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E a base vem como?

Leia o post original por Rica Perrone

Cada dia que passa me questiono mais sobre a necessidade dos clubes em contratar.  Vejo que o nivel técnico do jogo caiu muito, que hoje os jogadores se parecem muito.  Os salários são altos, as transações absurdas, e o retorno… nem sempre.

Pra ser bonzinho. Pois na real, quase nunca.

Eu vou ser prático com exemplos:

A base do Flamengo não tem ninguém que jogue o mesmo que o Gabriel, por exemplo?

Na base do Palmeiras não tem jogadores que possam preencher o elenco e pra isso é preciso contratar quase 2 times inteiros?

O Corinthians precisa de um centroavante pra fazer o que o Romero faz que na sua base não tenha?

Não tem um menino no gol do SPFC em toda a base capaz de não cometer as falhas do Denis por 1 anos?

Você tem 200 meninos na base. Não consegue repor um lateral reserva sem gastar um milhãozinho no mercado?

Será?

Ou será que o dinheiro “dos outros” girando ainda é mais negócio?

Olha pro seu time. Quantos jogadores absolutamente comuns você tem por mais de 150 mil reais por mês?  Será que precisava? E quanto custou pra vir?

Olha o mercado, a janela. Os valores. Quem são os alvos. Não estamos duelando por Carecas, Zicos, Romários. Estamos brigando por Bruno Silva, com todo respeito. Ou lamentando a perda do Fernandinho, de tantos outros “bons jogadores”, mas que são “ok”.  Não fazem nada muito melhor que um garoto possa fazer ganhando 20% do que ele ganha, não tendo que comprar e valorizando o produto que você fez por anos.

Será mesmo que é preciso tanto dinheiro assim pra fazer futebol no Brasil onde a gente inventa jogador todo dia?

Sera que o Grêmio e o Corinthians de 2017 não mostraram nada aos demais? Ou ali tinha algum timaço cheio de contratações?

abs,
RicaPerrone

Quem revela mais?

Leia o post original por Rica Perrone

É uma pergunta difícil, embora bem comum. Os times pequenos que tinham essa função perderam espaço para os clube/empresários e para os esquemas de propina que impedem o talento de entrar num time sem ter que pagar um dirigente qualquer. Nem todos trabalham desta forma. Pelo contrário. A minoria queima a imagem da maioria que […]

Sr. Olhão avalia os garotos de Xerém

Leia o post original por Rica Perrone

Na ultima terça um noticia abalou as estruturas do futebol carioca, a Unimed deixara de patrocinar a o Fluminense. Para muitos está declarado o fim do clube carioca, até porque como sabemos, o Flu nunca ganhou nada antes da Unimed chegar não é mesmo? Rsss Pois bem, fique tranquilo torcedor tricolor o Sr. Olhão esta […]

Sr. Olhão: Gabriel Fernando – A salvação palmeirense?

Leia o post original por Rica Perrone

Olá pessoal, tudo bom? Mais uma vez por aqui o Sr. Olhão. Esse último final de semana tive o prazer de ir até a rua javari em São Paulo, para quem não conhece vale a pena ir, é uma viagem no tempo. Mas não estou por aqui para falar de estádios antigos mas sim de […]

Base Alviverde: Sobra talento, o que falta é marketing e publicidade!

Leia o post original por Flavio Canuto

Saudações palestrinas, nobres alviverdes!

A base do Palmeiras, que já revelou vários bons jogadores no passado, esteve por muito tempo esquecida, desprezada, desestruturada. Um renomado treinador que passou pelo Verdão (e que foi embora antes do trágico rebaixamento no Brasileirão-2012) afirmou categoricamente que “não via ninguém, entre os mais jovens, capaz de fazer parte do elenco profissional, que ninguém prestava, não havia nada aproveitável”. Será mesmo?

Pois bem, hoje, alguns valores das nossas categorias de base merecem destaque e muita atenção por parte dos dirigentes palestrinos. O time que chegou longe na Copinha mostrou que vários jogadores poderiam facilmente substituir, com mais propriedade e futebol, alguns nomes venerados por Luiz Felipe Scolari, o “algoz” da base. Bruno Oliveira, Fernando, Bruno Dybal, Lucas Morelatto, João Denoni, Diego Souza, Patrick Vieira, Edilson, Chico e João Pedro certamente seriam mais capacitados que Artur, Leandro Amaro, Tinga, João Vitor, Patrik, Mazinho, Daniel Carvalho, Betinho, entre outros. Ou não?

Futebol, nos tempos atuais, tornou-se algo muito mais publicitário do que qualquer outra coisa. O marketing em torno de um determinado atleta, em dados momentos, é muito mais importante até do que seus dotes futebolísticos. Existem dois tipos de jogadores aproveitáveis quando falamos em base: Há os talentos que o clube deseja usufruir, que podem ajudar dentro de campo, com passes, com gols, com títulos e, por conta disso, vem a valorização e as possíveis vendas. Existem também os jovens valores que não precisam ter vida longa no clube, bastando jogar algumas partidas para serem negociados.

Para tudo isso funcionar perfeitamente, não é tecnicamente necessário que o garoto seja um gênio, um “Novo Evair”, “Novo Marcos” ou “Novo Ademir da Guia”. Basta um trabalho minucioso de marketing em cima de alguém com o mínimo de talento, incluindo divulgação, massificação do nome e do rosto do jogador, ampla cobertura da grande mídia, uma multa rescisória polpuda para chamar a atenção dos gigantes europeus e muito lobby nos bastidores. Assim se “produz” um “craque” no futebol brasileiro na “Era Lucas” e/ou “Era Neymar”.

Dois clubes no País tornaram-se ‘experts’ nesse tipo de fabricação: Santos e São Paulo. Um garoto como outro qualquer, nos campinhos da base, se mostra algo um pouquinho melhor que os demais já ganha status de celebridade, de o novo gênio da raça futebolística. O garoto continua como outro qualquer, mas o marketing em torno do seu nome já lhe coloca em outro patamar, o de “promessa”.

A Europa está sempre com os olhos voltados para os talentos tupiniquins. Isso é fato. Quando começa a badalação em torno de algum novo jogador, gigantes do Velho Mundo passam a observar com muito mais afinco quem é a nova estrela da bola, empresários e agentes passam a contatar tudo quando é gente lá fora, chamando a atenção para o jovem. Pronto, bastam alguns bons jogos para a “promessa” ficar na mira de Manchester United, Barcelona, Real Madrid, Milan, e por aí vai…

Isso está errado? Não. Nós é quem temos de iniciar esse processo com os nossos talentos. O Flamengo já renovou contrato com o tal Rafinha, que fez dois, três bons jogos contra times fracos do Rio, e colocou multa de R$ 100 milhões, passando a propagar os “feitos” do seu atleta. Alguém duvida que daqui a pouco apareça alguém disposto a pagar R$ 20, 25 milhões pelo sujeito? É natural. O Gabriel Silva, lateral-esquerdo da nossa base, teve atuações medianas no profissional, nada muito relevante e, mesmo assim, teve boas propostas e foi negociado. Vinicius teve propostas quando nem saía do banco de reservas.

O grande ponto é saber como fazer esse processo. Temos um talento que está despontando e que daqui a pouco receberá muitas propostas do exterior. Falo do Patrick Vieira, um jovem muito habilidoso, técnico, com um estilo similar aos atletas africanos, aliando força física à velocidade, caindo pelos lados do campo. Vieira, se em outro clube mais “malicioso” estivesse, certamente figuraria em capas de jornal, sendo alvo de matérias “chapa branca”, sendo supervalorizado.

Nós temos de seguir essa tendência, as bases de outros clubes por aí não são superiores à nossa, tudo é nivelado, só precisamos ter mais publicidade, mais valorização. A torcida precisa entender que ela também faz parte desse processo, “queimar” jovens valores só causa dano ao clube, que deixa de lucrar, deixa de ter em campo um jogador que poderia fazer a diferença e render milhões aos cofres verdes. O que é nosso tem de ser enaltecido, vangloriado e não maltratado, achincalhado. O que é nosso precisa ser tido como o melhor, como os outros fazem, temos os mesmos produtos e precisamos propagar. A propaganda é a “arma” do negócio! Então propaguemos…

Aproveitando o gancho, desejo muita sorte ao Erasmo Damiani, novo coordenador da base do Palmeiras, uma peça importante que faz parte do processo de profissionalização das categorias inferiores do Alviverde Imponente. O profissionalismo dentro desse setor é um passo gigantesco para colhermos frutos futuros. Outro grande feito de José Carlos Brunoro foi extinguir o decadente Palmeiras B, uma fonte de prejuízos e de encostos. Ah, você ainda não sabia? O Palmeiras B, após a disputa do Paulistão Série A3, encerrará suas atividades e apenas fará parte do passado. Acabará. Sem boas lembranças!

Abraço a todos!

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Acusada de assediar vascaíno, diretoria do São Paulo diz que estrutura do clube atrai atletas com salários atrasados

Leia o post original por Perrone

Acusada por rivais de assediar jogadores e descumprir um pacto entre as equipes brasileiras, a diretoria do São Paulo se defende afirmando que e estrutura do clube atrai jogadores de outros times. Principalmente com salários atrasados.

O argumento serve especificamente para rebater a acusação dos vascaínos de que o time do Morumbi assediou o jovem lateral-direito Foguete. Segundo a diretoria tricolor, o jogador preferiu atuar no São Paulo a sofrer com atrasos salariais em São Januário.

Pela versão são-paulina, o atleta foi oferecido após romper seu vínculo com o Vasco por causa da falta de pagamentos.

Acusações semelhantes feitas por Coritiba e Ponte Preta também são rechaçadas pelos são-paulinos.

Para a cúpula do São Paulo o movimento é natural. Atletas (ou seus agentes) querem migrar para o clube de melhor estrutura na base, que, segundo eles, é o dono do CT de Cotia.

Curiosamente, enquanto a diretoria se gaba de suas categorias de base, internamente, o trabalho é criticado por conselheiros, incluindo gente da situação. A queixa é de que o time investe muito e, mesmo assim, precisa buscar jovens em outros clubes para melhorar o nível de suas equipes amadoras. E lembram a decisão de René Simões de deixar o departamento, após uma curta passagem, para indicar que há algo que não funciona por lá.

Só 9 clubes têm time-base para 2013. O restante “tá feio”

Leia o post original por Mion

A realidade com ou sem dor

A reta final do campeonato brasileiro reserva poucas emoções. No fundo resta saber quais serão os outros dois clubes que vão acompanhar Atlético-GO e Figueirense à Série B. o Palmeiras está pertinho, a quarta vaga continua indefinida. E talvez para ter um pouco de boa vontade, conhecer também quem será o vice de 2012: Atlético-MG ou Grêmio. No restante, dirigentes, técnicos e jogadores já estão pensando em 2013.

Dos 20 times que disputaram o Brasileirão, apenas 9 terminam a temporada tranqüilos necessitando de apenas alguns ajustes pontuais: Fluminense, Atlético-MG, Corinthians, Grêmio, São Paulo, Botafogo, Coritiba, Náutico e Ponte Preta. Isso é claro se não houver nenhum desmanche. Principalmente o Corinthians, dependerá do estrago que poderá acontecer após o Mundial de Clubes, ganhando ou perdendo o time será observado por olheiros dos maiores clubes do mundo. Se esses 9 clubes conseguirem manter pelo menos 70% da base, com alguns reforços poderão encarar o ano que vem com sucesso e brigar por posições importantes, títulos regionais e nacionais. Os demais terão que correr contra o tempo.

Vou começar por São Paulo: no Santos, Muricy conseguiu segurar as pontas em 2012, mas precisará de pelo menos quatro a cinco reforços de qualidade. O Peixe tem problemas sérios principalmente nas laterais e na meia-cancha. Mais um zagueiro fará bem. O Palmeiras escapando ou não do rebaixamento terá que fazer uma limpa. 50% do elenco não têm a menor qualidade de vestir a camisa palmeirense. A Portuguesa possui uma equipe de bom nível, fica difícil analisar porque é de conhecimento público formar times para não cair. Não investe sonhando em passos mais importantes.

No Rio de Janeiro, o Flamengo segue mais ou menos o caminho palmeirense. Resolver os problemas políticos do clube, reconhecer que o elenco é fraco e tem jogadores com idade avançada, já não rendem não suportam o ritmo do excesso de jogos. O correto seria manter Dorival Júnior apostar em Adryan, Luiz Antonio e Thomas, trazer três ou quatro jogadores talentosos. Leo Moura, Gonzáles, Renato Abreu, Maldonado e Cleber Santana todos com 32 anos pra cima não conseguem iniciar e terminar o jogo com o mesmo ritmo, além de lentos. O Vasco então, será obrigado a começar do zero: técnico, pagar salários, dar uma estrutura e contratar cinco a seis reforços. Perdeu jogadores importantes, Diego Souza, Fagner, Bernardo e não conseguiu repor. Além das lesões de Dedé e Alecsandro.

No sul, o Inter perdeu o rumo, precisa primeiro decidir o comando técnico. Renovou com Fernandão e  fala em Abel Braga. Nenhum treinador consegue fazer um trabalho constante no Beira-Rio. O clube parece não ter comando. Além disso, necessita decidir com quem fica dos cinco estrangeiros Optar por três. Gasta um dinheiraço com eles e precisa de reforços pontuais. Se analisarmos o nível dos atletas do elenco é um dos melhores do país, mas jogando não agrada. Empatou 12 jogos e não consegue produzir em campo o renome de seus jogadores,deveria no mínimo brigar por Libertadores. Logo não tem time-base para 2013, será obrigado a reformular.

Finalmente em Minas, o Cruzeiro é outro bem perdido e com muito trabalho pela frente. Coitado do Montillo!Dizem que ele caiu de produção, ninguém faz milagre. A Raposa necessita arrumar os três setores da equipe e definir um técnico mais próximo de sua história, marcada por equipes agressivas que gostam de jogar no ataque. No Nordeste tanto Bahia quanto Sport fizeram o possível dentro das limitações de recursos financeiros e estrutura. Não dá para criticar: sem grana até fizeram demais.

Mistério na base do Corinthians

Leia o post original por Neto

Nesta quarta-feira o programa ‘Os Donos da Bola’ da Band passou uma matéria que me despertou bastante curiosidade. Nela relata uma situação curiosa, pra não dizer nebulosa, que aconteceu nas categorias de base do Corinthians. Conta a história do jovem atacante Bruno Gomes, que aos 16 anos, foi negociado com o Manchester United após ser o grande destaque do Timão na Copa Votorantim, que é uma espécie de Brasileirão dos infantis.

Bruno Gomes abandonou o Timão e foi para o Manchester United

Você amigo do UOL vai me perguntar: o que há de estranho nisso? Há tanto garoto sendo negociado com o exterior antes da maior idade. Certo? Na teoria sim. O esquisito foi descobrir que ele acabou vendido pelo Desportivo Brasil, que é um pequeno clube do interior de São Paulo bancado pela empresa Traffic. Ou seja, oficialmente não teria entrado nenhum centavo nos cofres corintianos. Aliás, segundo ele, chegou a ser dispensado pelo Timão. É brincadeira?

Aí fica a pergunta: onde estava o diretor da base do Corinthians, Fernando Alba, que nada fez? Porque ingenuamente ou não, prefiro acreditar que houve incompetência de alguém nesse caso. Mas de quem, hein? Sinceramente gostaria de uma satisfação dos responsáveis por levar o garoto para a Inglaterra, ou de dirigentes alvinegros, até para entender essa situação.

E vamos ser sinceros? Título de Copa São Paulo nunca significou uma base boa e rentável. E prova disso é o Santos, que pouco ganha o torneio e revela uma fera atrás da outra. Vamos acordar e jogar as claras, certo?

Desmanche no Timão. A hora certa de “oxigenar”

Leia o post original por Mion

Danilo e Ralf (esq. e dir.) são imprescindíveis. Paulinho (centro) está valorizado, Timão deve aproveitar para ganhar uma boa grana.

O técnico Tite e seus pupilos cumpriram os principais objetivos: Campeões brasileiros de 2011 e Libertadores 2012. Agora começa nova etapa, decidir entre manter o elenco ou aproveitar o momento para negociar alguns atletas mais valorizados. Leandro Castán seguiu para a Roma, Chicão, Paulinho, Ralf e Alex também estão na mira de clubes, desses só seguraria Ralf, fundamental na estabilidade no poder de marcação.

Não gostei da liberação de Castán, o Timão deveria se esforçar mais para segurar o zagueiro de 25 anos, o melhor da defensiva. Chicão já fechou o seu ciclo no clube. As maiores necessidades são: contratar um lateral direito de qualidade, Alessandro está próximo dos 34 anos e pode cair de rendimento, uma nova dupla de zagueiros experientes. Fabio Santos fechou bem o lado esquerdo.

Na meia-cancha a prioridade deve ser a manutenção de Ralf e Danilo. Agora é a hora certa de liberar Alex e principalmente Paulinho. O jovem volante de 24 anos tem ótimo mercado após a Libertadores, está supervalorizado, mais do que realmente vale. Sempre achei Paulinho um ótimo volante, mas inferior a Elias, vendido recentemente para o leste europeu. Se fizer uma boa pesquisa no mercado o Timão consegue um novo Paulinho, até melhorado. Danilo é fundamental, articulador diferenciado capaz de desequilibrar, aparecer nos momentos certos: dita o ritmo certo de jogo.

Alex dificilmente jogou mal, entretanto o investimento não valeu. Não deu liga com a camisa corinthiana, não houve sintonia. Alex tem 30 anos, jogou 53 jogos e marcou apenas 9 gols (média de 0,16/jogo). Para se ter idéia no Internacional (2004-2009) atuou em 168 jogos e fez 56 gols (média 0,33/jogo, mais que o dobro). A dificuldade na sua liberação reside em Tite, Alex é o seu xodó, o camarada de maior confiança do treinador. Talvez não queira abrir mão de sua presença.

Não adianta inchar o elenco, o resumo é o seguinte: a diretoria necessita contratar um lateral-direito, dois zagueiros,  volante e  meia-atacante. Todos de alto nível. São cinco feras para brigar pelo título Mundial de Clubes.

 

No ataque são imprescindíveis o diferenciado Emerson e Jorge Henrique, um dos principais personagens do atual time: aparece pouco, entretanto cria jogadas ofensivas, dá velocidade, finaliza e ainda recompõe a meia-cancha com muita competência. Não recebe o devido valor, graças às suas atuações, Paulinho tem mais liberdade e aparece mais.  A contratação do peruano Guerrero fechou o ataque, jogou no Bayern de Munich e Hamburgo. Titular da seleção peruana atuou em 35 jogos e marcou 17 gols, uma excelente marca. Em oito anos de futebol alemão pegou muita experiência.  É lógico se surgir no mercado outro atacante diferenciado será muito bem vindo.

O Corinthians manteria a espinha dorsal e renovaria a equipe dando uma oxigenada no elenco com idade avançada, teria uma nova dinâmica. Os jovens Cássio e Romarinho iniciaram a revitalização do elenco. Pouco se falou da maturidade de Cássio de apenas 25 anos, fechou o gol e foi fundamental na conquista da Libertadores. Cássio, Alessandro(lateral), dois zagueiros e Fabio Santos; Ralf, (volante), (meia-atacante) e Danilo: Jorge Henrique, Emerson e Romarinho. A diretoria manteria a base do time e poderia ganhar fôlego financeiro com a venda de alguns campeões da Libertadores, assim poderá contratar jogadores pontuais visando o título brasileiro de 2013 e o bi na Libertadores.

Ganhar o título brasileiro de 2012 será muito difícil. A atenção é formar um time de mais qualidade técnica e trabalhar forte pensando na conquista o Mundial de Clubesem dezembro. Mesmoque não consiga, entrará em 2013 renovado, bem entrosado e “queimando azeite”. Afinal, o futebol é um recomeço permanente, tanto na derrota quanto na vitória. O importante é não deixar a “peteca cair”.