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Santos bate o Verdão e assusta o líder. Será o Timão, um “Cavalo Paraguaio”?

Leia o post original por Milton Neves

A caça ao Corinthians começou e neste clássico só a vitória interessava!

Não seria fácil pra ninguém e pra piorar, choveu antes, durante e depois do duelo.

Ô joguinho ruim, viu?

Mas não pela qualidade dos atletas, que esta, é acima da média. Basta ver a posição de ambos na tabela.

É que os dois times saíram no prejuízo, pois o gramado encharcado do Allianz Parque atrapalhou o jogo fluir.

No entanto, o mais prejudicado foi o Santos, que gosta de jogar com toques rápidos e de qualidade.

E nessas condições, o Palmeiras que tem um grande elenco e mais cascudo, quase levou a melhor.

Se não fosse pelo experiente Ricardo Oliveira, os dois morreriam abraçados na busca pela liderança.

Aliás, depois de conseguir este ótimo resultado, acredito que o Peixe leva este Brasileirão!

Seria o Timão, o maior “Cavalo Paraguaio” da história?

Vasco 1 x 1 Chapecoense

O Vasco mandou no jogo, abriu o placar e esteve bastante perto de ampliar.

Mas o pé dos vascaínos parecia não estar tão calibrado…

Sorte da Chape, que além de não levar o segundo tento, empatou com o gol “espírita” de Reinaldo.

Péssimo resultado para ambos, pois a “turma do desespero” está na cola dos dois!

Bahia 1 x 1 Coritiba

Tudo era esperado para este jogo, menos um doloroso empate para o Coxa.

Melhor no jogo, o Coritiba sofreu com um pênalti não marcado pelo juiz e com o inspirado Zé Rafael.

O meia do Bahia, que já merece Seleção, fez a diferença e salvou o Tricolor de Aço da derrota igual Hernanes vem salvando o São Paulo.

Mas o Coxa foi à luta e Rildo, o “Riberildo”, fez um pouco de justiça para os números do duelo.

OPNIE!!!

Timão e Tricolor podem fazer troca-troca por Walter!

Leia o post original por Craque Neto

Recebi uma informação essa semana que o São Paulo ainda busca um novo goleiro para o elenco. A ideia é que esse jogador chegue para compor o time do Tricolor para 2018. E segundo consta a diretoria tem um nome fixo em mente: o corintiano Walter. Pois é, o presidente Leco e sua turma não vão desistir de contratar o goleiro reserva de seu arquirrival, que por ali está desde 2013 tendo poucas oportunidades de titularidade. Durante o programa ‘Os Donos da Bola’ desta sexta-feira o comentarista Velloso chegou com a informação de que além do dinheiro (cerca de R$ 5,5 […]

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Entrega logo a taça

Leia o post original por Antero Greco

Joguinho feio, atuação fraca, meio arrastada, o 0 a 0 estava até de bom tamanho. Melhor voltar pra casa com outro ponto do que perder, como aconteceu no final de semana. A turma conformada em ter só um pontinho nos seis disputados no returno…

O cronômetro andando, batendo ali nos 44 minutos do segundo tempo, a turma com a língua de fora e com um pouco de frio. Bola no ataque, a defesa não corta. Ela sobra para o Clayson, que tenta se livrar do goleiro. Daí, espirra para o Jô, que estica o pé direito, só para ver que no ia dar. A gorducha rola macio em direção ao gol, dois zagueiros da Chape escorregam, na tentativa de fazer o corte. A bola mal beija a rede.

Corinthians 1 a 0, 15.ª vitória no Brasileiro, 50 pontos, dez a mais do que o Grêmio, o vice-líder, o “perseguidor”, digamos assim mais para ilustrar. Porque na prática está todo mundo longe demais do líder. E bota distância nisso.

Gol de time com aura de campeão, gol de quem vê tudo dar certo, mesmo quando pode dar errado. Gol de vento a favor, sorte, competência, esforço, garra, estrela. Do que quiser. O inegável é que, desde as primeiras rodadas se fala que “uma hora a maré muda”, e até agora ela é favorável, muito favorável, para Fábio Carille e seus rapazes.

O Corinthians foi a Santa Catarina desfalcado, com mudanças na defesa e no meio. Não fez uma apresentação boa, longe disso, e ainda correu risco de levar segunda derrota em seguida. No primeiro tempo, segurou a onda, num ritmo sonolento. No segundo, viu a Chape até melhor, em busca do resultado. Mas, ao contrário do duelo com o Vitória, não se abateu.

O tempo passou, a bola rolou, até aparecer o pé do artilheiro Jô. E goleador está em campo para decidir, mesmo que seja num lance só. Pois Jô apareceu pouco. E nesse pouco foi decisivo. É do Jô, é do jogo, é da vida.

Faltam 17 rodadas, mas pode ir lustrando a taça para ir de novo para o Parque São Jorge. Nem o cara da Coreia do Norte, aquele da bomba, segura o Timão.

Cobranças de parentes de vítimas mudam opinião sobre Chape, diz cartola

Leia o post original por Perrone

Entrevista com Rui Costa, diretor executivo de futebol da Chapecoense.

Como você analisa a reconstrução da Chape até aqui?

Cumprimos com as etapas estipuladas até aqui. Reconstruímos o departamento de futebol. A meta foi alcançada no Campeonato Catarinense com o bicampeonato. Tivemos uma participação mais do que digna na Libertadores. O time estava classificado e foi eliminado por uma manobra. A Chapecoense estava classificada e começou a virar um grande inconveniente, porque ninguém esperava, mas essa é uma outra história. A Copa Sul-Americana está aberta. Tínhamos um compromisso moral (jogar na Espanha em meio ao Brasileiro) com o Barcelona, único clube que nos deu apoio financeiro, associou sua marca à nossa e isso deu um retorno incrível. Só ficamos no Z4 quando estávamos com um jogo a menos. Agora, se ganharmos do Corinthians (nesta quarta), o que já se provou que não é impossível, o resultado vai nos remeter ao que queremos (se afastar da zona de rebaixamento). Permanecer na Série A é nossa meta. Num ano difícil para o clube a meta é terminar o Brasileiro de maneira digna. Se vencermos o Corinthians, vamos nos encaminhar bem para terminar o campeonato de maneira digna.

Então, o jogo com o Corinthians é chave para o planejamento de vocês?

Não. O momento chave era contra o Palmeiras porque estávamos voltando de uma viagem desgastante (para Europa e Japão) e logo enfrentando o adversário que talvez tenha o melhor elenco da América Latina. Uma derrota poderia consolidar nossa posição no Z4, seria a segunda derrota seguida na competição  e sofreríamos muita pressão externa. Mas ganhamos (por 2 a 0). Agora, o jogo do Corinthians é a chance de confirmação do que podemos fazer. Já empatamos com eles fora de casa. Então podemos confirmar que somos capazes de conseguir um bom resultado no nosso estádio. Já ganhamos do São Paulo, ganhamos do Palmeiras duas vezes. Vamos ter uma chance contra o Corinthians de confirmar essa capacidade. Se ganharmos vamos nos distanciar do grupo de baixo e mandar um recado pra muita gente, mas o momento chave foi contra o Palmeiras.

Bons resultados contra times paulistas é só coincidência?

Vejo isso como uma forma de ilustrar que nosso trabalho tem consistência. Jogamos bem contra adversários do Estado que talvez tenha o melhor futebol do Brasil. Todos têm uma grande estrutura. Se ganhamos do Palmeiras fora, podemos buscar o melhor contra o Corinthians. Esse é o grande recado para os atletas.

O fato de o Corinthians ter perdido seu último jogo para o Vitória, que também luta contra o rebaixamento, pode de alguma forma ajudar a Chape?

Não. O Corinthians é um time que tem muito a cara do seu treinador, respeita seus adversários e até as limitações que têm. É líder mas tem limitações. O que mais chama atenção é que os atletas são abnegados, têm comprometimento tático. Eles jogam assim contra todos adversários e não vão desconsiderar o jogo (em Chapecó).

Esportivamente, foi ruim para a Chapecoense ir jogar com o Barcelona, por causa do desgaste?

Foi cansativo, mas foi muito importante para os jogadores, para o clube e para mim mesmo, pelo conhecimento que adquirimos. Ninguém foi lá a passeio. Desportivamente foi impressionante. Você olhava para o lado e o Messi estava a metros de um jogador meu da base.

Qual episódio com o Messi que mais marcou?

A gentileza e a generosidade dele. Foi ao contrário daquela imagem de que ele é quase alheio às coisas. A maneira como ele foi extremamente generoso com todos do nosso time foi o ponto alto. O lado humano pesou muito.

Ter São Paulo e Vasco lutando também contra o rebaixamento preocupa?

Sim. Eles não são da turma de baixo. Vão fazer todos os esforços para sair de lá e isso nos pressiona.

Existe na Chapecoense alguém arrependido por não ter aceitado aquela tese de alguns clubes que defendiam que o time não fosse rebaixado mesmo se ficasse entre os quatro últimos para poder se recuperar melhor da tragédia?

Mesmo nos momentos mais difíceis ninguém mencionou que seria melhor ter essa blindagem. O povo de Chapecó tem a luta em seu DNA. Não lutar (para evitar a queda) seria se apequenar. Hoje (em Chapecó), a gente é cobrado, criticado, como qualquer time. Não queremos que o clube seja coitadinho, queremos que seja o clube reconstruído.

O fato de familiares das vítimas reclamarem do tratamento que recebem do clube, cobrarem indenizações e fazerem outras críticas tem feito a Chapecoense ser hostilizada por onde passa?

Ainda não. Pode ser que aconteça. Há uma reversão de imagem. Era o clube mais querido, o que tinha mais sofrido. A partir do momento e quem versões foram colocadas, elas começaram a ganhar força. A gente lá no vestiário percebe que há uma imagem um pouco diferente da Chapecoense hoje. Se isso vai aumentar, eu não sei. Sempre que temos alguma conquista aprecem matérias das famílias (fazendo cobrança), como se estivéssemos usurpando alguma coisa, fazendo desaforo para as famílias. Não falo como dirigente, representando o clube, mas a minha opinião pessoal é que as coisas vão melhorar se os dois lados estiverem juntos.

O deputado federal Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, disse que ‘todo mundo sabe por que  Vágner Mancini saiu da Chapecoense, as coisas que ele fez,  e tudo que rola por trás disso’. Existe algo nebuloso na demissão do Mancini (hoje treinador do Vitória)?

Não teve nada nebuloso. Não sei o que o Sanchez quis dizer, mas não teve nenhuma situação excepcional, nada não revelável, nada de quebra de confiança. Ele saiu da Chapecoense pela porta da frente. Não posso fazer nenhum comentário que não seja para ressaltar a importância do trabalho dele para o clube, não tenho nenhum reparo na questão pessoal para fazer. Ele saiu porque o ciclo se encerrou, o que é normal no futebol.

‘Donos’ acompanha os preparativos para Timão x Chapecoense

Leia o post original por Craque Neto

Por conta da agenda da Chape, o jogo contra o Corinthians foi adiado e será realizado nesta quarta-feira (23). O repórter Gustavo Berton mostra os preparativos e acompanha o Timão em Chapecó.

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‘Fico’ de Cuca mantém ipasse na situação de Felipe Melo

Leia o post original por Perrone

A declaração de Cuca sobre ficar no Palmeiras “até o fim”, dada após a derrota para a Chapecoense, no último domingo (20), mantém o impasse na situação do volante Felipe Melo. Membro do estafe do jogador afirma ter recebido sinalização na semana passada de que o treinador poderia deixar o clube e o jogador ser reintegrado imediatamente. Oficialmente, no entanto, a diretoria palmeirense nunca admitiu a possibilidade de saída do técnico.

Havia entre conselheiros do clube a expectativa de que o técnico pedisse demissão em caso de novo resultado negativo, o que Cuca contrariou após a partida no Allianz Parque.

O estafe de Melo, afastado pelo técnico, deixou claro para o Palmeiras não ter interesse em atrelar a situação do jogador ao futuro do treinador, buscando uma solução independente. Mas, como não houve solução para o imbróglio, a eventual saída do comandante provavelmente culminaria com a reintegração do volante.

Com Cuca mostrando interesse em ficar e nenhum sinal público da diretoria alviverde em demitir o técnico, a semana começa para Melo na mesma. Ele segue separado dos demais e sem acordo fechado para sua saída.

O desejo do jogador é receber pelo menos parte do dinheiro a que teria direito até o final de seu contrato, em 2019, para rescindir o compromisso amigavelmente. Caso isso não aconteça, ele pode entrar na Justiça do trabalho para pedir a rescisão e o pagamento de tudo o que tem a receber. Alegaria que o clube descumpriu o contrato e o assediou moralmente ao não deixar o volante treinar com os companheiros. A alegação é a de que ele não tem recebido as mesmas condições para trabalhar que os colegas.

Por sua vez, o Palmeiras nega ter cometido irregularidades.

Quanto mais tempo o jogador treina separadamente dos colegas, em tese, ele tem mais argumentos para alegar o assédio moral. Isso porque a Justiça leva em repetição da conduta por parte do empregador.

 

 

O Palmeiras virou sucata

Leia o post original por Antero Greco

Impressionante a rapidez com que o Palmeiras se esfarelou nesta temporada. Começou o ano como o adversário temido e a ser batido, como o bicho-papão do mercado, o clube deitado na grana. Campeão brasileiro de 2016, com pretensões de ganhar tudo e mais um pouco.

Não terminou o oitavo mês e é um amontoado de escombros. Vários jogadores contratados a peso de ouro não vingaram, um técnico foi mandado embora e outro voltou nos braços do povo para… entortar ainda mais o que já não estava bom.

Inacreditável como o Palmeiras e Cuca regrediram! Não dá para supor que essa mesma equipe vibrante e segura do ano passado e que o mesmo treinador inquieto e firme de então, perderam o rumo, não sabe para onde ir. E, com isso, afundam. Paulista, Copa do Brasil, Libertadores e agora, mais do que nunca, Brasileiro bateram asas.

O que se viu no início da noite deste domingo no Allianz Parque foi um festival de horrores. A pior apresentação alviverde (paulista) de 2017. O Palmeiras foi péssimo, apático, desconjuntado, anêmico, sonolento do início ao fim do duelo com a Chapecoense.

Perdeu por 2 a 0 porque o time catarinense estava cansado da viagem à Europa e ao Japão. Caso contrário, poderia ter levado uma surra mais constrangedora. Como se não fosse vergonhoso passar um jogo inteiro na base de chuveirinhos, laterais cobrados para a área e chutes a gol de nível dente de leite. A Chape é que viajou 30 e tantas horas, chegou anteontem e… o Palmeiras é que teve jet lag. O fuso horário palestrino estava invertido.

Cuca mexeu no time, depois de uma semana de treinos (!), veio com a enésima formação desde que retornou ao clube e.. nada. Não se viu absolutamente nada de diferente. Quer dizer, o tempo livre para aprimorar, ensaiar, corrigir parece que estragou mais a equipe.

Difícil achar alguém que tenha se salvado. Prass? Talvez. A zaga? Ninguém sobressaiu. Luan se mostra aquém daquele do Vasco, Michel Bastos não disse ao que veio. No meio, o valente Thiago Santos desta vez ficou perdido; entrou Tchê Tchê e ficou na mesma. Roger Guedes e Willian nem se notavam em campo. Deyverson é apenas um…Deyverson.

Guerra, coitado, sumiu no meio de tanto desempenho fraco. Keno e Borja apareceram no segundo tempo e mal pegaram na bola. Não houve transição entre defesa, meio e ataque. Não houve trocas de passes, zero de tabelas, raras as triangulações, ridículos os arremates.

E a Chape? Só no toque, na espera, na calma para dar o bote. E lhe bastaram dois para resolver a questão, sair da zona de rebaixamento e voltar para casa e descansar. Na quarta-feira, tem o Corinthians pela frente.

E o Palmeiras? O Palmeiras de quem se esperava tanto virou sucata.