Arquivo da categoria: Benfica

Futuro X Passado

Leia o post original por Odir Cunha

image Nesta “piscina” ficava uma das torres gêmeas

Hoje, dia em que o Santos joga sua esperança no Campeonato Brasileiro contra a sempre respeitável Ponte Preta, vou à Ilha Randal, aqui em Nova York, em busca do estádio em que o Santos venceu o Benfica 4 a 0 e, apenas um mês depois da Copa da Inglaterra, vingou o futebol brasileiro que havia sido derrotado e humilhado pela Seleção Portuguesa de Eusébio.

Faltam apenas dois dias para se encerrar a campanha de pré-financiamento coletivo do livro único “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, obra que tive o prazer e a honra de fazer com Marcelo Fernandes, e este será o meu último vídeo para a campanha. Espero que ajude a Editora Onze Cultural a arrecadar o suficiente para imprimir ao menos 1.500 exemplares.

Mas a veneração pelo passado não deve significar ojeriza pelo futuro, ao contrário. Das conquistas e lições vividas vêm à determinação de se construir novos tempos. O Santos não pode se esquecer de sua grandeza e sua missão no futebol, sob o risco de se tornar um eterno coadjuvante de um espetáculo do qual foi o grande astro.

Da desgraça absoluta que foi a destruição das torres gêmeas resultou um memorial visitado diariamente por milhares de pessoas de todas os idiomas do mundo. Novas construções foram erguidas no espaço ocupado pelo World Trade Center, mas duas piscinas ocupam os lugares em que ficavam os alicerces das duas torres, em monumentos que se tornam mais belos e reflexivos à noite.

Identifico-me com essa capacidade de transformar limão em limonada, pois sem ela não conseguiremos promover os muitos renascimentos que a vida nos propõe.

Hoje a velha Vila Belmiro completa 101 anos e não deve ser coincidência que seja também o Dia Da Criança. Nós, santistas, somos velhos-meninos, ou meninos-velhos, estamos sempre navegando entre o passado e o presente, às vezes sem saber ao certo em que direção seguir.

Não podemos, porém, cair na armadilha de recorrer eternamente a velhos ídolos e velhas fórmulas que já não funcionam mais. O Santos que vingou o futebol brasileiro em 1966 tem uma dimensão que não pode ser destruída. Honremos o passado, mas saibamos construir um futuro com ousadia, transparência e profissionalismo. Afinal, velhos ou meninos, Somos todos Santos.


‘Donos’ mostra onde começou o goleiro da Seleção Brasileira

Leia o post original por Craque Neto

Direto de Osasco, na Grande São Paulo, o técnico no Osias, do Champions Ebenézer, local onde Ederson foi descoberto, apresenta ao Donos onde o goleiro começou sua carreira antes de virar profissional.

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Tão procurando goleiro? Ele já estava lá e perderam!

Leia o post original por Craque Neto

A torcida do São Paulo já há algum tempo questiona a atuação de seus goleiros. Principalmente o Denis, que falhou tanta vezes que perdeu até a vez. O recém-contratado Sidão também não despertou confiança nos são-paulinos. Agora é a vez do Renan Ribeiro, que veio do Galo e nunca conseguiu ter uma sequência. Mas o curioso é que descobri que o terceiro goleiro da atual Seleção, o garoto Ederson, que é titular do Benfica de Portugal, foi formado na base do São Paulo. Dá pra acreditar? Há quase uma temporada o Ederson vem se destacando na Europa, a ponto de […]

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Santos é futebol. Ponto

Leia o post original por Odir Cunha


Benfica 2 x 5 Santos – o jogo mais importante de um time brasileiro em toda a história do futebol. Ponto.

Cada time tem uma característica pela qual é lembrado. Uns, mais por mérito de seus torcedores, são chamados “times do povo”, outros são conhecidos pela “raça”, alguns por serem “copeiros”, outros, ainda, pelo acúmulo de títulos. O Santos, senhoras e senhores, representa o futebol. Sim, o Santos encarna o melhor e o mais romântico desse esporte, do futebol arte, dos grandes craques, enfim, o Glorioso Alvinegro Praiano é, simplesmente, o futebol.

Time mais vezes campeão paulista na era profissional, duas vezes campeão mundial na época do futebol-arte, três vezes campeão da Copa Libertadores, oito vezes campeão brasileiro, cinco vezes do Torneio Rio-São Paulo, campeão das Recopas Sul-americana e Mundial, clube que revelou alguns dos maiores craques da história do futebol brasileiro, pensar em futebol é pensar no Santos, e vice-versa.

Além de toda a sua história incomparável, há o estigma de revelar virtuoses. Um time de garotos do Santos entra em campo, como nessa Copinha, e não há quem não fique curioso para descobrir novos craques. Por isso, os outros clubes têm infanto-juvenis, o Santos tem os Meninos da Vila.

Se o Brasil fosse um país sério e se a chamada crônica esportiva tivesse o mínimo conhecimento e reconhecimento, todo programa esportivo deste país deveria começar com o hino do Santos e imagens de Pelé, Coutinho, Pepe, Zito, Gylmar, Maruco, Dorval, Lima, Carlos Alberto Torres, Clodoaldo, Robinho, Neymar… Só depois viria o resto.

Veja você, leitora e leitor, que o auge do futebol brasileiro e mundial coincidiu com o auge do Santos. A Seleção Brasileira tricampeã em 1958, 1962 e 1970 era baseada no Santos bicampeão mundial em 1958/62 (fora a Recopa Mundial de 1968 e as três Libertadores que não quis jogar). Futebol arte = Santos e não se fala mais nisso.

Mas se eu, que sou santista, falo, dirão que sou suspeito. Então, lembro aqui o que me disse o ponta-esquerda Antonio Simões, do inesquecível Benfica, melhor ponta da história do futebol português e adversário do Santos na final do Mundial de 1962:

“É muito difícil encontrar tanto craque, tanto jogador inteligente como naquele time. Comparo o Santos de 1962 com a Seleção do Brasil de 1970. São as duas melhores equipes de futebol que vi até hoje. A Seleção de 70 é a confirmação de um modelo de jogo que o Santos já demonstrava há muito tempo.”

É óbvio que a Seleção Brasileira trouxe do Santos os craques, o espírito indomável e vencedor que a transformou na melhor Seleção de todos os tempos. Só não enxerga isso quem não quer ver ou é burro. A propósito, lembro agora uma frase do francês Gabriel Hanot, ex-jogador, jornalista esportivo e criador da Champions League. Maravilhado depois de assistir Santos 5, Benfica 2, no Estádio da Luz, ele disse:

“Desde há muito acompanhando o Santos pela Europa, julgo-a a melhor equipe do mundo, superior, inclusive, àquela famosa do Honved.”

Aqui, abro um parêntese para perguntar às pessoas de boa vontade: é possível comparar uma final de mundial interclubes decidida em uma melhor de três entre o campeão europeu e o sul-americano, com outra definida em uma única partida, no Japão, em Dubai ou no raio que o parta? Uma decisão em que a torcida local recebe bandeirinhas dos clubes finalistas para balançar durante o jogo? Me poupem!

A melhor e mais importante partida de um clube brasileiro em toda a história foi Santos 5, Benfica 2, no Estádio da Luz, então o maior estádio da Europa. Quem quiser debater sobre isso, estou à disposição. E a segunda maior foi Santos 4, Milan 2, no Maracanã. O resto, como diriam os cronistas antigos, não pagam nem placê.

Pois é. Os idiotas da objetividade torceram para o Santos acabar quando Pelé parou. Estavam loucos para ter uma oportunidade de falar de seus times, de dourar a pílula da mediocridade até que se tornassem pérolas. Bem, esses não estavam e não estão interessados na história do futebol, mas sim em seus decadentes times “do povo”. Mas aí veio Juary, Pita, Nilton Batata, João Paulo, Ailton Lira, Robinho, Diego, Neymar, Ganso, Ricardo Oliveira, Lucas Lima…

E, contra tudo o que se vê nos viciados noticiários de tevê, neste século XXI, que já tem 17 anos completos, o retrospecto do Glorioso Alvinegro Praiano contra os chamados grandes clubes brasileiros não poderia ser melhor: o Santos tem saldo positivo contra todos eles.
A informação vem do amigo Guilherme Gomez Guarche, responsável pelo departamento de memória do Santos Futebol – um departamento que deveria ser ampliado e melhor aparelhado, pois a história é o melhor marketing do Santos.

Bem, mas como eu ia dizendo, o Guarche me passou o retrospecto do nosso querido Santos contra os chamados grandes de São Paulo e Rio de Janeiro. Vejamos essa informação que, sei lá por que, a imprensa esportiva brasileira ignora. Escreve-me o Guarche:

Contra o Corinthians foram 57 partidas, com 25 vitórias santistas,14 empates e 18 derrotas. Portanto, sete vitórias de saldo.

Contra o São Paulo, em 56 partidas, 28 vitórias do Santos, 10 empates e 18 derrotas, ou seja, saldo de 10 vitórias!

Contra o Palmeiras, 49 partidas, com 19 vitórias, 13 empates e 17 derrotas, duas vitórias de saldo.

Contra o Flamengo, 35 partidas, com 11 vitórias, 14 empates e 10 derrotas, uma vitória a mais.

Contra o Fluminense, 37 partidas , com 14 vitórias, 7 empates e 13 derrotas, outra vitória de saldo.

Contra o Botafogo, 32 partidas, com 14 vitórias, 9 empates e 9 derrotas, cinco vitórias a mais para o Santos.

Contra o Vasco da Gama, 29 partidas, com 13 vitórias, 7 empates e 9 derrotas, ou seja, quatro vitórias a mais para o Santos.

Então, minha cara e meu caro, se a imprensa esportiva brasileira não vê ou finge ignorar um time que neste século supera, no confronto direto, todos os outros chamados grandes de São Paulo e Rio de Janeiro, podem estar certos de que o problema não é do Santos, mas da nossa míope imprensa esportiva.

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Parabéns, Vila. Obrigado, Léo. Santos empata com o Benfica e mantém 100% sobre rival!

Leia o post original por Milton Neves

Que festa maravilhosa o Santos preparou para a Vila Belmiro, a vila mais famosa do mundo.

Bela homenagem e grande maneira de se comemorar 100 anos de muitas glórias, neste verdadeiro templo sagrado do futebol.

O duelo contra o Benfica foi escolhido a dedo para a comemoração, que contou também com a despedida oficial do eterno “camisa 3″ do Peixe, o lateral Léo.

Estiveram presentes craques do passado e do presente, alguns apenas prestigiaram a partida, outros como Giovanni, foram à campo.

Oxalá todos os clubes brasileiros fizessem isso com seus ídolos.

E engana-se quem pensa que o jogo seria apenas um jogo.

O Santos até entrou meio desligado, mas chegou a colocar na roda, literalmente, os portugueses.

Teve até um lance mais duro em cima de Renato, instante que deixou claro a vontade de ambos em vencer o amistoso.

No entanto, um pênalti infantil quase decretou a vitória dos visitantes.

É que o estreante argentino, Fabián Noguera, deixou tudo igual.

Mas se não fosse o goleiro João Paulo, a comemoração ia acabar em muito bacalhau.

Sendo assim, o gosto do primeiro triunfo sobre o algoz de 62 ficou para a próxima.

Isso só reforça a certeza de que o Alvinegro Praiano é um dos maiores rivais que Benfica já enfrentou.

Nem o time mais popular daqui, o Corinthians, daria a satisfação que o Santos deu aos jogadores lusos.

Parabéns, Vila. Obrigado, Léo. Que honra!

OPINE!!!

Santos x Benfica

Leia o post original por Odir Cunha

Festa na embaixada de São José dos Campos

Alô, alô, santistas de São José dos Campos e região. Neste domingo, dia 9, a partir das 9 horas, a Embaixada do Peixe em São José dos Campos promove a festa “Futebol e Churrasco”, com a exposição da Taça de Campeão Paulista de 2016 e a apresentação da Nova Camisa III.
O evento será realizado na Associação Sabesp, na Travessa Lineu de Moura, 522, próximo ao Clube Santa Rita.
Contribuições para participar da festa:
Futebol: 10 reais.
Churrasco individual: 25 reais. Churrasco dupla: 40 reais. Número da rifa, com diversos prêmios: 10 reais para Sócio e 15 reais para não sócio.

Promoção dos livros Time dos Sonhos e Dossiê acaba neste domingo

Só para lembrar que nesse domingo, às 24 horas, acaba a promoção do livro Time dos Sonhos. Até lá, quem comprar apenas um exemplar do livro que é chamado A Bíblia do Santista, receberá mais um exemplar gratuitamente, ou, se preferir, um exemplar do Dossiê, além de três livros eletrônicos: Donos da Terra, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time. Tudo isso por apenas 68 reais, com as despesas de correio incluídas.

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E você, o que acha disso?


Benfica 1 x 2 Porto

Leia o post original por Mauro Beting

Liga ZON Sagres - Benfica x Porto 12-02_POSICIONAMENTO 01

Organização tática das equipes para o início da partida! Porto no 4-2-3-1 com a bola e Benfica no 4-4-2. (TacticalPad)

ESCREVE DANIEL BARUD —– @BarudDaniel

Na abertura da 22ª rodada do Campeonato Português, o Benfica recebeu o Porto no estádio da Luz. Comandado por Rui Vitória, que nunca venceu o Porto, o Benfica tinha no clássico, a chance de ampliar a liderança, enquanto o Porto, comandado por José Peseiro, que nunca tinha vencido na casa dos Encarnados, buscava a vitória para se aproximar dos líderes.

Enquanto o Benfica liderava junto com o Sporting, o Porto estava em 3º, há 6 pontos dos dois. Em caso de derrota dos Dragões, haveria 9 pontos de distância entre as equipes e 14 rodadas restantes.

O clássico no estádio da Luz não poderia começar diferente! Agitado, pegado, com entradas firmes e muita intensidade. Com os donos da casa tomando a iniciativa, com mais posse de bola, trocando passes no campo de ataque, com mais intensidade. Já o Porto se defendia e tentava criar suas chances de gol em velocidade, principalmente pelo flanco esquerdo, com Brahimi.

O Benfica foi a campo no 4-4-2 em linhas, com Mitroglu e Jonas no ataque, se movimentando bastante, ambos saindo da área, buscando o jogo, fazendo o pivô. Nas pontas, Nico Gaitán na esquerda e Pizzi na direita. Os volantes eram Renato Sanches, que construía e acelerava o jogo, atacava e defendia, junto com Samaris, que ficava mais na defensiva.

O gol dos Encarnados saiu aos 18’min, em passe em profundidade, após rápida transição encarnada, de Renato Sanches para Mitroglu, que tocou na saída de Casillas.

Sem título

Flagrante do 4-4-2 em linhas do Benfica. Jonas e Mitroglu no ataque isolado, fazendo com que a compactação se alongue.

O Porto foi a campo no 4-2-3-1, com Aboubakar no ataque. A linha de três meias era formada por André André centralizado, Brahimi na esquerda e Coroña na direita. Danilo e Héctor Herrera eram os responsáveis pela proteção da zaga e por fazer a transição defesa-ataque, respectivamente. Casillas salvava o Porto. Os flancos eram mais utilizados por Layún, que apoiava bastante com profundidade e amplitude, fazendo triangulações e criando oportunidades com Brahimi e André André, buscando Aboubakar na área. O gol da equipe visitante saiu por ali: o lateral esquerdo do Porto tocou para a entrada da área e achou Herrera, que acertou belo chute de fora da área. 1 a 1. Sem a bola, o Porto fechava duas linhas de 4, com Brahimi se juntando a Aboubakar no ataque.

442 Porto

Flagrante do lance do gol do Benfica: 4-4-2 em linhas do Porto em curto espaço. Chidozie foi perseguir Jonas e deixou Mitroglu no mano a mano com Maxi Pereira. Benfica 1-0.

A etapa inicial continuou bem equilibrada, com as equipes tentando e buscando o gol, principalmente pelos flancos (Pelo lado benfiquista, Eliseu era o mais acionado, enquanto Layún era o mais efetivado pelo lado dos visitantes). O Porto quando tinha a bola, preferia trocar passes com calma e tranquilidade, trabalhando a bola, rodando ela. Enquanto isso, o Benfica preferia o jogo mais incisivo, mais vertical, principalmente com os pontas e a transição rápida de Renato Sanches.

Entretanto, os sistemas defensivos, bem organizados, impediam o tento para ambos os lados. Entradas duras, ríspidas. Aos 30’min, a torcida pediu um pênalti após possível toque de mão do zagueiro Chidozie. O juiz mandou seguir. Mitroglu perdeu chance clara, dentro da área.

O primeiro tempo terminou. Com um Benfica mais controlador, porém, dando chances e espaços para criação das jogadas dos visitantes que, mesmo em desvantagem no placar e fora de casa, foram em busca do resultado.

A etapa final começou aberto. Com o Porto tentando marcar acionando Brahimi e o lateral Maxi Pereira, um Benfica compacto e saindo em transição veloz, com André Almeida e Pizzi pelo flanco direito e Eliseu e Gaitan pelo flanco esquerdo. Em rápido contra-ataque, o Benfica teve a chance de ampliar o placar, mas Casillas fez grande defesa e espalmou para escanteio.

Aboubakar quase ampliou. O Porto criava, mas esbarrava na defesa dos Encarnados. Até que aos 63’min, o camaronês, camisa 9 do Porto, não titubeou. Recebeu na entrada da área, adiantou e tocou na saída de Julio Cesar. Aboubakar. Porto 2 a 1.

Após sofrer o gol, o Benfica se lançou ao ataque, buscando o empate. Martín Indi quase marcou..contra. Casillas salvava o Porto com defesas milagrosas. O Porto recuou suas linhas e tinha o contra-ataque, mas não criava perigo ao Benfica, que tentava o empate a todo custo. Em vão. A pressão benfiquista perdeu força e o Porto voltou pro jogo. Sempre acionando Brahimi pelo flanco esquerdo.

Nos minutos finais, o tempo esquentou. A rivalidade aflorou. O bicho pegou. André Almeida arrumou encrenca com Layún. O juiz tomou as rédias e deu amarelo para os dois. Correto.

No fim, vitória dos visitantes, quebra de um tabu de 5 jogos do Porto sem vencer no estádio da Luz e retorno do Porto à briga pelo título português.

ESCREVEU DANIEL BARUD —– @BarudDaniel

capa

Capa do Jornal A Bola de Portugal, neste domingo, 13 de Fevereiro de 2016.

Campeões pelo mundo – Por Daniel Barud

Leia o post original por Mauro Beting

 

Este final de semana definiu mais alguns campeões nacionais pelo mundo. Depois de PSV, Olympiakos, Bayern de Munique, Juventus e Chelsea conquistarem o caneco, chegou à vez do Benfica, Barcelona, Paris Saint Germain e do Zenit levarem mais uma conquista para suas respectivas salas de troféus.

BENFICA

Em Portugal, o Benfica conquistou o bicampeonato, o que não acontecia desde 1984, somando seu 34º título. A equipe benfiquista não saiu do 0 a 0 com o Vitória de Guimarães, fora de casa, mas se aproveitou do empate do rival Porto, contra o Belenenses, para comemorar a conquista.

BARCELONA

Na Espanha, o Barcelona faturou o 23º título, o 5º nos últimos sete anos. Jogando fora de casa, os Culés venceram o rival Atlético de Madrid no estádio Vicente Calderón, com gol de Lionel Messi e confirmaram a conquista. Como a vantagem para o vice-líder, Real Madrid, se manteve quatro pontos e, faltando apenas uma rodada, a equipe catalã não pode ser mais ultrapassada.

PARIS SAINT GERMAIN

Na França, o PSG alcançou o tricampeonato nacional, somando seu quinto título na história. Após vencer o Montpellier, fora de casa, por 2 a 1 com gols de Matuidi e Lavezzi, a equipe da capital francesa não consegue ser mais alcançada pelos demais adversários. Mounier ainda descontou para o Montpellier.

ZENIT

O Zenit faturou seu quarto título russo, que se junta a outro, obtido na época da URSS. Com um gol de falta do brasileiro Hulk, a equipe do técnico português André Villas-Boas não saiu do empate com a equipe do UFA, mas conquistou o caneco. Com o empate, a equipe de St. Petesburgo chegou a 64 pontos e não pode ser mais ultrapassado.

ESCREVEU DANIEL BARUD

O Pelé deles!

Leia o post original por Neto

Eusébio está presente em todo lugar de Lisboa

Eusébio está presente em todo lugar de Lisboa

Desde quando saí do Brasil imaginava que iria ver o Cristiano Ronaldo em todas as campanhas publicitárias de Portugal. Tudo quanto era jornais, revistas e outdoor iria ter a imagem dele. Afinal é o melhor jogador do mundo e grande expoente do futebol português da última década. De fato o craque do Real Madrid aparece em muitos lugares. Mas não é que andando pelas ruas de Lisboa pude perceber que o tamanho da idolatria pelo Eusébio é insuperável? Impressionante! Ele é uma espécie de Pelé por aqui. Se você perguntar para o povo se eles preferem Eusébio ou CR7, o ex-jogador do Benfica ganha com os pés nas costas.

No Estádio da Luz tem o busto do Eusébio em todos os lugares. Fizeram até uma estátua pra ele de corpo inteiro na entrada. É claro que a molecada não sabe quem foi esse jogador. Mas ele foi contemporâneo do ‘rei’ do futebol. Esteve em atividade de 1957 a 1980. Brilhou com intensidade no Benfica onde esteve por mais de 15 anos e tem a incrível marca de 638 gols em 614 partidas. Comandou a Seleção de Portugal no inédito terceiro lugar na Copa de 1966. Ganhando inclusive do Brasil naquela edição.

Eusébio morreu no início desse ano aos 71 anos vítima de insuficiência cardíaca. Mas deixou uma história enriquecedora. História que todos conseguem observar pelas ruas da cidade. Estou muito feliz de estar aqui. E percebi que o Cristiano Ronaldo vai ter que jogar muito mais bola para superá-lo. Uma excelente oportunidade será no próximo sábado na final da Liga dos Campeões. Será que dá Real Madrid?

Conheça o palco da final da Liga

Leia o post original por Neto

O Estádio da Luz pode receber pouco mais de 65 mil torcedores

O Estádio da Luz pode receber pouco mais de 65 mil torcedores

Nesse momento estou embarcando para Lisboa, em Portugal, onde participo da transmissão da final da Liga dos Campeões no próximo sábado. E o palco dessa decisão ‘caseira’ e histórica entre Real Madrid e Atlético de Madrid será o estádio da Luz, casa do Benfica, onde cabem mais de 65 mil torcedores. O local, também conhecido como ‘Catedral’, tem todo um ritual mágico com a participação de uma águia adestrada. Muito legal! Foi lá também que brilhou Eusébio, um dos maiores jogadores portugueses de todos os tempos. Estou muito contente de estar presente nesse momento histórico do futebol mundial. Veja um pouco a história do estádio da Luz no vídeo abaixo. Lembrando que a Band trará todos os detalhes dessa baita final neste sábado a partir das 14h45.