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Flamengo e a namoradinha fiel

Leia o post original por Rica Perrone

Eu entendo todos os motivos do Rueda.  Fosse ele, também manteria a possível ex e esperaria o acerto com a nova.  É cômodo, quem nunca?

A culpa dessa facilidade é sempre da atual. Na cara dela, flertando com outra, mesmo que seja outra de nível considerável que cause mais ciúmes do que raiva. Ainda assim, é outra.

Ela pode dar um basta, pode blefar, só não pode assistir.

Enquanto ele vai na academia pra emagrecer pra próxima, ela engorda depressiva pelo que está passando.  E se resolver não partir, ela ainda entenderá como uma vitória e o tratará como troféu.

O Flamengo não pode brincar de ser a namoradinha atual a um mês de começar uma Libertadores, uma temporada promissora, etc.  A montagem do elenco passa por comissão técnica, os princípios de jogo e planejamento físico idem.

É fundamental a decisão do Rueda.

Ele pode sair. Mas não pode deixar prejuízo.  Hoje, a indecisão dele já representa esse prejuízo.  Mas a culpa não é dele, qualquer um faria o que ele está fazendo.

A culpa é “dela”, que está deixando e sofrendo de amor.

O Flamengo está prestes a tomar um pé na bunda. Está esperando pra ver se ele fica, como quem depende daquela relação. E se sair hoje, com o ano começado, planejamento determinado, mercado já tendo comprado e vendido as principais peças do jogo…  É porque ficou sem e ainda ficou grávida.

abs,
RicaPerrone

E você, quer a Argentina dentro ou fora da Copa?

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Alejandro Pagni/AFP (via UOL)

É hoje, meus amigos, a tão aguardada última rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018.

O Brasil, que começou a disputa dando muitos sustos em seus torcedores, chega ao último jogo mais tranquilo que água de poço.

Com o primeiro lugar garantido há tempos, graças ao ótimo trabalho de Tite, o escrete canarinho recebe o ameaçado Chile no Allianz Parque, a arena mais bonita do Brasil.

Por conta da necessidade dos visitantes e da qualidade de Neymar e cia., esse jogo está com cheirinho de empate…

Resultado que praticamente garante ao Chile pelo menos uma vaga na repescagem.

Agora, o confronto mais aguardado mesmo é o da Argentina contra o já eliminado Equador.

Na altitude de Quito, os nossos hermanos só podem pensar na vitória!

Um empate até pode classificá-los, mas é muito arriscado.

Afinal, dependeria de uma combinação de resultados também nos jogos Paraguai x Venezuela e Peru x Colômbia.

E, se a alviceleste ficar de fora da Copa, será castigo dos deuses da bola quase 40 anos após o indecente Argentina 6 x 0 Peru, na Copa de 78.

CLIQUE AQUI, LEIA “ARGENTINA: O CASTIGO 40 ANOS DEPOIS” E OUÇA O PERUANO OBLITAS COMENTANDO A MARMELADA DE 78

CLIQUE AQUI E OUÇA ROJAS FAZENDO UMA DECLARAÇÃO BOMBÁSTICA SOBRE ARGENTINA 6 X 0 PERU EM 1978

Mas, e você, amigo internauta?

Está no time dos que gostam da seleção argentina e torcerá por uma vitória do time de Messi diante do Peru?

Ou acha que “seleção argentina boa é seleção argentina eliminada”?

Opine!

Messi é gênio. É o cara que leva a Argentina para as finais. Sem ele o time é bem comum

Leia o post original por Nilson Cesar

Messi disse que não joga mais pela seleção Argentina. Sem ele o time é bem comum. Nada de excepcional. Entendo que a Argentina só vêm alcançando as finais por ter Messi no time. Sem ele nem as finais irá chegar. Para o bem do futebol espero que Messi mude de ideia. Tomara que não fique a última imagem do craque argentino chutando o pênalti para a lua. Espero ver Messi na próxima Copa do mundo com a camisa da Argentina. Sem ele na Russia o futebol ficará muito mais pobre. Parabéns ao Chile. Em 120 minutos a Argentina não teve a competência para decidir o jogo. Portanto, nada a reclamar. Título justo.

Incrível fila argentina

Leia o post original por Flavio Prado

Mais uma vez a Argentina não conseguiu o título que tanto persegue. Pelo terceiro ano consecutivo a Argentina disputa uma final e não ganha.

Durante a Copa América Centenário, a Argentina foi a melhor seleção, sobrou em praticamente todos os jogos. Messi fez uma grande competição, talvez a melhor pela seleção.

Na decisão por pênaltis, Messi perdeu sua cobrança, logo depois do erro do craque chileno Vidal. Um dos maiores jogadores da história não consegue vencer por sua seleção.

A Argentina está chegando perto, faz por merecer um título, Messi merece. Será que tem uma grande conquista reservada para essa geração?

Mudanças de Argentina e Chile

Leia o post original por Flavio Prado

NELSON ALMEIDA/AFP
NELSON ALMEIDA/AFP

Neste domingo, Argentina e Chile repetem a final da Copa América 2015, mas com mudanças importantes.

Logo de cara, já podemos apontar o local como uma diferença importante em relação ao ano passado. O Chile decidiu a Copa América em casa e conquistou seu primeiro título. O ambiente era totalmente favorável aos chilenos, que aproveitaram muito bem este fator somado ao bom time comandado por Sampaoli.

O técnico é outro fator. Sampaoli seguiu a mesma linha de trabalho implantada por Marcelo Bielsa na seleção chilena. De coadjuvante, o Chile virou protagonista no continente. O time de Sampaoli queria a bola, tinha a iniciativa e tentava ditar o ritmo de todos os jogos, independente do adversário. Sampaoli saiu, chegou Pizzi. Os melhores momentos do atual Chile, foram nos contra-ataques, o massacre contra o México de Osório foi construído desta forma.

A Argentina evoluiu. Tata Martino está no segundo ano de trabalho. Martino tem um estilo de trabalho muito diferente de Sabella, vice-campeão do mundo em 2014. No Mundial do Brasil, a Argentina usava muito o contra-ataque, com a defesa bem postada e com liberdade para Messi. Martino prefere a posse de bola, busca o protagonismo do jogo e o trabalho evoluiu no último ano.

Messi é um grande diferencial. O desempenho do craque na atual edição, está muito melhor do que na competição do ano passado. A Argentina chega como favorita, em 2015 o equilíbrio era maior e talvez até com pequeno favoritismo chileno pelo fator casa.

Espero um ótimo jogo, mas desta vez a bola deve ser argentina e os chilenos devem buscar a velocidade com Sanchez.

Risco calculado?

Leia o post original por Rica Perrone

Quando treinador do Inter, peguei “birra” do Aguirre num jogo da Libertadores que ele chamou o adversário pra sua área até tomar o gol. Longe de querer condena-lo da mesma forma por uma contusão como a do Dátolo, mas a entrada do Urso transformou uma linha de 3 mais ofensiva do que defensiva em dois …

Isto é Brasil hoje

Leia o post original por Antero Greco

O amigo ficou aborrecido com a derrota do Brasil para o Chile, na noite desta quinta-feira? Talvez, sim, pelo que resta de amor à seleção da CBF. Mas não creio que tenha sido pego de surpresa, com os 2 a 0 para os atuais campeões da América. O tropeço, na largada das Eliminatórias para a Copa de 2018, não era alternativa fora de propósito.

E por que não foi coisa de outro mundo? Porque o estágio atual da seleção é esse que se viu no Estádio Nacional, em Santiago. Ou seja, limitado, tacanho, pobre. Não por culpa de Dunga, embora como chefe tenha de aguentar o tranco e assumir responsabilidade. Era assim já com o próprio Dunga, no período de 2006 a 2010, e foi assim também com Mano Menezes e com Felipão.

O Brasil vive longo jejum de astros, uma entressafra mais persistente e incômoda do que a seca no sistema Cantareira, em São Paulo. Noves fora Neymar, não há por aqui abundância de craques, de gente que resolva, que chame para si um jogo complicado e o resolva.

Aliás, nem o astro do Barcelona consegue fazer isso com regularidade. Ele campo representa mais criatividade e não necessariamente vitória. Sem ele, como ocorreu agora, daí que a seleção vira um time como qualquer outro que a gente vê por aí.

Não foi diferente contra os chilenos. Dunga armou uma equipe certinha e nada além disso. Um grupo que cuidou de não tomar gol para garantir empate ou, quem sabe?, vitória em contragolpe. Falhou tanto numa como noutra alternativa.

Sim, falhou porque levou os dois gols, não importa se próximo do fim do jogo. Levou os gols, perdeu. Também pecou porque até teve chances para abrir vantagem, sem que houvesse qualidade no último passo ou nas finalizações. Não fez bem nem uma coisa nem outra.

A defesa foi normal e sem destaque. O meio-campo não brilhou, pois não tem um maestro, o sujeito que diz assim: “Agora é comigo”. Oscar? Willian? Elias? Nenhum deles tem estofo para isso. O ataque ficou vendido, mesmo com o empenho de Douglas Costa e os chutes de Hulk.

Meu amigo, se ligue porque assim será até 2018. Apesar de tudo, mantenho esperança na classificação. Que, pelo visto, será sofrida.