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Nuzman sai de cena. Quando sairão outros?

Leia o post original por Antero Greco

Deu a lógica: Carlos Arthur Nuzman deixa o cargo de presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, depois de 22 anos de poder. O ex-cartola assinou documento de renúncia no presídio de Benfica, onde está detido desde a semana passada, sob suspeita de envolvimento em esquema de corrupção para a indicação do Brasil como sede dos Jogos de 2016.

Agora, pretende dedicar-se somente à sua defesa. O que é um direito dele, certamente. E, dessa maneira, também libera o COB de punições impostas pelo Comitê Olímpico Internacional. Ou seja, tira o time de campo porque não havia mesmo como contornar a situação. No lugar, assume o vice Paulo Wanderley, ex da Confederação Brasileira de Judô.

Muito bem. Com a saída de Nuzman, significa que o esporte nacional está limpo? Entrou nos eixos? Expurgou um “mau elemento”, a erva daninha, e vida que segue? O ex-presidente era a razão do desprestígio da instituição?

Não.

Nuzman ficou mais de duas décadas no cargo porque foi confirmado, reconfirmado, reeleito por aclamação seguidas vezes. E por quem? Pelos presidentes de Confederações, alguns deles há tanto tempo, ou mais, à frente das respectivas entidades do que o ex no COB.

Ou seja, os integrantes do Colégio Eleitoral têm responsabilidade no furacão que atinge o COB. Porque eles referendaram Nuzman e seus métodos, lhes eram aliados, ou no mínimo simpatizantes. Devem ser cobrados.

Não adianta sair Nuzman, se a estrutura do COB permanecer inalterada. Apenas saiu alguém que se queimou, diante da humilhação de ir para a prisão (mesmo que temporária). Para que se possa vislumbrar novos rumos, é preciso que ocorra reação em cadeia.

Veja como Obama, Cameron e Shimon Peres abriram em Jerusalém a 19ª Macabíada Mundial, o 5º maior evento esportivo do mundo segundo o COI. Fotos, vídeos e áudios você curte aqui no blog Terceiro Tempo

Leia o post original por Milton Neves

Texto e fotos: Rafael Neves e Netto Neves
Direto de Israel

Sabra. Não muito familiar para os brasileiros, esta fruta típica de regiões áridas é comumente usada para definir o povo israelense. Por fora, espinhos e a aspereza necessária para conseguir existir neste lugar do mundo. Por dentro, uma vez vencidos os espinhos e a casca grossa, apenas doçura.

Certamente ontem foi uma noite de doçura para os todos os presentes na abertura da décima nona edição das Macabíadas, no bonito Estádio Teddy Kollek, em Jerusalém. Apesar da sisudez dos discursos do nonagenário presidente Shimon Peres e do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu – que se referiu à capital israelense como sendo inegociável e indivisível -, o evento foi uma descontraída confraternização entre judeus de 78 países.

Gente de lugares muito diferentes entre si, mas que dividem uma origem em comum. Isso ficou claro quando foi tocado o primeiro acorde do Hatikva (hino israelense), cantado em uníssono por judeus de várias bandeiras, de Guiné-Bissau à Bielorrússia, das Ilhas Maurício à Grã-Bretanha, da Argentina ao Brasil, de Cuba aos Estados Unidos.

Até a data de abertura do evento não foi escolhida por acaso. A quinta-feira foi dia 18, número cabalístico judaico que significa “chai”, ou vida.

Após a pira olímpica ser acesa pela ginasta norte-americana Aly Haisman, artistas israelenses fizeram um animado show que terminou pouco antes da meia-noite.

Ainda bem que sexta a partir das 15hoo horas começa o shabat (dia de descanso dos judeus) e os atletas poderão descansar da animada – e longa – abertura.

 

Tocha acesa no estádio Teddy Kollek

Atleta americana ganhadora do ouro Olímpico acende a tocha das Macabíadas

Preparados para cerimônia de abertura das Macabíadas

Benjamin Netanyahu discursou em tom firme para o público! O primeiro-ministro foi ovacionado pelos presentes

Brasil toma conta do Teddy Kollek

Judeu mexicano

Presidente de Israel Shimon Peres, que comemorava 90 anos de idade, também discursou e foi aplaudido de pé pelos presentes

Estádio de pé para o hasteamento da bandeira de Israel

Brasileiros estavam em grande número nas arquibancadas. A emoção era clara no rosto de cada um

Abertura das Macabíadas

Apresentando a Suíça

Israel, o  bom pivô da seleção brasileira de basquete, no centro, no início da cerimônia

Na quinta-feira (18 de julho de 2013), no estádio Teddy Kollek, na cidade de Jerusalém, aconteceu a abertura da décima nona edição das Macabíadas, com o desfile de delegações do mundo  inteiro.

Shimon Peres, o presidente de Israel, é o estadista mais idoso do mundo, 90 anos, completados na última terça-feira (16.07.2013), prestigiou  o evento que conta com mais de 9.000 atletas, representando 78 países e  que disputarão 42 modalidades.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama e o primeiro-ministro da Inglaterra David Cameron celebraram a realização dos Jogos Macabeus, a Olimpíada Judaica, via vídeo, assista abaixo:

E mais imagens…

Isenção de impostos para Olimpíada vale até para banquete e afeta universitários

Leia o post original por Perrone

Rio-16 e COB, comandados por Nuzman, terão benefícios

Em quatro páginas, a edição desta quinta do Diário Oficial da União traz a lei que trata de isenções tributárias para a Olimpíada de 2016, assinada na quarta pela presidente Dilma Rousseff. O documento é um raio x da generosidade do Congresso Nacional e do Governo Federal com a “família olímpica”.

As isenções afetam até leis criadas para ajudar universitários e para estimular a produção cinematográfica nacional.

Em determinados casos,  COI (Comitê Olímpico Internacional), Rio-16 (comitê organizador) e empresas vinculadas a eles estão dispensadas de contribuições para o Programa de Estímulo à Interação Universidade-Empresa, instituída por lei, e também para o CONDECINE (contribuição para o desenvolvimento da indústria cinematográfica), criada por Medida Provisória.

 A lista de isenções inclui em diversos casos Imposto de Renda, IPI, Cofins, Pis/Pasep e IOF, entre outros. A relação de beneficiários também é extensa. Além do COI e do Rio-16,  ela abraça o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), patrocinadores, prestadores de serviços, voluntários, árbitros, atletas e empresas de mídia, desde que estejam credenciadas. Até banquetes relacionados à Olimpíada aparecem na lista.

Como contrapartida, todos os contratos beneficiados precisam ser publicados em sites. Essa tem cheiro de lei que não pega.

O Diário Oficial também apresenta três artigos vetados por Dilma. Um deles daria à “família olímpica” o direito de pedir revisão de tributos pagos em 2012, antes da publicação da lei.

Alô, COI: “Mano é só mono mesmo e não dirige a Seleção Feminina”

Leia o post original por Quartarollo

Ficha técnica do jogo Brasil e Camarões válido pelo Torneio Feminino de Futebol nesta quarta-feira, em Cardiff, comete a primeira grande gafe dos Jogos Olímpicos de Londres. O nome do treinador brasileiro está totalmente errado. Jorge Barcelos dá lugar a … Continuar lendo