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Ronaldo sobre Buffon: vai começar a usar fralda!

Leia o post original por Craque Neto

Após o resultado da final da Liga dos Campeões entre a Juventus e o Real Madrid, o comentarista acredita que o goleiro do clube italiano, Buffon, esteja chegando perto da aposentadoria.

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Espetáculos incríveis marcam carreiras

Leia o post original por Craque Neto

Neste sábado participei ao lado do narrador Téo José de mais uma decisão final de Liga dos Campeões. Sem dúvida trata-se do maior torneio de clubes do planeta. Algo extremamente organizado e bem valorizado. De um lado o poderoso Real Madrid com 11 título e certamente o reconhecimento de ser o maior time do mundo. Do outro um tático Juventus, que até então era disparada a melhor defesa do torneio. Muito em função também de seu goleiro Buffon, que aos 39 anos ainda se mostra com uma disposição e reflexo de menino. Um monstro sagrado! E que jogão! Os espanhóis […]

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Buffon, Juve e outro título a caminho

Leia o post original por Antero Greco

Bordão do futebol é falar que grande time começa com grande goleiro. Pode ser surrado, mas funciona. Taí Gianluigi Buffon para confirmar. O moço é titular da Juventus (e da seleção da Itália) há mais de uma década e continua com uma forma de dar inveja. O tempo não consegue enferrujá-lo.

Neste domingo mostrou que os reflexos se mantêm firmes e ajudou a equipe dele a ficar a milímetros do quinto título consecutivo, ao pegar pênalti chutado por Kalinic. Isso aos 46 do segundo tempo, na vitória por 2 a 1 sobre a Fiorentina, fora de casa.

Com esse resultado, a Juve foi a 85 e com mais três rodadas para disputar. Pode festejar nesta segunda-feira, desde que o Napoli, vice-líder com 73, não ganhe da Roma, terceira colocada com 68. O jogo será no Estádio Olímpico.

Mas, mesmo que os napolitanos vençam, só uma conjunção de desastres para arrancar o scudetto. Nas últimas rodadas, a Juventus só pega babas: Carpi, Verona e Sampdoria.

A Juventus é um fenômeno, quando o assunto é Série A italiana. Impressiona como manda no futebol doméstico: são 31 conquistas oficiais, fora outras duas revogadas no tapetão (que a torcida não aceita). Inter e Milan, outros integrantes do trio de ferro local, têm 18 títulos cada um. A soma deles ultrapassa um pouco a Juventus sozinha.

A trajetória na temporada 2015-16 é extraordinária. Até a 10.ª rodada, a Juve colecionava quatro derrotas, três empates e três vitórias. Retrospecto decepcionante e reflexo da perda de jogadores como Pirlo, Tevez e Vidal. O ano pintava sem graça.

Daí, meu amigo, se arrumou, tomou gosto por vencer, emendou 15 vitórias em seguida. Fez pausa no 0 a 0 com o Bologna, e retomou, com outras nove vitórias enfileiradas. Para ficar na linguagem do turfe, chega com vários corpos de vantagem sobre os demais concorrentes.

A Velha Senhora é encantadora.

 

 

Juve na final: lógica e nenhuma surpresa

Leia o post original por Antero Greco

A Juventus foi a Madri, na noite desta quarta-feira, empatou com o Real por 1 a 1 e se classificou para a final da edição de 2014/15 da Champions League. No dia 6 de junho, enfrenta o poderoso Barcelona, em jogo único, em Berlim. Os italianos têm 2 títulos continentais (1985, 1996), contra 4 dos espanhóis (1992, 2006, 2009, 2011).

Surpresa a Juve desbancar o Real Madrid, maior ganhador (10 vezes) da competição e com elenco com estrelas como Cristiano, Benzema e Bale? Só para os desavisados. Quem pôde acompanhar a trajetória da tetracampeã italiana na Champions (além do próprio campeonato doméstico e a Copa Itália), sabia que se trata de uma equipe equilibrada, competente, consciente do que deseja e como alcançar objetivos. Uma reunião de jogadores muito bons.

O técnico Massimiliano Allegri conseguiu formatar um time eficiente, de ponta a ponta. Contou, ainda, com a sorte de ter uma penca de atletas em extraordinária fase, mesmo que alguns estejam na maturidade da profissão. A defesa, a melhor da Champions, tem Buffon, Chiellini, Bonucci, Barzagli, base da Squadra Azzurra. O meio é forte, com Marchisio, Pirlo, Pogba, Vidal. E, na frente, teve um Tevez em grande forma, além do coadjuvante Morata, autor do gol que garantiu a classificação. Mais Pereyra, Evra, Lichesteiner como alternativas.

A Juve resgatou, no Santiago Bernabéu, a tradição de competitividade do futebol italiano. Há tendência, no Brasil inclusive, de olhar clubes espanhóis e ingleses como superiores, brilhantes, enquanto os demais ficam em plano secundário. A concessão é para o Bayern de Munique, e olhe lá. O restante é visto por baixo.

Esqueceram, portanto, da Juventus, que subiu à sombra, sem alarde, com a discrição do treinador. E foi o time sereno que avançou a penúltima etapa antes da final, ao obter o resultado adequado, justo, num jogo em que não permitiu que o Real fosse superior, se impusesse como era esperado.

A Juve não perdeu a cabeça nem quando foi punida com pênalti de Chiellini em James Rodriguez (corretamente assinalado) que Cristiano transformou em gol. Não abriu mão da calma, pressionou, também obrigou Casillas a fazer defesas complicadas e empatou no segundo tempo, com Morata, que preferiu não comemorar por respeito às origens madridistas (uma bobagem). E, esteve mais perto da virada do que o Real de ganhar.

Parabéns, portanto, a um gigante que chega à final. E que vai incomodar o Barcelona.

 

Juventus campeã para incomodar o Real

Leia o post original por Antero Greco

A Juventus sobrou no Campeonato Italiano mais uma vez. Com a vitória por 1 a 0 sobre a Sampdoria, na tarde deste sábado, em Gênova, fez a festa do título com quatro rodadas ainda de competição pela frente. Chegou a 79 pontos, contra 62 de Jazio e 61 da Roma, que jogam no domingo. Não pode ser mais alcançada, portanto, e comemorou o tetracampeonato.

O segredo da hegemonia da Juve nem é tão secreto assim: trata-se de time muito equilibrado. Teve um jogador em fase excepcional – Carlitos Tevez, artilheiro com 20 gols –, além de uma série de atletas eficientes, talentosos e que seguem à perfeição a estratégia do técnico Massimiliano Allegri. Pirlo, Vidal, Pogba, para ficar em três exemplos.

Havia muito, a Juventus não era tão homogênea, da defesa ao ataque. E, o mais importante, conta com mais de 11 jogadores na condição, digamos, de titulares. Allegri com frequência mexe na formação principal, sem que ela caia de produção. Ok, exceto quando não tem o argentino Tevez.

A segurança juventina começa com Buffon, que dispensa comentários. Na zaga, tem o trio Bonucci, Chiellini, Barzagli que se conhece há muito tempo. Fora Cáceres, machucado há meses. Nas laterais, Lichtsteiner não é habilidoso, mas compensa com regularidade, assim como Evra.

Como citei acima, Pirlo, Vidal (autor do gol do título) e Pogba são fundamentais, desde que em forma. O primeiro e o último sofreram com problemas físicos e perderam muitos episódios na temporada. Mas há, ao lado deles, gente como Pereyra, o incansável Marchisio, os esforçados Morata e Llorente.

A Juventus pode não ser empolgante como Barcelona, Bayern ou Real Madrid, mas chegou à semifinal da Champions por mérito. Assim como ganhou outro “scudetto” porque fez tudo certo. Não me surpreenderá se atrapalhar, e muito, a vida do Real nos dois próximos duelos. Impossível chegar à final, em Berlim? Não, essa é possibilidade a ser considerada.

 

No grupo da morte quem “matou” foi a Costa Rica. Inglaterra “morreu” e Itália e Uruguai jogam a vida na última rodada

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A Costa Rica é a grata revelação dessa Copa do Mundo. Depois dos surpreendentes 3 x 1 sobre o Uruguai, bateu a Itália, 1 x 0, com autoridade e ainda teve um pênalti claro de Chiellini em Campbell pouco antes … Continuar lendo

Boas vindas a três gigantes na Copa

Leia o post original por Antero Greco

Itália, Holanda e Argentina garantiram classificação para o Mundial na rodada desta terça-feira nas Eliminatórias. A Azzurra e a Laranja Mecânica foram as duas primeiras equipes europeias a confirmarem presença, enquanto os vizinhos puxam a fila da América do Sul.

São três grandes que não poderiam faltar. A Copa, com 32 participantes, abriu espaço para seleções médias, ascendentes e de brilho esporádico terem seus momentos de glória. Mas tem charme de verdade quando equipes tradicionais desfilam categoria. Elas atraem público, por alinharem os principais astros do futebol internacional.

A Itália dispensa apresentações. Quatro títulos (34, 38, 82 e 2006), dois vices (70 e 94, ambos diante do Brasil) e muita história. Ficou fora apenas das edições de 1930 (a inaugural) e a de 1958 (uma eliminação surpreendente diante da Irlanda do Norte). Desta vez, sobrou no Grupo B, no qual superou Bulgária, Dinamarca, República Checa, Armênia e Malta, a figurante.

O carimbo no passaporte veio com 2 a 1, de virada, sobre os checos, em Turim. O técnico Cesare Prandelli trará para o Brasil jogadores da qualidade de Buffon, Pirlo, Balotelli, Chiellini. Um time que vai dar trabalhar, como sempre, embora não desponte como favorita.

A Holanda passeou no Grupo D, no qual acumulou até agora 22 pontos, os três mais recentes e decisivos com os 2 a 0 em cima de Andorra, eterna sparring europeia. Nessa chave, deixou para trás também Hungria, Romênia, Estônia e Turquia. Os holandeses desembarcarão por aqui com Robben, Van Persie, Snaijder e companhia. Os vice-campeões do mundo em 2010 são sempre garantia de bons espetáculos.

Pra incomodar, mesmo, é a Argentina, campeão em 78 e 86. A maior rival do Brasil está com uma geração preciosa, encabeçada por Messi. A seu lado há Di Maria, Palacio, Aguero, Lavezzi e outros tantos. Os argentinos arrasaram com o Paraguai, em Assunção (5 a 2), e foram a 29 pontos em 14 jogos na América do Sul. Podem até não terminar na liderança (a Colômbia tem 26 o Chile está com 24), mas o importante é que estarão presentes.

Calor de Fortaleza desgasta italianos e espanhóis, gera reclamações e o jogo acaba em pênaltis. O Brasil está mais inteiro para a final de domingo

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cesare

cesareOs dois times reclamaram do forte calor de Fortaleza. Além dos 90 minutos ainda tiveram que suportar a prorrogação e talvez por isto poucas chances de gol aconteceram de lado a lado. O 0 x 0 dos 120 minutos marcaram … Continuar lendo

Moral peculiar*

Leia o post original por Antero Greco

Há situações que fazem a gente se sentir cretino. Por exemplo, quando personagem público é pego com a boca na botija, se enrosca e vai a processo. Daí, na maior candura, declara que vive um dos piores momentos da vida, não dorme, não come direito, perdeu amigos, a namorada lhe virou a cara, levou bronca da mãe, não se conforma com a honra maculada e um monte de lorota. Chato, né?

Como você acha que se sente um torcedor na Itália ao ouvir Gigi Buffon, ídolo nacional, capitão da Squadra Azzurra, afirmar que há muito barulho por nada, nesse novo escândalo de resultados arranjados por aquelas bandas? O goleiro da Juventus tentou botar panos quentes na polêmica, que pode respingar nele próprio e e em vários companheiros, e se saiu com esta: “Às vezes, é melhor que haja dois feridos do que um morto.”

Trocando em miúdos, sugeriu que dois times podem acomodar um resultado, ao se enfrentarem, desde que lhes seja útil. O acerto, pela lógica de Buffon, seria uma estratégia aceitável numa competição e não causaria espanto nem alarde, desde que não envolvesse dinheiro. Estranha a moral do veterano dos gramados, que amargou a Série B com a Juve justamente por causa de maracutaias do gênero, descobertas em 2006.

Buffon deixa escapar, com essa imprudência verbal, talvez um código de conduta corriqueiro no mundo dos boleiros. E me fez lembrar de um episódio. Vinte anos atrás, numa conversa de fim de noite, no balneário de Portofino, perto de Gênova, um ex-jogador brasileiro reagiu assim, quando lhe perguntei se havia combinações esdrúxulas no calcio. “Xiii, toda hora. Até peço pra sair, se o capitão do time diz que é pra tirar o pé…”

A prática pode ser usual e antiga, mas é aviltante, desrespeita a boa fé de milhões de pessoas que acreditam no resultado de uma partida de futebol como consequência do que as equipes apresentaram, de erros e acertos. É maldade sem tamanho iludir essa confiança, desdenhar do sentimento do torcedor.

A ligeireza com que Buffon comentou as investigações comandadas pelo Ministério Público de várias cidades italianas contrasta com a postura dele, em 2004, após o empate de 2 a 2 entre Dinamarca e Suécia, na Eurocopa disputada em Portugal. Aquele placar levava as duas seleções para a fase seguinte e despachava a Itália para casa. O goleiro soltou o verbo, classificou a atitude dos adversários como vergonhosa, lamentou a falta de fair-play e, de primeira, emendou frase lapidar: “O futebol está sempre sob o olhar do mundo, das crianças, às quais devemos demonstrar que lealdade e honestidade existem.”

Sei, imoral é quando os outros fazem algo que me prejudica…

Brasil em campo. Fica esquisito o domingo quase sem futebol, não é? Dá sempre uma sensação de marasmo. Calma, não esqueci da seleção, que joga hoje contra o México, e sei que pode sair coisa boa dos pés de Thiago Silva, Hulk, Leandro Damião e da dupla Oscar-Neymar, que lembra nome de gênio da raça e que vai arquitetar as melhores jogadas. Mas não é a mesma coisa de vermos nosso time em ação. Gostoso pra valer é acompanhar a equipe do coração e aproveitar para secar os adversários.

Em todo caso, vale o programa. Os rapazes de Mano foram bem contra a Dinamarca e afinaram a sintonia diante dos EUA. Os testes com México e Argentina serão mais complicados. Tomara. Só assim para avaliar se o que aconteceu em Hamburgo e em Washington significa tendência de alta e não apenas lampejos de qualidade.

*(Minha crônica no Estado de hoje, dia 3/6/2012.)