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11 “crises” e uma reflexão

Leia o post original por Rica Perrone

Tente imaginar que dos 12 grandes do futebol brasileiro 11 deles estejam terminando um ano conturbado e com “crise”.  É quase inacreditável, mas é real.  Com a fase do Corinthians e as cobranças, apenas o Grêmio tem um ano de paz. Todos os demais conseguiram curtir suas crises e terminar o ano com alguma insatisfação. …

Braghetto: Jô sofreu pênalti no jogo contra o Botafogo

Leia o post original por Craque Neto

De acordo com o ex-árbitro Rodrigo Braghetto, o centroavante Jô sofreu um ‘carrinho’ do zagueiro Igor Rabelo, dentro da área do Botafogo. Além disso, ele ressaltou que o árbitro adicional poderia ter validado o pênalti a favor do Timão.

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Pênalti? O Corinthians tem mais a lamentar…

Leia o post original por Antero Greco

Os corintianos ficaram fulos com a arbitragem, por entenderem que Jô sofreu pênalti em disputa com Igor Rabello, nos segundos finais do jogo com o Botafogo. Lance no mínimo discutível. Se a falta fosse marcada, quem sabe o destino do duelo seria outro, que não a derrota por 2 a 1, a quinta do líder no campeonato, e todas no returno?

Porém, mais do que lamentar uma jogada que representaria a cartada final, a turma do Corinthians precisa rever que trajetória traça na segunda parte da competição. A primeira foi perfeita, a melhor da história. Impecável, proeza que sequer Barcelona, Real Madrid, Bayern e outros grandões fariam, em seus países nem aqui.

Mas, e agora?

Agora virou time comum, com algumas qualidades e os muitos defeitos dos demais concorrentes – ou ao menos daqueles que o perseguem. O Corinthians de sintonia fina e invejável, de aproveitamento máximo, de equilíbrio irritante, ficou no passado, nas 19 rodadas iniciais da Série A. Ultimamente, o que se vê é o acúmulo de falhas, a perda da eficiência, o crescimento da preocupação. E a sombra dos concorrentes a crescer.

Não que tenha jogado mal na noite desta segunda-feira. A derrota no Engenhão não entra na conta das apresentações sem graça. No entanto, ela é consequência da queda de produção. Antes os adversários temiam os alvinegros; neste momento, o encaram confiantes na possibilidade de pará-lo, porque tem sido rotineiro. Afinal, em dez rodadas do returno, eram 4 derrotas, 3 empates e 3 vitórias.

O Corinthians vulnerável foi o que animou o Botafogo a partir para cima, sem o medo de que estaria à mercê de contragolpes milimetricamente decididos. Nada. O primeiro tempo foi até morno demais, sem grandes emoções, exceto uma finalização de Marquinhos Gabriel que acertou o travessão do gol de Gatito Fernandes.

No segundo tempo, se impôs o mau pedaço corintiano. Começou com o gol de Brenner, aos cinco minutos, após cobrança de escanteio. Jô empatou pouco depois. Mas, em novo escanteio, aos 30, Igor Rabello de cabeça fez o gol da vitória.

E o Corinthians praticamente não criou oportunidades, não testou os reflexos de Gatito, não se comportou com a autoridade de quem está na ponta há muito tempo. Ao contrário, foi à frente com tudo, para ver no que ia dar. E deu a quinta derrota no segundo turno.

O que parecia questão de tempo para se transformar no título brasileiro mais fácil virou uma tarefa mais complicada. Ok, o Corinthians tem 6 pontos a mais do que Palmeiras e Santos, depende só de si. Mas ele não se tem ajudado. Eis o problema.

 

Desempenho é o que mais preocupa no Corinthians

Leia o post original por Flavio Prado

Os resultados ruins e a diminuição da vantagem na liderança do campeonato preocupam o Corinthians, mas o pior sinal é o baixo desempenho.

O time caiu muito em alguns aspectos, piorou na bola parada defensiva, está mais lento na mudança de postura quando recupera ou perde a bola e individualmente alguns jogadores caíram bastante, principalmente Jádson, Rodriguinho e Arana.

Um vantagem de 6 pontos com 24 em disputa ainda é muito boa, o time pode melhorar tecnicamente e mentalmente, mas o sinal de alerta deve estar ligado.

Quase iguais

Leia o post original por Rica Perrone

Corinthians e Botafogo tem bem mais do que as cores em comum. Pelo menos em 2017 os dois foram movidos por combustível semelhante, atingiram o auge em momentos semelhantes e não conseguem que as pessoas entendam os preços a se pagar. Os dois eram desafiantes. Ninguém esperava nada deles. Os dois fizeram um grande começo …

Mascotes modernos

Leia o post original por Rica Perrone

O ótimo ilustrador Eddie Souza fez uma releitura dos mascotes dos times brasileiros.  E olha que maneiro ficou! O do Bahia tem um detalhe genial!  Curtiu? Eu também! Boa, Eddie! https://www.eddiesouza.com.br/ abs, RicaPerrone

Jamais aquele moleque forte vai baixar a guarda!

Leia o post original por Craque Neto

Quando era gerente de futebol do Guarani de Campinas, na única pausa que dei na carreira de comentarista esportivo, lembro perfeitamente de um atacante forte e goleador surgindo na base da rival Ponte Preta. Era o início dos anos 2000 quando um menino rebelde arrebentou em uma Copa São Paulo e começou aos poucos a ter oportunidades no time principal. A personalidade forte o prejudicou um pouco mas pra falar a verdade me fez sentir identificado. Aquele ‘Zé Ruela’ fazia as mesmas coisas certas e erradas que eu fazia no meu começo de carreira. O nome dele? Roger. Aos 33 […]

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