Arquivo da categoria: Borja

Vale uma nova oportunidade ao Borja?

Leia o post original por Craque Neto

O Palmeiras precisava da vitória contra a Ponte Preta nesta quinta-feira para diminuir a vantagem para o arquirrival Corinthians na liderança do Brasileirão. Venceu até com certa tranquilidade. E o segundo gol foi marcado pelo colombiano Miguel Borja, que quebrou um baita JEJUM de meses sem gols. Foi o oitavo desse gringo que custou ao clube R$ 33 milhões e foi muito pouco aproveitado em 2017. Confesso que quando ele chegou ao Verdão pensei que a diretoria tinha dado uma CARTADA certeira. Afinal o cara tinha sido o artilheiro do Atlético Nacional, campeão da Libertadores do ano passado. Por sinal […]

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Valente Palmeiras de Valentim

Leia o post original por Antero Greco

Pode ser impressão, um rasgo de boa vontade, ou constatação óbvia. Ou tudo isso junto. Mas o Palmeiras das duas últimas apresentações no Brasileiro é o mais sereno e determinado da temporada.

Na vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-GO, no domingo, e nos 2 a 0 em cima da Ponte, nesta quinta-feira, jogou com segurança, foi objetivo e preciso. Não inventou, não se complicou. Futebol simples, fácil, porém arrumado. O Palmeiras de Alberto Valentim está diferente do Palmeiras de Eduardo Baptista e sobretudo do Palmeiras de Cuca.

Epa, dá pra dizer que daqui até o final do campeonato não perderá mais? Que vai incomodar o Corinthians? Que ainda pode sonhar com o título? Das três hipóteses, a única que não se deve negar é a terceira. Porque sonhar, afinal, não é proibido para ninguém.

No mais, não se pode cravar coisa alguma. Aliás, não dá pra ter certeza de nada nesta Série A. No caso palestrino, se pode alegar que pegou dois adversários instáveis, com medo do rebaixamento e que, portanto, não fez mais do que obrigação. Concordo.

E também é possível alegar que os próximos desafios – Grêmio (fora), Cruzeiro (em casa) e Corinthians (fora). Se passar incólume por esse trio, então o torcedor pode acender mais velinhas para San Gennaro e para Nossa Senhora de Achiropitta porque o milagre está a caminho. Até lá…

Até lá, que Valentim e seu grupo continuem com a postura das últimas partidas. No duelo com a Macaca, só houve dois ou três vacilos de marcação, até a metade do primeiro tempo. Em lances de desatenção no miolo da zaga, jogadores da Ponte ficaram em boas condições para finalizar. Depois, fechado o buraco o Palmeiras mandou e não se sentiu ameaçado.

Bruno Henrique, Tchê Tchê e Moisés mandaram bem, no meio, enquanto Dudu, Keno e William estavam afinados na frente. William saiu machucado, deu espaço para Borja, que encerrou longo jejum e fez o segundo gol, na etapa final. Na primeira, Keno abriu o marcador. Mayke marcou bem na direita e Egídio esteve discreto na esquerda.

Enfim, um Palmeiras descomplicado, com direito até a breves aparições de Arouca e de Felipe Melo, em prova de que a tendência é a de apaziguar o ambiente no que resta de ano.

O Palmeiras precisava de um pouco de tranquilidade – e ela veio.Mas está valente este Palmeiras de Valentim.

Falta a sequência.

Seis desafios para o técnico do Palmeiras em 2018

Leia o post original por Perrone

1 – Resgatar a tradição do clube de jogar de maneira ofensiva e vistosa. A exigência da torcida é ainda maior por conta do caro elenco atual.

2  – Conviver em harmonia com o diretor remunerado Alexandre Mattos, que tem carta branca dada pelo presidente Maurício Gagliotte e trabalha fortemente por suas ideias. Foi assim quando se empenhou para reintegrar Felipe Melo.

3 – Fazer deslanchar jogadores contratados com aporte financeiro da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas). Borja é o caso mais emblemático. Há constante temor no Palmeiras de que Leila Pereira se irrite com o fato de ver jogadores nos quais investiu pesado serem subaproveitados.

4 – Domar Felipe Melo. Cuca fracassou nessa missão com ares de impossível.

5 – Ter um ambiente harmônico no vestiário, apesar da acirrada disputa por posições.

6 – Avaliar os investimentos a serem feitos para 2018. Os altos gastos com alguns jogadores aumentaram a pressão sobre o elenco e Eduardo Baptista e depois Cuca. O trabalho é alertar Mattos e Leila sobre o real valor dos atletas a serem contratados.

André Galvão diz não entender a escalação de Borja

Leia o post original por Craque Neto

O repórter, que acompanhou quatro treinos do Palmeiras em uma semana, diz que Willian Bigode se destacou entre Borja e Deyverson, e, por isso, não entende o porquê da insistência de Cuca nos atacantes errados.

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Palmeiras engrena, Flu desce

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, vendo o que fizeram Fluminense e Palmeiras, no duelo da tarde deste domingo, no Maracanã, dá para ficar com a pulga atrás da orelha. Não a respeito do ainda campeão brasileiro; este tende a crescer e a terminar entre os mais bem colocados. É o mínimo que se espera para clube que investiu os tubos em elenco.

A preocupação é com o tricolor carioca. A instabilidade continua, o aproveitamento como mandante está baixo, o retrospecto no segundo turno se mostra aquém de qualquer expectativa. No popular: anda com bola murcha.

Para piorar, depois do 1 a 0, e com a combinação de resultados, se aproximou de vez da turma de baixo. Sei que está tudo muito embolado, mas 31 pontos são apenas 4 a mais do que têm Bahia e Coritiba, os dois primeiros da zona do descenso.

O Flu não foi páreo para o Palmeiras, ao contrário do que havia ocorrido no primeiro turno, no Allianz Parque. Praticamente não incomodou Fernando Prass, finalizou raramente – e mal. Difícil escolher quem se salvou. Aponto de Abel Braga, sempre incentivador da tropa, ter reconhecido que “uns sete ou oito não foram bem”. Coloca nessa conta os 14 utilizados.

Restou a sensação ruim de que o Flu chegou ao limite. O que pode dar-lhe ânimo é a Sul-Americana, torneio em que topará com o Flamengo nas quartas de final.

O Palmeiras jogou para o gasto – e sobretudo na etapa final correu poucos riscos. Nesse aspecto, em alguns momentos lembrou o time da campanha vitoriosa de 2016. A defesa errou menos, o meio-campo esteve mais ligeirinho, na frente também deu conta do recado.

As oportunidades vieram, embora a única mais bem aproveitada tenha sido a de Egídio, no golaço que garantiu o resultado. Mas mandou bola na trave, puxou contragolpes. Enfim, não deixou a apatia de outras jornadas impor-se. Até Borja entrou e se mostrou mais esperto…

Bobagem vir com conversa de título ou coisas do gênero. A distância para o Corinthians está em 11 pontos. É chão demais para tirar. No entanto, se fizer a parte que lhe cabe, a tendência é de encurtar, com o tempo.

Um tira-teima excelente está marcado para a noite do sábado, no jogo em casa com o Santos. Quem vencer, pode pensar mais alto.

Verdão não gosta de quem faz gols?

Leia o post original por Craque Neto

Com os dois gols marcados contra o Atlético/MG o atacante Henrique Dourado, ou ‘Ceifador’ como ficou conhecido, reassumiu a liderança da artilharia do Brasileirão com 12 gols marcados. Mais do que isso o camisa 9 do Fluminense chegou aos 26 gols em 2017, batendo seu próprio recorde pessoal que era de 25 gols feitos com as camisa de Portuguesa e Palmeiras em 2014. Curiosamente isso me faz lembrar que o jogador foi praticamente chutado do alviverde mesmo tendo sido um dos goleadores do Brasileirão daquele ano. Muito torcedor avaliava que ele não agradava do ponto de vista ‘técnico’. É mole? […]

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Borja precisa se sentir importante, diz Marcos Assunção

Leia o post original por Craque Neto

Ex-volante e ídolo do Verdão, Marcos Assunção concorda com a declaração do técnico do Flamengo, Reinado Rueda, que diz que o atacante Miguel Borja precisa de afetividade para poder render.

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Palmeiras, catadão; Vasco, sofrível

Leia o post original por Antero Greco

Vasco e Palmeiras já decidiram até Campeonato Brasileiro. Em outros tempos, favoráveis… No duelo mais recente, o deste domingo, ambos proporcionaram tédio, raiva e alguma emoção (só no fim) para as torcidas. Ficaram no empate por 1 a 1, resultado que não resolve a vida de ninguém. Porém, merecido.

O Palmeiras foi a Volta Redonda todo desfigurado, em relação àquele time que no meio da semana ganhou do Barcelona, pela Libertadores, e foi eliminado nos pênaltis. Jaílson, Mina, Dudu serão baixas por semanas. Moisés foi poupado, Myke e Willian ainda se recuperam de contusão. E Egídio nem viajou, para não receber mais pressão da torcida.

Cuca colocou Jean na lateral direita e Michel Bastos na esquerda. Tchê Tchê voltou ao meio, Guerra iniciou o jogo, assim como Bruno Henrique, depois substituído por Keno. Resumo da ópera: a equipe criou muito pouco, na base da boa vontade e como um catadão. No melhor lance, Roger Guedes finalizou fraco, para defesa com os pés de Martin Silva. Em compensação, Prass só assistiu ao jogo.

O Vasco, na tentativa de não se aproximar da zona do perigo, contou com Luís Fabiano na frente e, no segundo tempo, também com o reintegrado Nenê, o meia que queria ir embora, mas não encontrou quem o quisesse contratar. O técnico Milton Mendes armou o time para sair em contragolpes. Isso na teoria, pois na prática raramente conseguiu jogadas coordenadas. O futebol foi sofrível.

O festival de horrores e sonolência só foi interrompido depois dos 30 minutos. Primeiro, com o gol de Guerra, uma das exceções em campo pela inteligência e estilo. E, quase no final, com o gol de empate de Manga Escobar, após cobrança de escanteio. O Vasco ainda pressionou e assustou Prass, nos descontos, com finalização de Luís Fabiano.

Por falar em acréscimos, Cuca mandou Borja entrar aos 46 do segundo tempo, na vaga de Tchê Tchê. Calma lá, o colombiano, contratação mais cara do ano, está jogando bolinha pequena. Mas poderia ter passado sem essa de tapar buraco por dois minutos, ou menos. Não fez sentido entrar. A não ser que, na superstição do treinador, ele fosse resolver num lance.

E só. O placar mostrou como dois gigantes estão desnorteados. Dá-lhe paciência para as torcidas.