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Ex-poderoso da Globo volta a se reunir com clubes na CBF, mas nega projeto

Leia o post original por Perrone

Em reunião de clubes da Série A do Brasileiro na última segunda na CBF chamou atenção a presença de Marcelo Campos Pinto, ex-poderoso executivo da Globo, que era responsável pela negociação de direitos de transmissão de jogos.

A participação dele foi vista por parte dos presentes como uma demonstração de que o ex-diretor da Globo Esportes voltou a ter influência na Confederação Brasileira. Houve até quem entendesse que ele participaria do projeto de comercialização das transmissões para fora do país, mas Marcelo negou ao blog existir essa possiblidade.

Campos Pinto deixou a emissora em novembro de 2015. Na ocasião, a Globo afirmou que ele iria se aposentar, desvinculando a mudança das investigações feitas pelo FBI envolvendo, entre outros temas, a venda de direitos de transmissão de partidas.

 Ao blog, o ex-funcionário da maior emissora do país negou que tenha voltado à ativa no ramo de transmissões no futebol brasileiro. “Conheço um pessoal que está trabalhando com produção (em transmissões) e me pediu para apresentar (à CBF). Só fui lá para acompanhar esse pessoal, não estou participando de projeto nenhum de transmissões de jogos. Até cheguei na reunião depois do começo”, declarou Campos Pinto.

O principal objetivo do encontro foi discutir a comercialização das transmissões do Campeonato Brasileiro para o mercado internacional. Sem revelar o nome de quem apresentou para a CBF, Marcelo disse que são pessoas que falaram sobre como padronizar as transmissões para o exterior em nível europeu.

Indagado sobre a participação de Campos Pinto, o departamento de comunicação da CBF respondeu que ele apenas compartilhou experiências, negando o envolvimento dele na venda de direitos. Afirmou ainda que um consultor internacional também esteve presente falando de sua experiência na Europa.

Segundo a CBF, não há negociação em andamento, existindo apenas um debate sobre o projeto de internacionalização do futebol brasileiro.

De acordo com um dos presentes, o ex-diretor da Globo falou da importância de os clubes valorizarem os direitos de transmissão pela Internet e apresentou dados para sobre o aumento de audiência na rede mundial de computadores.

Quem são vocês pra reclamar?

Leia o post original por Rica Perrone

Na história fica a verdade e para a história fica o que vocês quiserem contar.  Um dia os clubes TIVERAM que se unir para fazer um Brasileirão e formaram nossa primeira e sonhada Liga. A Copa União de 87 foi seguramente o melhor campeonato brasileiro que já tivemos. Durante o processo político com a CBF, …

Opinião: Clubes confirmam desunião com movimento enfraquecido contra CBF

Leia o post original por Perrone

Marco Polo Del Nero deve ter soltado rojões na última sexta ao saber que apenas seis clubes compareceram à reunião em São Paulo para discutir o que fazer diante da mudança no estatuto da CBF. A alteração deu peso maior ao voto das federações em relação às agremiações, sem que os times fossem convocados para a assembleia responsável pela decisão.

Nem os paulistas apareceram no encontro, apesar de São Paulo ter sido escolhida justamente para tentar atrair os quatro grandes do Estado.

Com o baixo quórum, os dirigentes comprovaram a fama de desunidos e ainda escolheram partir para um campo de batalha no qual a confederação se sente à vontade: o Congresso Nacional.

Como mostrou o blog do Rodrigo Mattos, Flamengo, Fluminense, Bahia, Atlético-PR, Coritiba e Atlético-MG, foram os únicos a comparecer à reunião em São Paulo. Eles decidiram consultar parlamentares com quem têm proximidade para saber se a CBF descumpriu a Lei Pelé ao convocar a assembleia de mudança do estatuto sem a presença dos clubes.

Responderam com tiro de chumbinho ao disparo de canhão da CBF. E ainda escolheram instalar sua trincheira num local em que a confederação está acostumada a se articular e sair ilesa. Três CPIs estão aí para provar.

Pelo menos os seis decidiram agir. Tiveram postura melhor do que a dos que não foram e nem mandaram representantes, principalmente os paulistas. O santista Modesto Roma Júnior trabalhou na articulação de uma reunião para discutir o tema, mas estava na Europa no dia escolhido. O são-paulino Leco, candidato à reeleição, explica que tinha compromissos de campanha. O palmeirense Maurício Gagliotte não respondeu ao blog sobre a ausência por meio de sua assessoria de imprensa até a publicação deste post. E o corintiano Roberto de Andrade não foi localizado.

Seja qual for a explicação, os cartolas dos principais clubes paulistas terão de conviver com a desconfiança de que não apareceram porque estão alinhados com Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF e que já foi aceito por eles como líder em outra disputa, com a Conmebol.

Esvaziando o movimento criado para tentar encarar a CBF, os paulistas simbolizam a desunião dos clubes brasileiros, criticada por alguns cartolas, como Romildo Bolzan, do Grêmio.

Enquanto os clubes demonstram cada vez mais fragilidade, a única medida prática foi tomada por Otávio Leite (PSDB-RJ). O deputado pede que o Ministério Público tome medidas para anular a assembleia da CBF. Ele sustenta que o Profut, projeto do qual foi relator, fez alteração na Lei Pelé que obriga a confederação a convocar os times da primeira e da segunda divisão para suas assembleias.

O Profut, aliás, deu poder de voto às equipes da Série B. Antes só os clubes da elite votavam e seus votos tinham o mesmo peso das federações, maioria no colégio eleitoral. Para manter o domínio das entidades estaduais, a CBF deu peso três ao voto delas, dois ao dos times da Série A e um ao das equipes da segunda divisão. Del Nero apostou na desunião dos clubes e ganhou mais uma.

 

O perrengue é fundamental

Leia o post original por Rica Perrone

Ontem estive no Fluminense. Mário Bittencourt lançou a candidatura dele a presidente e e fui abraçar o amigo neste dia especial pra ele. Antes de qualquer coisa, quero registrar que sequer conheço os candidatos do Fluminense, não estou nem aí pra disputa eleitoral, e me senti sim na “obrigação” de prestigiar um amigo. Portanto, se você …

Enfim, Globo ganha concorrência no futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Uma vez o SBT disse que tentaria, outra a Record. Na real nenhuma tv brasileira aberta tem cacife e argumentos para conseguir competir com a Globo diante dos clubes. Mesmo que o dinheiro seja até próximo, a visibilidade seria imensamente inferior. O problema é que desde que as cotas passaram a ser negociadas individualmente, o […]

Clubes e entidades do futebol precisam de dirigentes profissionais.

Leia o post original por Nilson Cesar

Sou totalmente favorável a profissionalizar pra valer a direção das entidades que dirigem o futebol brasileiro e também os clubes. Acabou aquela história de que o cara é abnegado e vai se dedicar ao esporte e ao  clube que ama. Isso é conversa mole para boi dormir. Hoje o futebol é um dos maiores negócios do mundo e precisa transparência e fiscalização de verdade. Acho que isso traria muitos benefícios ao futebol se ocorresse. O problema é que a resistência será enorme para que isso ocorra. Presidente da Fifa suspenso, ex presidente da CBF está preso , presidentes de clubes acusados, enfim o momento é de mudança. Clubes e entidades sem transparência não podem ser aceitos mais. Vamos aguardar e rezar.

Quem revela mais?

Leia o post original por Rica Perrone

É uma pergunta difícil, embora bem comum. Os times pequenos que tinham essa função perderam espaço para os clube/empresários e para os esquemas de propina que impedem o talento de entrar num time sem ter que pagar um dirigente qualquer. Nem todos trabalham desta forma. Pelo contrário. A minoria queima a imagem da maioria que […]

Usar apelido para falar de arenas pode ser proibido por lei. Saiba como.

Leia o post original por Perrone

 

Você fica irritado quando alguém chama a arena de seu time pelo apelido, ignorando o nome usado pelo clube? Seu problema pode acabar. Isso porque uma das 181 emendas apresentadas para a Medida Provisória que refinancia as dívidas fiscais dos clubes toca nesse ponto. Ela  prevê que meios de comunicação sejam obrigados a usar o nome escolhido pelas equipes para as arenas.

Mas se o que tira você do sério é o excesso de jogos de Corinthians e Flamengo na TV aberta, também há esperança. Uma das ideias sugeridas é de que as detentoras dos direitos de transmissão para a TV aberta não possam gastar mais do que 10% das transmissões ao vivo de um campeonato com a mesma equipe. Essa emenda também muda os critérios de divisão das cotas de TV para diminuir a vantagem financeira de Corinthians e Flamengos sobre os rivais.

Há ainda proposta que derruba a limitação de dois mandatos de quatro anos para os presidentes dos clubes que aderirem ao refinanciamento e a obrigatoriedade de que eles só disputem competições de entidades que adotem a mesma rotatividade no poder.

As emendas serão debatidas na Câmara e no Senado. As que forem aprovadas vão ser incorporadas pela Medida Provisória assinada por Dilma Rousseff, que tem 120 dias a partir de sua publicação para ser transformada em lei pelo Congresso Nacional e passar pelo crivo da presidente. Caso não haja aprovação no Congresso, a MP perde a validade.

Conheça 12 emendas apresentadas.

Nome das arenas – O deputado Laércio Oliveira (SD-SE) sugere que as empresas autorizadas a captar, transmitir ou reproduzir imagens dos jogos fiquem obrigadas a respeitar os nomes oficiais de times, campeonatos e praças esportivas (no caso do futebol, os estádios). “O nome da praça esportiva será aquele informado pelo responsável pela administração”, determina o texto. Ele deixa claro que a denominação pode ser o nome de um patrocinador, mas não esclarece a punição para quem não cumprir a regra. Essa emenda deve soar como música para o deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP), que perde a linha quando ouve alguém chamar o estádio do Corinthians de Itaquerão.

Cotas de TV – O deputado Mendonça Filho (DEM-PE) pede que a venda dos direitos de transmissão dos campeonatos seja feita de forma coletiva e unificada por meio de uma entidade que represente todos os participantes. Ele vai além e diz como deve ser a divisão do dinheiro pago pela TV aberta: 50% do total será repartido igualmente, 25% de acordo com a classificação na temporada anterior e os 25% restantes conforme a média de audiência no último campeonato disputado. Ele quer ainda que as emissoras de TV aberta sejam proibidas de dedicar mais de 10% do total de transmissão ao vivo num campeonato para a mesma equipe. A emenda ainda prevê que os contratos com as emissoras sejam publicados nos sites das entidades que administram as competições. Em sua justificativa, o deputado cita que alguns clubes recebem da Globo apenas 20,5% do que ganham Corinthians e Flamengo.

Rebaixamento – O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) apresentou emenda que retira da MP o trecho sobre os clubes que aderirem ao refinanciamento só poderem participar de competições que estabeleçam rebaixamento para quem descumprir contrapartidas como pagar salários em dia. Entre outros motivos, ele afirma que rebaixar o time seria punir a torcida, não o dirigente.

Limitação de reeleição – O texto da MP assinada por Dilma diz que os clubes que refinanciarem suas dívidas precisarão impor o limite de dois mandatos de quatro anos cada a seus presidentes. E determina eles que só poderão disputar competições de federações ou da confederação que seguir essa regra. Mas o deputado André Moura (PSC-SE) apresentou emenda que retira essa limitação. Sua sugestão é para que as entidades sejam obrigadas apenas a estabelecer no seu estatuto o período de mandato de seus presidentes, o que já é feito normalmente. Ele justifica a proposta dizendo ser razoável que as entidades determinem o tempo de mandato de seus dirigentes.

Diplomados – O ex-árbitro e deputado federal Evandro Rogério Roman (PSD-PR) apresentou emenda que obriga os clubes participantes do refinanciamento a terem todos os seus atletas com diploma de curso superior ou estudando em qualquer nível.

Cachê – Outra emenda de Roman prevê que 5% do dinheiro pago pelas emissoras de TV para transmitir os jogos sejam repassados aos árbitros.

Fiscalização – Emenda do deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) estabelece que o TCU (Tribunal de Contas da União) fiscalize todos os clubes que aderirem ao refinanciamento.

Mais barato – O deputado federal e ex-ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior (PC do B-SP), pede que 10% dos ingressos disponíveis para partidas ou provas sejam vendidos a preços populares. A emenda, porém, não diz como será a definição do valor dessas entradas.

Atletas – A MP estipula a participação de atletas nos colegiados de direção das entidades esportivas e nos colégios eleitorais delas. Mas não foi definida em que quantidade. Emenda do ex-goleiro e deputado federal Danrlei (PSD-RS) prevê que eles terão direito a 10% das vagas. O Bom Senso FC quer o dobro de participação.

De volta ao passado – O deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ) sugere em uma de suas emendas que a MP seja integralmente substituída pela lei que ele relatou e não emplacou no Congresso.

Punição – Se ficar comprovado em processo administrativo ou criminal que houve gestão irregular ou temerária, o dirigente será proibido de ocupar cargos ou desempenhar funções em entidades esportivas por 30 anos. É o que prevê emenda do deputado Heráclito Fortes (PSB-PI).

Cadeia – Em outra emenda, Fortes institui pena de reclusão de 4 a 12 anos para os dirigentes que forem condenados criminalmente por gestão temerária ou irregular. A pena aumenta em dois terços se, por causa dos atos do cartola, o clube tiver sido rebaixado ou eliminado de competição.

Tudo parado

Leia o post original por Pedro Ernesto

Assistia a uma entrevista do meia Kaká, que está de saída para o futebol norte-americano, e concordei com a maioria das opiniões que ele deu. Kaká observa que o futebol brasileiro está parado no tempo e no espaço. Imaginem que a CBF é governada por José Maria Marin e, a partir de abril, será por Marco Polo del Nero. Se o amigo leitor conhece, minimamente, essas figuras, não espera por grandes alterações. Eles se repetem e conseguem ser piores até do que Ricardo Teixeira, aquele que se mandou do país para não ser preso. Jogamos um Brasileirão de 38 cansativas rodadas.

Os clubes reclamam da Rede Globo como se ela fosse o problema do futebol. Não se acertam na partilha e decidem reclamar da emissora. Não são capazes de sentar à mesa e chegar ao senso comum. Os dirigentes fazem dividas astronômicas. Depois, pegam o boné e deixam o problema para os sucessores. A Seleção joga nas datas Fifa, mas os campeonatos não param. Clubes são prejudicados por convocações em momentos decisivos. Alguém quer liderar um processo de reclamações para melhor? Não, não aparece ninguém. Enquanto isso, o futebol estaciona na sua mediocridade.

No campo

Mesmo fenômeno se pode observar dentro de campo. Tivemos um ano em que a Seleção Brasileira protagonizou o maior fiasco da história. Fomos para a Copa com amontoado de jogadores, que se dividiram do jeito que quiseram em campo.

Era tudo, menos um time. No Brasileirão tivemos, possivelmente, a pior disputa de todos. Tirando os dois mineiros, quase nada sobrou. Nossos técnicos estão milionários, são vedetes. Acham que sabem tudo, mas pouca coisa se vê de novidade ou de interessante no futebol brasileiro.

Arquibancadas

Ganhamos muitas Arenas com a Copa, mas ainda não sabemos utilizá-las. A OAS quebrou a cara e perdeu milhões com três delas. Tanto que entrega a do Grêmio quase de graça para não perder mais. Os outros que se meteram nesse negócio não sabem como fazer dar dinheiro e, logo, teremos estádios monumentais às traças. Ainda nas arquibancadas, o que muito se observa são torcidas organizadas protagonizando selvagerias, com brigas, confrontos e tudo que não presta. Parece não ter fim.

DEMAIIISSS

Vejo que o Cruzeiro, bi brasileiro, age com muito mais rapidez e competência do que todos os demais. Fechou com o atacante Joel, deve fechar com Damião e empurra para fora os jogadores que não quer. Aqui tudo parece muito parado. O Grêmio está sem dinheiro, e o Inter, sem treinador. Preocupante.

DE MENOS

Rui Costa diz que o Grêmio será competitivo mesmo sem gastar fortunas. Será? Impossível não é. Existem muitos exemplos de times baratos e competentes. O problema é saber se o Grêmio saberá, com pouco, arrumar muito. Já se vão 14 anos sem um titulo relevante. O último foi a Copa do Brasil, com Tite no comando. Faz tempo.

Classificação contradiz risco de ‘espanholização’ do Brasileiro

Leia o post original por Perrone

O dinheiro pago pela Globo para transmitir as partidas dos clubes brasileiros precisa ser distribuído de maneira mais equilibrada, caso contrário o Campeonato Nacional vai sofrer uma “espanholização”. Os mesmos dois times vão disparar sempre na ponta, como costuma acontecer com Barcelona e Real Madrid na Espanha. Essa é a tese defendida por cartolas que querem diminuir a diferença entre o que seus clubes ganham em relação a Flamengo e Corinthians. Porém, a classificação do Nacional deste ano joga contra o argumento. A começar pelo bicampeão Cruzeiro.

Primeiro colocado, o clube mineiro foi apenas o sétimo que mais recebeu dinheiro da emissora no ano passado, de acordo com ranking elaborado pelo Itaú BBA baseado nos balanços financeiros das agremiações. A lista não diferencia receitas antecipadas.

O bicampeão Nacional arrecadou R$ 50, 8 milhões a menos do que o Flamengo, líder em receitas da TV e apenas 10º colocado do Brasileirão. Vale lembrar que a ordem das equipes que mais recebem da Globo pouco muda durante a vigência do contrato porque as quantias anuais sofrem poucas alterações. O que mais muda é o dinheiro do pay-per-view.

Quarto colocado da competição e segundo time que mais recebeu da Globo no ano passado, o Corinthians ficou uma posição atrás do Internacional, que ganhou R$ 48,3 milhões a menos que o alvinegro pela transmissão de seus jogos em 2013. O Colorado é apenas o 10º na tabela de contratos de TV mais polpudos.

Outro exemplo de que receber bem da Globo não significa fazer seus adversários menos favorecidos comerem poeira é o Palmeiras. O clube paulista registrou a terceira maior cota de TV referente a 2013, ainda de acordo com o Itaú BBA e independentemente de antecipações, mas amargou a 16º posição do Nacional. O alviverde ficou cinco colocações atrás do Sport, que recebeu R$ 31 milhões a menos do que ele da TV em 2013.

Porém, ao mesmo tempo em que a tabela do Brasileirão mostra que alguns dos times mais bem pagos não conseguiram transformar a vantagem financeira sobre seus adversários em supremacia técnica, ela deixa clara a dificuldade dos que estão na segunda metade do ranking televisivo de ficar entre os dez melhores do Brasileiro. Essa proeza foi conseguida apenas por Santos, dono da 13ª melhor receita relativa a 2013 e nono no Brasileirão 2014, e Atlético-PR, 18º na lista da TV e oitavo na competição.

Veja abaixo a lista com as receitas de TV registradas por 23 times em 2013 e suas classificações em 2014.

 

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