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Deputados cartolas fazem projeto de lei contra veto a times caloteiros

Leia o post original por Perrone

Projeto de lei de autoria de deputados cartolas, entre outros, prevê que para disputar competições nacionais os clubes não precisarão mais apresentar documentos que combatiam clubes com dívidas fiscais e salariais. Ele determina o fim da exigência de CND (Certidão Negativa de Débitos), certificado de regularidade do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e comprovação do pagamento das remunerações dos atletas.

Assinam a proposta como autores Vicente Cândido (PT-SP), diretor de assuntos internacionais da CBF, Marcus Vicente (PP-ES), vice-presidente da CBF, Andrés Sanchez (PT-SP), ex-presidente do Corinthians, José Rocha (PR-BA) e Rogério Marinho (PSDB-RN). Os dois últimos têm bom trânsito entre os dirigentes.

As medidas contra times caloteiros foram incluídas em 2015 no Estatuto do Torcedor por meio da lei 13.155, conhecida como Profut, o programa que refinanciou os débitos fiscais dos clubes. Porém, a exigência começa a valer a partir do ano que vem.

A apresentação do novo projeto aconteceu no último dia 28. Agora ele aguarda despacho do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) para seguir seu curso.

“Cinco deputados assinam o projeto, mas é uma iniciativa de clubes, federações e da CBF. Houve muito debate para chegarmos a essa conclusão. Não poder disputar as competições sem as certidões é uma punição muito rígida. O clube não vai poder jogar nenhuma divisão e terá que fechar as portas. É o mesmo que obrigar um empresário que tem dívidas a encerrar as atividades de sua empresa”, afirmou Cândido ao blog.

O argumento é semelhante ao usado na justificativa do projeto. “Lá atrás, eu defendia até a perda de pontos, mas evoluímos para esse modelo depois de muito debate e vendo o que é feito em outros países. O que é conquistado dentro de campo deve prevalecer”, completou o deputado e diretor da CBF.

Outra justificativa é de que a lei fere a autonomia das entidades esportivas de definirem os critérios para a organização de suas competições. Há uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) que discute a constitucionalidade da exigência.

Apesar de o texto do projeto excluir o trecho que falava da obrigatoriedade de comprovação de pagamento de remunerações dos atletas em dia, Cândido declarou não se lembrar de esta determinação ser excluída na mudança. Já o deputado José Rocha afirmou que precisa fazer uma consulta, pois não se lembrava de ter assinado o projeto.

A mesma proposta pede mudanças na legislação que deixarão mais claros os critérios de definição de clube formador, que são os que têm direito ao mecanismo de solidariedade da Fifa, responsável por reservar 5% dos valores envolvidos nas vendas de jogadores às agremiações envolvidas em sua formação.

Ex-dirigente corintiano indica jogador ao Palmeiras

Leia o post original por Craque Neto

Depois da lesão de Felipe Melo é quase certo que o Palmeiras precisará de mais um volante de marcação para a sequência da temporada. O interesse do executivo Alexandre Mattos era a contratação do ex-corintiano Petros, que atua no Bétis da Espanha. Mas de última hora pintou a oportunidade de repatriar outro ex-jogador do arquirrival: Bruno Henrique, que defende o Palermo da Itália. As bases foram acertadas e é quase certo o acordo. O que mais me impressionou é que a indicação para o acerto do Palmeiras com o jogador partiu de um profissional bem inusitado para a ocasião: o […]

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De toda derrota se tira lições

Leia o post original por Craque Neto

Hoje ‘madruguei’ para acompanhar o jogo da Seleção Brasileira contra a Argentina, em mais um desses amistosos caça-níqueis que a CBF arrumou na Austrália. Pra falar a verdade fiz isso por causa do técnico Tite, que de fato revolucionou o trabalho por ali. Hoje dá gosto ver esses caras jogando bola! E o mais interessante foi notar que apesar de estar em campo com um mistão o Brasil desempenhou bem o seu papel e jogou de igual para igual com o time principal dos hermanos. Com direito a estar em campo estrelas mundiais como Messi, Di Maria, Higuaín e Dybala. […]

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Ex-poderoso da Globo volta a se reunir com clubes na CBF, mas nega projeto

Leia o post original por Perrone

Em reunião de clubes da Série A do Brasileiro na última segunda na CBF chamou atenção a presença de Marcelo Campos Pinto, ex-poderoso executivo da Globo, que era responsável pela negociação de direitos de transmissão de jogos.

A participação dele foi vista por parte dos presentes como uma demonstração de que o ex-diretor da Globo Esportes voltou a ter influência na Confederação Brasileira. Houve até quem entendesse que ele participaria do projeto de comercialização das transmissões para fora do país, mas Marcelo negou ao blog existir essa possiblidade.

Campos Pinto deixou a emissora em novembro de 2015. Na ocasião, a Globo afirmou que ele iria se aposentar, desvinculando a mudança das investigações feitas pelo FBI envolvendo, entre outros temas, a venda de direitos de transmissão de partidas.

 Ao blog, o ex-funcionário da maior emissora do país negou que tenha voltado à ativa no ramo de transmissões no futebol brasileiro. “Conheço um pessoal que está trabalhando com produção (em transmissões) e me pediu para apresentar (à CBF). Só fui lá para acompanhar esse pessoal, não estou participando de projeto nenhum de transmissões de jogos. Até cheguei na reunião depois do começo”, declarou Campos Pinto.

O principal objetivo do encontro foi discutir a comercialização das transmissões do Campeonato Brasileiro para o mercado internacional. Sem revelar o nome de quem apresentou para a CBF, Marcelo disse que são pessoas que falaram sobre como padronizar as transmissões para o exterior em nível europeu.

Indagado sobre a participação de Campos Pinto, o departamento de comunicação da CBF respondeu que ele apenas compartilhou experiências, negando o envolvimento dele na venda de direitos. Afirmou ainda que um consultor internacional também esteve presente falando de sua experiência na Europa.

Segundo a CBF, não há negociação em andamento, existindo apenas um debate sobre o projeto de internacionalização do futebol brasileiro.

De acordo com um dos presentes, o ex-diretor da Globo falou da importância de os clubes valorizarem os direitos de transmissão pela Internet e apresentou dados para sobre o aumento de audiência na rede mundial de computadores.

A punição ao Palmeiras me faz ter VERGONHA da CBF!

Leia o post original por Craque Neto

Depois de punir o Palmeiras por três partidas sem poder levar torcida sem jogos como visitante e aumentar a suspensão do volante Felipe Melo para seis jogos, fiquei indignado ao saber que a mesma Conmebol deu apenas uma partida ao Peñarol sem torcida. Atitude ridícula de uma entidade que já vem fazendo lambanças há muitos anos. Pode parecer utopia, mas tenho defendido que os clubes daqui se unam contra esses caras. Não dá mais pra aceitar toda essa palhaçada. Normalmente para privilegiar os times argentinos que quase sempre chegam nas fases finais da Libertadores. Poxa vida! Em 2013 o Corinthians […]

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CBF desfalca o Santos

Leia o post original por Odir Cunha


Há um ano e meio Lucas Lima saiu do banco de reservas e fez este bol contra a Argentina. Depois, foi muito pouco aproveitado. Por que Tite o chamou agora e o tirou do clássico contra o Palmerias?

Tite e a CBF desfalcam o Santos

Na cabeça do torcedor santista o Palmeiras está em boa fase não só por seu futebol e pela competência de sua direção, mas também pelo influente patrocínio da Crefisa. Enquanto o Santos é prejudicado a cada partida na Copa Libertadores, o coirmão alviverde teve 555444884 minutos de acréscimo até marcar o gol da vitória contra o Peñarol. Bem, não gosto de acreditar em teorias de conspiração, porém, a gente sabe que bruxas existem mesmo. Essa convocação do Lucas Lima para amistosos caça-níqueis da Seleção Brasileira, desfalcando o Santos em três partidas, uma delas justamente contra o Palmeiras, deixa a todos com a pulga atrás da orelha.

Não há justificativa para o meia do Santos, que nem está tão bem e, sabemos, não é nome da lista de Tite para a próxima Copa. Por que, então, desfalcar o Santos, um dos representantes brasileiros na pri8ncipal competição do continente?

Se, conforme os jornalistas brasileiros, Palmeiras e Flamengo têm os melhores elencos do futebol nacional, por que nenhum dos dois teve sequer um jogador convocado, enquanto o Santos teve um jogador chamado por Tite, depois deste ter tido uma reunião com Marco Polo Del Nero?

Sei que é feio pensar em teorias de conspiração, mas os santistas lembram que em 2005 o time perdeu a oportunidade de chegar à final da Libertadores depois de ter Robinho e Léo convocados para inúteis jogos caça-níqueis da Seleção.

Em 2012 as frequentes convocações de Neymar prejudicaram o Santos na Libertadores, competição da qual era o campeão e favorito ao bicampeonato. Enquanto o melhor jogador do País era continuamente chamado pelo Escrete, o alvinegro da capital não tinha nenhum convocado. Só depois que a Libertadores terminou é que o outro alvinegro passou a ter jogadores chamados.

No ano passado, além da Seleção, as Olimpíadas também enfraqueceram o Santos. O engraçado é que mesmo tendo tantos jogadores chamados para as equipes que representam o futebol brasileiro, o Santos não foi festejado pela imprensa como o dono do melhor elenco do Brasil, não teve mais jogos transmitidos pela tevê e nem qualquer flexibilidade no seu calendário.

Ou seja, o Glorioso Alvinegro Praiano continua sendo um dos clubes que mais se sacrifica pela Seleção Brasileira e, por extensão, pela CBF, mas continua padecendo da perseguição da tevê, que evita transmitir os seus jogos, e em 2017 tem sido um dos mais prejudicados pelas arbitragens. Será que isso tudo é coincidência?

Veja a lista dos 24 convocados por Tite:
Goleiros: Diego Alves (Valencia), Weverton (Atlético-PR) e Ederson (Benfica).
Zagueiros: David Luiz (Chelsea), Gil (Shandong Luneng), Jemerson (Monaco), Rodrigo Caio (São Paulo) e Thiago Silva (PSG).
Laterais: Alex Sandro (Juventus), Fagner (Corinthians), Filipe Luís (Atlético de Madrid) e Rafinha (Bayern de Munique).
Volantes: Fernandinho (Manchester City) e Paulinho (Guangzhou Evergrande).
Meias: Giuliano (Zenit), Lucas Lima (Santos), Philippe Coutinho (Liverpool), Renato Augusto (Beijing Guoan), Rodriguinho (Corinthians) e Willian (Chlesea).
Atacantes: Diego Souza (Sport), Douglas Costa (Bayern de Munique), Gabriel Jesus (Manchester City) e Taison (Shakhtar Donetsk).

Começou o Brasileiro, voltou a promoção do Dossiê

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A história do Santos em PDFs a preços simbólicos

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Aula de futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Tite, Bielsa e Capello. Eles discutiram futebol ao vivo por 4 horas, iniciativa da CBF, que nessa hora não é citada porque acertou, e a audiência é insignificante. Onde estão as pessoas que vivem de criticar, discutir futebol, analisar e dizer que querem aprender? A sede é por comentar, criticar, apontar dedo. Não por conhecimento. …

Quem são vocês pra reclamar?

Leia o post original por Rica Perrone

Na história fica a verdade e para a história fica o que vocês quiserem contar.  Um dia os clubes TIVERAM que se unir para fazer um Brasileirão e formaram nossa primeira e sonhada Liga. A Copa União de 87 foi seguramente o melhor campeonato brasileiro que já tivemos. Durante o processo político com a CBF, …

Opinião: Clubes confirmam desunião com movimento enfraquecido contra CBF

Leia o post original por Perrone

Marco Polo Del Nero deve ter soltado rojões na última sexta ao saber que apenas seis clubes compareceram à reunião em São Paulo para discutir o que fazer diante da mudança no estatuto da CBF. A alteração deu peso maior ao voto das federações em relação às agremiações, sem que os times fossem convocados para a assembleia responsável pela decisão.

Nem os paulistas apareceram no encontro, apesar de São Paulo ter sido escolhida justamente para tentar atrair os quatro grandes do Estado.

Com o baixo quórum, os dirigentes comprovaram a fama de desunidos e ainda escolheram partir para um campo de batalha no qual a confederação se sente à vontade: o Congresso Nacional.

Como mostrou o blog do Rodrigo Mattos, Flamengo, Fluminense, Bahia, Atlético-PR, Coritiba e Atlético-MG, foram os únicos a comparecer à reunião em São Paulo. Eles decidiram consultar parlamentares com quem têm proximidade para saber se a CBF descumpriu a Lei Pelé ao convocar a assembleia de mudança do estatuto sem a presença dos clubes.

Responderam com tiro de chumbinho ao disparo de canhão da CBF. E ainda escolheram instalar sua trincheira num local em que a confederação está acostumada a se articular e sair ilesa. Três CPIs estão aí para provar.

Pelo menos os seis decidiram agir. Tiveram postura melhor do que a dos que não foram e nem mandaram representantes, principalmente os paulistas. O santista Modesto Roma Júnior trabalhou na articulação de uma reunião para discutir o tema, mas estava na Europa no dia escolhido. O são-paulino Leco, candidato à reeleição, explica que tinha compromissos de campanha. O palmeirense Maurício Gagliotte não respondeu ao blog sobre a ausência por meio de sua assessoria de imprensa até a publicação deste post. E o corintiano Roberto de Andrade não foi localizado.

Seja qual for a explicação, os cartolas dos principais clubes paulistas terão de conviver com a desconfiança de que não apareceram porque estão alinhados com Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF e que já foi aceito por eles como líder em outra disputa, com a Conmebol.

Esvaziando o movimento criado para tentar encarar a CBF, os paulistas simbolizam a desunião dos clubes brasileiros, criticada por alguns cartolas, como Romildo Bolzan, do Grêmio.

Enquanto os clubes demonstram cada vez mais fragilidade, a única medida prática foi tomada por Otávio Leite (PSDB-RJ). O deputado pede que o Ministério Público tome medidas para anular a assembleia da CBF. Ele sustenta que o Profut, projeto do qual foi relator, fez alteração na Lei Pelé que obriga a confederação a convocar os times da primeira e da segunda divisão para suas assembleias.

O Profut, aliás, deu poder de voto às equipes da Série B. Antes só os clubes da elite votavam e seus votos tinham o mesmo peso das federações, maioria no colégio eleitoral. Para manter o domínio das entidades estaduais, a CBF deu peso três ao voto delas, dois ao dos times da Série A e um ao das equipes da segunda divisão. Del Nero apostou na desunião dos clubes e ganhou mais uma.