Arquivo da categoria: Boca Juniors

Dívida do São Paulo por Centurión passa de R$ 20 milhões

Leia o post original por Perrone

A dívida do São Paulo gerada pela contratação do argentino Centurión, emprestado ao Boca Juniors após não emplacar no Morumbi, já ultrapassa R$ 20 milhões. O credor é Vinícius Pinotti, atual diretor de marketing tricolor e que no início de 2015, como torcedor sem cargo no clube, decidiu ajudar bancando o investimento feito durante a administração de Carlos Miguel Aidar.

O São Paulo tem cinco anos a partir de 2015 para pagar o dirigente, que emprestou o dinheiro para a compra ser feita junto ao Racing (Argentina). Mas ele está no fim da fila. Seu crédito faz parte do que a diretoria chama de alongamento da dívida (quantias com vencimento a longo prazo).

O assunto Centurión voltou à pauta no Morumbi em reunião do Conselho Deliberativo. A oposição afirmou que em dezembro do ano passado a dívida com Pinotti era de R$ 11,5 milhões, mas agora saltou para R$ 21,5 milhões. Os opositores concluíram, então, que o dirigente colocou mais dinheiro no clube. A direção, porém, nega.

Antes da reunião, Adilson Alves Martins, diretor financeiro do São Paulo, afirmou ao blog que Pinotti só emprestou dinheiro para a compra de Centurión. O dirigente não fala valores para não expor o diretor de marketing, que também não dá entrevista sobre o assunto.

Na ocasião da compra, a imprensa noticiou que o São Paulo pagaria 4,2 milhões de euros (R$ 12,7 milhões).

Mas internamente a diretoria usa números diferentes e outros detalhes para explicar a diferença entre esse valor e a dívida atual com o diretor de marketing, que está entre R$ 20 milhões e R$ 21 milhões, pelas contas da direção.

O aporte feito por Pinotti, conforme a versão oficial, foi de cerca de R$ 19 milhões, pois além da quantia divulgada pela imprensa havia outra parcela equivalente a R$ 4,8 milhões. A dívida passa dos R$ 20 milhões por causa da correção de acordo com o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado).

Diante da polêmica, a direção tricolor está disposta a apresentar os detalhes da operação para os conselheiros que tiverem dúvidas.

Emprestado ao Boca por um ano em agosto, Centurión assinou contrato com o São Paulo no início de 2015 por quatro anos.

 

Del Valle heroico, será presa fácil para o Boca?

Leia o post original por Fernando Sampaio

del valleDel Valle na semifinal.

Ninguém esperava.

Foi a maior surpresa da Libertadores.

Classificação heroica e emocionante como São Paulo, Boca e Atlético Nacional.

Será presa fácil para o Boca?

Aparentemente sim, a maioria apostaria no time argentino, pela camisa e tradição na Libertadores.

Eu também, mas não ficaria muiiiiito surpreso com a classificação dos equatorianos.

O Boca Juniors não convenceu contra o Nacional.

O Independiente joga a primeira em casa, será um jogo histórico para o clube.

Sei lá, acredito no Bocas mas….

 

O atual Boca é comum, o São Paulo também. E viva o Maicon!

Leia o post original por Milton Neves

Gol de Maicon foi decisivo para continuidade do São Paulo na Libertadores

Foto: UOL

Deveria saber e não sabia.

Maicon, o nosso melhor beque-beque atuando aqui ou fora, foi do Cruzeiro e estava meio que escondido em Portugal.

Quem o trouxe?

Quem o bancou?

Que contratação!

Sozinho, Maicon já teve melhor custo-benefício para o São Paulo do que os “800” jogadores que Alexandre Mattos levou para o Palmeiras, torrando uma tonelada de verdinhas pelo Verdão.

Só que nem seu padrinho tricolor acreditava em vida longa do time na Libertadores.

Daí o contrato de Maicon vai só até 30 de junho.

Agora, com o Corinthians de olho nele, a contratação em definitivo ficou bem difícil.

Até porque o FC do Porto também sacou que estava perdendo um zagueiraço a ser ainda muito valorizado.

E como português de burro não tem nada, a turma da terra do nobre vinho-licor já bem sabe que sua joia logo estará na Seleção Brasileira e aí seu prestígio e valor subirão de Pêra-Manca para Barca Velha, outros dois craques da vinicultura portuguesa.

Maicon, além de “goleiro”, de artilheiro e versátil, é um zagueiro com cara de zagueiro intimidador, tem habilidade e a liderança natural e típica dos antigos donos da mítica camisa 3.

Está aí, Dunga, a colher de chá que o São Paulo te deu e que você também não soube ver.

Já que você não gosta mesmo do soberbo Thiago Silva, chega de beques que têm mais fama do que bola, tipo David Luiz.

E nossa Libertadores, hein?

Sobrou só o São Paulo, o pior dos cinco brasileiros na pré-análise de 11 de cada 12 comentaristas esportivos.

Estão vendo mais uma vez como o imponderável é o grande oxigênio da bola e fundamental para a eterna liderança do futebol diante de todas as outras modalidades esportivas?

As classificações épicas de Boca Juniors e Atlético Nacional na quinta-feira também atestam isso.

Já em Belo Horizonte, pela “lógica”, daria Galo, o melhor elenco da América do Sul.

Mas com o mico Robinho hoje só cumprindo tabela, um Lucas Pratto nota 1, Leonardo Silva e Erazo pulando a grossura de uma gillette, Dátolo machucado, Victor catando borboletas e o péssimo Diego Aguirre enxergando tanto quando Ray Charles, a seleção alvinegra de Minas ficou pelo caminho.

E eu disse há mais de 20 dias que Aguirre, independentemente do resultado diante do clube do Morumbi, deixaria o Galo e Marcelo Oliveira assumiria o seu lugar.

Não deu outra!

Agora vêm aí os temíveis argentinos, os ótimos colombianos, os aguerridos mexicanos do Pumas ou os entusiasmados jogadores do Independiente del Valle do novo futebol equatoriano.

O São Paulo, de novo, é o pior dos semifinalistas e vai enfrentar o milagroso e compacto Atlético Nacional de Medellín, apostando mais uma vez na imprevisibilidade do futebol.

Afinal, o que é mais uma zebra a pastar no velho Morumbi deste São Paulo que, nem de longe, imaginava que poderia ser campeão de novo da Libertadores em meio a sua impressionante crise ética, política e técnica?

E já pensaram numa final inédita entre Boca e São Paulo?

Dois grandes campeões de tudo, atualmente com elencos nota 5,97.

Nesta hipotética final, apostaria no São Paulo, porque zebra boa, mas boa mesmo, é aquela que pasta do começo ao fim, livrando-se das terríveis investidas dos leões, leoas, leopardos, hienas e de outros predadores da savana.

Mas cuidado com o Boca, mesmo hoje com um time dos mais “inofensivos”.

É que time argentino bom, mas bom mesmo, é time argentino eliminado.

OPINE!!!

San Agustin de Boca, bom de pênalti

Leia o post original por Antero Greco

Goleiro de time grande geralmente faz a diferença. Goleiro de time argentino com certeza resolve a parada – ainda mais jogador de seleção.

Agustin Ignacio Orion, 34 anos, o “San Agustin de Boca”, não é exceção. É regra.

Pegar três pênaltis numa partida decisiva de Libertadores, dentro de La Bombonera angustiada, não é para qualquer um. E o goleiro do Boca Juniors não é qualquer um: catou logo três em sequência na disputa de pênaltis contra o Nacional do Uruguai, na noite de quinta-feira, e se consagrou.

O jogo já tinha sido emocionante: os uruguaios saíram na frente e só levaram o empate numa arrancada fulminante o jovem Pavon, pela direita. Acontece que a juventude, a garra e a empolgação do estádio traíram o craque, que comemorou o gol tirando a camisa: como já tinha o cartão amarelo, foi expulso.

Com um a mais, o Nacional ainda tentou resolver nos noventa minutos. Mas a decisão da vaga foi para os pênaltis mesmo. O goleiro do Nacional defendeu dois.

Mas Orion, com nome de constelação, estava com a estrela mais brilhante da noite: pegou os três últimos. Uma sequência histórica, que lhe rendeu as manchetes dos jornais argentinos desta sexta-feira e uma mensagem carinhosa de um ex-companheiro de clube: o artilheiro são-paulino Jonathan Calleri. Ele escreveu: “Você merece, pela boa pessoa que é.”

Se o Boca for à finalíssima e o São Paulo passar pelo Atlético Nacional da Colômbia, os dois se encontrarão em campo. Em lados diferentes. A estrela que brilhar mais levantará a taça.

(Com participação de Roberto Salim.)

Boca avança. Uma final com o SP. Por que não?

Leia o post original por Antero Greco

Olha o Boca aí, gente.

O danado do time argentino, bicho-papão na Libertadores nestes anos 2000, chega de novo à semifinal. Fazia quatro anos que não avançava até esta fase; a última foi em 2012, quando disputou o título com o Corinthians e finalmente perdeu.  Perdeu para um brasileiro, depois de ter deixado para trás, em anos anteriores, Palmeiras (duas vezes), Santos e Grêmio.

O Boca carimbou passaporte para o penúltimo degrau da competição nos pênaltis, depois de empate por 1 a 1 com o Nacional, na noite desta quinta-feira, em casa. Foi no sufoco, com La Bombonera cheia – pra variar -, e na raça. Os uruguaios abriram vantagem, em gol contra de Díaz, aos 21 da etapa inicial. O empate veio com Pavón aos 27 do segundo tempo. O moço ficou tão doido com o gol que tirou a camisa, levou segundo amarelo e foi pro chuveiro.

O empate de 1 a 1 foi igual ao do duelo anterior, em Montevidéu. Daí a necessidade dos pênaltis, nos quais o Boca fez 4 a 3.

Não é o melhor Boca dos últimos tempos, mesmo que tenha no elenco o talento extraordinário de Carlitos Tevez. Está abaixo, por exemplo, daquele que em 200 e em 2001 passou pelo Palmeiras, uma vez na decisão e outra na semifinal. Mesmo assim é forte, equilibrado, compacto. Time que sabe o que cor, “copeiro”, encardido.

Não duvido nada que chegue de novo à finalíssima. Como não duvido, agora, que o adversário possa ser o São Paulo.

 

 

Libertadores: Só um brasileiro tem chance de chegar à final

Leia o post original por Quartarollo

Libertadores: Só um brasileiro tem chance de chegar à final

Não é nem escolha, nem opinião, é que os brasileiros que sobraram na Libertadores vão se matar entre eles nas quartas de final.

Atlético Mineiro e São Paulo farão dois jogos disputados. No regulamento diz que times do mesmo país devem se enfrentar antes da final.

Ao contrário da Liga dos Campeões da Europa, aqui times do mesmo país não podem jogar a final.

Se isso valesse do outro lado do mundo não teríamos no próximo dia 28, em Milão, a final espanhola entre Real e Atlético de Madrid.

Coisas de um mundo mais atrasado. Mas mesmo sem o regulamento, neste ano as chaves de Atlético e São Paulo iriam se cruzar de qualquer jeito, então a culpa desta vez não é da Conmebol.

O brasileiro que passar vai enfrentar o vencedor de Atlético Nacional e Rosário Central, mas se o Boca se classificar do outro lado, os dois argentinos se matam na semifinal e daí mudará o adversário do brasileiro.

Sairia do vencedor de Independiente del Valle, do Equador, ou Pumas, do México. A viagem para o México é mais longa que a do Equador.

Acredito que o São Paulo tem forças para tirar o Atlético Mineiro da competição. E penso assim porque o time melhorou muito nos jogos mais decisivos e parece começar a entender melhor o técnico Edgardo Bauza.

O Atlético tem um grande time e um bom treinador e não seria surpresa se classificar.

Mas como sempre achei que o primeiro jogo decide muita coisa e acontecerá no Morumbi na próxima quarta-feira, o São Paulo terá que fazer bem a sua lição de casa e depois administrar em Belo Horizonte.

É difícil? Muito, mas não impossível.

Nas outras chaves eu acho que passam Rosário Central, Boca Juniors e Pumas.

A Libertadores é uma competição traiçoeira e às vezes aquele que sobe de produção na hora certa acaba campeão.

O último que venceu fazendo melhor campanha foi o invicto Corinthians, em 2012.

O Atlético Nacional fez a melhor campanha e foi premiado com o Rosário como adversário.

Contra qualquer outro seria favorito disparado, mas contra os argentinos não. Na minha opinião, é claro.

Independiente del Valle não conseguirá segurar o Pumas e há a rivalidade Argentina-Uruguai no confronto Boca e Nacional, mas acredito mais no Boca de Tevez e do ex-corintiano Lodeiro, que até hoje não foi pago para o Corinthians.

Por que a eleição do novo presidente argentino pode ajudar o Corinthians?

Leia o post original por Quartarollo

Mauricio Macri foi eleito o novo presidente da Argentina no fim de semana.

Derrotou de vez o kirchnerismo que seguia à frente do país há muito tempo e acabou por rebaixa-lo em várias notas.

A Argentina tentou repetir com Nestor e Cristina a dupla Peron e Evita, que sinceramente causou comoção histórica, mas já não deu certo naquela época.

Dizem que argentinos são muito politizados, mas votar na mulher do presidente é uma coisa estranha.

Aqui acho que por pior que votamos, e não são poucos os exemplos de mau voto, nunca votaríamos na Dona Marisa só porque é mulher do Lula.

Sorte nossa que Dilma é presidenta e primeira dama, não tem marido para a gente votar. Credo.

Tudo bem que muitos brasileiros, por acreditarem piamente, por inocência ou por interesse mesmo, votaram em alguns indicados e bancados pelo ex-presidente Lula, mas acho que não chegaríamos a tanto.

Mas kirchnerismo à parte, chega ao poder na Argentina um homem vindo do futebol.

Macri é ex-presidente do Boca Juniors e no seu discurso de posse deixou abertas algumas portas que estavam fechadas.

Uma delas pode beneficiar o Corinthians. Segundo Macri, os argentinos poderão remeter valores para o exterior novamente.

Isso estava, e ainda está, proibido para todo argentino seja ele pessoa física ou jurídica.

O Corinthians tem um bom dinheiro em dólares para receber do Boca por conta da transferência de Lodeiro neste ano e ainda de Martinez antes da Copa do Mundo.

Aliás, o argumento de Martinez para voltar ao futebol argentino era disputar a Copa pela seleção do seu país.

Só cumpriu uma parte do seu projeto. Voltou para o Boca, mas não foi convocado para a Seleção Argentina.

A justificativa para não pagar ao Corinthians era justamente essa. O Boca não podia enviar dinheiro para o exterior.

Chegou a se cogitar o Corinthians contratar um jogador na Argentina e repassar a dívida para o Boca para amortizar a dívida, mas não deu certo.

Falou-se em amistoso do Boca, no Brasil, com as despesas bancadas pelo time argentino também para tentar diminuir a dívida e nada aconteceu.

Até o papo envolvendo Carlito Tevez que não recebia em dia na agremiação de La Bombonera entrou na pauta, mas nada andou também.

Agora há uma esperança no fim do túnel. O Campeão argentino não terá tantas desculpas para não pagar o Corinthians e se não pagar a Corte Arbitral da Fifa será o único caminho para o Corinthians.

River leva o tri e igual São Paulo e Santos

Leia o post original por Fernando Sampaio

riverO Tigres mostrou o melhor futebol da competição.

O River Plate levou.

Faz parte, no mata-mata nem sempre ganha o melhor.

O campeão sempre tem mérito.

Isso é óbvio.

No caso do River não dá pra dizer que seja fraco. Não é como Once Caldas ou outros exemplos da Copa do Brasil. O time argentino foi melhor na final e mereceu o título. Não adianta ser primeiro na primeira fase. Cresceu na hora certa.

O River entrou para o seleto grupo de apenas 9 clubes com mais de dois títulos na competição.

Independiente tem 7 títulos, não ganha desde 1984, há 31 anos.

Boca Juniors tem 6 títulos.

Peñarol tem 5 títulos, não ganha desde 1987, há 20 anos.

Estudiantes tem 4 títulos.

Olímpia, Nacional, São Paulo, Santos e River tem 3 títulos.

Nacional é o único dos tricampeões que sumiu do mapa depois dos anos 80, não ganha há 27 anos.

 

Foto Juan Mabromata / AFP

 

 

 

Patrocinador da Libertadores segue ‘caso Amarilla’ de perto e pode agir

Leia o post original por Perrone

Desde de 2013, o principal torneio entre clubes do continente americano se chama Copa Bridgestone Libertadores. Por isso, o blog procurou a patrocinadora, que tem contrato até 2016 com a Conmebol, para falar sobre o “caso Amarilla”. A empresa respondeu com uma nota, enviada por e-mail, às perguntas sobre gravações de conversas telefônicas que revelam indícios de manipulação de resultado na partida em que o  Boca Juniors eliminou o Corinthians, nas oitavas de final de 2013. As escutas foram feitas em investigação sobre supostos crimes cometidos por dirigentes argentinos. Abaixo, leia o pronunciamento da patrocinadora da Libertadores.

“A Bridgestone está acompanhando o caso sobre as escutas telefônicas feitas pelo canal argentino “TV América” que indicam a possibilidade de manipulação de resultado durante a partida entre Corinthians x Boca Juniors, pela edição 2013 da Copa Bridgestone Libertadores. Acompanharemos de perto o desenvolvimento das acusações e, conforme a necessidade, tomaremos as providências adequadas.”

Corinthians 1 x 1 Boca, o jogo que não acaba nunca

Leia o post original por Quartarollo

Escutas divulgadas na Argentina mostraram que Julio Grondona, falecido presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), teve influência na escalação do paraguaio Carlos Amarilla naquele fatídico jogo Corinthians 1 x 1 Boca, dia 15 de maio de 2013, que eliminou o time brasileiro da Libertadores.

Chega a dizer em conversa com o responsável pela arbitragem de então, Abel Gneco, que Amarilla foi o melhor reforço do Boca no jogo.

Poucas vezes em minha carreira vi um time ser tão prejudicado num jogo só como o Corinthians foi naquela noite no Pacaembu.

O gol do Boca feito por Riquelme nasceu de um pênalti cometido por Marin e não marcado para o Corinthians.

Se o pênalti fosse marcado não sei se o Corinthians o converteria, mas com certeza Riquelme não faria o gol do Boca.

Amarilla também não deu outro pênalti para o Corinthians e anulou bem um gol em impedimento de Paulinho.

Houve um gol de Romarinho anulado pelo bandeirinha Rodney Aquino, filho do mesmo Ubaldo Aquino que não deu pênalti claro para o Palmeiras na Libertadores-2000, no La Bombonera.

Seria a chance do Palmeiras fazer 3 x 2, mas trouxe o empate de 2 x 2. Rodney tem para quem puxar.

O Corinthians precisava vencer por dois gols de diferença porque tinha perdido o jogo de ida por 1 x 0.

Com os acontecimentos de campo certamente dava para fazer dois gols de diferença na volta, mas o árbitro e seus assistentes não deixaram.

Amarilla jura inocência, mas a Federação Paraguaia o afastou por tempo indeterminado depois que as gravações vieram a público.

Os bandeiras Rodney Aquino e Carlos Cáceres também foram afastados.

Estavam trabalhando normalmente na Copa América e bandeiraram domingo passado para o paraguaio Enrique Cáceres o jogo Brasil 2 x 1 Venezuela.

O que o Corinthians pode fazer a respeito? No aspecto esportivo nada. O jogo já acabou há muito tempo e a Libertadores-2013 não voltará.

Pode pedir uma indenização, mas também é difícil conseguir.

A Conmebol teria que ressarcir o clube prejudicado. A mesma Conmebol que não teve coragem de punir mais fortemente o Corinthians por conta dos acontecimentos de Oruro quando o garoto Beltran Martinez foi atingido por um sinalizador que saiu da torcida organizada alvi-negra e morreu instantaneamente.

Doze torcedores chegaram a ficar detido por bom tempo na Bolívia. Foram soltos até com esforço da própria diretoria do Corinthians e até hoje nunca se encontrou o verdadeiro culpado.

Como a Conmebol não puniu administrativamente, mandou alguém fazer o serviço e o Corinthians foi crucificado por Amarilla e Aquino.

A maior ironia foi a manchete do nacionalista jornal argentino Olé no dia seguinte: “Una mano Amarilla (“Uma Mão Amarela”) em referência a uma das cores do Boca Júnior e a ajuda da arbitragem. Precisa dizer algo mais.

 

Share This: