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Barça não dá ponto sem nó!

Leia o post original por Craque Neto

O Barcelona acertou a contratação do volante Brasileiro Paulinho por respeitáveis R$ 151 milhões. Segundo informações é a quarta maior contratação da história do clube catalão. Pra falar a verdade sempre achei ele um baita jogador sobretudo do ponto de vista tático. É um dos poucos volantes que conheço que marca e arma com a mesma capacidade técnica. Certamente a diretoria do Barça viu nele um reforço pontual para ir e vestir a camisa de titular. Sem testes. Afinal trata-se de um dos principais meio-campistas da Seleção Brasileira. Homem de confiança do técnico Tite. Por não ser muito conhecido no […]

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Opinião: Tite mudou rumo da carreira de Paulinho com nova chance na seleção

Leia o post original por Perrone

A contratação de Paulinho pelo Barcelona simboliza quanto uma convocação para a seleção brasileira pode mudar a vida de um jogador. Quase esquecido na China, o volante voltou a atuar pelo Brasil mais pela confiança depositada nele por Tite do que pelo seu rendimento naquele momento.

O jogador aproveitou a chance e se transformou num dos principais jogadores da equipe. Virou fundamental para a seleção e fez por merecer sua volta à elite do futebol.

Apesar de seus enormes méritos pessoais, o ex-corintiano deve agradecer a Tite pelo fato de aos 29 anos ter a maior oportunidade de sua vida. Se suas atuações estivessem restritas ao futebol chinês, por melhor que fossem, dificilmente ele chamaria a atenção do Barça ou de outro gigante europeu. Certamente não encontraria alguém disposto a pagar 40 milhões de euros (cerca de R$ 151 milhões).

Agora Paulinho terá o maior desafio de sua carreira. Depois de não decolar no Tottenham, tem o que pode ser sua derradeira chance de mostrar ser um jogador de ponta na Europa.

A missão é mais desafiadora do que brilhar na seleção brasileira porque no time nacional ele conta com um técnico que conhece muito bem suas virtudes e defeitos e que montou um esquema no qual ele tem papel fundamental. No Barcelona tudo será novo. A cobrança será diária, enquanto a seleção se reúne de tempos em tempos. Pela solidez de esquema tática que o Barça já possui, a tendência é que ele seja menos decisivo do que é na seleção. Ou seja, terá que lutar mais para se destacar.

Porém, se conseguir brilhar tanto no Barcelona como tem feito na seleção, Paulinho vai alcançar um patamar que talvez ele mesmo não esperasse mais.

Para Tite, a transferência pode ser ótima ou péssima. Se o volante deslanchar na Catalunha, a seleção brasileira ganha pelo fato de ele trocar o futebol chinês por competições de primeira linha. Se ficar na reserva, poderá perder ritmo de jogo e ter seu desempenho pelo Brasil afetado perto da Copa do Mundo da Rússia.

Egídio não é o vilão do Palmeiras

Leia o post original por Antero Greco

O torcedor do Palmeiras está triste, decepcionado, irritado, perplexo. Não é para menos. Compreende-se o estado de espírito abalado por mais uma decepção num ano que prometia ser glorioso. Depois da queda no Paulista e na Copa do Brasil, e da oscilação no Brasileiro, vem a eliminação na Taça Libertadores. E de forma dolorida: em casa e nos pênaltis.

Os palestrinos têm minha solidariedade irrestrita neste momento. Esperavam, com toda razão, muito mais de um elenco milionário, montado para “fazer história”.

Sei, também, que nestas horas sempre se buscam culpados. Os bodes expiatórios são necessários para compensar frustração, eles concentram toda a ira, purgam os males. E o jogador a ser sacrificado, para muitos, é Egídio. O lateral já não conta com simpatia ampla e geral, sua presença encontra resistência no público, há quem o queira longe do clube.

Enfim, tudo conspira contra o moço.

Por uma dessas tremendas ironias do destino, eis que ele se apresenta para bater o sexto pênalti na noite desta quarta-feira, depois do 1 a 0 sobre o Barcelona no tempo normal. Corre, mira o canto direito alto, chuta e…. o goleiro defende. 5 a 4 para o time equatoriano, fim de linha para o Palmeiras na edição de 2017 do torneio sul-americano.

Pronto, como um raio surgiu o responsável pela eliminação: Egídio, o vilão, o condenado.

Repito, entendo o que sentem os alviverdes, estou perto deles de coração, mas discordo. Sempre enalteci a coragem e o profissionalismo de quem não se esconde numa decisão por pênaltis. Por mais que o sujeito seja profissional da bola, também precisa de coragem. E quem se submete a essa pressão enorme revela, em minha opinião, caráter.

Mesmo que erre – e errar é risco constante na vida. Egídio errou, do ponto de vista do lado de cá. Mas o goleiro Banguera teve mérito, sob a ótica de lá. Assim como Jaílson foi impecável ao pegar o pênalti chutado por Diaz. É do jogo.

No trabalho, no dia a dia, na vida cotidiana, quem mais se apresenta está mais sujeito a falhar. Os comedidos, os covardes, os acomodados, os que se escondem nem sempre são criticados, justamente porque se fingem de folha. Os valentes, os disponíveis, os prestativos arcam com consequências de eventuais falhas.

Desta vez, foi Egídio, porque o último a cobrar. Mas, e se Jaílson não tivesse defendido? A série terminaria nos cinco primeiros. Daí, será que Bruno Henrique seria tão cobrado? Talvez, não sabe. O que se sabe é que Egídio é o bode expiatório.

E acho isso injusto e cruel. Culpe-se quem treme ou o chinelinho. Nunca o que se dispõe a encarar a batalha. Dessa forma, exaltamos o medroso e estigmatizamos o corajoso. Não!

PS. Os erros do Palmeiras ficam para outro post.

Egídio não é o vilão do Palmeiras

Leia o post original por Antero Greco

O torcedor do Palmeiras está triste, decepcionado, irritado, perplexo. Não é para menos. Compreende-se o estado de espírito abalado por mais uma decepção num ano que prometia ser glorioso. Depois da queda no Paulista e na Copa do Brasil, e da oscilação no Brasileiro, vem a eliminação na Taça Libertadores. E de forma dolorida: em casa e nos pênaltis.

Os palestrinos têm minha solidariedade irrestrita neste momento. Esperavam, com toda razão, muito mais de um elenco milionário, montado para “fazer história”.

Sei, também, que nestas horas sempre se buscam culpados. Os bodes expiatórios são necessários para compensar frustração, eles concentram toda a ira, purgam os males. E o jogador a ser sacrificado, para muitos, é Egídio. O lateral já não conta com simpatia ampla e geral, sua presença encontra resistência no público, há quem o queira longe do clube.

Enfim, tudo conspira contra o moço.

Por uma dessas tremendas ironias do destino, eis que ele se apresenta para bater o sexto pênalti na noite desta quarta-feira, depois do 1 a 0 sobre o Barcelona no tempo normal. Corre, mira o canto direito alto, chuta e…. o goleiro defende. 5 a 4 para o time equatoriano, fim de linha para o Palmeiras na edição de 2017 do torneio sul-americano.

Pronto, como um raio surgiu o responsável pela eliminação: Egídio, o vilão, o condenado.

Repito, entendo o que sentem os alviverdes, estou perto deles de coração, mas discordo. Sempre enalteci a coragem e o profissionalismo de quem não se esconde numa decisão por pênaltis. Por mais que o sujeito seja profissional da bola, também precisa de coragem. E quem se submete a essa pressão enorme revela, em minha opinião, caráter.

Mesmo que erre – e errar é risco constante na vida. Egídio errou, do ponto de vista do lado de cá. Mas o goleiro Banguera teve mérito, sob a ótica de lá. Assim como Jaílson foi impecável ao pegar o pênalti chutado por Diaz. É do jogo.

No trabalho, no dia a dia, na vida cotidiana, quem mais se apresenta está mais sujeito a falhar. Os comedidos, os covardes, os acomodados, os que se escondem nem sempre são criticados, justamente porque se fingem de folha. Os valentes, os disponíveis, os prestativos arcam com consequências de eventuais falhas.

Desta vez, foi Egídio, porque o último a cobrar. Mas, e se Jaílson não tivesse defendido? A série terminaria nos cinco primeiros. Daí, será que Bruno Henrique seria tão cobrado? Talvez, não sabe. O que se sabe é que Egídio é o bode expiatório.

E acho isso injusto e cruel. Culpe-se quem treme ou o chinelinho. Nunca o que se dispõe a encarar a batalha. Dessa forma, exaltamos o medroso e estigmatizamos o corajoso. Não!

PS. Os erros do Palmeiras ficam para outro post.

Palmeiras irá se superar e vai seguir na Libertadores.

Leia o post original por Nilson Cesar

Acredito que o Palmeiras terá uma jornada de superação e seguirá em frente na Libertadores da América. O time ainda não está formado e já estamos no mês de agosto. Cuca a exemplo de seus jogadores não está vivendo um grande ano. Deve passar para quartas de final da Libertadores , mas para conquistar o título vai ter que jogar muito mais futebol do que vem apresentando na temporada. A torcida fará a sua parte e tenho certeza que o Verdão tem condições de eliminar o Barcelona do Equador. O meu palpite é de uma vitória do Palmeiras hoje. 2 x 0. Ficarei na torcida do Verdão.

O Barça goleou, mas o nome do jogo foi Apodi! E viva a Chape!

Leia o post original por Milton Neves

Barcelona 5 x 0 Chapecoense

O resultado, é claro, pouco importava.

O jogo entre Barcelona e Chapecoense foi uma ótima ideia do clube catalão para homenagear as vítimas da tragédia com o avião da LaMia e também para celebrar a boa recuperação dos sobreviventes.

E foi emocionante ver Alan Ruschel jogando, não é mesmo?

Bom, e com a bola rolando, não poderia dar outra coisa: goleada do Barça por 5 a 0.

Ou seja, podemos dizer que a Chape foi MUITO melhor do que o Santos, que levou 8 a 0 em 2013.

Mas, sem exageros, Apodi foi o nome do jogo!

O lateral brasileiro simplesmente deitou e rolou para cima do espanhol Jordi Alba.

Dois chapéus, uma caneta e ainda saiu de campo aplaudido pela torcida do Barça!

Espetacular!

E que não falte apoio aos familiares das vítimas da tragédia do ano passado!

Polêmica com Neymar

E, claro, a torcida do Barcelona aproveitou a oportunidade para cutucar Neymar.

Mas pegaram MUITO pesado com o novo reforço do PSG.

Os torcedores cantaram: “Aquí no te queremos, Neymar muérete (aqui não te amamos, morra, Neymar)”.

Algo completamente desnecessário em um jogo organizado para homenagear as vítimas da tragédia da Chapecoense, não é verdade?

Opine!

Orgulho brasileiro

Leia o post original por Craque Neto

Disse em outro post que se fosse o Neymar não sairia do Barcelona. Acho que a tendência era ele evoluir no clube e até ultrapassar o Messi. Tomar a frente como protagonista. Mas não há como negar que dá um baita orgulho para todos nós torcedores brasileiros saber que o jogador mais caro do mundo é NOSSO. Isso mesmo! A negociação que girou em torno de 222 milhões de Euros, ou R$ 821 milhões, superou de longe todas as marcas anteriores. É dinheiro para tudo quanto é lado. O que me deixou muito contente é saber que o próprio Neymar […]

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Opinião: Neymar perde sem o brilho de Messi por perto

Leia o post original por Perrone

No PSG, sem a sombra de Messi, Neymar terá mais chances de realizar o sonho de ser eleito o melhor do Mundo pela Fifa? Não acredito.

Na minha opinião, a transferência não livra o atacante da sombra do argentino, que continuará brilhando no Barça e sendo um adversários dificílimo a ser batido, assim como Cristiano Ronaldo, pra ficar em dois nomes.

Mais que isso. Em vez de fugir da sombra de Lionel, vejo Neymar perder o brilho de seu ex-companheiro. Por mais forte que fique o Paris Saint-Germain, o brasileiro não terá ao seu lado um colega com a mesma qualidade de Messi para transformar seus passes em gol ou para lhe servir. Essa parceira era boa para os dois. Um ajudava o outro a se destacar.

Conquistar grandes títulos, em especial a Liga dos Campeões da Europa, também é importante na construção do melhor jogador do mundo. Acredito que Neymar estaria mais perto desses triunfos no Barça. Claro que tem uma Copa do Mundo no ano que vem que pode ajudar o brasileiro a chegar o topo. Mas ele também teria essa chance se continuasse na Catalunha.

Vale lembrar que desde 2008, quando Cristiano Ronaldo defendia o Manchester United, um jogador que não atua na Espanha não é eleito melhor do mundo. Desde então, ele e Messi se revezam no primeiro lugar.

Não significa que este blogueiro entenda que o ex-camisa 11 do Barcelona errou ao  se mudar para Paris. Ninguém é capaz de fazer esse julgamento. Só ele sabe o quanto estava feliz ou não em sua ex-equipe. E apenas o próprio jogador pode medir o que atende melhor a seus anseios.

O ponto aqui é que se afastar de Messi não parece ser uma vantagem. Assim como sair do Barcelona também não parece. Será que Neymar seria a grife que é se nos últimos anos tivesse jogado pelo PSG? Teria ele tantos fãs no Japão e na China como tem?

O Barça é um dos clubes com mais seguidores no Mundo. Isso ajuda quem esta lá a ter mais visibilidade e a ganhar mais dinheiro com publicidade. O tamanho do clube catalão também serve para inflar os contratos publicitários de seus atletas. Certamente mais do que o PSG pode fazer. Se bem que pelos valores do contrato, Neymar não tem com o que se preocupar em termos financeiros.

A proporção do aumento de seus vencimentos será proporcional ao crescimento da responsabilidade. Ter que liderar o PSG rumo a uma guinada em sua história trará muita pressão. Como ele disse que precisava de desafios, encontrou o que queria.