Arquivo da categoria: Bastidores

Bananeira que já deu cacho ainda pode alimentar clubes brasileiros!

Leia o post original por Milton Neves

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Você sabe o motivo de a bananeira ser cortada após a colheita do fruto?

Isso acontece porque, pouco tempo depois de dar cacho, a planta seca e morre.

E, se ela não for retirada, acaba atrapalhando o desenvolvimento das novas mudas.

Por isso, surgiu por aí uma expressão que muito provavelmente você já tenha escutado.

“Ah, fulano é bananeira que já deu cacho…”.

Ou seja, ele não tem mais o que acrescentar em determinado assunto.

E eu gosto muito de empregar esta expressão em assuntos futebolísticos

Por exemplo, costumo dizer que quando um jogador não consegue mais lugar em clubes europeus e decide vir jogar no Brasil, é porque ele é bananeira que
já deu cacho.

No entanto, alguns exemplos recentes acabaram desmentindo esta minha teoria.

Diego, que já não cabia no futebol europeu, foi contratado pelo Flamengo e deitou e rolou no ano passado nos gramados brasileiros.

Robinho, que há tempos perdeu espaço nos times mais ricos do mundo, foi o artilheiro do país em 2016, com 25 gols anotados.

E isso tem acontecido porque, hoje, os nossos times, se comparados com as grandes equipes do mundo, são de Série C ou D.

Então, é natural que as bananeiras que já deram cachos na Europa, ainda consigam “alimentar” os nossos clubes.

Por essas e outras, eu aposto que Felipe Melo dará certo no Palmeiras.

Só precisa parar de brigar com jornalistas…

Também acredito que Drogba, mesmo aos 38 anos, ainda tenha lenha para queimar no Corinthians.

Melhor que Jô e que Kazim ele é!

E acho também que Ronaldinho Gaúcho seria uma boa para o Coritiba.

No caso dele, mais pelo marketing do que pelo futebol, é verdade.

Afinal, além do talento com a bola nos pés, os medalhões consagrados também acabam ajudando na divulgação da marca do clube no mundo todo.

E Anelka também teria se dado bem no Atlético-MG.

Pena que toda aquela confusão melou o negócio…

Bom, e tomara que dê certo mesmo essa história do Drogba no Corinthians.

O Timão forte e competitivo garante sempre ótima audiência e, consequentemente, o emprego de muita gente.

É nóis, vai, Curintchá!

Foto: UOL

Diário de viagem – O Penta

Leia o post original por Rica Perrone

Fui! Depois da trágica experiência de ser meio ignorado por uma agência, recebi um telefonema meia noite de terça-feira dizendo que o Hotel Urbano queria me dar a viagem ao Sul para ver a decisão. Dormi pouco, mal, acordando a cada 2 horas. Eu queria que chegasse logo. Nunca fui a Arena nova, e por …

Nova York, a bola e o Rádio FC

Leia o post original por Milton Neves

Escrevo de Nova York.

Para chegar, se Deus quiser, em cima da hora neste domingão para o “Dia do Rádio”, no Museu do Futebol do Pacaembu, pelo Domingo Esportivo Bandeirantes.

Vim na “pior semana” que poderia escolher.

Foi a força do imponderável em vinda inadiável por meras assinaturas que não permitiam procuração, mas presença física.

Que inferno a semana de segunda a sexta aqui na “Capital do Mundo”!!!

Chuvas, Obama, interdições, FBI na rua ostensivamente, Assembleia da ONU dos líderes mundiais, “milhões” de agentes e rescaldo de duas explosões com 29 vítimas feridas, transformaram Manhattan, Queens e New Jersey em um belo pedaço do caos total.

De Upper East Side até o sul da ilha, em Tribeca, nos dois extremos por onde transitei com a família, só havia dois jeitos de se locomover.

Era a pé ou pelo metrô mais lotado do mundo.

Até Michel Temer, como se viu, teve que caminhar do seu Plaza Athénée até a sede da ONU “para seu firme pronunciamento”, conforme definiu o amigo árabe Guga Chacra, palmeirense, jornalista da Globo News e meu ouvinte em São Paulo desde sua “tenra idade”.

E o metrô foi também a salvação das simpáticas Renata Vasconcellos e Poliana Abritta da Rede Globo, sob pena de não chegarem a tempo para a badalada cerimônia do Prêmio Grammy para a televisão do mundo.

E como tem “televisão” em Nova York!

São câmeras vigilantes aos milhares em todos os cantos como jamais se viu.

Em Times Square, tradicional local de concentração de verdadeiras multidões de nova-iorquinos e turistas de todo o mundo, há um fiscal televisivo “para cada rosto”.

Sim, policiais treinados analisam, como nos aeroportos, a expressão facial da pessoa em seu caminhar.

Quem denunciar tensão, como as “mulas” do tráfico de drogas tentando embarcar, são interceptados e chamados a conversar.

E o banco de dados do FBI “apita” na hora quando as feições da pessoa enquadrada no vídeo batem com alguém suspeito já fichado.

E são milhares deles.

É o jeito possível de se prevenir, porque um “homem-bomba” é sempre uma possibilidade real, e impedi-lo de sua intenção é tão difícil quanto segurar água com a mão.

Afinal, como combater, com 100% de êxito, quem não se importa em morrer?

Mas foi tudo bem e bola para frente.

Bola que furou no Morumbi.

O São Paulo virou o primo pobre do futebol paulista.

Só anda ganhando da Lusa e do Juventus.

O Palmeiras voltou a ser o que era, mas ainda longe do Verdão-Parmalat ou dos tempos da “Academia do Futebol” de Filpo Núñez.

Mas recuperou sua autoestima embalada pelo “sócio torcedor”, por Paulo Nobre e pelo seu belo estádio, o melhor de São Paulo, disparado.

Não sei se será campeão brasileiro porque o Flamengo é outro sério candidato, como o Galo.

Ou até o meu Santos, pela força também do imponderável da bola.

No mais, viva o Rádio FC neste seu 25 de setembro de 2016.

Ah, rádio querido, se não fosse você estaria ainda na sarjeta e não teria visto e vivido tanta coisa boa nestes 49 anos de microfone em Minas, no Paraná e em São Paulo.

Deus te pague, Rádio.

OPINE!!!

Para Neymar pai, Comitê Gestor do Santos agiu contra DIS

Leia o post original por Milton Neves

Ontem fiquei no restaurante “Rancho Português” em São Paulo por nove horas, entre às quatro da tarde e uma da manhã desta sexta-feira.

Foram reuniões em separado, com os advogados Sergei Cobra Arbex e Carlos Fernando Neves Amorim e com a diretoria do UOL.

Entre a segunda e terceira reunião recebi uma ligação de Neymar pai pedindo: “se possível preciso falar com você só por uns 30 minutos sobre um envelope-bomba que recebi envolvendo a vida de meu filho no Santos FC, você vai se surpreender”, garantiu.

Disse que era só subir a serra e ele chegou quase que ao mesmo tempo dos executivos Ricardo Dutra, Rodrigo Flores, André Vinícius e Régis Andaku da alta direção do UOL.

E Neymar pai chegou “empunhando” um envelope contendo entre 80 e 100 páginas, que você vê abaixo:

Vejam que o “remetente fictício”, de um anônimo bem informado do Peixe, é um misto de “Laor e OdÍlio”, ex-presidentes do Santos FC.

Juntamente com insistentes reclamações que ” eu e meu filho somos perseguidos por todos os lados”, Neymar pai foi abrindo o envelope e, emocionado, bradava que os documentos recebidos de um anônimo eram as provas de que “o Santos FC e seu Comitê Gestor é que articularam para levar meu filho para o Real Madrid e dar um chega pra lá na DIS”, falava, comovido.

Neymar pai exibiu para todos o documento do Dr. Gustavo C. Vieira de Oliveira, que foi no caso, apenas um parecerista profissional.

Mesmo pedindo umas 10 vezes para “xerocar” todo o conteúdo do que ele chama de “a vida íntima do Comitê Gestor do Santos articulando para levar meu filho para o Real Madrid (identificado também nos documentos pela sigla RM)”, Neymar pai só concordava, que as páginas que ele manuseava fossem fotografas por celular.

Assim, com permissão formal de Neymar pai e de seu assessor, o empresário André Cury, fotografei o possível pelo meu celular.

Do meio paro o final, os diretores do UOL também participaram da “Mesa Redonda” de quatro horas que era para ter sido de “30 minutos”.

E lá se foi Neymar pai de volta para a Baixada feliz com o “programa” e com o envelope-revelação que, segundo ele, recebeu de alguém participante da vida íntima do Comitê Gestor do Santos “indignado com as injustiças que a família Neymar vem sofrendo”.

Mesmo insistindo várias vezes para falar com seu filho Neymar, o pai ligando seguidamente, não conseguiu e o craque não quis me atender. Disse-me “ele está ressentido com você e outros”, e não quis me atender pelo seu número XXX XXXXX-7777.

Paciência, mas leiam acima o que deu para captar e sempre repito: “contou pra mim, eu conto mesmo”!

OPINE!!!

FIFA picareta: Vital Battaglia, o primeiro a denunciar!

Leia o post original por Milton Neves

vital

Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Saiu na mídia do mundo: mais 80 milhões de dólares embolsados em cinco anos pela “Trinca Fifista” Blatter, Valcke e Kattner!

Que trio fantástico de ataque ao dinheiro do futebol do mundo, hein?

Fora as outras “milhares” de rapinagens já descobertas até pelo FBI.

E, depois dessa, aumenta ainda mais minha saudade de Vital Battaglia, auto aposentado do jornal, do rádio, da TV e da internet.

Uma pena.

Ele foi o nosso primeiro algoz da FIFA, então “entidade santa”.

Que falta faz Battaglia!

Foi em 1975 que conheci pessoalmente e para valer a Vital Battaglia.

Ele já era estrela da mídia impressa há anos e de vez em quando participava no estúdio do “Jornal de Esportes”, de Cândido Garcia, na Rádio Jovem Pan I AM.

Naquele jornal, que já foi épico, Paulo Machado de Carvalho, humildemente serviu de padrinho de inauguração em 1973 na avenida Miruna, 713, Aeroporto.

Nele, eu era locutor-cuco: só podia dar a hora certa e não me era permitido fazer perguntas ao entrevistado no estúdio ou por telefone, algo então espécie de novidade, coisa rara.

“Você é ainda calça branca (novato), procure aprender que te deixo perguntar. Mas escreva a pergunta antes que verei se é boa ou simplória”, dizia sempre o saudoso Cândido Garcia, o Morcego, meu doce censor.

E Battaglia, quando aparecia, basicamente fazia perguntas “padrão Joaquim Barbosa”: só porrada!

Era o mais combativo jornalista esportivo do então top “Jornal da Tarde”, do Grupo Estado.

Ele foi levado para a Jovem Pan pelas mãos de Osmar Santos, no auge da carreira.

Osmar era um Neymar!

Antes, em 1973, Osmar me colocou também no futebol da emissora no lugar de Fausto Silva, hoje “Faustão”.

Virei o “Plantão Esportivo Permanente”, como reserva de Narciso Vernizzi.

Até então, era apenas repórter rodoviário aos sábados e domingos e setorista de trânsito no Detran e nas ruas de São Paulo, no início das manhãs e finais de tarde.

E aí veio para a equipe Vital Battaglia, contratado.

Logo de cara, sempre austero e azedo, o “Geraldo Bretas moderno, mais novo e erudito”, como eu o chamava, marcou território com seu “jornalismo investigativo”.

Como comentarista, no lugar de Leônidas da Silva, estreou no Parque Antártica, dia 9 de outubro de 1975, quinta-feira, naquele Corinthians 0 x 0 Sport do Recife, ao lado da novidade José Silvério, outro filho de Osmar Santos.

Substituto do curitibano Willy Gonser, que foi para Belo Horizonte, Silvério estreou “voando” e impressionou a Vital Battaglia: “Nunca a bola rolou tão rápido no rádio”, escreveu no Jornal da Tarde.

Mas aí, também em 1975, em rara entrevista ao vivo por telefone, o todo poderoso João Havelange foi confrontado por Battaglia ao final de seu primeiro ano como presidente da FIFA.

“A sua FIFA me lembra o Vaticano, antes duas entidades acima de quaisquer suspeitas, mas agora sustento que nem tudo é tão honesto. E pergunto se a FIFA não vem fazendo negociatas em direitos e patrocínios, e até conchavos políticos que o elegeram no lugar de Sir Stanley Rous, sem parceiro, no ano passado”, perguntou na lata.

Havelange, antes de bater o telefone, encerrando a entrevista, só respondeu que “quem é o maior acionista da Viação Cometa não precisa e não faz negociata financeira ou conchavos”.

Assustado com aquilo, o “calça branca” aqui “brigou” fora do ar com Battaglia: “Você é muito bom, mas foi desrespeitoso com o homem. A FIFA é muito séria, como o Vaticano”, disse a ele.

Battaglia, com aqueles lábios de italiano tipo “boca de cabrito”, resmungou que eu precisava crescer.

Ele tinha razão, e como tinha, e hoje pergunto se Stanley Rous e Havelange não fizeram um acordo para o Brasil não ganhar a Copa de 1966 e “estragar o produto Copa do Mundo”, que seria desvalorizado com nossa seleção tri em 58, em 62, em 66 e fazendo o Mundial “ perder a graça”?

Sei lá, mas a verdade é que um cartola (Havelange) sucedeu o outro (Stanley Rous) na segunda Copa seguinte e o Brasil “jogou mesmo” para perder a Copa de 66, “não é possível”!

É “a única explicação” para a seleção brasileira ter viajado para Liverpool sem o ícone e dispensado Paulo Machado de Carvalho, por ciúmes de Havelange, e sem Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Roberto Dias, Dino Sani, Rivellino, Servílio e Ademir da Guia.

Foram só veteranos superados, jogadores comuns como Fidélis, uns bons como Gérson, Lima e Tostão, ao lado do baleado Pelé e de um magistral Edu, não escalado.

Jogamos para perder, Vital Battaglia?

Mas duro mesmo foi o jornalismo ter perdido você!

Opine!!!

Cliques da semana

Leia o post original por Michelle Giannella

Oi pessoal! A semana voou com o feriado. Tudo bem que eu trabalhei normalmente, mas mesmo assim é uma delícia pegar a cidade com menos trânsito, menos gente nas ruas. Vou começar a registrar os cliques mais legais da semana aqui no blog. Também, atendendo a pedidos, vou comentar algumas coisas sobre o meu dia a dia, além de futebol e esporte. Pra começar, quero muito dar uma dica de seriados que curti e curto muito assistir: Prision Break, How to Get Away With a Murder, House of Cards e, atualmente, Black List. Como fico bastante acordada de madrugada, os seriados são ótima companhia. Domingão a gente tem encontro marcado no Mesa Redonda. Te espero!

Flávio PRado, Michelle GIannella e Chico Lang

Flávio PRado, Michelle GIannella e Chico Lang

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O pênalti do André: culpa do Tite!

Leia o post original por Milton Neves

Andre-Foto-UOLFoto: UOL

Maracanã, dia 16 de novembro de 1963!

O jogo estava em 0 a 0 entre Santos e Milan.

Era a “negra” da maior decisão de todos os Mundiais de Clubes.

Maior, disparada!

Em Milão deu Milan 4 a 2 com o árbitro anulando um gol legal de Coutinho quando estava só 3 a 2 para o time italiano.

“Era 3 a 3 e anularam o gol mais bonito que fiz em minha vida. Foi de puxeta, quase uma bicicleta”, contou-me outro dia o maior 9 da história na Rádio Bandeirantes.

E completou: “Foi igualzinho aquele gol legal da Espanha em 1962 contra nós na Copa do Chile. O gol deles foi supernormal. Eu era do elenco e estava lá no Estádio Nacional e vi claramente. O Brasil teria sido eliminado”.

Estão vendo como foi sim o Santos o grande prejudicado naquela épica decisão de três jogos contra a seleção do Milan?

Pois no Maracanã, na terceira partida, só se fala que o árbitro Juan Brozzi ajudou o Santos e inventou aquele pênalti do saudoso Maldini no igualmente falecido Almir Pernambuquinho.

Ora, o líbero italiano, pai do grande Paolo Maldini, com a perna no alto, quase arrancou a cabeça de Almir na área e o pênalti escandaloso teve precisa marcação!

Mas o mais importante de tudo foi a cobrança da chamada penalidade máxima.

Foi algo emblemático que treinadores e batedores de pênalti de hoje ainda não sacaram.

No gol estava Barluzzi, o terceiro goleiro italiano.

O primeiro, Ghezzi, já falecido, foi sacado pelo técnico Luis Carniglia após os 4 a 2 de virada e os dois canhões de Pepe.

O segundo, Balzarini, Almir quebrou numa dividida e foi substituído.

O próprio Barluzzi, o terceiro, também foi “chargeado” pelo irrequieto Almir e jogou o resto da decisão com uma atadura branca amarrada na cabeça.

Mas vamos à cobrança do pênalti com “200 milhões” de torcedores no Maracanã e TV em branco e preto pela TV Tupi, Canal 4.

Leia e aprenda, André!

Leiam e aprendam, treinadores!

Leiam e aprendam, batedores de pênaltis!

Leiam e tenham remorso todos vocês que tanto bateram pênaltis no maior adiantador do mundo, o Rogério Ceni.

Sabem o que fez o lateral Dalmo ao correr para a bola e chutar contra a meta italiana?

Simplesmente correu e… refugou!

Isso mesmo, refugou, “pulando” a bola!

É que o goleiro Barluzzi deu escandalosa adiantada e Dalmo, malandro, inteligente e experiente, não encostou na bola e sinalizou a infração ao árbitro.

Nascia ali o “rogerioceniamento do pênalti”.

E depois da “admoestação” de Juan Brozzi, na segunda cobrança, Barluzzi ficou quietinho no gol pisando na risca, Dalmo correu, bateu e converteu, mas com o italiano quase pegando, encostando na bola.

Moral da história, senhores Tite, Dunga, Dorival, Fernando Diniz, Guardiola, Cuca, Mourinho e Simeone: treinem, sim, cobranças de pênaltis, mas instruam seus cobradores que, se o goleiro muito se adiantar, basta refugar.

E cobrar de novo com o goleiro já “veiaco” que não poderá mais uma vez “rogerioceniar”.

É o que deveria ter feito o assustado corintiano André na última quarta-feira contra o Nacional.

Ele deu uma ridícula “paradona”, o goleirão Conde se adiantou “um quilometro” e André atrasou a bola para o uruguaio no canto errado porque olhava para o chão.

Aí, o Timão fez a quina sendo eliminado pela quinta vez em seu belo estádio, a Arena de maior pé frio do mundo!

Alô, Dalmo, aí no céu, desça e venha ensinar a esses batedores inseguros que pênalti não é um bicho de 1.910 cabeças.

Basta treinar, ter tranquilidade e saber que o goleiro tem só 0,87% de chances de defender.

Sem se adiantar, viu Tite?

OPINE!!!

Na falta de Messi, Neymar e Suárez dão conta do recado. Mas e os outros clubes com menos estrelas, quem depende mais do seu principal astro?

Leia o post original por Milton Neves

FOTO-UOL

Desde a famosa pelada em campinhos de terra, até os mais luxuosos campos da Europa, por onde olhamos sempre encontramos o “craque do time”.

É bem verdade que em algumas equipes, os números de estrelas são maiores, como é o caso do Barcelona.

O espetacular trio MSN divide as atenções no clube. No entanto, Messi segue como protagonista.

E quando o argentino não figura entre os titulares, já vimos que Neymar e Suárez seguram muito bem a bronca.

Algo que deve acontecer novamente nesta quarta-feira no duelo contra o Valencia.

Messi passará por uma pequena cirurgia para solucionar um problema renal que vem o afetando desde o Mundial de Clubes do ano passado.

Mas e no caso dos outros gigantes europeus, que não possuem um trio sul-americano de sucesso.

Quem depende mais do seu principal atleta?

1Cristiano Ronaldo – Real Madrid
2Ibrahimović – PSG
3Pogba – Juventus
4Jonas – Benfica
5Arjen Robben – Bayern de Munique
10Aubameyang – Borussia Dortmund
498499257DP065_ARSENAL_V_BUWalcott – Arsenal
6Hazard – Chelsea
7Agüero – Manchester City
9Rooney – Manchester United

OPINE!!!

Na falta de Messi, Neymar e Suárez dão conta do recado. Mas e os outros clubes com menos estrelas, quem depende mais do seu principal astro?

Leia o post original por Milton Neves

FOTO-UOL

Desde a famosa pelada em campinhos de terra, até os mais luxuosos campos da Europa, por onde olhamos sempre encontramos o “craque do time”.

É bem verdade que em algumas equipes, os números de estrelas são maiores, como é o caso do Barcelona.

O espetacular trio MSN divide as atenções no clube. No entanto, Messi segue como protagonista.

E quando o argentino não figura entre os titulares, já vimos que Neymar e Suárez seguram muito bem a bronca.

Algo que deve acontecer novamente nesta quarta-feira no duelo contra o Valencia.

Messi passará por uma pequena cirurgia para solucionar um problema renal que vem o afetando desde o Mundial de Clubes do ano passado.

Mas e no caso dos outros gigantes europeus, que não possuem um trio sul-americano de sucesso.

Quem depende mais do seu principal atleta?

1Cristiano Ronaldo – Real Madrid
2Ibrahimović – PSG
3Pogba – Juventus
4Jonas – Benfica
5Arjen Robben – Bayern de Munique
10Aubameyang – Borussia Dortmund
498499257DP065_ARSENAL_V_BUWalcott – Arsenal
6Hazard – Chelsea
7Agüero – Manchester City
9Rooney – Manchester United

OPINE!!!