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Empate com sabor de DERROTA! E o futuro Carille?

Leia o post original por Craque Neto

O Corinthians empatou na noite desta segunda-feira com o Red Bull em uma partida terrível do ponto de vista técnico. O placar de 1 a 1 com dois gols contra. O problema agora é a sequência que está por vir: clássico contra o Palmeiras, a estreia na Libertadores contra o Millonarios da Colômbia e depois outro jogo importante contra o Santos. Posso falar? Com essa bolinha que está apresentando fica difícil pensar em sucesso. Uma coisa é fato: a diretoria do Corinthians vem há uma década ARREBENTANDO com os cofres do clube. Tanto é que não tem dinheiro para contratar […]

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Empate com sabor de DERROTA! E o futuro Carille?

Leia o post original por Craque Neto

O Corinthians empatou na noite desta segunda-feira com o Red Bull em uma partida terrível do ponto de vista técnico. O placar de 1 a 1 com dois gols contra. O problema agora é a sequência que está por vir: clássico contra o Palmeiras, a estreia na Libertadores contra o Millonarios da Colômbia e depois outro jogo importante contra o Santos. Posso falar? Com essa bolinha que está apresentando fica difícil pensar em sucesso. Uma coisa é fato: a diretoria do Corinthians vem há uma década ARREBENTANDO com os cofres do clube. Tanto é que não tem dinheiro para contratar […]

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O que Corinthians contesta em ação por R$ 400 milhões de financiamento

Leia o post original por Perrone

Em entrevista ao blog, Fabio Trubilhano, novo diretor jurídico do Corinthians, explicou os pontos com os quais o clube discorda na decisão da Justiça Federal-RS, que exige o pagamento antecipado da dívida de R$ 400 milhões referente a financiamento junto ao BNDES. O dinheiro foi obtido via Caixa Econômica Federal para cobrir gastos com a construção do estádio corintiano.

Abaixo, veja os principais temas abordados pelo advogado.

Estratégia

Trubilhano contou que o primeiro passo será apresentar embargos declaratórios contestando alguns procedimentos eventualmente adotados pela juíza Maria Isabel Pezzi Klein. Nessa fase, o objetivo não é questionar o julgamento do mérito. Podem ser abordados, por exemplo, falta de clareza ou omissão em algum ponto da sentença.

“Ainda estamos estudando. Mas uma possibilidade é mostrar que a ação popular pedia a anulação do contrato de financiamento. E ela decidiu pelo pagamento antecipado da dívida. Isso não fazia parte do pedido”, disse o diretor.

O embargo será julgado pela mesma juíza. Se for rejeitado, então, o clube deve recorrer contra a decisão em segunda instância.

Bloqueios e penhoras

A decisão judicial determina que a Caixa Econômica tome providências para ser ressarcida o que leva ao entendimento de que as garantias de pagamento serão executadas. “Mas é preciso ficar claro que não há risco de restrição ao patrimônio do Corinthians antes de recorrermos. Por enquanto, não vai haver bloqueio de nenhuma conta e nem penhora dos terrenos do Parque São Jorge. Houve bloqueio durante o processo, mas foi derrubado antes de eu ser diretor. Nós temos confiança de que vamos reverter a decisão em segunda instância”, declarou Trubilhano.

Risco de a Caixa não receber

Para determinar o pagamento antecipado da dívida por parte de Corinthians, Odebrecht, SPE Arena Itaquera e Jorge Fontes Hereda, ex-presidente da Caixa, a juíza argumenta que houve falta de pagamento do financiamento. Ela também usa os números para sustentar que o modelo de negócios proposto para gerar recursos é ineficiente para quitar a dívida. Até 8 de maio de 2017, de acordo com dados do processo, tinham sido pagos R$ 59,2 milhões. Só que deste montante apenas R$ 14,67 milhões foram para a dívida principal. O restante acabou corroído por juros. A magistrada entende que o banco aceitou repassar o dinheiro diante de uma promessa de receitas futuras projetadas sem consistência.

O diretor jurídico, no entanto, discorda que seja impossível quitar o débito.

“Hoje, não há inadimplência. E com o novo acordo que vamos fazer (mudando condições de pagamento) vai ficar melhor. O fato de tentarmos uma renegociação não significa que pelo modelo atual a dívida é impagável”, afirmou Trubilhano.

SPE

A Juíza entende que Corinthians e Odebrecht criaram a SPE (Sociedade de Propósito Específico) Arena Itaquera numa simulação para receber o dinheiro. Ela entende que a empresa preenche os requisitos para a constituição de uma SPE. Também assegura que a Caixa não poderia financiar R$ 400 milhões para uma empresa com capital de R$ 1 mil.

“Mas acontece que não é o capital da SPE que vai pagar a dívida. Ela vai ser paga com as garantias dadas. O TCU (Tribunal de Contas da União) atestou que as garantias valem mais do que a quantia financiada. Então, não existe risco para a Caixa”, argumentou o diretor corintiano. Ele também sustenta que a SPE foi criada de forma regular.

Concorrência

Outro ponto questionado pela juíza é o fato de a SPE receber dinheiro público e repassar para a Odebrecht que é uma das donas da empresa sem concorrência. Ela defende que a obra fosse feita pela construtora que apresentasse as melhores condições.

“O programa de financiamento usado não prevê licitação. Nenhum dos estádios  financiados precisou fazer. Seguimos as regras do BNDES”, rebateu o diretor jurídico.

Juíza vê indício de fraude e pede mais investigação sobre Arena Corinthians

Leia o post original por Perrone

Para a juíza federal Maria Isabel Pezzi Klein há indícios de fraude na operação de repasse de R$ 400 milhões do BNDES via Caixa Econômica para a construção da Arena Corinthians que precisam ser investigados por outros órgãos. Ela também pede que os financiamentos feitos às demais arenas da Copa-14 também sejam alvos de investigações.

A afirmação faz parte da decisão judicial que determina que Corinthians, Odebrecht, a SPE Arena S/A e Jorge Fontes Hereda, ex-presidente da Caixa, quitem dívida referente a R$ 400 milhões financiados para o estádio corintiano. O valor do débito deve ser acrescido de juros. A magistrada do Rio Grande do Sul determina que a Caixa tome todas as providências para ser ressarcida. Vale lembrar que uma série de garantias foi dada para o pagamento. Entre elas, estão dois terrenos em que fica o Parque São Jorge, sede do Corinthians. O contrato prevê que a área pode ser hipotecada pela Caixa em caso de inadimplência.

As partes envolvidas negam irregularidades e vão recorrer da decisão (leia as notas de Odebrecht e Corinthians no final do post).

Em trecho da decisão, a juíza diz que detectou na operação “a existência de fortes indícios de práticas fraudulentas feitas sob a aparência de uma contratação formalizada. Tais evidências e indícios, no entanto, deverão – e assim espero – ser devidamente investigados pelas autoridades competentes para o combate à macrocriminalidade.  As autoridades competentes (MPF, TCU), Polícia Federal, por certo, não se restringirão às irregularidades relativas a esta contratação (referente à Arena Corinthians), mas de todo o programa governamental denominado BNDES PróCopa Arenas 2014”.

Ela explica que outras instituições devem fazer as novas investigações, pois elas extrapolariam o objeto da ação popular em questão.

Uma das irregularidades apontadas por Maria Isabel no caso do estádio alvinegro é a falta de licitação para definir a construtora que faria a obra. A juíza argumenta que a Odebrecht já tinha construído boa parte da arena quando o financiamento foi liberado. Por meio de uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) o dinheiro acabou beneficiando a Odebrecht, que recuperou parte dos seus gastos com a obra e criou a empresa com o Corinthians.

“Nessa linha, se acaso fosse possível imaginar uma política pública que justificasse financiamentos para construções ou reformas de estádios de futebol pertencentes às empresas privadas, o mínimo que deveria ter sido respeitado seria um amplo certame que identificasse quais seriam as construtoras e empreiteiras que se habilitariam com as melhores propostas”, afirma trecho da decisão judicial. A magistrada também argumenta que o que ocorreu na preparação para a Copa foi um direcionamento  para determinadas construtoras. No caso da arena corintiana, para a Odebrecht.

Ela ainda sustenta que a empresa criada não é de fato uma SPE. Ou seja, teria havido apenas uma simulação para conseguir o financiamento sem garantias concretas de que a Caixa receberia o dinheiro. Maria  Isabel usa úmeros para defender que o modelo de negócio não era viável. De acordo com informação constante no processo, em 8 de maio de 2017, tinham sido pagos cerca de R$ 59,2 milhões dos R$ 400 milhões. Dessa verba, R$ 14,69 milhões foram usados na dívida principal e o restante para quitar juros.

O período de inadimplência de Corinthians e Odebrecht em relação ao financiamento também faz parte da argumentação.

Abaixo, veja as notas enviadas ao blog por Corinthians e Odebrecht sobre a decisão.

“O Sport Club Corinthians Paulista reafirma a lisura e a regularidade jurídica do processo de financiamento efetuado para a construção da Arena Corinthians. Entre as diversas provas presentes nos autos, destaca-se que o próprio banco repassador, Caixa Econômica Federal, e o Tribunal de Contas da União se manifestaram pela regularidade do repasse, apresentando pareceres consistentes e inequívocos. Sendo assim, o Corinthians informa que fará uso dos recursos judiciais cabíveis para reverter a decisão de primeira instância”.

 

“A Construtora Norberto Odebrecht S/A lamenta a informação, pois ficou demonstrado nos autos do processo a plena legalidade do processo de financiamento para a construção da Arena Corinthians, em São Paulo, por meio do programa Pró Copa Arenas. A Odebrecht, que é parte na ação popular, apresentará os devidos recursos nas instâncias superiores após a intimação formal e ciência da íntegra da decisão.”

 

 

Só o sócio salva

Leia o post original por Odir Cunha

Meus caras e minhas caras, vamos passar a vida inteira discutindo assuntos relativos ao nosso querido Santos, mas sabemos que o que interessa mesmo é colocarmos o Glorioso Alvinegro Praiano na reta da prosperidade e do sucesso que ele merece. E para isso, não que jogos como o de ontem, na boa vitória sobre o São Caetano, não sejam importantes, mas o mais relevante mesmo é termos um plano para multiplicar todos os números relativos ao Santos até tornar o time e o clube aquilo que sonhamos.

Quanto ao jogo, gostei. Não foi feio, nem retrancado. O São Caetano também se expôs, buscou a vitória, mas o Santos foi mais desenvolto, mais harmônico, melhor. Sinto que aos poucos o técnico Jair Ventura vai sabendo como tirar o máximo de cada jogador. É impossível não perceber a evolução de Daniel Guedes, que não permite uma avenida pelo seu setor e ainda apoia muito bem.

É impossível também não perceber que o ataque se afina a cada partida. Os rápidos Sasha e Gabigol começam a se entender, deslocando-se continuamente pela defesa adversária. E Lucas Veríssimo continua tão bom como sempre, dominado o jogo aéreo tanto na defesa como no ataque. Ele e Gabriel marcaram os gols santistas, em uma noite de pouco público, mas de muito otimismo.

Vitórias sempre fazem bem à alma e imagino desde já o que um triunfo no clássico contra o Corinthians, dia 4 de março, no Pacaembu, não fará para a autoestima do santista. Será mais um jogo histórico entre os dois rivais, em que pela primeira vez o Santos mandará o clássico alvinegro no Pacaembu. Para viver essa emoção, garanta o seu ingresso desde já clicando aqui.

Sócios, o caminho para a maior grandeza

Sim, o Santos pode chegar a 100, 200, 300 mil sócios e, se conseguir isso, todas as portas da fortuna e da felicidade se abrirão. Teremos estádios lotados em Santos ou São Paulo, cotas maiores de patrocínio e da tevê, com isso contrataremos mais jogadores gabaritados, testemunharemos o aumento de nossa torcida e, enfim, mergulharemos o Santos em um círculo virtuoso que não mais retornará ao passado de dívidas, carências e estádios vazios.

O bom desse plano é que só depende de nós, ou melhor, só depende de cada santista. Se em cada 30 torcedores do Santos, apenas um se associar ao clube, daremos o passo definitivo para um futuro irreversível. E não se preocupe porque desta vez você terá recompensas e benefícios, além de poder atuar diretamente na vida do Santos de qualquer lugar do planeta.

Associe-se e cobre o clube com mais força, faça valer a sua voz. Como eu disse certa vez, o santista precisa se conscientizar de que o verdadeiro torcedor é aquele que NASCE, CRESCE, FICA SÓCIO E MORRE.


Tem que se MEXER aí Andrés! E RÁPIDO!

Leia o post original por Craque Neto

Acabou agora! O Corinthians perdeu para o São Bento por 1 a 0 em sua volta à Arena de Itaquera. Posso falar? Acompanhei a partida inteira e é impressionante a falta de capacidade ofensiva que o time do Carille ficou após a saída do lateral Guilherme Arana e principalmente do Jô. Incrível! Não consegue criar mais nada. Às vezes que venceu – o que ainda lhe mantém na liderança do grupo A – foi na base da qualidade técnica de um Jadson ou Rodriguinho. Fora a zagueirada que vai pra área fazer gols. Por que o restante está difícil de […]

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Corinthians e a pulga atrás da orelha

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, o Corinthians ainda está no prazo que costumo determinar para emitir um juízo a respeito do que um time poderá mostrar na temporada. O período de observação vai a 10, 12 jogos. Foram 7 oficiais até agora, todos pelo Paulistão. Não fico em estado de alerta, tampouco entusiasmado com a turma de Fábio Carille.

O campeão brasileiro não está com cara boa. Previam-se dificuldades, com a saída de Pablo, Arana, Jô – o que, de resto, não é muito diferente do que ocorreu em outras ocasiões. Não se trata da primeira vez em que o Corinthians passa por um desmanche, mesmo parcial.

Já comprovou poder de reação, ao se reconstruir e dar a volta por cima. Isso serve de consolo e esperança para o torcedor. Porém, o tira-gosto no Estadual não agrada. Até agora, foram quatro vitórias e três derrotas, a mais recente há pouco, nesta quarta-feira de Cinzas, no 1 a 0 para o São Bento. Em casa.

Resultados em si nem sempre refletem o desempenho de uma equipe. No caso corintiano, sim – e eis o que preocupa. A atuação não foi boa, diante de um adversário fraco, que teve o mérito de lutar e suar, qualidades corriqueiras para qualquer um que preze o que faz.

O Corinthians até teve posse de bola, que não representou grande coisa. Ciscou, apertou e criou pouco. O time de Sorocaba esteve perto, muito perto do segundo gol, e não de levar o empate. Ficou em vantagem com gol de João Paulo, no primeiro tempo, e se fartou de usar o contragolpe como alternativa para ampliar a diferença. Passou raspando para dar certo.

Carille mexeu na defesa, com a estreia de Henrique, apostou em Marquinhos Gabriel no meio e foi com Júnior Dutra no meio do ataque. No mais, apelou para os jogadores da campanha do título nacional de 2017, incluído Romero. O Corinthians não funcionou. A magia anterior desapareceu.

O treinador ainda fez alterações, até com a entrada de Danilo no lugar de Gabriel, Camacho na vaga de Jadson e Clayson em substituição a Marquinhos. Na prática não deu em nada. A estabilidade, a calma, a consciência do que fazer, que foram características decisivas para vitórias no Brasileiro, ainda não deram o ar da graça em 2018.

O Corinthians de hoje deixa o torcedor com a pulga atrás da orelha. E é pulguinha chata, daquelas que incomodam, que provocam coceira e desconforto.

Repatriar ídolos vale até a ‘página 2’

Leia o post original por Craque Neto

Tem muita gente que acha que sou um cara chato. Que só sei criticar as coisas. Na verdade tenho mesmo esse perfil de querer ver as coisas da maneira que julgo ser a mais correta. Por exemplo, o Corinthians contratou o Emerson Sheik que vinha em má fase e foi inclusive rebaixado com a Ponte Preta. Foi errado? Não acho. Até porque foi um contrato curto que servirá mais como homenagem ao cara que trouxe muitas alegrias para a torcida corintiana. E outra: ele com 40 anos é dez vezes melhor que Kazim, Junior Dutra e companhia! Agora foi a […]

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Opinião: Andrés usa bola de segurança ao contratar Ralf

Leia o post original por Perrone

Na primeira contratação na nova era de Andrés Sanchez na presidência, o Corinthians optou por uma bola de segurança ao trazer Ralf.

Não que seja certeza que o volante terá o mesmo sucesso de sua passagem anterior, quando foi um dos mais importantes jogadores nas conquistas da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2012. Pelo contrário, será natural uma queda física provocada pelo passar dos anos, o que pode comprometer o desempenho do “cão bravo”.

A segurança, nesse caso, vem, na opinião deste blogueiro, da confiança em que ao contratar Ralf a diretoria estaria agradando a torcida. Se a sintonia com os torcedores é importante para todo presidente do clube, imagine para quem sofreu tentativa de agressão por parte de alguns torcedores em sua posse?

Era importante para Andrés trazer um reforço simpático à torcida. Claro que não é só isso. Ainda se não for o mesmo de outrora, a tendência é que Ralf seja útil ao time. É difícil imaginar que ele não vá ser pelo menos um bom reserva.

A julgar pelo histórico de Sanchez, responsável por colocar Ronaldo e Roberto Carlos no Parque São Jorge, é possível imaginar ainda uma contratação mais impactante para o ataque. O bom relacionamento dele com os empresários Giuliano Bertolucci e Kia Joorabchian pode ajudar nessa missão.

Tentativa de agressão a Andrés atrapalhou conferência de votos em eleição

Leia o post original por Perrone

Fiscais da candidatura de Antonio Roque Citadini, terceiro colocado na eleição corintiana, apontam o sumiço de uma urna com os comprovantes de votação pouco depois do final do pleito. O material seria usado para conferir se o número de votos registrado na apuração eletrônica era igual ao de comprovantes em papel. O problema faz parte de uma lista de supostas irregularidades indicadas pelo estafe do opositor que deve interpelar a Telemeeting Brasil, responsável pelo sistema eletrônico de votação.

Procurado pelo blog, Andrea Mosiici, diretor da Telemeeting, disse que a urna com os comprovantes foi retirada do local de votação antes da conferência por causa do tumulto provocado por torcedores que invadiram o ginásio e tentaram agredir Andrés Sanchez, eleito presidente. A medida visou preservar o material, segundo ele. “A conferência foi feita, não da maneira que queríamos por causa daquela confusão, mas foi feita sem problemas”, afirmou Mosiici.

O estafe de Citadini não fala abertamente em manipulação para favorecer um determinado candidato, mas alega ter elementos para afirmar que o sistema utilizado era frágil e vulnerável. O diretor da Telemeeting, porém, nega a possibilidade de violações.

Além de Citadini, a equipe de Paulo Garcia, segundo colocado na eleição, também aponta supostas irregularidades. O candidato entrou com uma ação criminal na Justiça contra a Telemeeting.