isso se estende a contratações. Para os críticos, o poder aumentou pelo fato de ele estar entrosado com Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, conselheiros e patrocinadores que ajudam o clube a investir em reforços.

Sob a argumentação de que é necessário alguém do clube supervisionado os profissionais do departamento de futebol, um grupo de conselheiros, liderados por “mustafistas”, planeja pedir ao presidente que nomeie um conselheiro como diretor não remunerado. Além de fazer esse papel, ele seria os olhos e ouvidos de Galiotte junto à equipe.

Política

Integrantes da atual gestão minimizam as críticas. Atribuem, principalmente as feitas a Mattos e a Galiotte ao grupo de Mustafá. Avaliam que a pressão acontece porque o ex-dirigente estaria insatisfeito por não ter sugestões atendidas pelo presidente. Entre elas estariam o corte de profissionais considerados caros pelo veterano cartola. O ex-presidente nega que seja contra o profissionalização de todos os setores do clube defendida por Galiotte. Mas admite ser contra gastos que considera altos e ineficientes. Publicamente, já criticou a grande quantidade de jogadores contratados no início de cada temporada desde a chegada de Mattos.

Galiotte não dá sinais de se incomodar com a pressão. O discurso interno do dirigente é de que continuará tocando o plano de contar com profissionais especializados em cada área. Se a palavra for mantida, a demissão do diretor de futebol e a nomeação de um conselheiro para acompanhar seu trabalho estão descartadas.

O blog procurou falar com Mattos e Galiotte por meio da assessoria de imprensa do Palmeiras, mas não obteve resposta até a publicação deste post.

Bolada à vista deixou Guilherme Arana perto do Sevilla

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Um acordo sobre a forma de pagamento deixou Guilherme Arana próximo do Sevilla. O blog apurou que os espanhóis aceitaram pagar cerca de 50% de 12 milhões de euros (R$ 45,2 milhões) à vista. A decisão atende ao desejo dos corintianos de pegar uma bolada logo de cara para fechar o negócio.

A proposta inicial era de uma entrada menor e mais prestações. O blog não teve acesso ao número de parcelas acordado.

Um dos envolvidos na negociação afirma que faltam detalhes para a venda ser concretizada. A expectativa é que o martelo seja batido até o próximo dia 15.

Os valores que serão pagos ao jogador também já estão apalavrados.

O Corinthians queria 15 milhões de euros (R$45, 5 milhões) pelo lateral, mas não convenceu a diretoria espanhola a subir o preço. O alvinegro tem 40% dos direitos econômicos de Arana, e o restante pertence a empresários.

Mesmo se fechar o negócio em novembro, a ideia da direção alvinegra é anunciar o acordo apenas depois do Brasileirão. Flávio Adauto, diretor de futebol do Corinthians, não respondeu à mensagem enviada pelo blog até a publicação deste post.