Arquivo da categoria: Carlinhos

Sujeira pra baixo do tapete?

Leia o post original por Craque Neto

Poxa vida! Tem coisa que não dá pra entender no Corinthians. As excelente fase vivida pelo time no Brasileirão tem feito muita coisa errada ser jogada pra debaixo do tapete. Vejam só, não vou nem falar das dívidas referentes a Arena de Itaquera que realmente estão prejudicando demais os cofres do clube. Mas não consigo compreender a lógica de determinadas atitudes da atual diretoria. Uma delas surgiu esses dias em relação ao desconhecido atacante Luidy, que o ex-diretor Edu Ferreira contratou. Hoje ele está emprestado para o Figueirense e foi comprado junto ao CRB de Alagoas por R$ 400 mil. […]

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Saída de Gustavo Vieira é pedida por diretores do São Paulo

Leia o post original por Perrone

Um dos alvos preferidos da oposição são-paulina, Gustavo Vieira de Oliveira agora tem sua demissão pedia por parte considerável da diretoria do clube. Ele é apontado pelos cartolas como um dos principais responsáveis pelos maus resultados do time, mas se mantém no cargo graças ao apoio do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

Longe dos microfones, os dirigentes afirmam que como Gustavo tem autonomia para gerir o futebol tricolor, precisa ser responsabilizado pelos erros.

A crítica central é de que o executivo planejou mal o segundo semestre da equipe em 2016. Sabia que perderia Calleri e que havia possibilidade de Ganso sair, mas não se preparou previamente para as perdas. Além disso o filho do ex-jogador Sócrates é cobrado por não ter fortalecido o time antes das semifinais da Libertadores, já que trouxe o atacante Cueva, que não podia atuar na competição.

Outras queixas são de que ele teria perdido o controle do vestiário, além de relutar a afastar jogadores que contratou.

Gustavo também gera repulsa de parte da diretoria por supostamente passar por cima de outros diretores, reclamação feita por Luiz Cunha, que havia barrado a contratação de Cueva e pediu demissão do comando do futebol em seguida. Cunha tem sido lembrado por dirigentes como exemplo de diretor que mantinha o elenco sob controle.

Para medir a intensidade da pressão sobre o executivo, alguns diretores afirmam que a rejeição enfrentada por ele é maior do que a encarada por Ataíde Gil Guerreiro, que deixou a vice-presidência de futebol e hoje é diretor de relações institucionais.

O blog procurou Gustavo por meio da assessoria de imprensa do São Paulo, mas ele respondeu que não se manifestaria.

Além do dirigente remunerado, Denis, Michel Bastos, Carlinhos, Bruno, Thiago Mendes e Wesley são fortemente cornetados por cartolas.

São Paulo tropeça no Morumbi lotado

Leia o post original por Fernando Sampaio

cueva2Domingo 11h da manhã.

Ótimo horário para o público: 54.996 pessoas.

Recorde do Brasileirão 2016.

Em compensação, domingo 18h30 e sábado 21h são horários só para TV.

Apesar do apoio da torcida, o São Paulo não foi bem. Saiu perdendo de dois a zero com sua defesa nada confiável: Denis, Bruno, Lugano e Maicon – a zaga predileta dos mais fanáticos – Carlinhos e Hudson. Complicado. Hoje, justiça seja feita, Denis não falhou e ainda garantiu o empate. Já Maicon falhou nos dois gols de bola aérea.

Normal, Libertadores é mata-mata e mata-mata ilude.

A Chapecoense saiu na frente com mérito. Fez 2×0 e fechou a retranca. Foi fácil administrar a vantagem no primeiro tempo, graças também ao elenco limitado do Tricolor, sem jogador de criatividade, qualidade técnica e força ofensiva.

O segundo tempo mostrou a superação do São Paulo.

A torcida ajudou. Coisa rara. Cornetou depois do 2×0, depois incentivou. O time voltou mais ligado no segundo tempo. Cueva continuou comandando a armação dos ataques. Centurión lutando e, como sempre, confuso. A dupla de gringos foi responsável pelo primeiro gol.  O segundo saiu de um pênalti inexistente. Bola no braço. Ridículo. Além de não ter a intenção de colocar mão na bola, Josimar foi enganado pela imprevisibilidade assim que Maicon tirou a cabeça da bola.

Sorte do São Paulo. Cueva bateu e fez 2×2.

Sufoco. Coloquei 2×0 no Bolão. Errei feio.

Cúpula do São Paulo vê atletas insatisfeitos e busca negociações

Leia o post original por Perrone

A cúpula do São Paulo poupa Edgardo Bauza ao analisar os maus resultados obtidos pela equipe. Os cartolas estão convencidos de que o problema não é tático. Enxergam evolução no trabalho do treinador e acreditam que ele precisa de um pouco mais de tempo.

Na radiografia feita pelo comando tricolor erros individuais e dois ou três jogadores insatisfeitos são os responsáveis pelos tropeços.

O técnico Edgardo Bauza durante jogo contra o Palmeiras (Crédito: Rivaldo Gomes/Folhapress)

O técnico Edgardo Bauza durante jogo contra o Palmeiras (Crédito: Rivaldo Gomes/Folhapress)

A falha de Carlinhos, que resultou na jogada do primeiro gol na derrota por 2 a 0 para o Palmeiras é usada como exemplo de erros que minam o time.

Em relação aos jogadores identificados como insatisfeitos, a cúpula tricolor prefere não falar publicamente quem são. Isso porque a estratégia é conseguir colocar esses atletas em outros clubes. Assim, não pretende botar ninguém na geladeira. A medida desvalorizaria os afastados. Os cartolas trabalham para conseguir trocas com outros clubes envolvendo quem é visto como problema hoje.

O blog apurou que uma das metas é negociar Michel Bastos, identificado como um dos insatisfeitos. Ele está entre os mais criticados pela torcida e recentemente discordou de Lugano, que foi contra a decisão do elenco de não dar entrevistas como forma de protesto em relação aos atrasos nos direitos de imagem, já pagos segundo a diretoria. Publicamente, o jogador admitiu a discordância com o uruguaio, mas negou que tenha discutido com ele, assim como nega insatisfação por estar no Morumbi.

Outro ponto analisado é o desempenho de Gustavo Vieira de Oliveira, que tem seu afastamento pedido até por membros da diretoria por supostamente não falar a língua dos jogadores, o que dificulta a leitura do vestiário, e ganhar, na opinião de seus detratores, mais do que merece. No caso do executivo, a avaliação é de que o trabalho tem sido bem feito. Em tese, não há motivos para mudança.

Porém, vale para o comando tricolor a máxima de que no futebol qualquer um pode perder o emprego se os resultados não aparecerem.

 

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Três paulistas nas quartas da Copa do Brasil

Leia o post original por Quartarollo

Santos, São Paulo e Palmeiras estão nas quartas de final.

Vão representar o Estado de São Paulo embora nem todos nesse nosso Estado torçam para que cheguem às fases posteriores.

Corinthians foi mais uma vez eliminado dentro de casa. Foi a terceira vez nessa temporada dentro do Itaquerão.

Saiu no Paulista contra o Palmeiras nos pênaltis; caiu diante do Guarani, do Paraguai, na Libertadores e ontem diante do Santos que no placar agregado fez 4 x 1 com autoridade e mais vontade de ficar na competição.

Ontem foi 2 x 1 e podia ter sido mais. Os dois gols foram muito parecidos.

Jogadas rápidas com toques de primeira resultando em gol. O primeiro foi de Gabriel e o segundo do artilheiro Ricardo Oliveira que corre como um menino apesar dos seus 34 anos de idade.

O Santos tem um ataque muito veloz e de qualidade. Lucas Lima mandou no jogo novamente como já tinha feito na ida, na Vila Belmiro, na semana passada.

O Corinthians largou de mão quando percebeu que não dava mais. Fez o gol de honra com Romero e esperou o tempo passar.

Ainda tentou alguns ataques com Vagner Love que jogou bem, mas não fez gol e a boa condução de Renato Augusto.

Tudo isso sob os olhares da dupla da Seleção, Dunga e Gilmar.

Eles gostaram do jogo, de Lucas Lima e de mais alguns jogadores que foram bem.

Enquanto o Corinthians era despachado em casa, o Palmeiras eliminava o Cruzeiro, em Belo Horizonte, com 3 x 2 no placar e grande atuação do garoto Gabriel Jesus que fez dois gols e mostrou desta vez que pode ser solução para a equipe a médio e longo prazo.

Primeiro jogo, na Arena Palestra, o time verde venceu por 2 x 1 e deixou bem encaminha a classificação.

Vanderlei Luxemburgo balança no Cruzeiro. Está mal no Brasileiro e fora da Copa do Brasil.

A ironia é que o Cruzeiro foi eliminado pelo Palmeiras dirigido pelo seu ex-técnico.

Mandaram Marcelo Oliveira embora e ontem ele mandou o Cruzeiro embora da Copa do Brasil.

Outro paulista classificado para as quartas é o São Paulo que reverteu bem o placar do Morumbi quando perdeu para o Ceará por 2 x 1 e mostrou inúmeras falhas.

Ontem, em Fortaleza, venceu por 3 x 0 e teve boa atuação em que pese a fragilidade adversária.

Carlinhos de ponta agrada a Osório, mas não me agrada. Prefiro Michel Bastos por ali, mas quem ganha para escalar o time é o colombiano que já esteve mais pressionado antes do jogo.

Agora terá alguns dias mais tranquilos até o jogo de sábado à noite com a Ponte Preta, no Morumbi.

 

São Paulo só ataca e Goiás faz a festa

Leia o post original por Fernando Sampaio

sp0x3goiasO São Paulo foi um fiasco.

4×0 foi pouco.

O Goiás ainda teve pênalti a favor não marcado e desperdiçou pelo menos meia dúzia de oportunidades.

Poderia ter sido uma goleada ainda mais histórica.

Osório teve boa parcela de culpa na derrota, assim como os jogadores.

Todos foram responsáveis.

Não sou contra o revezamento. Porém as escalações de Edson Silva, Carlinhos e Hudson não era a melhor opção para enfrentar uma equipe que joga retrancada com atacantes de velocidade explorando contra-ataques.

Edson Silva e Carlinhos era muito arriscado para o tipo de jogo.

Disse na Pan que a chance do Goiás estava ali. Não deu outra. Edson Silva é muito lento. Carlinhos idem. Marcam mal. Os dois primeiros gols saíram pelo setor esquerdo. Hudson não tem velocidade. Para jogar com a zaga avançada, contra uma equipe retrancada e rápida no contra-ataque, a melhor opção seria ter os dois zagueiros mais rápidos, Lucão e Tolói, com Reinaldo que corre e marca melhor e Thiago Mendes, mais rápido e eficiente.

Osório reconheceu a “culpa” pelo esquema muito avançado e pela “falta de conhecimento” do adversário. Mas, ressaltou, da mesma forma que comentei na transmissão da Jovem Pan, que para jogar com a zaga avançada é preciso não perder a bola com tanta facilidade na frente. Estoura tudo na zaga.

Para jogar com a zaga avançada é preciso alguns requisitos básicos.

O esquema exige muita dedicação física, marcação pressão no ataque, luta constante pela recuperação da bola, movimentação constante no ataque para dar opções de passe e abrir a defesa adversária e muita atenção para não perder a bola na frente e gerar contra-ataque. Não existe zagueiro que resista a tanta correria mano a mano.

Hoje o time fez tudo errado.

Além disso achou que ganharia na técnica. Não correu. Dançou.

Parecia jogo pós feijoada. Pesado. Lento. Preguiçoso.

O São Paulo esperava terminar o turno no G-4.

Acho que dançou.

 

PS: Nos últimos anos a torcida no Morumbi tem atrapalhado bastante quando o time mais precisa. O torcedor impaciente deixa o time ainda mais nervoso, inseguro, resulta na precipitação nos passes, prejudica a precisão… Torcida precisa fazer diferença quando o time está mal, aí sim. A vaia é justa e importante no intervalo e final de jogo. Durante é burrice. Falando em burrice os idiotas que chutaram os carros de Ganso e Michel Bastos deveriam ser levados para a delegacia.

Que ao menos a arbitragem seja neutra no Maracanã

Leia o post original por Odir Cunha

Preciosidade histórica do pesquisador Wesley Miranda sobre a goleada de 7 a 1 que o Santos impôs ao Flamengo no Maracanã em 11 de março de 1961

O Flamengo quer lotar o Maracanã para o jogo deste domingo, às 16 horas, com tevê aberta, diante do Glorioso Alvinegro Praiano. A atração é o peruano Guerrero. Se o público alcançar 60 mil pessoas será quebrado o recorde deste Brasileiro, repetindo outras grandes audiências do confronto. O que não pode é a arbitragem vestir a camisa rubro-negra.

Digo isso porque o santista, com razão, põe as barbas de molho quando o time precisa enfrentar o Flamengo no Rio. Ele sabe que, na dúvida, o árbitro acompanhará o grito da torcida. Foi assim na final do Campeonato Brasileiro de 1983, dia 25 de maio daquele ano, quando Arnaldo César Coelho marcou obstrução numa jogada em que o zagueiro Marinho jogou Pita para fora do estádio. Daquele dia, aliás, vem o recorde de público do Brasileiro, de 155.523 pagantes.

Esse jogo sempre atrai muita gente. No Brasileiro de 2007, 87.716 pessoas (81.844 pagantes) viram a derrota do Santos por 1 a 0. Em 2013, no estádio Mané Garrincha, 63.502 pagantes testemunharam o empate sem gols, na despedida de Neymar. Mesmo no ano passado, o público não foi ruim: 37.204 pagantes assistiram à vitória santista por 1 a 0, gol de Robinho.

Para quem não sabe, eu lembro que o Santos já comemorou três títulos em jogos contra o Flamengo, no Maracanã: em 27 de março de 1963 tornou-se campeão do Torneio Rio-São Paulo ao bater o rubro-negro por 3 a 0, gols de Coutinho, Dorval e Pelé, diante de 45.988 pagantes; em 19 de dezembro de 1964 sagrou-se tetracampeão brasileiro depois de um empate sem gols assistido por 52.508 pessoas, e em 6 de fevereiro de 1997, com gols de Anderson Lima e Juari, conquistou seu quinto título do Rio-São Paulo ao empatar em 2 a 2 com o Flamengo de Sávio e Romário, para um público de 70.729 pessoas.

Porém, outros confrontos entre Santos e Flamengo atraíram públicos enormes, mesmo sem valer título. Um deles, jogado em 11 de março de 1961, pelo Torneio Rio-São Paulo, tem uma história que merece ser lembrada.

Vivia-se a era de ouro do futebol brasileiro e o Santos de Pelé fazia de cada partida uma exibição inesquecível. Na rodada anterior o time havia vencido o Fluminense por 3 a 1, no mesmo Maracanã, e Pelé tinha marcado o seu Gol de Placa. Aquele Flamengo contava com alguns de seus maiores ídolos, como Carlinhos, Dida, Joel, Gérson, Babá, e uma multidão de 90.218 pessoas foram ao maior estádio do mundo naquele sábado para ver o esperado duelo contra o Santos mágico de Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

Mal a partida começou, entretanto, e o árbitro paulista, Olten Ayres de Abreu, percebeu que um dos bandeirinhas estava de cochichos com o banco carioca. O homem estava se revelando o maior marcador do ataque santista, pois já tinha assinalado faltas e impedimentos inexistentes de Pelé e seus companheiros. Olten resolveu conversar com o homem:

“Fui lá e o admoestei. Ele me ofendeu, disse que era militar e que se eu o importunasse ele me pegava lá fora. Ele não sabia com quem estava lidando. Eu o expulsei de campo e disse que se fosse homem poderia me esperar lá fora”, contou-me Olten anos depois.

Sem um dos bandeirinhas, Olten teve de se virar, mas, atleta que era, conseguiu acompanhar as jogadas de perto e levar a partida até o fim sem problemas. Sem nenhuma interferência da arbitragem, o jogo seguiu seu curso normal e o Santos goleou por 7 a 1. Isso mesmo, 7 a 1!
O zagueiro Bolero, que dançou sem querer, depois contou sua amarga experiência de marcar o ataque santista:

“Eu ainda não tinha botado o pé na bola e o Santos já estava vencendo por 2 a 0. Teve um gol em que eu caí sentado com o drible que o Pelé me deu. Quando eu virei, a bola já estava na rede. O time do Santos não parava de atacar. No final, não sabia mais quem era Pelé, quem era Coutinho, na velocidade eles se pareciam. Tinha também o Dorval, que ajudava a confundir ainda mais. Só sei que eles não paravam de fazer gol”.

Guerrero, Ricardo Oliveira, ou Anderson Daronco?

A imprensa carioca está querendo transformar o Guerrero em um ídolo que ele não é. Faz gol de vez em quando – menos do que Ricardo Oliveira, o santista que lidera a artilharia do Campeonato –, mas está longe de ser um craque. De qualquer forma, o nome do jogo talvez nem seja nenhum dos dois. Pelo retrospecto dessa partida, eu não me surpreenderia se a maior atração fosse Anderson Daronco, o desconhecido árbitro escalado para comandar o espetáculo.

Árbitro Fifa da Federação Gapucha, Daronco será auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho (SP – FIFA) e Rodrigo F Henrique Correa (RJ – FIFA). Como seguidores do futebol e bons brasileiros, todos nós sabemos que em um breve apito sua senhoria e seus auxiliares podem fazer muito mais pelo Flamengo do que o Guerrero nos 90 minutos com acréscimos.

Há um interesse tão grande de que o Flamengo vença e cause alguma comoção no campeonato, que eu não me surpreenderia se o Santos fosse operado mais uma vez. Coincidentemente (?) o presidente Modesto Roma acaba de ser suspenso por 30 dias devido às suas declarações contra a arbitragem de Santos 1 x Grêmio 3, quando Geuvânio foi expulso supostamente por entrar em campo sem a autorização do árbitro.

De qualquer forma, como já preconizou o macaco velho Vanderlei Luxemburgo, há um limite até para a roubalheira. O time que quer vencer contra tudo e contra todos tem de estar disposto a marcar dois gols para valer um. Foi assim com o Santos no Brasileiro de 2004.

O técnico Dorival Junior escalou o Santos com Vanderlei, Victor Ferraz, Werley, Gustavo Henrique e Zeca; Paulo Ricardo, Renato e Lucas Lima; Gabriel, Ricardo Oliveira e Geuvânio.

Há leitores do blog que sugeriram o recuo de Paulo Ricardo para a zaga, no lugar de Werley, entrando Thiago Maia no meio de campo. Acho factível. Não sei se seria a hora de experimentar essa mudança em um jogo de tanta responsabilidade, em que a falta de experiência pode pesar, mas é uma fórmula a ser testada.

O zagueiro Gustavo Henrique não foi bem na Seleção do Pan e agora volta ao ambiente que lhe é familiar. Vamos ver como se sai. No mais, acho que insistir na fórmula de três atacantes é uma ousadia que seria aplaudida em outras épocas, mas parece temerária nos tempos atuais, em que os adversários enchem o meio de campo com volantes.

O maior perigo de jogar com três atacantes e de ainda ter um meia ofensivo, como Lucas Lima, e mais dois laterais que avançam, é que se o adversário rouba uma bola em sua defesa, provavelmente armará um contra-ataque bastante perigoso.

Mas o Flamengo também jogará com três atacantes. Éverton substituirá Marcelo Cirino, formando o trio ofensivo com Guerrero e Emerson Sheik. Na defesa do time carioca devem voltar o goleiro Paulo Victor, os zagueiros Wallace e Samir, recuperados de lesão, e nosso conhecido Pará deve voltar à lateral direita, no lugar de Ayrton. Por falar em conhecido, no meio-campo Alan Patrick e Márcio Araújo disputam uma vaga para formarem ao lado de Cáceres e Canteros.

O ambiente psicológico será, em princípio, todo favorável ao Flamengo, mas isso poderá ser mudado se o Santos jogar com inteligência, determinação e coragem. A pressão pela vitória pode fazer o time carioca se expor demais, permitindo boas oportunidades aos atacantes santistas. De qualquer forma, espera-se que seja um grande jogo e que o senhor Anderson Daronco e seus auxiliares não interfiram no resultado.

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E você, o que espera de Santos e Flamengo, neste domingo?


Carlinhos, o rubro-negro

Leia o post original por Rica Perrone

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Sr. Olhão avalia reforços do SPFC

Leia o post original por Rica Perrone

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Leia o post original por Rica Perrone

Ambos do Fluminense, ofensivos, experientes, vencedores e sugeridos pelo Muricy.  Um deles, Carlinhos, o treinador já conhece. O outro, Bruno, ainda não. Desconfio, e não é muito difícil, que nenhum deles fica de titular no time do Muricy a curto prazo. Carlinhos é bom jogador, mas é ofensivo. Marca o suficiente mas quando apoia faz […]