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Quem são vocês pra reclamar?

Leia o post original por Rica Perrone

Na história fica a verdade e para a história fica o que vocês quiserem contar.  Um dia os clubes TIVERAM que se unir para fazer um Brasileirão e formaram nossa primeira e sonhada Liga. A Copa União de 87 foi seguramente o melhor campeonato brasileiro que já tivemos. Durante o processo político com a CBF, …

Opinião: Clubes confirmam desunião com movimento enfraquecido contra CBF

Leia o post original por Perrone

Marco Polo Del Nero deve ter soltado rojões na última sexta ao saber que apenas seis clubes compareceram à reunião em São Paulo para discutir o que fazer diante da mudança no estatuto da CBF. A alteração deu peso maior ao voto das federações em relação às agremiações, sem que os times fossem convocados para a assembleia responsável pela decisão.

Nem os paulistas apareceram no encontro, apesar de São Paulo ter sido escolhida justamente para tentar atrair os quatro grandes do Estado.

Com o baixo quórum, os dirigentes comprovaram a fama de desunidos e ainda escolheram partir para um campo de batalha no qual a confederação se sente à vontade: o Congresso Nacional.

Como mostrou o blog do Rodrigo Mattos, Flamengo, Fluminense, Bahia, Atlético-PR, Coritiba e Atlético-MG, foram os únicos a comparecer à reunião em São Paulo. Eles decidiram consultar parlamentares com quem têm proximidade para saber se a CBF descumpriu a Lei Pelé ao convocar a assembleia de mudança do estatuto sem a presença dos clubes.

Responderam com tiro de chumbinho ao disparo de canhão da CBF. E ainda escolheram instalar sua trincheira num local em que a confederação está acostumada a se articular e sair ilesa. Três CPIs estão aí para provar.

Pelo menos os seis decidiram agir. Tiveram postura melhor do que a dos que não foram e nem mandaram representantes, principalmente os paulistas. O santista Modesto Roma Júnior trabalhou na articulação de uma reunião para discutir o tema, mas estava na Europa no dia escolhido. O são-paulino Leco, candidato à reeleição, explica que tinha compromissos de campanha. O palmeirense Maurício Gagliotte não respondeu ao blog sobre a ausência por meio de sua assessoria de imprensa até a publicação deste post. E o corintiano Roberto de Andrade não foi localizado.

Seja qual for a explicação, os cartolas dos principais clubes paulistas terão de conviver com a desconfiança de que não apareceram porque estão alinhados com Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF e que já foi aceito por eles como líder em outra disputa, com a Conmebol.

Esvaziando o movimento criado para tentar encarar a CBF, os paulistas simbolizam a desunião dos clubes brasileiros, criticada por alguns cartolas, como Romildo Bolzan, do Grêmio.

Enquanto os clubes demonstram cada vez mais fragilidade, a única medida prática foi tomada por Otávio Leite (PSDB-RJ). O deputado pede que o Ministério Público tome medidas para anular a assembleia da CBF. Ele sustenta que o Profut, projeto do qual foi relator, fez alteração na Lei Pelé que obriga a confederação a convocar os times da primeira e da segunda divisão para suas assembleias.

O Profut, aliás, deu poder de voto às equipes da Série B. Antes só os clubes da elite votavam e seus votos tinham o mesmo peso das federações, maioria no colégio eleitoral. Para manter o domínio das entidades estaduais, a CBF deu peso três ao voto delas, dois ao dos times da Série A e um ao das equipes da segunda divisão. Del Nero apostou na desunião dos clubes e ganhou mais uma.

 

Opinião: ajuda ao São Paulo e golpe em clubes mostram cartolas mais ousados

Leia o post original por Perrone

Passado o susto da operação do FBI que atingiu duramente Fifa e CBF, além de outras confederações, os cartolas brasileiros demonstram estar mais ousados após um período de timidez.

Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, e Reinaldo Carneiro Bastos, comandante da Federação Paulista, são provas disso.

Del Nero deu uma banana para os clubes, descumpriu a promessa de ampliar a participação deles na confederação, feita quando estava mais acuado pela caçada do FBI a dirigentes. Fez uma reunião sem chamar as agremiações e aumentou o peso dos votos das federações, mantendo o poder na mão delas.

 Agora, o cartola vê o Ministério Público ser acionado pelo deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ), que tenta anular a assembleia responsável por dar peso três aos votos das entidades estaduais, dois aos dos clubes da Série A e um aos da série B na eleição da CBF. Antes só votavam membros da Série A e federações com o mesmo peso, mas a nova legislação obrigou a entrada dos integrantes da segunda divisão no colégio eleitoral, que diminuiria a força das instituições estaduais. Relator do Profut, o parlamentar alega que a não convocação dos representantes dos times para a reunião é ilegal.

Parecendo querer competir com o colega, Reinaldo roubou os holofotes ao permitir dois jogos do São Paulo como mandante no Morumbi diante do Linense pelas quartas de final do Campeonato Paulista. É claro o desrespeito ao equilíbrio da competição e o favorecimento ao clube do Morumbi, apesar de o time do interior ter feito questão de jogar duas vezes como visitante alegando não ter estrutura para receber a partida e estar de olho numa arrecadação maior. O mais deprimente nesse caso é a reação favorável de  parcela da torcida são-paulina. Exemplo do condenável sentimento de que “a meu favor tudo vale”.

Com a afronta à lisura do certame, o presidente da FPF joga na lata do lixo sua tentativa de se vender como um cartola reciclado. Após anos como vice de Del Nero, ele assumiu a entidade promovendo mudanças, contratando profissionais que teriam a missão de modernizar a federação. Fez um esforço para tentar convencer a todos de que não era mais um dinossauro engravatado no futebol brasileiro. Porém, na canetada benéfica ao São Paulo, Reinaldo destroçou a campanha por uma imagem diferenciada. Comprovou ser mais do mesmo e que a FPF ainda exala um cheiro de embrulhar o estômago.

O golpe duplo no fio de esperança de novos tempos no futebol brasileiro indica que, apesar do FBI, tudo continuará igual. Se no campo as coisas forem bem, caso da seleção de Tite, a cartolagem age como se ninguém enxergasse suas atitudes retrógradas e antiéticas. Sempre foi assim e não há tira que dê jeito.

Cartolas tentam união contra CBF, mas são vistos com descrença por colegas

Leia o post original por Perrone

Dirigentes dos principais clubes do país batem cabeça na tentativa de reagir à mudança estatutária na CBF que reduziu o poder de voto deles diante das federações.

Parte dos cartolas tenta marcar reunião para decidir uma postura coletiva contra Marco Polo Del Nero, mas é vista com descrença por outros colegas. Os descrentes não enxergam capacidade de união na classe, além de entenderem que não há como fazer a entidade voltar atrás na decisão que deu peso três aos votos das federações, dois aos dos times da Série A e um aos da B. Isso sem convocar as equipes para a assembleia que definiu a alteração.

O ato foi irregular, segundo o deputado federal Otávio Leite (PSDB), porque, de acordo com sua interpretação, a Lei Pelé obriga a convocação das agremiações para as assembleias da confederação presidida por Del Nero.

No grupo de dirigentes que tentam combinar uma estratégia também existem divergências. Elas estão basicamente concentradas entre entrar com uma ação na Justiça para anular a assembleia ou fazer pressão política para tentar minar o presidente da CBF. A segunda opção é a preferida pelos que defendem uma postura firme, mas não acreditam em mudança pela via judicial.

Flamengo e Santos estão entre os clubes que tentam marcar um encontro de dirigentes para discutir o assunto. Atlético-MG e Grêmio fazem parte dos que não acreditam na capacidade dos clubes de se unirem a fim de tentar mudar a situação, embora estejam indignados com a CBF.

O gremista Romildo Bolzan, descontente com o fato de os clubes não terem sido chamados para a assembleia, avalia que era previsível que Del Nero fosse tentar mudar o estatuto para manter as federações com mais poder, mas acredita que os dirigentes não se mobilizaram para tentar impedir a manobra. Agora é tarde, na opinião dele. “Esta conversa de mudança estava correndo havia mais de um ano. Mas nós (clubes) não soubemos reagir. Antes de reclamarmos precisamos identificar nossos defeitos”, declarou Bolzan ao blog.

Para o presidente do Grêmio, mais do que uma ação pontual contra a CBF, sua classe precisa mudar a cultura de desunião que já resultou na implosão do Clube dos 13 e causou praticamente o mesmo na Primeira Liga.

Enquanto os dirigentes não se acertam, Otávio Leite, relator do Profut, lei que refinanciou a dívida fiscal dos clubes e alterou a Lei Pelé dando poder de voto na CBF também aos times da Série B, estuda como ir à Justiça para anular a assembleia. Antes da alteração na legislação só votavam times da primeira divisão e entidades estaduais, todos tinham o mesmo peso. Porém, as federações estavam em maior número no colégio eleitoral, o que assegurava mais poder a elas.

Del Nero explica, e candidato de oposição “aceita” Leco na seleção

Leia o post original por Perrone

Marco Polo Del Nero tomou providências para tentar impedir que a escolha de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, como chefe da delegação da seleção brasileira nas partidas contra Uruguai e Paraguai virasse munição da oposição na disputa eleitoral no São Paulo.

O presidente da CBF conversou com José Eduardo Mesquita Pimenta, candidato oposicionista à presidência do clube no pleito marcado para abril, e explicou os motivos que o levaram a convidar o mandatário tricolor em plena campanha para a reeleição. “A escolha não tem nada a ver com política. Fazia tempo que eu queria convidar o Leco, por merecimento. Isso foi pensado antes da campanha eleitoral. Até falei com o Pimenta e expliquei isso. Ele entendeu”, disse Del Nero ao ser indagado pelo blog sobre o assunto após entrevista coletiva do técnico Tite nesta sexta.

A oposição tem acusado Leco de usar a máquina do clube para fazer campanha, o que o dirigente nega. Mas, pelo tom adotado por Pimenta, não deve questionar se houve uma manobra de Leco para ganhar holofotes, mostrar ao eleitorado prestígio junto à CBF e posar como engenheiro da reconstrução do relacionamento entre São Paulo e confederação, turbulento na era Juvenal Juvêncio.

Além da indicação de seu presidente, o clube tricolor terá um treino da seleção em seu CT antes do jogo com o Paraguai, no próximo dia 28, na arena alvinegra. A equipe de Tite também treinará no CT do Corinthians, que terá seu estádio usado na partida.

A assessoria de imprensa de Pimenta confirmou a conversa entre Del Nero e o candidato, que entendeu que a CBF convida quem quer e que o assunto não tem influência na política são-paulina.

Vergonha no futebol paulista!

Leia o post original por Craque Neto

Hoje mais uma vez fiquei decepcionado com a situação atual do futebol do interior de São Paulo. Vi uma foto em uma rede social, postada pela esposa de um jogador do União Barbarense, onde ela diz que o marido viajou no mesmo dia de uma partida válida pela Série A-2 do Paulistão e a boleirada dormiu dentro do ônibus. É brincadeira? Lembro perfeitamente de gente da Federação Paulista e da CBF há pouco tempo dizendo que o clube que não pagasse os atletas em dia ou não desse condições de trabalho ideais seria punido. E aí? Como ver uma situação […]

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A CBF foi ingrata com Micale?

Leia o post original por Milton Neves

Rogério Micale não comanda mais as categorias de base da seleção brasileira.

O anúncio oficial foi aconteceu na tarde desta segunda-feira.

Claro, o que determinou a demissão do técnico foi a pífia campanha do escrete canarinho no Sul-Americano Sub-20.

Mas, quero saber de você, amigo internauta: a CBF foi ingrata com o técnico que conquistou o inédito ouro olímpico com a seleção brasileira?

Ou você também acha que quem arrumou o time da Olimpíada foi o Tite?

Opine!

Desempenho acima do resultado

Leia o post original por Rica Perrone

Cobra-se do futebol um melhor critério de avaliação na hora de demitir pessoas. Eu concordo, tanto concordo que acho a demissão do Micale justa. Porque ele não merecia créditos após o ouro olímpico? Não. Porque a seleção conquistou o ouro sem jogar um bom futebol.  Acontece? Sim, pra caralho, o tempo todo. A gente tem “pena” …