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Flamengo começa hoje a levantar a sua quarta taça da Copa do Brasil!

Leia o post original por Milton Neves

O Cruzeiro na final da Copa do Brasil é como aquela velha história da vaca em cima da árvore.

Ninguém sabe como os dois foram parar lá, mas todos sabem que uma hora eles vão cair!

E chegou o dia de a Raposa começar a despencar!

Diante do fortíssimo Flamengo em um Maracanã completamente lotado, a segunda equipe de Minas Gerais não fará nem cócegas em seu rival.

Hoje, no Rio, vai dar Mengão, provavelmente com uma goleada.

E, daqui 20 dias, no Mineirão, pode até acontecer um empatezinho entre as equipes…

Ou seja, o caminho está completamente livre para o Flamengo levantar a sua quarta taça da Copa do Brasil!

Ah, e só para lembrar, teremos nesta noite futebol DE VERDADE em solo brasileiro.

No final de semana, voltaremos com os malditos pontos corridos do Campeonato Brasileiro de Amistosos.

Opine!

Bem feito, Renato Gaúcho! O Cruzeiro é finalista da Copa do Brasil! E o Flamengo também!

Leia o post original por Milton Neves

Cruzeiro 1 (3) x (2) 0 Grêmio

Uma noite muito triste para quem defende os pontos corridos.

Afinal, disputa por pênaltis, uma das coisas mais deliciosas do futebol, só o mata-mata pode proporcionar!

E, nas penalidades do Mineirão, deu Cruzeiro!

Justiça foi feita!

E não só pelo que a Raposa fez nos 90 minutos em BH.

Mas também porque o Grêmio NÃO MERECIA ser finalista da Copa do Brasil!

Alô, Renato Gaúcho, poupa jogador Brasileirão agora!

Escala time reserva agora!

Por causa da sua omissão, o Grêmio, que podia ganhar TUDO, ficará sem NADA em 2017!

Nem Copa do Brasil, nem Brasileiro e nem Libertadores!

Castigo por simplesmente ter desistido do Brasileirão na metade do campeonato!

Eu avisei!

Bem feito!

Flamengo 1 x 0 Botafogo

Na outra semifinal da Copa do Brasil, não tivemos pênaltis, mas também não faltou emoção.

Flamengo e Botafogo fizeram um jogo muito disputado, muito pegado, com muitas faltas…

Mas, no final, o Fla levou a melhor!

E o lance do gol do Mengão foi simplesmente espetacular!

Jogada genial de Berrío pela direita (Vitor Luís está procurando o colombiano até agora), e Diego, com toda calma do mundo, empurrou a bola para o fundo do gol defendido por Gatito Fernandez.

Uma pena por Jair Ventura, que, diferentemente de Renato Gaúcho, merecia ganhar um título nesta temporada!

Mas ainda tem a Libertadores…

E agora, amigo internauta, você já tem palpite para a final da Copa do Brasil?

Flamengo ou Cruzeiro?

Opine!

Noite de gala do futebol brasileiro: hoje tem MATA-MATA!

Leia o post original por Milton Neves

Hoje, sim, teremos futebol DE VERDADE aqui no Brasil!

Futebol puro, de raiz, mata-mata, nada de “futebol creme de avelã” (não falo a marca por ser completamente contra propaganda).

Xô, pontos corridos!

Mas e aí, amigo internauta, qual é a sua expectativa para os dois JOGAÇOS de logo mais?

Para mim, neste primeiro duelo entre Cruzeiro e Grêmio, pode até ser que dê empate.

Mas, em Porto Alegre, o Tricolor Gaúcho vai “jantar” a frágil Raposa!

No outro lado, o “cheirinho” é de eliminação rubro-negra.

Afinal, o Flamengo tem um elenco incrível, mas o Botafogo está numa fase…!

Jair Ventura levará a melhor sobre Reinaldo Rueda, mas ele pisou na bola na declaração sobre técnicos estrangeiros…

Agora é sua vez, torcedor!

Deixe a sua aposta nos comentários!

Quem cravar os resultados ganha um beijo na bochecha de… Denílson Show!

Opine!

Transparência

Leia o post original por André Kfouri

O ponto mais importante a respeito do pênalti desmarcado ontem na Vila Belmiro, claro, é que a decisão final foi correta. Réver não fez falta em Bruno Henrique, e teria sido terrível para o jogo – e possivelmente para o resultado final do confronto – se o Santos marcasse um gol fruto de um pênalti que não aconteceu. 

Partimos, portanto, do que está acima de outros aspectos: o acerto da arbitragem em um lance determinante. 

A questão é “como”.

A explicação de Salvio Spínola, comentarista de arbitragem da Espn, esclarece o trabalho da equipe de arbitragem na reforma da marcação de Leandro Vuaden. A informação crucial é a observação do quarto árbitro, Flavio Souza, da mudança de direção da bola, o que indica o toque do defensor. De acordo com a posição de Souza, é perfeitamente aceitável que ele tenha notado a alteração da trajetória. 

Ocorre que a bola pode ter mudado de curso por causa de uma ação faltosa, ao invés de um lance limpo, e para isso o quarto árbitro estava muito distante do lance. Vuaden corria bem próximo e, embora com clara demora para se decidir, viu pênalti. 

O trabalho coletivo da equipe de arbitragem foi preciso, mas, aparentemente, teve ajuda da sorte. A imagem da televisão lhe deu razão. Mesmo assim, a maneira como as coisas são feitas é falha no sentido da informação ao público. 

O gesto de Vuaden após a conversa com seu auxiliar, mostrando “bola”, não explica como se chegou a essa conclusão. E gera o óbvio questionamento que sugere interferência externa: “Como assim, ‘bola’? Você marcou pênalti… e como o quarto árbitro sabe que não foi falta?”.

Quem via o jogo pela televisão sabia que a decisão de mudar a marcação estava correta, mas os jogadores em campo e o público no estádio ficaram entregues às próprias dúvidas. 

Só há uma forma de tornar a arbitragem de futebol mais transparente e dotá-la de credibilidade: adotar o recurso de vídeo, oferecendo aos árbitros a condição de tomar decisões com a maior quantidade possível de informação. 

E esclarecendo ao público o que ele tem o direito de saber. 

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O que resta ao Palmeiras

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras começou o ano como o time em torno do qual havia maior expectativa. Campeão brasileiro do ano anterior, manteve a base e ainda contratou nomes de peso. Só trocou o treinador porque Cuca pediu para sair. Eduardo Baptista veio no lugar dele.

Mas quase nada se concretizou até agora.

Houve mudanças e experiências no Paulista, até a eliminação na semifinal diante da Ponte Preta. Na Libertadores, muito sofrimento para passar a fase de grupos. Largou mal no Brasileiro, demitiu Eduardo, chamou Cuca de volta.

Veio ligeira reação na Série A, insuficiente para tirar a distância em relação ao Corinthians, hoje na enormidade de 14 pontos a mais. Daí, na Copa do Brasil nova decepção, com a eliminação nesta quarta-feira, após empate por 1 a 1 com o Cruzeiro, no Mineirão. (No jogo de ida, no Allianz, aquela reviravolta, e o 3 a 3 final depois de estar com 3 a 0 contra.)

Resta ao Palmeiras brigar na Libertadores – com a obrigação de tirar o 1 a 0 que levou do Barcelona, na ida. É possível passar? Sim, mas se houver uma guinada para cima de forma espetacular e convincente, o que não aconteceu até o momento.

Meu amigo palestrino, a verdade é a seguinte: o Palmeiras tem elenco, mas não tem time. Faltam poucos dias para o oitavo mês do ano e não surgiu até agora a formação ideal, não há o grupo de titulares definido, não há padrão de jogo, não há quem desequilibre. Há deficiências na defesa, no meio, no ataque.

Vive a equipe de lances esporádicos, de eventual brilho individual. Isso é pouco, insuficiente, frustrante. E ficou evidente novamente no desafio que tinha no Mineirão. O Palmeiras ficou na pressão meia-boca, criou alguns lances, arriscou um ou outro chute a gol, encontrou a vantagem numa bola desviada num zagueiro rival, não soube segurar o placar.

O Palmeiras planejou mal 2017. Perdeu tempo com a aposta num técnico novato. Diversos atletas estiveram – e estão – aquém do desejável. E Cuca? Cuca até hoje não mostrou convicção em muitos jogadores – e as incontáveis mudanças são prova disso.

Uma pena, mas é a realidade.

Botafogo avança, Atlético-MG desnorteado

Leia o post original por Antero Greco

Meus amigos, sei que futebol é dinâmico, assim como a vida. O que é bom hoje, amanhã vira mais ou menos, depois de amanhã fica ruim, e volta a ser o máximo no fim de semana. E assim sucessivamente. Nada é estático.

Dito isto, afirmo aqui que Jair Ventura, filho do grande Jairzinho, é candidato sério a técnico do ano. Tem como concorrente forte Fábio Carille, do Corinthians. Os dois moços conseguiram, até agora, a proeza de transformarem elencos medianos em times fortes, competitivos, equilibrados. Não superequipes, mas conjuntos dignos.

A nova prova do trabalho de Jair veio no início da noite desta quarta-feira, com os 3 a 0 sobre o Atlético-MG e a classificação para a semifinal da Copa do Brasil. O Botafogo anulou a vantagem mineira (1 a 0), conquistada em Belo Horizonte, e avançou com sobras.

E de maneira prática: dois gols no primeiro tempo (Carli e Roger) e o terceiro (Gilson) já nos acréscimos da etapa final, a pá de cá, o golpe de misericórdia, para não dar nenhuma esperança ao rival. Fora isso, controle do jogo na metade inicial e postura serena na outra.

Jair não inventou a roda, não é um professor Pardal. Nada disso. Compõe o time na medida justa, com o material de que dispõe. Contra o Atlético foi assim, em repetição do que se viu na Libertadores e no Brasileiro. Aposta no coletivo e nos contragolpes econômicos e letais.

E o Galo? Teve Rogério Micale no banco, numa estreia decepcionante. E que ninguém se atreva a cornetar o treinador campeão olímpico! Jamais. O rapaz pegou o barco andando, à deriva, e teve o azar de topar logo de cara com um adversário ajustado.

Mas pôde sentir, na prática, como será desgastante o desafio no Atlético. Impressiona como um clube, com tantos jogadores experientes e rodados, entra em parafuso dessa forma. Tem como consolo a Libertadores e precisa concentrar-se também na recuperação na Série A. No entanto, do jeito que vai, logo tem atleta que ficará escanteado.