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Amistoso é para observar

Leia o post original por Flavio Prado

Tite convocou 24 jogadores para os amistosos contra Austrália e Argentina e deixou jogadores importantes de fora.

A opção é correta, no Brasil cobramos resultado em amistoso e não analisamos como um treinamento como uma oportunidade de observar novos jogadores ou novas opções táticas. O amistoso, principalmente de seleções, serve exatamente pra isso.

Rafinha, Jémerson, Alex Sandro, Diego Alves e Ederson são jogadores que tem se destacado no futebol europeu e merecem a oportunidade.

Tite tem uma base formada e precisa buscar opções, alternativas e nesses amistosos buscará novas opções.

Claro que ganhar é sempre bom, mas não é a prioridade em um amistoso. Dunga em sua segunda passagem pela seleção venceu todos os amistosos e isso não era um sinal de bom trabalho.

Convocação sem novidades

Leia o post original por Flavio Prado

Tite fez sua terceira convocação na seleção brasileira e sem grandes supresas. Com 24 nomes na lista, Rodrigo Caio foi a única novidade em relação a convocação anterior.

Cada um tem sua preferência pessoal. Um ou outro jogador poderia ser acrescentado, mas cerca de 80% do grupo seria o mesmo em qualquer convocação. O importante é o crescimento do time, a consolidação de um modelo de jogo e a evolução coletiva.

O Brasil tem ótimos jogadores e um fenômeno como Neymar, com um jogo coletivo forte o Brasil pode competir com as principais seleções.

Tite está no início de um trabalho, problemas aparecerão, mas com a consolidação de um jogo coletivo, a tendência é que os problemas sejam resolvidos com mais facilidade.

A primeira do Tite

Leia o post original por Rica Perrone

Primeiramente, a lista. Goleiros: Alisson (Roma), Marcelo Grohe (Grêmio) e Weverton (Atlético-PR); Zagueiros: Gil (Shandong Luneng), Marquinhos (PSG), Miranda (Inter de Milão) e Rodrigo Caio (São Paulo); Laterais: Daniel Alves (Juventus), Fagner (Corinthians), Filipe Luís (Atlético de Madrid) e Marcelo (Real Madrid); Meio-campistas: Casemiro (Real Madrid), Giuliano (Juventus), Lucas Lima (Santos), Paulinho (Guangzhou Evergrande), Philippe …

Convocação

Leia o post original por Rica Perrone

A discussão “deveria ir ou não” para alguém chamado pela seleção de seu país não me cai bem.  A idéia do “convite” em si já não me parece muito aceitável, partindo do princípio que estar ali é o máximo que você pode chegar na sua carreira. Representar um país. O seu país. No Brasil trata-se …

Brasil é o único com força total no futebol olímpico

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Lucas Figueiredo/MoWA Press
Foto: Lucas Figueiredo/MoWA Press

Nas últimas edições das Olimpíadas, a seleção de futebol tem sido cobrada pela conquista da medalha de ouro. Com os jogos no Rio de Janeiro, a cobrança ficou ainda maior e o Brasil prioriza a competição. Neymar, a grande estrela da seleção, ficou fora da Copa América com o time principal para disputar os jogos com a equipe sub-23.

As outras seleções chegarão ao Brasil bastante desfalcadas. O futebol olímpico não está incluído no calendário oficial da Fifa e isso dificulta a liberação dos atletas e os outros países não fazem tanta questão de reverter a situação.

O Brasil vem com seus melhores jogadores sub-23, apenas Ederson, Fabinho e Fred não foram liberados. A CBF lutou e conseguiu as liberações de Marquinhos e Felipe Anderson. Entre os convocados acima da idade, a seleção terá Neymar, sua grande estrela, Renato Augusto, titular nos últimos jogos com Dunga e o goleiro Fernando Prass.

Alemanha e Portugal são as principais seleções da Europa na competição. Muitos jogadores sub-23 disputaram a Eurocopa e não jogarão no Rio. A Alemanha não terá Kimmich, Sané, Draxler, Tah e Weigl. Portugal virá sem Wiliam Carvalho, Raphael Guerrero, Renato Sanchez e João Mário. Além disso, nem pensaram em convocar suas grandes estrelas acima da idade limite, assim como a Suécia não convocou Ibrahimovic.

Na América do Sul, a Argentina não conseguiu a liberação de atletas como Kranevitter, Vieto e Dybala e perdeu Lanzini machucado. O único acima dos 23 anos é o goleiro Rulli, que não é o titular da seleção principal, Messi nem foi cogitado. A Colômbia trará entre os jogadores mais velhos o atacante Pabón, que teve uma passagem apagada pelo São Paulo e que não faz parte do time principal, entre os mais jovens o grande destaque é Borja, artilheiro do Atlético Nacional.

Existe uma clara diferença entre a forma que o Brasil encara o futebol na Olimpíada em relação as outras seleções. No papel, o Brasil tem o time mais forte e se preparou com amistosos nos últimos anos. Gosto muito das ideias de Rogério Micale, o Brasil deve apresentar um futebol ofensivo, com marcação adiantada e alta posse de bola, será um aspecto interessante nos jogos e pode deixar algum legado.

A dúvida é de como será a reação da seleção que chega com uma cobrança enorme de vitória. Na Copa do Mundo em casa, o time não reagiu bem, mas era uma outra seleção, em 2014 não era um time pronto para conquistar o Mundial e era cobrado como se fosse. Agora parece ser realmente o time mais bem preparado.

A compreensível lista de Dunga

Leia o post original por Rica Perrone

A separar antes de qualquer coisa que gostar ou não do Dunga é uma coisa, avaliar suas ações é outra.  Então, um pouco de calma porque essa coisa de massacre de véspera, ou achar que porque não gosto de alguém tudo que ele faz é errado é um dos problemas do país atualmente. Eu adoraria …

Dunga e o grupo

Leia o post original por Rica Perrone

Dunga é gaúcho, um sujeito duro, firme em suas convicções e gostem dele ou não, sua filosofia é essa. Se querem mudar o conceito, mudem o treinador, não tentem mudar o Dunga. Dentro de suas certezas está e sempre esteve o grupo. Dunga não convoca jogadores que podem causar desconforto ao vestiário porque ele acredita …

Os eleitos pra virar o jogo

Leia o post original por Rica Perrone

Os prognósticos são quase todos baseados no 7×1 e não nos últimos 50 jogos onde a seleção deve ter perdido uns 3 ou 4. Mas é natural, desgraça vende.  Fale-se muito em “não ir pra Copa do mundo”. Eu considero terrorismo barato.  Acho que temos sim uma eliminatória muito complicada pela frente porque pela primeira […]

O 7 a 1. 1 7 1. Mas que nada.

Leia o post original por Mauro Beting

Que o contrato firmado pela CBF em 2006 com uma empresa para promover e organizar seus amistosos sempre foi algo que escancara como a entidade não quer trabalhar e como é fácil vender o futebol brasileiro, até Ricardo Teixeira (que nada sabia de bola, mas bastante de bolada) sabia.

Que a empresa que organiza a Brazil World Tour vai exigir por contrato os melhores jogadores disponíveis (ainda que coloque “marketing” à frente das qualidades técnicas…), até Dona Lúcia sabe.

Que não tem nada demais nisso, e sempre foi assim com qualquer seleção e qualquer clube em qualquer época, e que qualquer organizador, quando quer contratar Eric Clapton, não aceita Mauro Beting na guitarra, até Eremildo, o Idiota de Elio Gaspari, desconfia.

Que é pueril imaginar que a empresa interfira na convocação, também é. Ou alguém vai deixar de chamar Neymar por conta de um empresário? Ou alguém vai convocar um jogador discutível se a própria empresa quer medalhões?

Que é ainda mais pueril imaginar que qualquer treinador tenha tido autonomia total para chamar quem bem entender, é ainda mais. E isso, claro, algumas vezes, não todas, atrapalha a renovação da Seleção.

Que a reportagem de Jamil Chade, no Estadão, é excelente, ninguém discute.

Que tudo é 171 no país do 7 a 1…

Aí é exagero.

Mas que tudo pode ser 7 a 1 no Brasil do 171…

Nem Dona Lúcia discorda.