Arquivo da categoria: Bayern de Munique

Gabriel Jesus está no radar do Bayern

Leia o post original por Perrone

O Bayern de Munique está de olho em Gabriel Jesus. O empresário italiano Giovanni Branchini, ligado ao técnico do clube alemão, Carlo Ancelotti, veio ao Brasil tendo como uma de suas missões na semana passada observar e analisar a possibilidade de contratar o palmeirense.

Os direitos econômicos dele são divididos entre clube, empresário e atleta. O Palmeiras possui fatia de 30%. Segundo quem acompanha a situação do jogador, o time brasileiro aceita vender o atacante por 24 milhões de euros. O site especializado em transferências Transfermarket avalia o palmeirense em 8 milhões de euros.

O empresário de Gabriel, Cristiano Simões, diz desconhecer o interesse do Bayern.

Colaboraram Diego Salgado, do UOL em São Paulo, e Samir Carvalho, do UOL em Santos.

Juventus 2 x 2 Bayern de Munique

Leia o post original por Mauro Beting

Panorama da etapa inicial: Juve se defendendo em duas linhas de 4, com Lichsteiner/Cuadrado e Evra e Pogba dobrando a marcação nos flancos. (TacticalPad)

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

Em Turim, Juventus e Bayern de Munique iniciaram o confronto pelas oitavas de final da Uefa Champions. O duelo foi bem interessante, principalmente pelo AMPLO domínio na primeira etapa de Pep Guardiola e seus comandados. A etapa final foi de espaços deixados para a rápida transicao de Massimiliano Allegri e seus atletas.

A etapa inicial começou com domínio territorial e possessivo do time de Guardiola. Com pontas agudos e muita troca de passes. Muita facilidade na transição defesa-ataque alemã, com blocos altos, intensidade, pressão alta na marcação da saída de bola alvinegra. Lewandowski saindo da área, buscando o jogo, fazendo o pivô, abrindo espaços para penetração dos pontas.

A Juve se defendia fechando duas linhas e deixa Dybala e Mandzukic na frente. Recomposição rápida e constante do sistema defensivo italiano, compacto, blocos baixos. Aplicação tática intensa na marcação, excelente ocupação dos espaços. Aposta no contra-ataque, pelos flancos, com Pogba na esquerda e Cuadrado na direita, visando Mandzukic na área e a velocidade de Paulo Dybala. Juve 4-4-2 em linhas, ocupando os espaços, fechando as linhas, neutralizando as jogadas pelos flancos com os pontas Robben/Evra pela direita e Douglas Costa/Cuadrado.

 

Flagrante das linhas italianas. (Reprodução EIMAX2)

Flagrante das compactas linhas italianas. (Reprodução EIMAX2)

Com 3’minutos, Vidal chutou bem de fora da area, Buffon espalmou, Robben cruzou e Lewandowski reclamou de penalti. Nada de falta. Segue o jogo. Dos 6 aos 10’min da etapa inicial foi 100% de posse de bola do Bayern. Incrível!

Porém, aos 11’min, Mandzukic quase abriu o placar. Após roubada de bola italiana, Dybala cruzou e o atacante croata quase abriu o placar. O Bayern respondeu com Müller que fez bela jogada na entrada da grande área, ficou cara a cara com Buffon e tocou para Lewandowski, que perdeu.

Flagrante dos 11 jogadores da Juventus no campo de defesa. (Reprodução EIMAX 2)

Flagrante dos 11 jogadores da Juventus no campo de defesa. (Reprodução EIMAX 2)

Aos 30’min, Bernat bateu bem na entrada da grande área, após cruzamento de Muller. Buffon espalmou, fazendo grande defesa. No fim do primeiro tempo, Robben foi no fundo, cruzou para área, Douglas Costa tocou para trás e Müller bateu rasteiro, abrindo o placar. Bayern 1 a 0.

Fim do primeiro tempo: Domínio total alemão, que SÓ fez 1 gol. Posse de bola 68 a 32% para os bávaros. 3 a 1 em escanteios para os alemães. A Juve pouco assustou.

A etapa final começou sem Marchisio, que saiu com dores para entrada de Hernanes. Melhor transição ofensiva para a “Velha Senhora”. Além da substituição, a postura italiana para a etapa final, era diferente. Adiantada, com a marcação na intermediaria, pressionando e não dando os espaços que deu na primeira etapa.

A intensa marcação aguentou apenas 5 minutos. Após isso, o Bayern retornou o domínio, jogando a Juve para o campo de defesa, que já tinha difuculdades para sair e quando saía, sempre errava passes e dava contra-golpe para os bávaros.

Saida 3

Flagrante da saída de 3 bávara: Vidal afunda entre os “zagueiros” e dá amplitude para os laterais, que avançam. (Reprodução EI MAX2)

Em jogada veloz, aos 8’min, Lewandowski trombou com Bonucci no meio campo, foi acionado, carregou e tocou para Robben, que ajeitou para a canhota e bateu no canto esquerdo de Buffon, sem chances para o arqueiro italiano. Bayern 2 a 0.

Com o gol sofrido, a Velha Senhora foi pra cima. Aos 12’min, Dybala cobrou falta e Neuer espalmou. Kimicch afastou errado e Mandzukic serviu Dybala. O jovem argentino ficou cara a cara com Neuer e tocou na saída do goleiro alemão. 2 a 1.

Daí em diante, o jogo pegou fogo. Mandzukic se entranhou com Lewandowski. A Juve passou a acreditar (e porque não?!) no empate. E foi atrás.

Aos 21’min, contra-ataque alvinegro, Mandzukic tocou para Cuadrado que bateu no alto. Neuer salvou. Pogba quase empatou em seguida. A Juve estava no jogo. Sturaro no lugar de Khedira.

A Juve continuava em cima. Guardiola tirou Bernat e colocou Benatia. Chamou a Juve. Allegri não pensou duas vezes e colocou Sturaro para buscar o empate. Aos 30’min, Kimmich falhou na marcação de novo e deixou Sturaro tocar pro fundo das redes, após cruzamento de Mandzukic.

Ribery entrou no lugar de Douglas Costa, que fez um segundo tempo apagado. Do gol de empate até o fim da partida, houve muito equilibro. A Juve ainda se manteve em busca da virada e o Bayern tentava pelos lados, com Ribery e Robben atuando nas pontas, visando Lewandowski na área. Sem sucesso.

Fim de papo. 2 a 2. Boa vantagem para os alemães, que se classificam com empates em 0 a 0 e 1 a 1. Igualdade em 2 a 2 leva a partida para a prorrogação e pênaltis, se necessário. A partida de volta será na Allianz Arena, a casa do Bayern, no dia 16 de Março.

OBS: Estatísticas tiradas do site da UEFA, aqui.

ESCREVEU DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

O post Juventus 2 x 2 Bayern de Munique apareceu primeiro em Blog Mauro Beting.

Darmstadt 0 x 3 Bayern de Munique

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD — @BarudDaniel

Fora de casa, o Bayern venceu a quinta partida na Bundesliga 15/16. Guardiola e seus comandados venceram, sem sustos, o Darmstadt. Com Robben, Ribery e Lewandowsky no departamento médico, Guardiola colocou o jovem Comán, que fazia sua estréia, vindo da Juventus, para atuar como winger direito na equipe bávara.

Rodada 5 - Bundelisga - Darmstadt 0 x 3 Bayern de Munique_POSICIONAMENTO INICIAL

Disposição tática das equipes para a partida. Bayern aparentemente no 4-3-3, enquanto o Darmstadt foi a campo no 4-4-1-1.

Com Müller, Xabi Alonso e Philip Lahm no banco, Guardiola pouco mudou na forma de jogar de sua equipe. Mesmo fora de casa, o Bayern tomou a iniciativa, com organização, mais posse de bola, trocando passes, envolvendo o adversário, com intensidade na marcação.

Taticamente, Guardiola escalou sua equipe sem um esquema fixo (aparentemente um 4-3-3, com muitas variações), com muita troca de posição, muita movimentação, inversão de posição, etc. Götze era o “falso nove”, se movimentando, saindo da área, abrindo espaços para infiltração/penetração dos meio-campistas, fazendo o pivô. Alaba apoiava bastante pelo flanco esquerdo; Rafinha era mais defensivo.

Rodada 5 - Bundelisga - Darmstadt 0 x 3 Bayern de Munique_POSICIONAMENTO 1

Em laranja, o retângulo mostra a intermediaria defensiva da equipe mandante, onde o Bayern ocupava a maior parte do tempo, marcando intensamente.

A equipe da casa, ficava na defensiva. Taticamente, no 4-5-1/4-4-1-1, com Dominik Stroh Engel na frente, isolado. Apostando nos contra-ataques, utilizado os laterais, principalmente Garics, pela direita, aproveitando os espaços deixados por Alaba. Quando tinha a bola, o Darmstadt era vertical, objetivo, mas esbarrava na marcação e recomposição rápida da equipe bávara.

Com maior posse de bola (73% a 27%), o Bayern tinha o controle do jogo, Aos 19’min, Vidal acertou um belo chute  de fora da área, que desviou na zaga, bateu na trave e entrou. 1 a 0.

Aos 23’min, veio a reposta dos mandantes. Em saída rápida, o atacante Engel pegou firme na bola, chutou bem, mas Neuer espalmou. Rode trombou na grande área, mas o juiz mandou seguir.

Com o gol feito, o Bayern diminuiu a intensidade, mas manteve o controle da partida. O Darmstadt aproveitava as chances que tinha, mas falhava nas conclusões e nas defesas de Neuer. Sempre pelos flancos, tentando achar Engel na área.

O primeiro tempo terminou com o Bayern melhor, com mais posse de bola, criou mais, mas não conseguiu converter a posse de bola em gols.

A segunda etapa não foi diferente da primeira. Com o Bayern mais em cima, amassando, abafando, marcando firme, tentando ampliar o placar.

Engel saiu para a entrada de Sandro Wagner, também grandalhão, com a mesma característica: bola aérea.

O Bayern aumentava a posse de bola: 74% a 26%. Aos 16’min, a equipe da Baviera conseguiu ampliar o placar. Em saída rápid de Sebastian Rode pelo flanco direito, que foi a linha de fundo e rolou para a grande área, encontrou Coman livre, que bateu rasteiro no canto direito do goleiro.

Logo em seguida, aos 17’min, Douglas Costa deu bom passe para Rode, que entrou em diagonal, pelo flanco direito de ataque, cara a cara com o goleiro e bateu. A bola bateu na trave e voltou no pé dele, que só rolou para o fundo das redes.

Com o placar definido, Guardiola deu descanso aos seus principais jogadores, já que no meio de semana tem mais. Tirou Vidal (que fez boa partida, se movimentando, armando, criando as jogadas ofensivas) e Douglas Costa, colocando Javi Martinez e Müller, respectivamente.

Mesmo com o placar definido, o time bávaro não perdeu a intensidade e não deixou o ritmo diminuiu, a não ser nos últimos minutos.

Guardiola engatou a 5ª vitória na Bundeliga, assumindo a liderança da competição. Terça-feira, 22, o Bayern volta a campo diante do Wolfsburg, em jogo valido pela 6ª rodada da Bundesliga.

ESCREVEU DANIEL BARUD — @BarudDaniel

Wolfsburg 1 (5) x (4) 1 Bayern de Munique

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD

Apesar de ser o primeiro jogo oficial da temporada 15/16 alemã, era final de campeonato.

Valia caneco. Era a final da Supercopa da Alemanha.

O campeão da Bundelisga duelou diante do campeão da Copa da Alemanha. Guardiola contra Dieter Hecking. Wolfsburg contra Bayern de Munique. O duelo foi na casa da equipe verde, na Volkswagen Arena.

O Bayern foi a campo no 4-2-3-1/4-3-3, enquanto Dieter Hecking armou os Lobos no 4-2-3-1, com muitas trocas de posições.

O Bayern de Guardiola foi a campo no 4-2-3-1/4-3-3/3-4-3, enquanto Dieter Hecking armou os Lobos no 4-2-3-1, com muitas trocas de posições.

 

 

Foi um excelente jogo. Com ótimo nível técnico e tático. Com as duas equipes atacando. Como pede o futebol moderno e, como não é novidade, na Alemanha é uns dos países onde ocorre essa exceção.

Dieter Hecking, técnico do Wolfsburg, 50 anos, com larga experiência no futebol alemão, armou a equipe no atual 4-2-3-1, com Bas Dost, 26 anos, holandês, na referência, fazendo bem o pivô, voltando para buscar o jogo. O craque do time é Kevin De Bruyne. Belga, 24 anos, talentosíssimo, habilidoso, destro, agudo e o principal: chama a responsabilidade, participa muito do jogo. Ele é o meia central da equipe. Pelos lados, muita movimentação e troca de posição, com o croata Ivan Perisic e com o Daniel Caligiuri, alemão. A transição defesa-ataque é feita com os meio-campistas Josua Guilavogui, francês, e com o alemão Maximilian Arnold. Luiz Gustavo, lesionado, não jogou. O outro brasileiro na equipe é o zagueiro Naldo.

Pep Guardiola não tem esquema fixo. Ele mesmo, em seu livro “Guardiola Confidencial”, diz que “são apenas números de telefone”. Muita movimentação e troca de posições são armas do técnico espanhol. Para a decisão, ele foi a campo com um meio-campo com Thiago Alcantara, Xabi Alonso. Thomas Muller, Douglas Costa, Robben e Lewandowski formavam o quarteto ofensivo. Apesar de parecer um 4-2-3-1, Thomas Muller recuava e formava um tripé no meio campo, junto com o filho de Mazinho, Thiago e com o espanhol Alonso, meio-campistas que armam e desarmam, atacam e defendem, ambos box-to-box, variando o esquema para o 4-3-3, com Douglas Costa (substituto de Ribery, machucado) na esquerda, Robben na direita e Lewa na frente. Na defesa, Boateng, Benatia, Lahm e Alaba. Ora sistema com 3 defensores, ora outra 4 defensores.

O jogo não poderia começar diferente. O 4-3-3/4-1-4-1 do Bayern encurralando o adversário. Marcando em cima, pressionando, sufocando, abafando, o Bayern começou muito intenso, com blocos altos, intenso na marcação. Na fase defensiva, Douglas Costa recompunha pouco e não acompanhava o lateral direito adversário. Alaba subia ao ataque, enquanto Lahm fazia as vezes de terceiro zagueiro pela direita.

Aos poucos, o Wolfsburg com muita tranquilidade e paciência, começava a sair para o jogo. Mesmo pressionados, saiam jogando com toque de bola e rapidez para os contra-ataques.Aos poucos,  a equipe começou a tocar a bola, equilibrando a partida. Com propostas claras e objetivas, ambas as equipes, buscavam o ataque, insistentemente, com consequência, o gol. Os Lobos optavam por jogadas pelos flancos, em velocidade, com o apoio do lateral direito, Vieirinha, português, e do lateral esquerdo, Ricardo Rodriguez, suíço. O português, aproveitava a avenida que Douglas Costa deixava e era a principal jogada do Wolfsburg. Além da velocidade e dos chutes de fora da área de Vieirinha, as jogadas ofensivas da equipe verde, passavam pelos pés de De Bruyne.

Aos 7min, Boateng chutou no travessão, após escanteio cobrando na segunda trave. Até os 10’min, o Bayern dominou. A partir daí, o Wolfsburg equilibrou a partida, na posse de bola, tocando mais a bola no campo de ataque. Aos 25’min, o Bayern teve outra grande chance. Bola enfiada para Lewandowski. O atacante rolou para Douglas Costa, que tinha tudo para abrir o placar, mas resolveu tocar de volta para o polonês, sendo desarmado pela defesa.

Os Lobos incomodavam Neuer com ações pelo flanco direito com Perisic e Vieirinha fazendo o 2×1 com Alaba, invertendo o lado com Caligiuri, como winger pela direita. Muita movimentação no campo de ataque do Wolfs.

O Bayern começou a ter dificuldade na transição defesa-ataque, a chamada transição ofensiva, não encontrando espaços apesar de trocar passes. As linhas do Wolfsburg marcavam na intermediaria, na linha do meio de campo, marcando em blocos médios.

Aos 41’min da primeira etapa, quase o Wolfsburg abre o placar. Naldo fez belíssimo lançamento para a corrida de De Bruyne, que ganhou de Benatia, e de cabeça, tirou Neuer da jogada. Mas na hora da conclusão, com o gol vazio, concluiu mal, jogando pra fora a chance de abrir o placar.

O primeiro tempo acabou. O Bayern que tinha começando firme, sufocando, não conseguiu o gol e perdeu a intensidade. Já o Wolfsburg conseguiu equilibrar o jogo e quase abriu o placar.

Veio o segundo tempo e a promessa de sair um gol para não irmos para os pênaltis…

Mais intensidade bávara, mais troca de passes, com bastante verticalidade, mais velocidade, com marcação pressão, o gol viria.

Aos 4’min da segunda etapa, lançamento na saída de bola de Boateng no flanco direito do campo de defesa, para Douglas Costa, na esquerda, no campo de ataque, que dominou, foi à linha de fundo, cruzou à meia altura, o goleiro Casteels (substituto do titular Benaglio) falhou, não segurou e Robben não perdoou. 1 a 0.

O Wolf deixava muitos espaços nas entrelinhas e deixava o Bayern fazer a transição. Com o passar do tempo, a equipe se reequilibrou, se organizando novamente em campo. A etapa final não teve muitas oportunidades como a inicial.

Com isso, os técnicos resolveram mexer. Dieter Hecking tirou Caligiuri, Bas Dost e Perisic, colocando Schurrle, Bendtner e Max Kruse, respectivamente. Ambas opções ofensivas, já que precisava do gol para levar para os pênaltis.

Guardiola também mudou. Promoveu a estreia de Vidal, aos 27’min, no lugar de Thiago Alcantara. Rafinha (Lewandowski) e Götze (Muller), também entraram.

O Bayern controlava o jogo. E com as substituições, o Wolfsburg melhorou. Autor de 20 assistências na ultima temporada, De Bruyne, recebeu na direita, sozinho, nas costas de Alaba, aos 44’min da etapa final e cruzou, encontrando Bendtner na área, que não titubeou. 1 a 1.

Já dizia o poeta: O jogo só acaba quando termina, ou quando o juiz apita.

A partida ate então, decidida, foi para os pênaltis. E nas cobranças das penalidades, o Wolfsburg acertou todas (De Bruyne, Rodriguez, Bendtner, Schurrlle e Kruse). Já o Bayern de Guardiola converteu apenas quatro (Vidal, Douglas Costa, Lahm e e Robben). Casteels, defendeu com o pé esquerdo a cobrança de Xabi Alonso.

Os Lobos agora, campeões inéditos da Supercopa da Alemanha, estrearão na Bundesliga  dia 16 deste mês, contra o Eintracht Frankfurt, na Volkswagen Arena. Já o atual tricampeão, Bayern de Munique, estréia no Campeonato Alemão diante do Hamburgo, dia 14 de Agosto.

ESCREVEU DANIEL BARUD

Campeões pelo mundo – Por Daniel Barud

Leia o post original por Mauro Beting

 

Este final de semana definiu mais alguns campeões nacionais pelo mundo. Depois de PSV, Olympiakos, Bayern de Munique, Juventus e Chelsea conquistarem o caneco, chegou à vez do Benfica, Barcelona, Paris Saint Germain e do Zenit levarem mais uma conquista para suas respectivas salas de troféus.

BENFICA

Em Portugal, o Benfica conquistou o bicampeonato, o que não acontecia desde 1984, somando seu 34º título. A equipe benfiquista não saiu do 0 a 0 com o Vitória de Guimarães, fora de casa, mas se aproveitou do empate do rival Porto, contra o Belenenses, para comemorar a conquista.

BARCELONA

Na Espanha, o Barcelona faturou o 23º título, o 5º nos últimos sete anos. Jogando fora de casa, os Culés venceram o rival Atlético de Madrid no estádio Vicente Calderón, com gol de Lionel Messi e confirmaram a conquista. Como a vantagem para o vice-líder, Real Madrid, se manteve quatro pontos e, faltando apenas uma rodada, a equipe catalã não pode ser mais ultrapassada.

PARIS SAINT GERMAIN

Na França, o PSG alcançou o tricampeonato nacional, somando seu quinto título na história. Após vencer o Montpellier, fora de casa, por 2 a 1 com gols de Matuidi e Lavezzi, a equipe da capital francesa não consegue ser mais alcançada pelos demais adversários. Mounier ainda descontou para o Montpellier.

ZENIT

O Zenit faturou seu quarto título russo, que se junta a outro, obtido na época da URSS. Com um gol de falta do brasileiro Hulk, a equipe do técnico português André Villas-Boas não saiu do empate com a equipe do UFA, mas conquistou o caneco. Com o empate, a equipe de St. Petesburgo chegou a 64 pontos e não pode ser mais ultrapassado.

ESCREVEU DANIEL BARUD

Deu pinta de 7 a 1, mas alemães do Bayern se esquecem de Neymar e sofrem com gols do brasileiro, que classifica Barça!

Leia o post original por Milton Neves

Neymar

Foto: UOL – Kai Pfaffenbach/Reuters

No Allianz Arena, o Bayern de Munique apostou todas as fichas contra o Barcelona e acabou sendo eliminado da Liga dos Campeões da Europa.

Jogando em casa e com a necessidade de reverter o incomodo resultado de 3 a 0 do primeiro duelo, o poderoso time alemão se lançou ao ataque e não perdeu tempo.

Assustado com a qualificada correria alemã, o Barça cedeu e viu suas redes balançar.

Abriram-se margens para se pensar que o erro grotesco da defesa catalã abalaria o time.

Puro engano!

Esqueceram-se que o Barcelona tem Neymar?

Nosso garoto de ouro empatou e virou o confronto, em meio a jogadas geniais e defesas milagrosas dos goleiros.

O menino-craque, doado pelo Santos aos espanhóis, segue encantando o mundo com a sua magia e seu faro de gols.

Tudo isso, com apenas 30% do máximo de seu potencial.

Com 37 gols pelo Barcelona, Neymar superou as melhores temporadas de Rivaldo (99/2000) e Eto’o (2008/2009).

Que partida fez o brasileiro, hein?

Nem mesmo a nova virada do Bayern ofuscou o brilho do “camisa 10” da nossa Seleção.

E por falar em Seleção, mais uma vez reforço a ideia de que aquele fatídico 7 a 1 poderia ter sido escrito bem diferente no “livro da bola” se Neymar estivesse em campo.

Opine!!!

Jogo morno? Chama o Messi pra esquentar

Leia o post original por Antero Greco

Futebol é jogo coletivo, a gente ouve isso desde criancinha. Mas como fica emocionante quando o talento resolve. Pois foi o que aconteceu nesta quarta-feira, no duelo entre Barcelona e Bayern de Munique pela semifinal da Champions League. O jogo não estava lá aquela empolgação, os dois times a respeitar-se demais, tudo indicava que ficaria no 0 a 0, no Camp Nou, para decidir tudo na Alemanha. Até que…

Até que explodiu a arte imensa de Lionel Messi. O argentino fazia apresentação discreta, como praticamente todo mundo em campo. Em dois lampejos da genialidade que o consagra, derrubou a muralha bávara, fez dois golaços e colocou a equipe dele a um passo de outra final continental. Para coroar, ainda teve o gol de Neymar: 3 a 0 e grande vantagem espanhola.

O clássico entre gigantes da bola atraiu atenção de qualquer um que aprecia futebol. Era a final antecipada do torneio, o reencontro de Guardiola com a velha casa, o teste para o trio MSN dos mais de 100 gols, uma oportunidade para o Bayern impor-se num templo do futebol. Enfim, tudo convergia para um encontro inesquecível.

Não foi assim, ao menos em termos de emoção. Para quem aprecia as manobras táticas, teve seu charme, com cada um na tentativa de anular o que o outro tem de melhor. O Bayern doido para parar Messi, Suárez e Neymar; o Barça a bloquear o toque de bola alemão.

Mesmo assim, no primeiro tempo houve no mínimo duas chances para o Barça, com Suárez e Neymar. O Bayern perdeu gol feito com Lewandovski. No mais, equilíbrio, precaução, respeito, que prevaleceram até os 32 minutos da etapa final, quando Messi fez a primeira proeza.

A vantagem animou o Barça, que três minutos depois aumentou a diferença, com gol de Messi ainda mais bonito. O Bayern foi às cordas e levou o terceiro aos 45, com Neymar. Craque desequilibra, encanta, desmonta, emociona. Que prazer vê-los em ação!

Conta fechada? Pelo respeito ao Bayern, não. Mas a realidade é impiedosa com os alemães. Ainda mais se levarem um golzinho em casa, o que não é nada fora de propósito…

 

Tempo de recomeçar

Leia o post original por Neto

Breno está de volta ao São Paulo, onde foi campeão e eleito melhor zagueiro do Brasileirão de 2007

Breno está de volta ao São Paulo, onde foi campeão e eleito melhor zagueiro do Brasileirão de 2007

A maioria das pessoas pensa que jogador de futebol de time grande não tem depressão. Afinal ganha uma baita de uma grana e vive no centro das atenções da mídia especializada. Querem saber? Tudo isso é bobagem! A boleirada é gente comum, normalmente que veio de origem humilde e conquista muita coisa rapidamente. A velha história de dormir pobre e acordar rico. Portanto essa turma deveria ter mais apoio psicológico.

O zagueiro Breno é um caso que exemplifica muito isso tudo. Se destacou rápido no São Paulo e aos 17 anos foi negociado por uma baita grana com o poderoso Bayern de Munique. Morava em um condomínio de luxo na Alemanha, salário top e surtou por causa das frequentes lesões. A polícia o acusou de por fogo na própria casa e acabou preso. Passados alguns anos, mais maduro e consciente de seus atos, Breno está de volta ao Brasil. O Tricolor foi grande e lhe dará oportunidade de um recomeço.

Vou torcer muito para que ele se recupere. Afinal é um jogador de alto nível técnico. Basta por a cabeça no lugar e ter um foco na carreira. Passado é passado. A partir de agora é bola pra frente.

Divisão de cotas de tevê no Brasil deve ser como na Bundesliga

Leia o post original por Odir Cunha

Santos tem de ser o time da Baixada Santista

http://www.metrojornal.com.br/nacional/colunistas/o-esquadrao-da-baixada-santista-85567

borussia
Borussia Dortmund: de quase falido há 10 anos a um lucro de 45 milhões de euros em 2012. Seu estádio recebe a lotação máxima de 80 mil pessoas em todos os jogos.

O Brasil anda meio engraçado. Não se espante se um dia desses você receber um e-mail convidando-o para assistir a uma palestra de um cientista da Albânia, ou de um marqueteiro da Bolívia. Suécia? Dinamarca? Noruega? Gênios financeiros de Wall Street? Não servem. E no caso da distribuição de cotas da tevê aos clubes de futebol, obviamente se adota o modelo espanhol, fórmula que só agrada a dois clubes e condena os demais à eterna coadjuvância.

Na Bundesliga, em que a colocação do time no campeonato é levada em conta na hora de distribuir a verba da TV, o estratosférico Bayern de Munique recebeu 29,96 milhões de euros (R$ 71,9 milhões) ao final da temporada passada, enquanto o desconhecidíssimo Saint Pauli, rebaixado para a Segunda Divisão, abiscoitou 13,2 milhões de euros (R$ 31,68 milhões). Vê-se que mesmo entre equipes tão opostas, a diferença de valores não foi constrangedora como no Brasil, em que os dois primeiros da lista recebem quatro vezes mais do que os últimos.

Na semana passada os 36 clubes da Primeira e Segunda Divisões do futebol alemão assinaram um novo contrato com as duas cadeias de televisão públicas do país e com a Sky pelo qual receberão até 2017 um total de 2,5 bilhões de euros (R$ 6 bilhões), um bilhão a mais do que no último contrato. Competitivo, com estádios lotados e clubes fortalecidos, o futebol alemão está mais cheio que caneca da Oktoberfest.

Os segredos, óbvios, da Bundesliga

Gastar menos do que arrecada, ter muitos sócios e cobrar pelas entradas preços acessíveis à classe média – estes são alguns dos segredos do sucesso da Bundesliga.

Com ingressos baratos, a média de público nos modernos estádios alemães alcança 45 mil torcedores. Mesmo assim, o valores dos ingressos praticamente não sobem há sete anos.

O Borussia Dortmund, virtualmente falido há dez anos, resolveu aproximar-se do seu torcedor, passou a adotar ingressos baratos (média de 11 euros, cerca de 33 reais), investiu na formação de atletas em suas categorias de base e na prospecção em clubes menores, chegando a obter um lucro de 45 milhões de euros em 2012. Sua média de público alcança 80 mil pessoas.

Mas é claro que só a divisão mais democrática do dinheiro da televisão não garantirá o equilíbrio de forças, pois há outros fatores que interferem no poder econômico dos clubes, que são: patrocínio, merchandising, quantidade de sócios e arrecadação.

Quem é contra a mudança do sistema brasileiro, que segue o rumo da espanholização, para o da Alemanha, gosta de dar o exemplo do Bayern, que mesmo inserido em um sistema mais justo, que favorece a mérito, ainda assim se destaca bem mais do que seus concorrentes. O caso, porém, é que o Bayern se destaca justamente pelo mérito de sua eficiência.

Há 24 anos o clube apresenta superávit financeiro, ou seja, arrecada mais do que gasta. Eu disse 24 anos! Por aí já se percebe que não pode haver nenhuma comparação entre o grande alemão e qualquer clube brasileiro. Em segundo lugar, o Bayern consegue uma arrecadação maior por ter 10 milhões de torcedores. E aqui são torcedores-consumidores, ao contrário das torcidas brasileiras, das quais nenhuma chega a ter um milhão de consumidores de produtos oficiais do clube.

Este blog não é mais uma voz no deserto

A gritaria contra a espanholização, que no Brasil começou com tímidos murmúrios – entre eles os deste humilde blog –, hoje ganha corpo. O presidente do Goiás, Sergio Rassi, é o mais recente engajado. Ele diz que já tem apoio de Coritiba, Atlético-PR, Bahia, Vitória e Sport. A ideia é adotar uma fórmula parecida com Bundesliga alemã, a Premier League inglesa ou a Série A italiana. Grassi explica:

“Funcionaria mais ou menos assim: 60% do valor seria repartido igualitariamente entre os 20 times, enquanto que 20% seriam pela exposição na mídia e o outro 20% pelo desempenho em campo. Seria mais justo. A única liga que não segue isso é a espanhola. Não por acaso tem um futebol sem graça, restrito basicamente a dois clubes, com um terceiro surgindo de vez em quando. As demais têm uma alternância de títulos”, afirma.

Espero que o esforço de Sergio Grassi seja recompensado. Não há porque os grandes clubes brasileiros temerem a concorrência. Eles ainda terão mais facilidade para conseguir patrocinadores e atrair público para seus jogos, além de maior audiência na tevê. É evidente, porém, que precisarão ser mais competentes, o que, grosso modo, contribuirá para o crescimento do nosso futebol.

E pra você, a Bundesliga deve ser o exemplo para o futebol brasileiro?

Duelo dos melhores da atualidade na Liga dos Campeões

Leia o post original por Pedro Ernesto

Assisti atentamente à vitória do Real Madrid sobre o Bayern de Munique na tarde de ontem. São os dois melhores times na atualidade neste planeta. O Real conseguiu ser melhor em quase todo o jogo. Benzema, o matador, fez o gol da vitória. Mas o time tem outros grandes jogadores, como Bale e o melhor do mundo, Cristiano Ronaldo. Mesmo descontado por lesão que
o deixou fora de alguns jogos, o português conseguiu mostrar toda a sua qualidade.

Claro que o Bayern é um grande time, tem ataque impressionante, uma forma de jogar que é muito parecida com aquilo que seu técnico pensa. Pep Guardiola sabe montar um time como poucos. As individualidades do Real Madrid prevaleceram. É uma semifinal ainda aberta. Mas arrisco-me a dizer que o favoritismo é do Real Madrid.

 

Volante

Há uma carência de volantes no Inter. É por isso que o clube fez esforço para contratar Rithely ao Sport. Na realidade, volante de ofício mesmo no time há só Willians. Aránguiz é volante, mas prefere ser mais meia. Como mostrou na partida conta o Vitória, na estreia no Brasileirão.

Lançado com precisão por D’Ale, estava na área adversária para dar cavadinha e fazer o gol da vitória. Além disso, será desfalque para o período da Copa. São praticamente 50 dias em treinos e jogos. Por isso, a vinda de Rithely é oportuna.

 

Dinheiro

Você imagina quantos jogadores brasileiros jogam na Argentina na primeira e na segunda divisão? Resposta: nenhum. Essa é a diferença do dinheiro que rola no futebol brasileiro para o que circula no futebol dos vizinhos. Os brasileiros vêm aqui e compram quem quiser: os craques, as promessas, os jovens.

O jogador mais bem pago no país ainda é Riquelme. Recebe R$ 1 milhão por ano. Qualquer jogador de terceira linha recebe isso no futebol brasileiro. Podemos concluir que o problema no nosso futebol não é dinheiro, mas respeito às finanças e à administração dos clubes.

 

É DEMAAAIIIS!

Depois de longo e tenebroso inverno, o atacante Kleber volta aos treinos do Grêmio na próxima semana. Até hoje, não ficou claro se ele se lesionou em treino ou numa briga em uma
boate com vários seguranças. Isso, no entanto, não é mais importante. O que deve ser saudado é sua volta ao futebol e algum acréscimo que possa dar ao time nesta temporada.