Arquivo da categoria: Borja

Verdão não se cansa de passar VERGONHA???

Leia o post original por Craque Neto

Acabou o jogo do Palmeiras nesta segunda-feira. E para a surpresa de todos o time do Alberto Valentim conseguiu a PROEZA de perder para o Avaí, que até então era o vice-lanterna do Brasileirão. Com todo o respeito aos catarinenses mas é inconcebível o Verdão e seu time milionário perder essa partida. É verdade que o time alviverde já garantiu vaga na Libertadores do ano que vem. Mas é incrível a capacidade que esse time está tendo em fazer o seu torcedor passar VERGONHA. Pelo amor de Deus! Foi a décima segunda DERROTA do Palmeiras no Brasileirão em 36 rodadas […]

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Borja ganha ‘VIDA’…. mas Verdão dá brecha!

Leia o post original por Craque Neto

Apesar de um clima danado de JÁ GANHOU do torcedor palmeirense ter contaminado todas as mídias sociais – ainda mais acumulado com o vexame do líder Corinthians – o Verdão em campo nesta segunda-feira no Allianz Parque e não saiu de um empate em 2 a 2 com o Cruzeiro do Mano Menezes. E era pra ter perdido não fosse aquele gol salvador do colombiano Miguel Borja no finalzinho. Aliás, ele fez os dois gols alviverdes e parece estar aos poucos resgatando o seu bom futebol. A verdade é que nesse sentido a diretoria aplaude de pé o interino Alberto […]

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Palmeiras: faltou a faísca de campeão

Leia o post original por Antero Greco

Tem palmeirense aborrecido com o Heber Roberto Lopes. Até com razão. Anulou mal gol de Borja, ainda no primeiro tempo. Seria a virada do Palmeiras sobre o Cruzeiro.

Mas, mais do que a atrapalhada do árbitro, o que pesou, no empate por 2 a 2 com o Cruzeiro, foi a falta da centelha de campeão para o Palmeiras. Sabe aquela faísca, aquele brilho que os times vencedores costumam ter em momentos decisivos?

Detalhe, por exemplo, que teve no ano passado, sobretudo na vitória por 1 a 0 sobre o Inter, no mesmo Allianz Parque. Naquele jogo, nas rodadas finais, veio a certeza de que o time encerraria jejum de duas décadas e levantaria a taça do Brasileiro.

Pois essa luz não veio na noite desta segunda-feira.

O time de Alberto Valentim não foi mal; tampouco esteve bem como nas três vitórias anteriores. Sentiu o peso da responsabilidade de encostar no Corinthians, baqueou depois do gol contra de Juninho, não teve calma suficiente para aproveitar as chances que apareceram. E não foram muitas, embora suficientes para garantir os três pontos que colocariam fogo no campeonato.

O treinador apostou na formação e no esquema que deram certo recentemente. São não contava com a infelicidade do zagueiro, que aos 4 minutos mandou a bola contra o próprio gol. O Cruzeiro veio com algumas modificações, mas consistente na marcação. Raras vezes vacilou, exceto no gol de empate, marcado por Borja.

No segundo tempo, os mineiros voltarem mais espertos. Em dez minutos, assustaram duas vezes os palmeirenses, que de novo perceberam o tamanho do desafio. Mesmo com apoio da torcida, não se via serenidade de equipe com autoconfiança lá no topo.

Para complicar, veio o segundo gol cruzeirense, com Robinho, menos de dois minutos depois de entrar em campo. O mérito do Palmeiras, depois daquilo, foi o espírito de luta, que lhe rendeu o 2 a 2 final, com Borja.

Teve até a chance do terceiro, não fosse afobação de Roger Guedes num contragolpe em que tentou chutar para o gol, sem ângulo. E uma defesa linda de Fábio em cabeçada de Edu Dracena. E não muito mais do que isso.

Complicou a matemática? Teoricamente, sim. Se tivesse vencido, poderia chegar à liderança no clássico com o Corinthians. Com cinco pontos menos do que o líder, tem o peso dobrado de brigar por vitória, para manter aceso o sonho do bicampeonato. Empate não serve; derrota é fim de linha.

A semana será de tensão.

 

Vale uma nova oportunidade ao Borja?

Leia o post original por Craque Neto

O Palmeiras precisava da vitória contra a Ponte Preta nesta quinta-feira para diminuir a vantagem para o arquirrival Corinthians na liderança do Brasileirão. Venceu até com certa tranquilidade. E o segundo gol foi marcado pelo colombiano Miguel Borja, que quebrou um baita JEJUM de meses sem gols. Foi o oitavo desse gringo que custou ao clube R$ 33 milhões e foi muito pouco aproveitado em 2017. Confesso que quando ele chegou ao Verdão pensei que a diretoria tinha dado uma CARTADA certeira. Afinal o cara tinha sido o artilheiro do Atlético Nacional, campeão da Libertadores do ano passado. Por sinal […]

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Valente Palmeiras de Valentim

Leia o post original por Antero Greco

Pode ser impressão, um rasgo de boa vontade, ou constatação óbvia. Ou tudo isso junto. Mas o Palmeiras das duas últimas apresentações no Brasileiro é o mais sereno e determinado da temporada.

Na vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-GO, no domingo, e nos 2 a 0 em cima da Ponte, nesta quinta-feira, jogou com segurança, foi objetivo e preciso. Não inventou, não se complicou. Futebol simples, fácil, porém arrumado. O Palmeiras de Alberto Valentim está diferente do Palmeiras de Eduardo Baptista e sobretudo do Palmeiras de Cuca.

Epa, dá pra dizer que daqui até o final do campeonato não perderá mais? Que vai incomodar o Corinthians? Que ainda pode sonhar com o título? Das três hipóteses, a única que não se deve negar é a terceira. Porque sonhar, afinal, não é proibido para ninguém.

No mais, não se pode cravar coisa alguma. Aliás, não dá pra ter certeza de nada nesta Série A. No caso palestrino, se pode alegar que pegou dois adversários instáveis, com medo do rebaixamento e que, portanto, não fez mais do que obrigação. Concordo.

E também é possível alegar que os próximos desafios – Grêmio (fora), Cruzeiro (em casa) e Corinthians (fora). Se passar incólume por esse trio, então o torcedor pode acender mais velinhas para San Gennaro e para Nossa Senhora de Achiropitta porque o milagre está a caminho. Até lá…

Até lá, que Valentim e seu grupo continuem com a postura das últimas partidas. No duelo com a Macaca, só houve dois ou três vacilos de marcação, até a metade do primeiro tempo. Em lances de desatenção no miolo da zaga, jogadores da Ponte ficaram em boas condições para finalizar. Depois, fechado o buraco o Palmeiras mandou e não se sentiu ameaçado.

Bruno Henrique, Tchê Tchê e Moisés mandaram bem, no meio, enquanto Dudu, Keno e William estavam afinados na frente. William saiu machucado, deu espaço para Borja, que encerrou longo jejum e fez o segundo gol, na etapa final. Na primeira, Keno abriu o marcador. Mayke marcou bem na direita e Egídio esteve discreto na esquerda.

Enfim, um Palmeiras descomplicado, com direito até a breves aparições de Arouca e de Felipe Melo, em prova de que a tendência é a de apaziguar o ambiente no que resta de ano.

O Palmeiras precisava de um pouco de tranquilidade – e ela veio.Mas está valente este Palmeiras de Valentim.

Falta a sequência.

Seis desafios para o técnico do Palmeiras em 2018

Leia o post original por Perrone

1 – Resgatar a tradição do clube de jogar de maneira ofensiva e vistosa. A exigência da torcida é ainda maior por conta do caro elenco atual.

2  – Conviver em harmonia com o diretor remunerado Alexandre Mattos, que tem carta branca dada pelo presidente Maurício Gagliotte e trabalha fortemente por suas ideias. Foi assim quando se empenhou para reintegrar Felipe Melo.

3 – Fazer deslanchar jogadores contratados com aporte financeiro da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas). Borja é o caso mais emblemático. Há constante temor no Palmeiras de que Leila Pereira se irrite com o fato de ver jogadores nos quais investiu pesado serem subaproveitados.

4 – Domar Felipe Melo. Cuca fracassou nessa missão com ares de impossível.

5 – Ter um ambiente harmônico no vestiário, apesar da acirrada disputa por posições.

6 – Avaliar os investimentos a serem feitos para 2018. Os altos gastos com alguns jogadores aumentaram a pressão sobre o elenco e Eduardo Baptista e depois Cuca. O trabalho é alertar Mattos e Leila sobre o real valor dos atletas a serem contratados.

André Galvão diz não entender a escalação de Borja

Leia o post original por Craque Neto

O repórter, que acompanhou quatro treinos do Palmeiras em uma semana, diz que Willian Bigode se destacou entre Borja e Deyverson, e, por isso, não entende o porquê da insistência de Cuca nos atacantes errados.

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Palmeiras engrena, Flu desce

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, vendo o que fizeram Fluminense e Palmeiras, no duelo da tarde deste domingo, no Maracanã, dá para ficar com a pulga atrás da orelha. Não a respeito do ainda campeão brasileiro; este tende a crescer e a terminar entre os mais bem colocados. É o mínimo que se espera para clube que investiu os tubos em elenco.

A preocupação é com o tricolor carioca. A instabilidade continua, o aproveitamento como mandante está baixo, o retrospecto no segundo turno se mostra aquém de qualquer expectativa. No popular: anda com bola murcha.

Para piorar, depois do 1 a 0, e com a combinação de resultados, se aproximou de vez da turma de baixo. Sei que está tudo muito embolado, mas 31 pontos são apenas 4 a mais do que têm Bahia e Coritiba, os dois primeiros da zona do descenso.

O Flu não foi páreo para o Palmeiras, ao contrário do que havia ocorrido no primeiro turno, no Allianz Parque. Praticamente não incomodou Fernando Prass, finalizou raramente – e mal. Difícil escolher quem se salvou. Aponto de Abel Braga, sempre incentivador da tropa, ter reconhecido que “uns sete ou oito não foram bem”. Coloca nessa conta os 14 utilizados.

Restou a sensação ruim de que o Flu chegou ao limite. O que pode dar-lhe ânimo é a Sul-Americana, torneio em que topará com o Flamengo nas quartas de final.

O Palmeiras jogou para o gasto – e sobretudo na etapa final correu poucos riscos. Nesse aspecto, em alguns momentos lembrou o time da campanha vitoriosa de 2016. A defesa errou menos, o meio-campo esteve mais ligeirinho, na frente também deu conta do recado.

As oportunidades vieram, embora a única mais bem aproveitada tenha sido a de Egídio, no golaço que garantiu o resultado. Mas mandou bola na trave, puxou contragolpes. Enfim, não deixou a apatia de outras jornadas impor-se. Até Borja entrou e se mostrou mais esperto…

Bobagem vir com conversa de título ou coisas do gênero. A distância para o Corinthians está em 11 pontos. É chão demais para tirar. No entanto, se fizer a parte que lhe cabe, a tendência é de encurtar, com o tempo.

Um tira-teima excelente está marcado para a noite do sábado, no jogo em casa com o Santos. Quem vencer, pode pensar mais alto.

Verdão não gosta de quem faz gols?

Leia o post original por Craque Neto

Com os dois gols marcados contra o Atlético/MG o atacante Henrique Dourado, ou ‘Ceifador’ como ficou conhecido, reassumiu a liderança da artilharia do Brasileirão com 12 gols marcados. Mais do que isso o camisa 9 do Fluminense chegou aos 26 gols em 2017, batendo seu próprio recorde pessoal que era de 25 gols feitos com as camisa de Portuguesa e Palmeiras em 2014. Curiosamente isso me faz lembrar que o jogador foi praticamente chutado do alviverde mesmo tendo sido um dos goleadores do Brasileirão daquele ano. Muito torcedor avaliava que ele não agradava do ponto de vista ‘técnico’. É mole? […]

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