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Deixa a gente em paz

Leia o post original por Rica Perrone

Dá aqui minha taça! Me deixa correr na volta olímpica com ela.  Não me faça ser campeão no sofá, nem mesmo atrele a zona que era isso aqui ao formato.

Deixa o menino entrar com a bandeira, policial!  Ele não vai fazer nada que não seja torcer. E se fizer, aí sim, você o pune.

Sinalizador não faz mal a ninguém.  Fez uma vez, em jogo onde ele era PERMITIDO e foi um acidente, queiram ou não aceitar, só porque partiu de um grupo marginal.

Papel picado não machuca.

O que machuca é ver a taça que “conquistamos” com nosso time ser dada no teatro de terno onde nem estaremos.  O que nos machuca é a entrada dos dois times com uma música que tenta ofuscar meu grito.

É o protocolo a troco de nada que me impede de vaiar o adversário e pressiona-lo na entrada.  É a justiça que julga inteligente punir meu time porque um ou outro animal identificável cometeu um erro na arquibancada.

Tira esse hino! Você tem que ser muito desrespeitoso com a pátria para fazer milhares de pessoas com enorme expectativa em algo receberem seu time e segundos depois terem que parar uma festa para ouvir um hino de mãos no peito. Não é o momento. Não tem ambiente. É um pedido pra que ele seja desrespeitado.

“Ah mas no mundo todo é assim”.  Então me dá a escola da Suiça, a polícia do Canadá, depois enche o saco do meu futebol como ele é.

O mundo nos copia quando a bola rola. Nunca o contrário.  A gente não quer que vocês façam nada por nós, apenas que não façam nada.

A bandeira, o sinalizador, a faixa, o papel picado, nada disso machuca pessoas. Pessoas machucam pessoas. Basta cumprir a lei e prende-las quando necessário.

Não é o formato com finais que faz do futebol brasileiro uma zona. São as pessoas como Eurico Miranda e suas urnas misteriosas que faziam isso. Se fosse pontos corridos, a zona seria exatamente como foi.

Ser europeu não é uma qualidade, mas sim uma característica. Ser brasileiro idem. Mas a gente não é mais.

Deixa a gente em paz. Só precisamos de um pernil na entrada, uma bandeira com um tambor durante o jogo e de uma taça no fim.  O resto vocês que inventaram. Nós nunca pedimos.

abs,
RicaPerrone

CBF diz que pagou por seu CT na Copa-14 e agora briga na Justiça

Leia o post original por Perrone

Apesar de ser a proprietária da Granja Comary, a CBF sustenta que pagou vultuosa quantia para a Match Serviços de Eventos a fim de reservar o CT da própria confederação para a seleção brasileira utilizar no Mundial de 2014. A entidade alega que o combinado era receber todo o dinheiro investido de maneira desnecessária de volta, mas que a parceira ainda deve uma parte, por isso acionou a Justiça. Por sua vez, a empresa afirma que contratou o espaço usando seu procedimento padrão na Copa. Declara ainda ter pago para a confederação integralmente a quantia ajustada, logo, nada deve.

O imbróglio está detalhado em pedido de notificação judicial enviada pela CBF para a Match cobrando o ressarcimento de R$ 323.136. No documento, o confederação confirma que não precisava dos serviços de nenhuma empresa para reservar seu CT. “Apesar disso a Fifa solicitou que a CBF assinasse com a Match o contrato de Team Base Camp Hotel Agreement (acordo que todos os países assinaram referente às suas instalações no Brasil), sob o argumento de que a utilização dos serviços da Match seria para manter o mesmo tratamento isonômico em relação a todas as seleções participantes do torneio, especialmente porque o Brasil era o país anfitrião da competição”, diz trecho do pedido feito à Justiça.

Os advogados da confederação, no entanto, sustentam que ficou acordado que a Match devolveria integralmente o valor pago pela CBF para reservar seu centro de treinamento. E declaram à Justiça que a empresa devolveu R$ 979.200 divididos em quatro parcelas entre junho e agosto de 2014. “Contudo, em levantamento realizado pela CBF, apurou-se que o valor total efetivamente pago pela CBF para a Match foi 30% maior do que o valor que a Match ressarciu para a CBF em desacordo com o compromisso firmado entre as partes”, alegam os advogados da confederação no documento judicial. A empresa, no entanto, discorda dessas contas.

No dia  18 de julho, os defensores da CBF assinaram pedido de notificação judicial para que a Match devolvesse em dez dias o dinheiro que estaria faltando e ficasse ciente da intenção da entidade presidia por Marco Polo Del Nero de tomar as “medidas judiciais cabíveis”, caso não recebesse o montante no prazo estipulado. Em 5 de setembro, a empresa recebeu o documento.

“Em tese, o prazo já teria corrido. Agora vamos avaliar alguma medida com o cliente (CBF). Fizemos duas notificações extrajudiciais e não obtivemos resposta. Então, enviamos uma notificação judicial”, disse ao blog na última sexta Rodrigo Darbilly, um dos advogados da CBF no caso.

Já a empresa respondeu ao blog por meio de e-mail assinado por Imran Patel como representante da Match Services. Leia abaixo, na íntegra, a resposta na qual a companhia diz nada dever para a CBF.

“A Granja Comary foi contratada pela Match como um centro de treinamento de acordo com nossos procedimentos contratuais padrão. Todos os valores devidos para a Granja Comary pela Match foram pagos integralmente de acordo com acordos firmados entre Match e CBF. Ao contrário do que é alegado pela CBF, podemos confirmar que não há valores pendentes devidos à CBF. No que diz respeito aos contratos de acomodação de centro de treinamento para a equipe, os processos contratuais e os termos da Match foram os mesmos para todas as 32 equipes participantes da Copa do Mundo da Fifa 2014 e não houve termos ou acordos especiais feitos com a CBF que fossem diferentes ou especiais.”

Procurada para falar sobre o assunto, a diretoria de comunicação da confederação não atendeu ao blog até a publicação deste post.

Justiça quer ouvir CBF antes de decidir sobre liminar para afastar direção

Leia o post original por Perrone

A Justiça do Rio de Janeiro quer ouvir a defesa da CBF antes de decidir sobre o pedido de afastamento da diretoria da entidade feito pelo Ministério Público em caráter liminar (até que o caso chegue ao final). Em decisão publicada no último dia 22, o Juizado Especial do Torcedor deu dez dias para a confederação se manifestar. Porém, não está especificado quando começa a contar o prazo.

A liminar foi pedida pelo promotor Rodrigo Terra para quem a CBF desrespeitou a Lei Pelé ao marcar assembleia em março sem convocar os clubes para mudar o peso dos votos nas eleições da entidade. Na ocasião, ficou decidido que o voto das federações passam a ter peso três. Para os clubes da Série A do Brasileiro foi dado peso dois e peso um para os integrantes da Série B.

Antes, votos de entidades estaduais e times da primeira divisão tinham peso igual. Os clubes da Série B não votavam. Com a mudança, a CBF manteve o poder de decisão concentrado nas federações, apesar de incluir mais times no colégio eleitoral.

Terra contesta a decisão da Justiça e diz não haver previsão legal para a exigência de que a confederação seja ouvida antes da análise do pedido de liminar. Porém, o promotor não irá recorrer, o que atrasaria a decisão.

Ao pedir o afastamento de Marco Polo Del Nero e seus diretores, ele pede também que seja nomeado um interventor para dirigir a confederação. O promotor também que o afastamento definitivo da diretoria e a anulação dos efeitos da reunião.

Por sua vez, a CBF alega que a convocação e a realização da assembleia contestada seguiram todas as exigências legais.

 

Polêmicas do apito NUNCA acabarão! NUNCA!

Leia o post original por Craque Neto

Só para variar essa rodada do Brasileirão foi marcada por vários lances polêmicos. No clássico do Morumbi pelo menos dois lances capitais decidiram o jogo e tiraram a provável vitória do São Paulo contra o arquirrival e líder Corinthians. Em um dos lances o Tricolor reclama de um gol legal do zagueiro Militão. O árbitro deu falta do atacante Lucas Pratto no goleiro Cássio. Em conversa com muitos amigos cheguei a conclusão que as opiniões ficaram divididas. Eu achei que o lance foi normal e o gol deveria ter sido validado. Em contrapartida várias pessoas – e não só corintianos […]

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Dirigentes temem que uso de árbitro de vídeo às pressas seja fracasso

Leia o post original por Perrone

A CBF é criticada por dirigentes de clubes que consideram sem planejamento a decisão de implantar rapidamente o árbitro de vídeo no Brasileirão. Os que pensam assim acreditam que a correria possa fazer com que a novidade se transforme em fracasso.

Uma das principais cobranças é para que o novo sistema só seja implementado se puder ser usado em todos os jogos de cada rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista, Marcos Marinho, presidente da comissão de arbitragem da confederação, admitiu que algumas partidas podem ficar sem o recurso por falta de estrutura dos estádios. Esse é um dos pontos criticados.

Porém, cartola ouvido pelo blog afirmou que Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, assegurou a dirigentes de clubes que a ajuda das imagens de TV só começará a valer quando todos os jogos puderem contar com esse método. A afirmação, de acordo com o mesmo cartola, foi feita em reunião na sede da confederação, nesta terça, para tratar da venda de direitos de transmissão do Brasileirão para o exterior. Indagada pelo blog por volta das 20h  se Del Nero de fato fez tal promessa, o departamento de comunicação da entidade informou que não conseguiria checar a informação à noite.

Na avaliação de parte dos dirigentes de times da Série A, CBF teve tempo para implantar o árbitro de vídeo desde o início do Brasileirão. Porém, não conseguiu viabilizar o projeto. E agora, mesmo sem ter tudo pronto, decidiu lançar a novidade por causa do barulho feito pelo erro da arbitragem que culminou com o gol de braço de Jô na vitória corintiana por 1 a 0 sobre o Vasco no último domingo.

“Sinto que é necessário. Mas não deveria ser decidido em cima de uma jogada que originou o gol do Jô. Fica a impressão de que estavam esperando uma polêmica e que não é uma posição estudada, pensada. Por que não iniciar no Brasileiro do ano que vem?”, afirmou ao blog Flávio Adauto, diretor de futebol do  Corinthians.

Depois do erro no jogo em Itaquera, Del Nero pediu para que o departamento de arbitragem tentasse estrear nas próximas rodadas o sistema que ainda estava em estudo. Não há definição de quando isso será possível.

“Defendemos o uso do árbitro de vídeo, mas de um jeito benfeito, em todos os jogos”, disse Modesto Roma Júnior, presidente do Santos.

Outra preocupação é se os responsáveis por operar o sistema já estão aptos a atuar de maneira eficiente. “Sou a favor caso possamos implantar com segurança e caso todos os envolvidos estejam treinados para que o instrumento não caia em descrédito”, declarou Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo. Ele não vê problemas em o recurso ser usado no segundo jogo da final da Copa do Brasil entre seu clube e o Cruzeiro e também em relação ao novo sistema começar a valer no Brasileirão depois que muitos clubes foram prejudicados sem poder recorrer às imagens de TV.

“O Flamengo foi prejudicado contra Santos e Palmeiras e beneficiado contra o Corinthians. Sempre é hora de começar qualquer coisa, desde que seja para melhorar”, analisou o flamenguista.

Raciocínio semelhante tem o presidente do Santos. “Não é porque você começou errando que precisa errar até o final”, disse Modesto.

 

 

 

CBF já está pipocando com o árbitro de vídeo! É brincadeira???

Leia o post original por Craque Neto

Depois do polêmico gol de mão do atacante Jô, que deu a vitória ao líder Corinthians contra o Vasco no último domingo, a CBF anunciou para todo mundo que utilizaria o sistema do árbitro de vídeo a partir da próxima rodada do Campeonato Brasileiro. Só esqueceu de dizer de que forma adotaria tal esquema. Ou seja, para ser justo teria que usar em todas as partidas nas 14 rodadas restantes até o término da competição, certo??? Segundo consta o custo operacional seria de R$ 30 mil por jogo. Façam a conta de quanto não ficaria essa ‘nova’ prática. Grana, hein! […]

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Por que só jogador do Shakthar Donetsk na Seleção? Tem convênio com a CBF???

Leia o post original por Craque Neto

Tenho o maior respeito e admiração pelo Tite, hoje técnico da Seleção Brasileira. É inegável que esse cara vem fazendo um trabalho sensacional. Venceu quase todos os jogos das Eliminatórias e resgatou o amor que o povo brasileiro tem pelo time verde-amarelo. Agora tem determinadas coisas que acontecem por ali na CBF – e já vem de outras gestões de treinadores – que fica difícil de entender. Uma delas que é muito nítido é esse amor que todo mundo que assume o cargo tem pelos jogadores brasileiros que atuam pelo Shakthar Donetsk. Incrível!!! Se perguntar nas ruas do Brasil o […]

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Promotor vê manobra ardilosa da CBF para reduzir poder de clubes

Leia o post original por Perrone

Para o promotor Rodrigo Terra, do Ministério Público do Rio, a CBF adotou “manobra ardilosa para reduzir o poder de participação dos clubes e consequentemente dos torcedores na gestão do desporto”. A afirmação está escrita na ação civil pública proposta por ele contra a confederação. Por meio dela, o MP pede a anulação da assembleia feita em março sem a presença das agremiações. A reunião deu peso maior de voto para as confederações na eleição presidencial da entidade. Também é solicitado, primeiro liminarmente e depois definitivamente, o afastamento de todos os diretores. Um interventor seria nomeado pela Justiça para conduzir novas eleições. A CBF nega irregularidades.

Terra também quer que a entidade presidida por Marco Polo Del Nero seja condenada a pagar R$ 100 mil para compensar dano moral coletivo sofrido por torcedores consumidores. O dinheiro seria repassado ao fundo de reconstituição de bens lesados.

Em outro trecho da ação, revelada pelo UOL, Terra declara que “foi violando o princípio da transparência e da boa-fé que a entidade ré realizou assembleia, que sem contar com o colégio eleitoral obrigatório (faltaram os clubes), sequer convocado, viabilizou a perpetuação da atual direção no poder”.

Na ocasião, a CBF convocou apenas as federações alegando se tratar de reunião administrativa. Porém, alterou as regras eleitorais dando peso três para os votos das entidades estaduais, dois para os dos times da Série A e um para os das equipes da segunda divisão. Antes só votavam federações e clubes da elite.

Golpe

Pelo novo formato, as federações passam a ter 80 votos contra 60 dos clubes. De acordo com o promotor, a manobra impede a alternância de poder na confederação, já que os clubes jamais serão maioria diante das federações. Ele lembra que as entidades estaduais têm histórico de atender aos desejos da CBF.

Segundo Terra, a manobra foi “um verdadeiro golpe na transparência e na boa fé, que devem animar a atuação dos fornecedores de serviço”, no caso a confederação.

Ele também rebate argumento apresentado pela confederação durante o inquérito alegando que o fato de os clubes não terem questionado formalmente o procedimento de convocação e as mudanças estatutárias prova que não houve irregularidade. Os protestos foram apenas verbais. Para o promotor, é irrelevante existir ou não questionamento sobre a lisura da assembleia.

A ação teve origem em representação do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) sobre o tema.

Autonomia da CBF

O membro do MP ainda sustenta que sua ação não fere a autonomia de uma entidade privada. “Não há autonomia para a prática de ilegalidade”, escreveu ele. Terra também explica que pretende anular um ato que feriu o Estatuto do Torcedor, o Código de Defesa do Consumidor, a Lei Pelé e a Constituição. O objetivo é fazer valer a participação do consumidor (torcedor) na gestão do esporte por meio dos clubes ao qual são associados. Toda sua argumentação leva em conta que a CBF é prestadora de serviços e que os torcedores são consumidores. Assim, o Ministério Público está no seu papel de regular essa relação.

Outro lado

Por sua vez, a confederação emitiu nota nesta segunda na qual dizia reafirmar sua absoluta convicção de que a convocação e as decisões tomadas na assembleia obedeceram a todos os procedimentos previstos em lei. “Opinião avalizada por pareceres de alguns dos juristas mais importantes deste país”. Disse ainda reiterar sua tranquilidade em relação à tramitação do processo e à decisão do poder judiciário. Até então, a entidade não tinha sido notificada sobre a ação.

Deputados cartolas fazem projeto de lei contra veto a times caloteiros

Leia o post original por Perrone

Projeto de lei de autoria de deputados cartolas, entre outros, prevê que para disputar competições nacionais os clubes não precisarão mais apresentar documentos que combatiam clubes com dívidas fiscais e salariais. Ele determina o fim da exigência de CND (Certidão Negativa de Débitos), certificado de regularidade do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e comprovação do pagamento das remunerações dos atletas.

Assinam a proposta como autores Vicente Cândido (PT-SP), diretor de assuntos internacionais da CBF, Marcus Vicente (PP-ES), vice-presidente da CBF, Andrés Sanchez (PT-SP), ex-presidente do Corinthians, José Rocha (PR-BA) e Rogério Marinho (PSDB-RN). Os dois últimos têm bom trânsito entre os dirigentes.

As medidas contra times caloteiros foram incluídas em 2015 no Estatuto do Torcedor por meio da lei 13.155, conhecida como Profut, o programa que refinanciou os débitos fiscais dos clubes. Porém, a exigência começa a valer a partir do ano que vem.

A apresentação do novo projeto aconteceu no último dia 28. Agora ele aguarda despacho do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) para seguir seu curso.

“Cinco deputados assinam o projeto, mas é uma iniciativa de clubes, federações e da CBF. Houve muito debate para chegarmos a essa conclusão. Não poder disputar as competições sem as certidões é uma punição muito rígida. O clube não vai poder jogar nenhuma divisão e terá que fechar as portas. É o mesmo que obrigar um empresário que tem dívidas a encerrar as atividades de sua empresa”, afirmou Cândido ao blog.

O argumento é semelhante ao usado na justificativa do projeto. “Lá atrás, eu defendia até a perda de pontos, mas evoluímos para esse modelo depois de muito debate e vendo o que é feito em outros países. O que é conquistado dentro de campo deve prevalecer”, completou o deputado e diretor da CBF.

Outra justificativa é de que a lei fere a autonomia das entidades esportivas de definirem os critérios para a organização de suas competições. Há uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) que discute a constitucionalidade da exigência.

Apesar de o texto do projeto excluir o trecho que falava da obrigatoriedade de comprovação de pagamento de remunerações dos atletas em dia, Cândido declarou não se lembrar de esta determinação ser excluída na mudança. Já o deputado José Rocha afirmou que precisa fazer uma consulta, pois não se lembrava de ter assinado o projeto.

A mesma proposta pede mudanças na legislação que deixarão mais claros os critérios de definição de clube formador, que são os que têm direito ao mecanismo de solidariedade da Fifa, responsável por reservar 5% dos valores envolvidos nas vendas de jogadores às agremiações envolvidas em sua formação.

Ex-dirigente corintiano indica jogador ao Palmeiras

Leia o post original por Craque Neto

Depois da lesão de Felipe Melo é quase certo que o Palmeiras precisará de mais um volante de marcação para a sequência da temporada. O interesse do executivo Alexandre Mattos era a contratação do ex-corintiano Petros, que atua no Bétis da Espanha. Mas de última hora pintou a oportunidade de repatriar outro ex-jogador do arquirrival: Bruno Henrique, que defende o Palermo da Itália. As bases foram acertadas e é quase certo o acordo. O que mais me impressionou é que a indicação para o acerto do Palmeiras com o jogador partiu de um profissional bem inusitado para a ocasião: o […]

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