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Vitória no sufoco não tira Ceni da corda bamba!

Leia o post original por Milton Neves

São Paulo 2 x 0 Avaí

O São Paulo garantiu os três pontos, é verdade.

Mas, como explicar a “bolinha” que o time de Rogério Ceni jogou diante do Avaí no Morumbi?

Venceu porque ótimo Lucas Pratto balançou as redes com todo o seu oportunismo logo no início da partida…

No segundo tempo, o Tricolor levou um “baile” da equipe catarinense, merecia ter tomado dois ou três gols, mas, na sorte, acabou achando mais um tento com Luiz Araújo nos minutos finais.

O fato é que, além de escalar mal, Ceni também mexe muito mal na equipe.

E quando acertou, tirando Cueva, que não estava jogando nada, para colocar João Schmidt, acabou criando um problemão.

É que o peruano, grande nome do time nos últimos tempos, saiu irritadíssimo do gramado.

Xiiiii…

Não sei não, mas estou achando que é mais fácil Michel Temer concluir seu mandato do que Rogério terminar o primeiro turno como técnico do São Paulo Futebol Clube.

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Ídolo do Tricolor, Müller acredita na vitória sobre o Avaí

Leia o post original por Craque Neto

Direto do Estádio do Morumbi, André Galvão entrevista o ídolo são-paulino, Müller, que fala sobre a situação do time e conta quais são suas expectativas para o Tricolor.

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Cinco destinos em 360 minutos

Leia o post original por Antero Greco

A rodada deste domingo do Brasileiro, a última do ano, decidirá o futuro de cinco equipes. Três cairão para a Série B, junto com o Joinville, e duas vão salvar-se. Sonhos e frustrações  de Coritiba, Avaí, Figueirense, Vasco e Goiás estarão em jogo em quatro partidas, em quatro cidades, em 360 minutos – fora acréscimos…

Não dá nem para escolher qual a missão mais complicada. Mas, vamos lá. O Goiás é penúltimo colocado, com 38 pontos, e recebe o São Paulo, que luta por vaga na Libertadores. O que precisa acontecer para que o verdão se livre da Segundona? Antes de mais nada, tem de vencer. Daí, com 41 pontos e 11 vitórias, torce para que Figueirense (40) e Vasco (40) e com 10 vitórias no máximo empatem e que o Avaí (41) perca. Difícil? Muito. Impossível? Não.

E a vida do Avaí é tranquila? No momento, está fora do Z-4 e só depende de si. Mas qual a missão dele? Bater o campeão Corinthians em Itaquera. Apenas isso. Se empatar reza também por igualdade nos jogos de Figueirense e Vasco – o Goiás não o alcançaria. Se perder, torce por derrotas ou empates dos outros três. Na teoria, é possível.

O Figueirense joga em casa, diante do Fluminense. Tem de ganhar, isso é inegociável. E, além disso, torcer por derrota ou empate do Avaí. Não lhe interessam, no caso, Vasco e Goiás. Muita gente acredita que o tricolor vai entregar. Ora, e por quê? Quem garante que o Flu tem bala para bater um rival motivadíssimo? Bom lembrar que o Flu perdeu 18 jogos.

Por fim, um duelo e tanto, entre Coritiba (43) e Vasco (40). Para o Coxa basta o empate. Daí, não fará mais nenhuma conta. Se perder, torce por tropeços de Avaí e Figueirense.

E o Vasco? Antes de mais nada, é obrigatório ganhar do Coritiba. Daí, fica na expectativa por tropeços de Figueirense e Avaí. Se um dos dois também ganhar, já era, mesmo com vitória vascaína. Tenso, não?

 

 

Vasco pode salvar-se. Mas o pênalti…

Leia o post original por Antero Greco

Amigo vascaíno, entendo a angústia e o alívio que sente neste momento. Tensão porque ainda existe o perigo do rebaixamento e esperança de salvação. O time parecia morto, dois meses atrás, e agora vai para a última rodada com possibilidade de manter-se na Série A, se fizer a parte dele e se Avaí e/ou Figueirense tropeçarem. Estou com você, sou solidário.

Mas, aqui entre nós: o pênalti do qual surgiu o gol solitário e salvador no clássico com o Santos foi mandrake. Nenê caprichou na encenação e Pedro Vauden foi na dele. O goleiro Vanderlei saiu para defender, não pegou o atacante, que saltou por cima e caiu espetacularmente. Cobrou, marcou e deixou o time em vantagem que segurou até o final.

Não convence a alegação de que ocorreu “ação temerária do goleiro”. Isso é muleta para justificar a decisão do juiz. Se Vuaden não marcasse nada, diria que não houve falta ou que, no máximo, deveria optar por tiro livre indireto. As regras deixam sempre escapatórias para os árbitros.

Não significa que o Vasco não tenha feito o suficiente para vencer. Fez, e desde o começo. Só no primeiro tempo, teve chances claras com Jorge Henrique, Riascos e com o próprio Nenê. O Santos deu pouco trabalho – e, quando chegou perto do gol, Martin Silva mostrou segurança. No segundo tempo, a equipe paulista sumiu em campo.

O Vasco venceu na raça, no suor, na água, foi a 40 pontos, numa recuperação extraordinária. Talvez nem os fanáticos pudessem imaginar que encontraria alguma brecha para manter-se vivo até a última rodada. Agora, tem de ganhar do Coritiba no Paraná e torcer por tropeços de Avaí e Figueirense. Complicado, mas não custa sonhar.

Por que não jogos no mesmo horário?

Leia o post original por Antero Greco

Goiás, Vasco, Coritiba, Figueirense e Avaí formam um quinteto de desesperados. Três deles vão juntar-se ao Joinville na disputa da Série B de 2016. O destino de alguns pode definir-se ainda neste final de semana, na penúltima rodada do Brasileiro. Seria justo, portanto, que jogassem no mesmo dia e horário. Certo?

Errado. Ao menos para a CBF. A briga na parte de baixo da classificação foi ignorada pela entidade, que não se deu o trabalho de deixar todas as partidas para o domingo. Por isso, neste sábado o São Paulo recebe o Figueirense (16.º colocado, com 40 pontos) às 17 horas. Mais tarde, às 21h00, o Avaí (17.º com 38) joga em casa com a Ponte Preta.

A distorção prossegue no domingo. O Vasco (antepenúltimo, com 37) entra em campo, em São Januário, para enfrentar o Santos. Depois, às 18h00, o Coritiba (15.º, com 40) vai ao Allianz Parque pegar o Palmeiras e o Goiás (penúltimo, com 35) joga com a Chapecoense, no campo adversário.

Na teoria, Coxa e Goiás saberão, no segundo tempo, qual a situação em que se encontram e o que, eventualmente, devem fazer para garantir melhor sorte. Se for possível.

Mas não cabem elucubrações – como, por exemplo, dizer que Vasco e Coritiba pegarão Santos e Palmeiras reservas. Um torneio sério indicaria jogos na mesma hora.

E os clubes têm coragem de peitar a televisão?

Vasco, continuam sofrimento e esperança

Leia o post original por Antero Greco

O sofrimento do Vasco continua, assim como a esperança de salvação. Desta vez, fez a parte dele, com os 2 a 1 sobre o agora rebaixado Joinville, foi a 37 pontos, mas não consegue respirar aliviado porque o Figueirense empatou e o Coritiba venceu. Ambos têm 40 e são os primeiros fora da faixa de descenso.

A tarefa contra o JEC praticamente foi liquidada em 12 minutos, período suficiente para os gols de Nenê e Riascos. Dali em diante, o Vasco gastou o tempo, apostou no desamparado de um rival sem chance, levou susto só nos minutos finais, com o gol de Rafael Donato, porém não deixou escapar a vitória. Em seguida, ficou na torcida contra os outros concorrentes às vagas para a Série B.

O Vasco tem o Santos, na próxima rodada, e encerra participação diante do Coritiba, fora de casa. Talvez esse seja o confronto para definir o último rebaixado. Pelo andar da carruagem, além do Joinville, também o Goiás vai para o espaço. O Avaí está no mesmo caminho.

Por isso, é imprescindível ganhar do Santos no fim de semana e repetir a proeza do Coxa, que neste domingo jogou com portões fechados, em Curitiba, e aplicou 1 a 0 nos santistas.

O Vasco pode beneficiar-se do fato de o Santos estar entre uma e outra partida com o Palmeiras, pela final da Copa do Brasil, e optar de novo por time misto. Tomara, para os cruzmaltinos, essa seja a alternativa que venha a ocorrer.

Mas tem a contrapartida: o Coritiba visita o Palmeiras, que está na mesma situação do Santos. Vai que os palmeirenses entrem só com reservas…

Haja adrenalina.

E agora, Vasco?

Leia o post original por Antero Greco

Ganhar do Corinthians era necessário, imprescindível, fundamental para manter o sonho da salvação. O Vasco esteve perto da proeza, ficou em vantagem, sofreu o empate e desmoronou. Tem 34 pontos, amarga a penúltima colocação e, a três rodadas do encerramento, sofre com a ameaça de rebaixamento pela terceira vez na história.

A campanha de recuperação é indesmentível, como mostram os números e a dedicação de técnico, auxiliares e jogadores. Mas os números também são impiedosos. Aqueles fiascos acumulados até a chegada da dupla Jorginho/Zinho continuam a pesar, e muito, desfavoravelmente.

Por isso, a necessidade, sempre, de ganhar, ganhar e ganhar, independentemente da qualidade do adversário. Sem a certeza de que, mesmo com várias vitórias, o descenso seja evitado. Agora, a pressão cresce, assim como a angústia, e a perspectiva não é muito animadora.

O Vasco, 34, sai para enfrentar o Joinville, lanterna com 31 pontos e virtualmente rebaixado. Pode ganhar e subir para 37. Depois, recebe o Santos e encerra participação diante do Coritiba, fora de casa. O time paranaense também luta para permanecer na elite.

A situação dos outros ameaçados é a seguinte:

Figueirense (39 pontos) joga Chapecoense (C ), São Paulo (F), Fluminense (C ).

Avaí (38 pontos) tem: Flu (F), Ponte (C ), Corinthians (F).

Coritiba (37) tem: Santos (C ), Palmeiras (F), Vasco (C ).

Goiás (34) tem: Atlético-MG (F), Chapecoense (F) e São Paulo (C ).

Joinville (31) tem: Vasco (C ), Cruzeiro (F) e Grêmio (C ).

O torcedor doVasco terá de rezar…

Resultados jogam pressão no Vasco

Leia o post original por Antero Greco

O Vasco se deu bem nas últimas rodadas. Fez a parte dele e contou com tropeços da turma da parte de baixo da classificação. Por isso, recuperou a esperança de salvar-se e permanecer na Série A . Com 33 pontos, está em situação difícil, evolução para quem estava desenganado.

Mas a pressão aumenta para o clássico com o Corinthians, nesta quinta-feira. Porque alguns dos ameaçados por degola venceram nesta quarta e mantém embolada essa estranha corrida. O Avaí bateu o Joinville no clássico catarinense e saltou para 38 pontos – 16.ª colocação, no momento. O JEC, com 31, se afunda na lanterna e deve mesmo ir para a Segundona.

Para complicar, dos visitantes surpreenderam. O Coritiba foi a Goiânia e sapecou 3 a 1 no Goiás, outro jogo entre desesperados. O Coxa tem 37 pontos, continua no Z-4, mas mais perto de sair do sufoco. O Goiás, com 34, é outro candidato forte para cair. E o Figueirense foi a Campinas para bater a Ponte Preta por 1 a 0. Com 39, dá uma respirada boa.

Ou seja, o Vasco não sai do quarteto maldito, mesmo que supere o Corinthians. No máximo, volta a ficar a dois pontos do primeiro fora da confusão (como diria Vanderlei Luxemburgo). Empate ou derrota aumentam, de novo, o risco de queda.

Será uma quinta-feira de emoções.

Vasco, a salvação é sonho possível

Leia o post original por Antero Greco

As estatísticas não são nada benevolentes com o Vasco. Os cálculos matemáticos apontam como complicada a vida cruzmaltina para fugir do rebaixamento nas seis rodadas restantes do Brasileiro. Mas, depois de alguns resultados deste sábado pela 33.ª rodada, dá para manter esperança. Desde, claro, que o time bata o Fluminense neste domingo.

Vejam só como andam as coisas. O Vasco tem 30 pontos e amarga a lanterna. Ok, óbvio que o drama permanece e, para complicar, faz clássico estadual. Com os riscos que isso implica.

Mas o que fizeram outros times que tentam fugir da degola? Foram fiasco neste Dia das Bruxas. O Joinville perdeu para a Ponte por 1 a 0, em Campinas, e não saiu dos 30 pontos. Ou seja, está afundado. O Coritiba recebeu o Figueirense e ficou no 1 a 1. O Coxa tem 34 e é o 17.º colocado; o Figueira tem 36. O Avaí jogou em casa com o Cruzeiro e também empacou no 1 a 1. Com 35 pontos, é o primeiro na boca de espera no Z-4.

A diferença do Vasco, que já foi pra lá de dez pontos, agora é de apenas 5 pontos para o Avaí. O abismo parecia sem fim e agora não é. Uma vitória contra o Flu e ficará embolado, com a cabeça quase fora do poço, e com esperança nas demais cinco rodadas.

A rapaziada de Jorginho só precisa repetir o que tem feito ultimamente: jogar bem, com inteligência. A tarefa não é simples, mas agora possível.

Empate. E o Vasco continua a sonhar

Leia o post original por Antero Greco

O Vasco cedeu empate ao Avaí poucos minutos antes do fim do jogo disputado em Florianópolis. O 1 a 1 não tira o time carioca da zona de rebaixamento – tem 27 pontos e é penúltimo colocado. Mesmo assim, permite que sonhe com a salvação nas nove rodadas que restam até o encerramento da temporada.

A construção do resultado vem cercada de discussões, como tem sido praxe no Brasileiro deste ano. Repare que, em cada jogo, se fala menos de lances, acertos e erros de técnicos e jogadores, e mais de decisões “polêmicas” da arbitragem. Virou carne de vaca só discutir o que o juiz deu ou deixou de marcar.

No caso da partida do final da manhã deste domingo, as assopradas de Luis Teixeira Rocha já serviram para declarações dos personagens e foram dissecadas na televisão. Sem entrar em pormenores, não daria nenhum dos pênaltis (aquele que Nenê aproveitou, aquele que Gamalho chutou na Lua e aquele reclamado por Jorge Henrique). Tampouco expulsaria Romário e Rafael Silva por causa de desentendimento bobo.

O que me interessa é a postura do Vasco – e essa conta demais neste momento. O time não tem o nervosismo, a insegurança, o medo de antes. Passou a tocar mais a bola, os jogadores sabem mais o que devem fazer e como fazer. As jogadas surgem, as chances também.

O Vasco recuperou a confiança, com a melhora no desempenho de gente como Martin Silva, Rodrigo, Nenê. Estava no fundo do poço e agora vislumbra a oportunidade de salvar-se. Era tido como morto na Série A, agora se aproxima dos outros que estão à frente. Ganhou quatro e empatou dois dos últimos seis jogos. Tem vida nova.

Com ou sem erros de arbitragem – que continuarão a existir – mostra poder de superação. Essa a lição que fica do empate diante do Avaí. E é uma lição de esperança.