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Pós jogo: América 1 x 4 Atlético – Jogo 1 Semifinal do Campeonato Mineiro 2014

Leia o post original por Flávio Drummond

Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques).

 

RÁPIDO, DIGA SUA SOLUÇÃO MÁGICA.

Que lama, hein, Coelhada?

Tristeza, revolta, indignação, tudo muito justificado. Mais uma vez, o América não entrou em campo. Segunda-feira é dia de aguentar o cacarejo das cocotas, e como são barulhentas, não?

Respire fundo, nobre americano! A vida continuará.

Não quero minimizar a sua dor. Passei por essa onda de sentimentos, como todos vocês. Acho que assistir à Chelsea x Arsenal logo após o jogo ajudou a catalizar o processo: aos 16′  já estava 3×0, virou 4×0, fechou 6×0.

Por aí, li de tudo: quem acreditasse que não merecíamos a classificação, mas o rebaixamento ao Módulo II; quem quer mandar Moacir embora e quem acha que devemos manter Moacir; quem bateu no Obina e quem viu que ele foi o único a reclamar do impedimento no primeiro gol; quem quer mandar fulano pra lua e quem acha que fulano não teve culpa; teve de tudo. Cada um com sua solução mágica para voltarmos a ter alegria.

Consenso mesmo, só as críticas à diretoria americana. Não há como negar, os erros já vêm se acumulando e transbordando ao longo dos últimos anos.

Falando em diretoria, Salum deu piti na Itatiaia ao final do jogo. Era pra tanto? Penso que não.

Concordo que o primeiro gol, antes do segundo minuto de partida, aconteceu em completo impedimento. Erro grave da arbitragem. Erro este que, na minha opinião, foi determinante para todo o restante da partida, mas o América falhou no lance. A bola passou pelo Matheus, bateu na trave e ter o jogador impedido terminando o trabalho não pode minimizar a nossa incompetência.

Nem por isso estou disposto a jogar o ano inteiro no lixo. O time ainda está sendo construído, e isto é errado, mas é fato. O time ainda está se encontrando e vinha crescendo. Já deveria estar mais encorpado, mas não está.

Foi surpresa tomar um gol no primeiro minuto de jogo? Foi. Tendo isso acontecido, é tão difícil assim compreender porque o time se perdeu em campo depois disso? Explica, não explica não?

Não tira a responsabilidade, mas explica.

E essas coisas acontecem… Já falei do sacode do Chelsea no Arsenal? Os gunners estão na 4ª colocação na tabela, têm um time muito mais encaixado que o América, e ainda assim caiu de 6.

Repito, tomarmos o gol no primeiro lance do jogo foi determinante para a cadência e nossa inépcia no restante da partida, havia impedimento, mas isso não deve minimizar nossos erros, caso ainda tenhamos pretensões maiores para o restante do ano.

Também não podemos esquecer o penal mandraque do terceiro gol. O argumento daqueles que defendem que o pênalti existiu é que não houve reclamação da equipe americana. Ah, francamente… É o melhor que pode fazer? Pênalti inventado.

No mais, ainda acreditando que a trapalhada americana tenha tido origem no gol precoce, nada mais fizemos em campo. Domínio galiáceo. Mesmo com dois gols em que a arbitragem errou, o placar mostra o que foi a partida.

Acabou o Campeonato Mineiro? Vamos cumprir tabela semana que vem? Parece que sim, mas quando visto a fantasia de torcedor o coração fala mais forte e vou acreditando no 4×0. Tudo é possível.

No mais, Coelhada, levantem a cabeça. Só haverá sofrimento se você deixar.

Pra cima deles, Coelhão! Vamos pra cima.

Henrique Pinheiro

@geral_americafb.com/Geral.America

#AcreditaAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

Pré-jogo: América x Atlético – Jogo 1 Semifinal do Campeonato Mineiro 2014

Leia o post original por Flávio Drummond


Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques).

ZERA TUDO. É OUTRO CAMPEONATO.

 

Coelhada, zera tudo, vamos começar de novo.

Sabe aquela gaveta de baixo, a da bagunça, aquela onde você vai socando as tranqueiras que não vai usar tão cedo? Pois é, agora pegue tudo o que tiver de críticas, dúvidas e pensamentos desfavoráveis ao América e enfia lá. Guarde também o pijamão. Pronto? Fecha a gaveta, fecha a porta do armário e tranca. Daqui até a final – pois, sim, iremos à final! – é preciso acreditar. Vamos deixar para trás as picuinhas, mimimis e afins para focarmos a vitória, apoiando incondicionalmente o América.

Apoiando in loco, na segunda casa de todo americano, nas galerias do Estádio Independência. Foram colocados 7.000 ingressos à disposição da torcida americana. Qualquer número de presença abaixo é injustificável. A festa vai ser bonita e você vai querer estar lá.

É hora de mostrar o nosso amor, de empurrar o time  e acreditar na vitória.

O lado de lá tentará nos impedir, não vai entregar a ouro tão fácil, cabe ao América e aos americanos se apresentar para a batalha e tomar o que é seu. Nada a temer.

– SPARTANS, WHAT IS YOUR PROFESSION?!

 

Ontem vi publicada na rede social do Zuckerberg um recorte de jornal – supostamente do Hoje em Dia – de um americano de São José da Lapa. Não sei se o artigo é novo ou antigo, não dá pra ver a data de publicação jornal. Pela formatação do desabafo publicado, fiquei com a impressão de ser a seção de cartas à redação. É chute.

O americano em questão assina como Charles Georges. Para poupar sua identidade (o.O) vamos chamar o ex-americano desabafante de Carlos Jorges (CJ).

Eu sei que daqui a pouco aparece o primeiro mimizento com aquele papo de que “eu sou mais americano que você”, blábláblá, etc e tal, então antes que me acusem de reprimir o direito de Carlos Jorges se expressar, concordo plenamente: Carlos Jorges tem todo o direito prestar sua ode ao saudosismo de um tempo que nunca existiu. Fazer campanha pela volta do passado que nunca foi e jogar fora suas camisas e bandeiras do América, se é que as teve algum dia.

Eu só queria entender que bem faz, em que ajuda, jogar no ventilador esta carga de estrume – seja ela justificada ou não – quando o América está num momento tão interessante, que vem numa crescente, consegue uma classificação na raça e está às vésperas dum confronto importante contra seu maior rival. Pra quê?!

CJ jogou a toalha. Diz que não dá mais. Jogou fora bandeiras, camisas e queimou sua carteirinha. CJ está certo. Torcer para o América tem dessas provações. Nem todos têm estômago, têm coração pra aguentar. Eu mesmo já balancei a saúde com América – confessado em colunas anteriores.

Segues teu caminho feliz, arcadiano. Deixes que cuidemos de Termópilas.

No meu humilde entendimento de futebol, existiram três times prefeitos. Perfeitos na minha própria única particular ímpar consciência futebolística de mim, que difere da sua, ainda que dois não tenham saído vitoriosos: Seleção Brasileira de 1970, Seleção Holandesa de 1974 e Seleção Brasileira de 1982. Não necessariamente nesta ordem.

Tendo este parâmetro, em minha régua futebolística, o América de hoje não está tão perto do topo quanto já esteve em outros tempos, mas não é hora de chorar pitangas.

O que quero dizer é que o América não atingiu a perfeição ou plenitude do que podemos esperar da equipe, mas o momento é outro. O momento é de união da torcida americana com a equipe em prol do objetivo maior que é derrotar um Império do Mal, tão bem classificado pelo Marinho.

Tá infeliz, arcadiano, OK. Guarda seu balde de água fria pra depois, ela vai continuar geladinha para uso mais tarde. Por hora, não joga água no meu chopp, pô.

Amanhã, lugar de americano é no Independência. Não imaginam a inveja boa que estou daqueles que podem ir. Infelizmente, isolado no Planalto Central, terei que me contentar com a TV. Por mais que a tecnologia me coloque cada dia mais perto do campo, polegada por polegada, nunca será a mesma coisa. Cresci na arquibancada. Lá cultivei minha paixão. Foi no concreto, sob sol e chuva, debaixo de muito suor e muitas lágrimas (alegres ou não), que o escudo do América foi forjado a ferro quente no meu coração. Pra sempre.

Minha mulher que não leia – e não lerá (rs) – mas eu largo ela e não largo o América.

É hora de calar nossos adversários mais uma vez.

Amanhá – após as finais do Campeonato Mineiro – a gente vê o quê e como melhorar. Hoje, o time é este, com todo o nosso apoio e vibração.

Pra cima deles, Coelhão! Vamos pra cima.

Henrique Pinheiro

@geral_americafb.com/Geral.America

#AcreditaAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

“Que a força esteja com você”

Leia o post original por Flávio Drummond

Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques).

“Que a força esteja com você”, por Marinho Monteiro.

 

O que dizer quando a batalha frente um império se aproxima? Um império do mal, que possui jogador que ganha milhões mesmo com o referido clube não honrando as próprias dívidas, tendo sequer casa própria, querendo se apossar do estádio dos outros? Apagando refletores na hora que o cerco aperta, pintando manto de santas e quebrando a cidade em pseudo comemorações, trazendo ainda mais transtorno para o caos do trânsito da cidade? Mais uma luta se aproxima.

Somos a resistência. A resistência que já lutou bravamente contra este império e já conseguiu calar arenas. A resistência centenária que já viu vários profetas do apocalipse atestarem que o América estaria extinto nas décadas passadas. O futebol evoluiu. Mas o Decacampeão só continua existindo um. E este Deca passa a ser uma testemunha ocular da morte de vários profetas que juravam em ver o fim do América. Todos, um a um, sumirão do mapa, este mesmo mapa que visualiza a grande estrutura americana que cresce e se consolida cada vez mais.

A força no início da temporada 2014 voltou  na hora certa. Mesmo assim, sabemos da imensa desproporção de orçamentos. Mas lá dentro são 11 contra 11. No clássico que envolveu a fase de classificação, abrimos 2 a 0 e não conseguimos manter o ritmo. O time já está ciente do que ocorreu. A preparação física tem de ser vista com bastante foco. A marcação e a saída pro jogo é coletiva. Alguns torcedores insistem em dizer que um jogador chegou e foi o salvador da pátria, levando o time nas costas. Isso não existe num jogo tão coletivo e tão dinâmico como o futebol. O conjunto é a arma. Sem estrelas no caso americano.

Primeiramente a chegada do técnico Moacir foi fundamental para a injeção de ânimo e a formação de um novo padrão de jogo. Fundamental. Ele conhece os atalhos do futebol mineiro. Poderá sim montar um esquema para tentar anular as forças do mal, o império do Lord Kalil Vader.

Toda e qualquer resistência ao longo da história só foi possível suportar uma pressão maior a partir da defesa de um ideal. Um ideal que fez Leningrado suportar um cerco de mais de 800 dias pelas tropas de Hitler. Um ideal que fez bunkers suportarem bombardeios. E o nosso bombardeio já possui data marcada. E estamos rindo dele. Esperamos. Vamos devolver com contra ataques mortais. Cada americano valendo por 100 do outro lado, o que realmente sempre aconteceu e existiu. Lógico, afinal sempre travamos batalhas desproporcionais desde os anos 60.

Buscamos a classificação no braço, na bola, na raça. Uma virada no interior, com a cidade inteira contra. É a sina americana. Quando é alguém dos rivais, a torcida do outro rival que não está jogando incorpora a local. Contra o Coelhão baixa do padre à meretriz para torcer contra. Buscamos. Recolhemos os elmos, escudos, espadas. Contamos a tropa. Voltamos para a capital para na espera do grande dia.

O Coelho chegou.

O xerifão Renato arrumou a zaga. Lula possui tranquilidade para jogar. Quando o xerifão não está, Guerreiro rende muito improvisado na zaga. Um improviso melhor que a posição original. A dupla de volantes Girotto e Diego cresceu na hora certa. Diego é a grata revelação. Ótimo início de trabalho, tem tudo para se tornar num grande jogador do futebol brasileiro. Os laterais evoluíram. Elsinho, que passou boa parte da temporada, evoluiu a posição. Não estávamos jogando com meia, até a chegada do Tchô. Willians cresceu muito o seu futebol, deve ser o atleta que mais consegue roubar bolas do adversário e ainda sim ajudar na chegada no ataque, dando condições para que Tchô e Obina possam marcar. Henrique também está ajudando muito colocar velocidade.  Tudo é fruto do COLETIVO. Sem salvadores da pátria. Um crescimento em conjunto, só assim para um time chegar como o América chegou. Sair tão atrás, frequentar até a zona de rebaixamento e ainda sim buscar a semi na bola e na porrada, um tiro curto de 11 rodadas, não é fácil. É um feito épico.

Uma jornada que só quem viveu resistências em sua vida não se curvou pela primeira adversidade. E ao ver um exército muito mais numeroso na frente, olhamos para nosso centenário escudo e sorrimos. Pelos entes queridos que já se foram. Pelos americanos que hoje vivem no céu e por eles que jogamos, POR ELES QUE LUTAREMOS ATÉ O FIM.

Podemos até morrer, mas que seja lutando. América NADA TEME ( frase do ultra amigo americano Ramon Gregório ).

Vamos à batalha! É grato o América àqueles que engrandecem o seu pavilhão.

COELHOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!

 

#AcreditaAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

Pré-jogo: América x Nacional

Leia o post original por Flávio Drummond

Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques).

SEGUE O BLOCO

Alegria, alegria, chegou o Carnaval! Deixemos de lado toda a tristeza, todas as preocupações e vamos pular.

À frente, encaramos o Nacional em nossos domínios. Nossos ontem, nossos hoje, nossos amanhã.

Quer dizer que cocotinha resolveu subir no puleiro e chorar: Mãããe (Conmebol)!!! Olha ele!!!

Ah, francamente… Que baixeza! Isso não é dígno de um time que foi 3º lugar no Mudial de Clubes, logo abaixo do alvi-verde Raja Casablanca?

Paguem o aluguel e aproveitem que eu estou calmo.

Voltemos a falar de alegria, pois é carnaval!

Moacir, meu caro, duas semaninhas de trabalho, apesar do revés no clássico, estou esperando ao menos o América fantasiado de time de futebol para a folia. Defesa, meio-campo e ataque.

Harmonia, evolução e comissão de frente são imprescindíveis. Show do mestre sala e consistência na ala das baianas (cozinha).

Quanto à bateria? Ah, a bateria… Bateria nota 10, por favor. Apesar dos pesares, todos os americanos em Belo Horizonte neste sábado precisam ir ao Independência, mostrar o seu amor ao time. Aliás, viajar no domingo é muito melhor, já que as estradas estarão mais vazias.

É sábado, dia 01/03, à 16h.

Ademais, tô pressentindo festa! VAI TER BAILE! Desfila, Coelhão!

Henrique Pinheiro

@geral_americafb.com/Geral.America

#REAGEAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

“O ZELADOR não aprende nunca.”

Leia o post original por Flávio Drummond

Espartanos, há algumas semanas não dava o ar da graça em nossa casa junto à Globo.com, mas, pelo visto, o grande Henrique está dando conta – e como – do blog.

A título de informação, tracei alguns objetivos pessoais neste primeiro trimestre de 2014 que me forçam a comparecer com menos frequência no “Caldeirão do Deca”, mas, já já, retomarei a velha rotina.

É verdade que a turma do Kalil tentou tapar os escudos do Coelhão na estreia do CAM na Libertadores?

Só pode ser piada.

O ZELADOR não aprende nunca.

Ponto para a Diretoria, que travou uma “batalha” nos bastidores contra o CAM e Conmebol, mas fez prevalecer o nosso direito.

Se o “time sem teto” está incomodado em mostrar para o mundo que o Independência é do América, que jogue em Sete Lagoas então?

Quanto ao início desta temporada, apesar do futebol digno de jogar a toalha, é preciso que o fiel torcedor americano levantea cabeça mais uma vez, pois, ainda, faltam cinco partidas para terminar a primeira fase do Campeonato Mineiro.

Preocupa-me a 11ª colocação na tabela? Claro!

Entretanto, o Coelhão tem o dever – repito DEVER – de conquistar nove pontos nos próximos jogos, já que enfrentará equipes que também não demonstraram “quase” nada na competição: Nacional (c); Guarani (f) e Villa Nova (c).

Assim, decidirá a classificação para a fase final contra o Boa (c) e a Caldense (f).

A que ponto chegamos?!

E o elenco do América que não para de crescer…

Ontem, foi anunciada as contratações do goleiro Darley e do lateral-direito Cleiton, ambos da Tombense e com o aval do Moacir Júnior.   

Já vi esse filme antes!

Ao menos, espero que o grupo esteja fechado ainda no Estadual para a Série B. Chega de formar “times” em plena competição.

Estamos “carecas” de saber que essa fórmula não funciona. Vide os resultados dos últimos dois anos.

E por falar em time para a Segundona, quero acreditar que teremos novidades para o meio-campo.

Sinceramente, o Tchô não é a “contratação” para a Série B, por isso mantenho vivo o sonho de retornarmos à Elite em 2015.

A Diretoria não nos decepcionará mais uma vez, não é mesmo?

Ainda, quanto ao Obina, me desculpe quem pensa ao contrário, mas se ele não quiser comemorar um, cinco, dez gols sobre o CAM, EU COMEMORAREI TODOS.

Deixem o artilheiro do América na temporada em paz!

Por fim, espero que a preparação física do elenco melhore com a chegada do Emerson Luiz Buck, contratado para substituir Marcelo Luchesi.

Amanhã, para aqueles que ficarem em Beagá no Carnaval, não custa dar uma força para o Coelhão no Independência e depois, de quebra, comemorar a vitória nos bloquinhos de Santa Tereza.

#ReageAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

Pós-jogo: Atlético 3 x 2 América

Leia o post original por Flávio Drummond

Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques).

NEM TANTO AO MAR, NEM TANTO À TERRA

Perdemos. Não dá pra brigar com o placar. Permitimos a reversão de uma vantagem de dois tentos. É fato. Fato este que aumenta o desgosto na derrota. Ora, saímos do primeiro tempo com um 2×0, superando toda as limitações que temos demonstrado há muito tempo. Não tem outra, naqueles 15 minutos de respiro, o peito se enche de esperança, o americano acredita, volta a sorrir: é hoje!

É nada…

Os erros voltaram a acontecer e tomamos a virada. Aí, meu amigo, quando toda aquela expectativa criada antes do jogo e alimentada, bem alimentada, por um primeiro tempo onde parecíamos encontrar a vitória, outra vez, contra tudo e contra todos; quando parece que nem o acréscimo generoso do apito – e põe GE-NE-RO-SO nisso – irá nos punir; quando parece que conseguiremos derrubar todas as artimanhas; quanto somamos tudo isso, nos vemos lá em cima… Vem a machadada e a queda é, também, lá de cima.

Era pra ser menos. O “combinado” era só mais uma derrota simples, mas abriram a porta e nos deixaram ver uma pontinha do paraíso pela greta, tão somente para batê-la na nossa cara.

A frustração fica ainda maior. Sendo maior, embaralha a vista e dificulta ver a melhora em campo.

“O time jogou bem?” – Não! Longe disso. Eu não disse isso.

Melhora, se o amigo recordar as aulas de física, é o delta (Δ). Saímos do pontos X para o ponto Y e o delta é positivo. Melhor que antes, mas ainda distantes do ideal. Aumentando a aceleração (contratações/treino/compromisso) podemos chegar ao ponto A, tão almejado.

Falem o que quiser, mas eu ainda não estou disposto a jogar o ano fora. Entendo se você o fizer, é seu direito. Só não concordo.

O time cresceu com Moacir Junior. Está menos covarde. Ainda erra muito, mas antes errava e era covarde. Já perdemos a covardia, só falta consertar os erros. – [Hunf, “Só…” Como se fosse pouco.]

OBINA

Sou obrigado a falar do Obina. Acho uma bobagem toda a polêmica – Mamilos! – mas entendo que alguns se ofendam com suas declarações e ações em campo.

Acho um bobagem porque entendo o que o levou a dizer e fazer o que fez. O que não quer dizer que ache que ele tenha feito certo. Poderia passar sem essa, mas imagino que o tenha feito por inocência ou ignorância (de ignorar) sobre as conseqüências de seus atos para o torcedor americano, do xiita ao sunita.

Me sinto obrigado também a passar um leve pito no departamento de comunicação do América: se não dá pra promover um media training para todo jogador que passar pelo América – e não dá mesmo – ao menos era possível conversar com o bom bahiano após a declaração desastrada, instrui-lo a pegar mais leve dentro de campo e mitigar o dano. Reverência pra torcida adversária não, né? Por favor…

No mais, foi um gol e meio marcado no clássico. Valeu, Obina! Continue.

Oi?! Dois gols? Não, não… na minha conta é um e meio só.

Vejam, metade, ou talvez mais, do primeiro gol, são do Willians. Sim, foi num erro da zaga, mas o zagueiro só errou por estar pressionado, por ele. Parabéns, Willians. Sim, eu critico, ainda acho que você precisa comer um pouquinho mais de grama pra me convencer, mas está indo no caminho certo. Falta pouco.

Quanto ao outro gol, aquele no acréscimo sem fim, pensei em dar só meio gol também, porque ainda acho que pegou no calcanhar do zagueiro. Vi, revi e preciso de óculos novos… Tendo a bola batido em você ou nele, foi você que o colocou lá, então, gol seu.

Agora é mais uma semana de muito, muito treino. O sábado de carnaval terá alegria, terá vitória. Aguarde e verão.

MOMENTOS: ALGUNS MELHORES. ALGUNS PIORES

Henrique Pinheiro

@geral_americafb.com/Geral.America

#REAGEAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

Pré-jogo: América x URT

Leia o post original por Flávio Drummond

Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques)

COMEÇAR DE NOVO…

“A felicidade é como a gota. De orvalho numa pétala de flor. Brilha tranquila. Depois de leve oscila. E cai como uma lágrima de amor.”

Que começo de ano, hein, Coelhada? Engasga daqui, biela solta de lá, solta na ladeira, engrena a primeira, mas nem no tranco pega. É de lascar! Passa um filminho de 2013, não passa? O coração aperta e bate aquela vontade de largar tudo de vez.

Ah, a quem queremos enganar? O amor é maior.

A culpa é toda do Silas? Não sei. Certamente o time não estava funcionando sob seu controle e nem de longe apresentou, durante os 22 jogos em que comandou a equipe, futebol que justificasse a sua permanência. Era hora de sair.

Eu sinceramente não consigo acreditar que temos um plantel formado apenas por cabeças de bagre. Arranco os parcos fios de cabelo que me sobraram a cada pataquada em campo – ainda mando a conta dos implantes e/ou peruca pro América – mas acho que todo mundo ali consegue render mais. Ainda tenho esperanças de ver este time encaixado.

Amanhã, mais um capítulo. Que venha a URT, em nossos domínios.

CAMISA 10

Deco disse por aí que ele, Seedorf e Juninho, só se destacaram no Brasil porque o nível do futebol está baixo. Que não teriam hoje o mesmo protagonismo nos campeonatos europeus. Alguém discorda?

Podemos tirar disso um pouco da dificuldade do América em encontrar esta peça tão fundamental para o time, mas não justifica, na minha cabeça, jogar esta contratação na “gaveta de baixo”.

Do meio de campo pra trás, é sempre bom ter uma defesa sólida, mas o objetivo do jogo ainda é marcar gols. A Suíça foi eliminada na primeira fase da última copa com a melhor defesa de seu grupo, e da anterior sem ter tomado um gol sequer.

Se é pra priorizar as contratações, que seja visando o ataque.

Salum, certa feita, pediu à torcida que parasse de dizer que o América não tem dinheiro para contratações de peso. Já parei, Salum. Pode trazer!

Será que não temos um craque na Europa a fim de experimentar os doces ares de Belo Horizonte?

Moacir Vieira de Araújo Júnior

Moacir Júnior deixa Tombos pelo CT Lanna Drummond. Não conheço o trabalho do Moacir, não sei que tipo de treinador ele é, de que escola vem, nem seu tipo sanguíneo.

Também não acho que ele deva estar na beirada do campo amanhã, como vejo em comentários por aí. Queremos a mesma coisa, mas deixem o rapaz sentir a temperatura da água antes de dar o tchibum, né moçada? Não precisamos ir aos extremos.

Não é nenhum menino, então sabe o tamanho do desafio que tem pela frente. De mim, por hora, terá total apoio, mas tem mostrar capacidade de fazer o time evoluir, e tem muito pouco tempo pra isso. Só te peço uma coisinha, Moacir: PÕE ESSE TIME PRA FRENTE! O melhor placar do mundo é 5×2!

O América vencerá, fora o baile!

Henrique Pinheiro
@geral_americafb.com/Geral.America

#AcreditaAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

Aquecimento para o clássico “Coelho x Raposa”!

Leia o post original por Flávio Drummond

Domingo de clássico…

 

Hoje, as horas são mais longas e a ansiedade aumenta quando se aproxima o apito inicial do árbitro!

América e Cruzeiro prometem fazer um grande espetáculo nesta tarde no “Gigante da Pampulha”.

Para o Coelhão, uma vitória diante do atual campeão brasileiro é fundamental, já que, além de reconquistar a moral que anda um pouco abalada, deixaremos o rival alvinegro para trás e ficaremos apenas dois pontos do time celeste na tabela de classificação, mas com uma partida a menos.

O comandante Silas praticamente definiu os 11 titulares: Matheus; Marcelo, Lula, César Lucena e Danilo; Leandro Guerreiro, Marcelo Rosa, Andrei Girotto e Elvis; Willians e Obina.

Ainda, é bom lembrar que o CEC entrará com o time praticamente reserva, assim o América tem uma grande chance de buscar os três pontos.

Vamos a luta, Coelhão!!!

Para animar alguns torcedores que andam desconfiados do time, seguem os melhores momentos da vitória do América sobre o Cruzeiro em 2012.

#AcreditaAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

Fim da linha na Copinha.

Leia o post original por Flávio Drummond

E a história se repete…

 

…o Coelhãozinho está eliminado mais uma vez nas oitavas de final da Copinha.

“Paraná Clube vence o América-MG por 2 a 1 e avança na Copa São Paulo”

Um balde de água fria no torcedor americano, vez que, após um início irreconhecível dos comandados do Milagres, duas vitórias seguidas e por goleada fez renascer a esperança pelo bicampeonato.

Entretanto, precisamos encarar uma dura realidade: quando pegamos o primeiro adversário “de camisa” fomos derrotados.

Uma coisa é ficar entre as dezesseis melhores equipes de um torneio jogando um futebol “moleque”, o que não dá e aceitar a derrota praticando um futebol ruim.

Espartanos, sinceramente, já deu para o Milagres.

Precisamos de um novo treinador.

Olhem os últimos resultados: uma péssima participação no Campeonato Mineiro da categoria, que sequer chegamos no hexagonal final; na Taça BH de Futebol Júnior ficamos nas quartas de finais; na Copa do Brasil, eliminados na terceira fase pelo CAM após duas derrotas e, agora, na Copinha pelo “tradicional” Paraná Clube!?

E sem essa que conquistamos o Brasileiro em 2011 sob o seu comando… Ganhamos aquele campeonato jogando um futebol “feio”, onde o Matheus foi eleito o melhor jogador da competição.

Falar em méritos atuando sempre na retranca? Só pode ser brincadeira.

Li uma frase interessante no Fórum da Avacoelhada sobre o Milagres: “Prefere buscar resultados medíocres que mantêm o seu cargo”.

Para mim, perfeito!

Por fim, para aqueles que defendem que este tipo de campeonato serve apenas para revelar jogadores, ouso discordar!

Na verdade é muito importante revelar campeões. Os atletas precisam se acostumar com títulos desde cedo.

Infelizmente, o Milagres parou no tempo…

Abre o olho Diretoria!

#AcreditaAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”