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Andrade é cobrado para afastar Andrés de conversas com Odebrecht por arena

Leia o post original por Perrone

Roberto de Andrade está sendo pressionado a afastar Andrés Sanchez das conversas com a Odebrecht sobre a Arena Corinthians. Um grupo de conselheiros enviou nesta quinta requerimento para o presidente do conselho deliberativo do clube, Guilherme Gonçalves Strenger, para ser encaminhada ao principal cartola alvinegro a determinação de afastamento.

A medida foi tomada após o ex-presidente declarar ao UOL Esporte que a Odebrecht não senta com ninguém do clube para negociar a não ser com ele. Na ocasião, Sanchez sustentava que ainda não há proposta feita pela construtora para se afastar do fundo que administra a Arena Corinthians. Como revelou o UOL Esporte, a empresa quer fazer um acordo para deixar o fundo.  Oficialmente, ela nega tal interesse. A declaração irritou conselheiros de diferentes alas, incluindo gente da situação próxima ao presidente alvinegro.

O requerimento pede que, em virtude da declaração, seja encaminhado ofício para Roberto de Andrade determinando que ele desautorize publicamente Andrés a negociar em nome do Corinthians.

O pedido é justificado pelo fato de o ex-presidente não fazer parte da comissão de conselheiros formada para apurar a situação da arena e por causa das notícias que relacionam o deputado à Operação Lava Jato.

Segundo a Folha de S.Paulo, Andrés foi citado em delação de Marcelo Odebrecht como recebedor de doação para sua campanha a deputado federal via Caixa 2.

Entre as explicações para o pedido está exposto que, apesar de ter o direito de se aconselhar com quem quiser, Andrade deve se pautar pela moralidade e pela legalidade em suas ações.

No caso de o presidente do conselho entender que a solicitação não faz sentido, é solicitado que ele informe se o deputado federal está autorizado por Andrade a negociar com a Odebrecht pelo clube.

Também é lembrado no documento que ficou estabelecido que tudo referente à Arena Corinhtians seja submetido à comissão criada no conselho. Ela não foi informada sobre o assunto.

Há ainda o temor de que autoridades interpretem a fala de Andrés como coação a Marcelo Odebrecht.

Indignação

O blog não teve acesso à relação de conselheiros que assinaram o pedido, mas conversou com membros do conselho que ficaram indignados com a afirmação do ex-presidente.

“Foi uma declaração de prepotência e arrogância imensuráveis. O deputado não é dono do clube (para falar dessa forma). Salvo engano, ficou a impressão de que ele usou a imprensa para mandar recado para quem o está delatando. O presidente precisa se posicionar publicamente afastando as pessoas que não estão autorizadas a falar pelo clube. Já é notório o prejuízo financeiro e de imagem para o Corinthians mostrados pela Lava Jato”, disse ao ser indagado sobre o assunto Romeu Tuma Júnior, conselheiro oposicionista.

A afirmação de Andrés sobre ser o único com quem a Odebrecht senta para conversar também não caiu bem na comissão do conselho especializada no estádio. Além de pelo menos parte dos membros achar que por causa da Lava Jato Andrés deveria manter distância da Odebrecht, há também o argumento de que a afirmação não representa a verdade. Isso porque integrantes da comissão afirmam que recentemente conversaram com representantes das áreas financeira e de engenharia da construtora.

Entre aliados do presidente corintiano, há a critica de que a declaração desrespeitou Roberto de Andrade, já que Sanchez teria se mostrado superior em relação ao presidente no trato com a Odebrecht.

Andrés não pôde ser ouvido porque não fala com o blog. Andrade não atendeu às ligações.

Ronaldo Giovaneli: o defeito do Corinthians são as ‘nhacas’!

Leia o post original por Craque Neto

O comentarista diz que o jogo do Timão contra o Inter foi perfeito, mas que, mesmo com a mudança no elenco, o defeito continua sendo escalação de “nhacas”, que são os jogadores que o técnico quer recuperar.

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Mesmo eliminado, o SP recuperou a confiança. Já o Corinthians…

Leia o post original por Milton Neves

POR MARCONDES BRITO
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Corinthians e São Paulo, adversários na semifinal do Paulistão no próximo domingo, amargaram na noite da última quarta-feira eliminações na Copa do Brasil em situações completamente diferentes.

Enquanto o São Paulo ganhou do Cruzeiro e caiu pelo placar agregado, o Corinthians deixou escapar a classificação nos pênaltis.

A diferença fundamental é que o Tricolor amanheceu nesta quinta-feira com o ânimo redobrado para os próximos desafios.

O Corinthians, ao contrário, sofreu um baque.

Isso porque poderia ter vencido no tempo normal.

Levou azar no gol contra de Fagner e entrou abalado para a cobrança dos pênaltis.

E Então ficou assim: o São Paulo recuperou um pouco da sua confiança para a semifinal do Paulista.

Se o time teve forças para ganhar do Cruzeiro em Belo Horizonte, por que não pode bater o Corinthians em Itaquera?

E os corinthianos certamente terão motivos para desconfiar de um novo fracasso em casa.

Já não há mais tanta confiança como antes.

Opine!

‘Não sei de ninguém que roubou o clube’, diz vice corintiano sobre polêmica

Leia o post original por Perrone

Criticado por conselheiros após gravar mensagem a ex-aliados dizendo saber de todo mundo que levou dinheiro do clube, André Luiz Oliveira, primeiro vice do Corinthians, afirmou que nunca soube de ninguém que tenha roubado a agremiação nas gestões do grupo Renovação e Transparência, liderado por Andrés Sanchez.

“Foi uma sequência de conversas, posso ter falado de uma forma que deu a entender outra coisa. Quis dizer que sei quem trabalhou para o clube, não que o cara roubou. Se eu tivesse visto alguém roubando seria o primeiro tomar providências”, afirmou o vice.

Mas o estatuto corintiano também não permite que membros do conselho trabalhem para o Corinthians ou sejam remunerados de alguma forma pelo clube. Por que André não tomou medidas em relação a essas pessoas? “Eu não preciso mostrar quem são, todo mundo no clube sabe”, disse o dirigente.

Revoltando com o fato de dissidentes do seu grupo político fazerem reuniões montando uma nova ala, André disparou mensagens em tom ameaçador.

Após a revelação feita pelo blog, conselheiros corintianos se mobilizam para indagar ao vice de maneira formal, no Conselho Deliberativo, por qual motivo ele não tomou providências em relação a quem “levou dinheiro” ou trabalhou para o Corinthians. Há também um grupo de conselheiros que promete formalizar um pedido para que o caso seja analisado pela comissão de ética e disciplina do Conselho Deliberativo.

Reverência ao jogo

Leia o post original por André Kfouri

Há um ponto sendo espetacularmente perdido nos debates sobre a atitude de Rodrigo Caio no clássico de domingo: os elogios ao gesto do zagueiro são-paulino procuram ampliar sua relevância para fora do âmbito do futebol, ignorando que a essência do comportamento em questão está diretamente relacionada ao jogo e o que se quer dele.

A conexão que tem sido feita entre o fair play no gramado e o avanço da sociedade está na mão contrária. O futebol é reflexo do mundo, não o inverso. De modo que a multiplicação de posturas como a de Rodrigo provavelmente não teria efeito transformador no Brasil de todos os dias, pois uma das maravilhas – e tragédias – do futebol é justamente distanciar as pessoas de suas rotinas.

No Japão, apenas como exemplo aleatório e sem entrar em pormenores, o que Rodrigo Caio fez não geraria discussão. Não porque o esporte japonês é mais “puro” do que em outros países, mas porque o povo japonês o é. Uma questão de escala de valores e respeito a eles.

O gesto de Rodrigo Caio se deu em campo e deve ser discutido neste ambiente, pois tem um valor brutal para o futebol. É um oferecimento de respeito ao jogo que, isto sim, pode carregar uma esperança de progresso na forma como futebolistas agem quando estão competindo.

Em sua passagem pelo São Paulo, Juan Carlos Osório costumava dizer que Rodrigo tem “caráter de jogador de rúgbi”, em referência à maneira como o zagueiro se conduz em relação aos companheiros, os adversários e à arbitragem.

O rúgbi tem muitas aulas a dar ao futebol nessa área, em particular na dinâmica atleta-árbitro. Embora pratiquem um esporte de contato físico muito mais agressivo, jogadores controlam seus hormônios e nervos em nome de uma conduta respeitosa acima de qualquer circunstância. Brigas são raras e a arbitragem trabalha com total tranquilidade para tomar decisões sem qualquer tipo de pressão.

Rodrigo Caio trata o futebol com essa reverência, essa admiração, essa gentileza. O que ele fez é nobre, é alto, é louvável e é invejável. E infelizmente há muita gente que não consegue conviver com esse tipo de relação com coisa alguma. A repulsa de quem o critica revela a incapacidade de agir como ele.

O aspecto mais importante de ser honesto em um campo de futebol é o impacto no trabalho do trio de arbitragem, que precisa administrar não só a aplicação das regras do jogo, mas também a tendência prevalente de desrespeitar as regras para vencer. A situação, por si só, já é uma covardia. Além de haver pouquíssimos exemplos no futebol brasileiro de qualquer tentativa de colaboração com a arbitragem, o que se vê são atos deliberados para influenciar decisões para um lado ou outro.

Suponha que Rodrigo tivesse ficado em silêncio e o cartão para Jô fosse mantido. A televisão mostraria o erro de Luiz Flávio de Oliveira, que seria responsabilizado pela ausência do atacante do Corinthians no jogo de volta. E teríamos mais um encontro decisivo desequilibrado por um equívoco do apito.

A educação, no sentido mais profundo, de Rodrigo Caio, evitou tal cenário, e é esse o ponto que deve ser amplificado para que se possa imaginar como o futebol seria se a maioria dos jogadores se comportasse assim.

Aplaudir a postura de Rodrigo é necessário, especialmente para quem acredita que o árbitro deve ser menos autoridade e mais condutor do jogo, permitindo que a dinâmica dos jogadores dirija as ações. Na realidade utópica em que todos os futebolistas fossem Rodrigos Caios, árbitros não seriam necessários.

Censurar Rodrigo por ser respeitoso com o futebol é o maior dano que se pode fazer ao jogo. O espírito de competição – evocado por quem o acusa de ser bobo – precisa ser cada vez mais limpo, em nome da própria sobrevivência do futebol como algo que ocupa um lugar especial na vida das pessoas.

O jogo está acima de tudo e de todos.

Valores como classe, honra e coragem não se compram. São adquiridos por formação ou por exemplo, e geralmente causam uma tremenda inveja em quem não os possui.

Por mais jogadores como o zagueiro são-paulino nos campos de futebol do Brasil.

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Estou jogando as minhas fichas em uma final entre Corinthians x Ponte Preta

Leia o post original por Nilson Cesar

Acho que  Palmeiras e o São Paulo já estão eliminados do Campeonato Paulista de 2017. Não acredito que possam reverter a situação na outra semi final. Corinthians e Ponte Preta sobraram no primeiro jogo e devem repetir as finais de 1977 e 1979. O Palmeiras foi apático demais em Campinas e tem obrigação de pelo menos vencer o jogo de volta no próximo sábado. Só acho que não consegue os 3 gols de diferença. O Corinthians tem chance de vencer de novo jogando em Itaquera. Acho que isso deve acontecer mesmo. Pressão irá acontecer para cima do Rogério Ceni com as eliminações na Copa do Brasil e no Campeonato Paulista. O bicho vai pegar.

Honestidade tumultuou vestiário do Tricolor

Leia o post original por Craque Neto

Após o clássico deste domingo entre São Paulo e Corinthians toda a opinião pública elogiou a atitude do zagueiro Rodrigo Caio, que assumiu ter dado o pisão no goleiro Renan Ribeiro. Isso fez com que o árbitro Luis Flávio de Oliveira retirasse o cartão amarelo – e a consequente suspensão – ao atacante Jô. O que ninguém imaginaria é que essa ação de honestidade causaria a discórdia dentro do vestiário do Tricolor. Quem estava no Morumbi já tinha desconfiado de algo estranho pelo fato do jogador ter sido o primeiro a sair e depois ter voltado ao vestiário mais tarde. […]

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Mensagens de vice aumentam lista de casos a serem apurados pelo Corinthians

Leia o post original por Perrone

As mensagens enviadas a ex-aliados pelo primeiro vice-presidente do Corinthians, André Luiz Oliveira, o André Negão, em tom de ameaça e reveladas pelo blog, geraram indignação entre conselheiros. Pelo menos um grupo se mobiliza para pedir que ele explique ao Conselho Deliberativo quem “levou dinheiro do clube” e por que nada foi feito até agora sobre o que ele diz saber.

O episódio aumenta a lista de casos recentes não elucidados e que exigem investigação interna do clube. Confira abaixo outras quatro situações que precisam ser explicadas.

1 – Lava Jato.

Nenhum questionamento formal foi feito até agora no Conselho Deliberativo  e nem em sua comissão de ética a Andrés Sanchez sobre acusações contra o ex-presidente corintiano,  que teria sido beneficiado pela Odebrecht. O caso ganhou novo fôlego recentemente com a informação publicada pela Folha de S.Paulo de que  a delação de Marcelo Odebrecht aponta remessa de R$ 2,5 milhões para caixa 2 da campanha a deputado federal de Andrés. Aparentemente um caso pessoal, o episódio tem reflexos no clube por envolver o principal responsável alvinegro pela Arena Corinthians e a construtora do estádio. Conselheiros prometem entregar ao Conselho Deliberativo pedido para que Sanchez seja questionado sobre o tema. O ex-presidente nega ter cometido irregularidades.

2 – Categorias de base

Há uma série de denúncias no departamento de formação de atletas não investigadas. Além disso ocorreram seguidas trocas na direção do setor e recentemente parentes e apadrinhados de conselheiros assumiram postos não remunerados de assessores. No caso mais recente, revelado pelo UOL Esporte, atletas com desempenho ruim em vários quesitos assinaram contrato, mas não jogam pelo alvinegro. Guilherme Gonçalves Strenger deve chamar Carlos Nujud, novo diretor das categorias de base, para apresentar um relatório.

3 –  Estacionamento

Em fevereiro, o clube anunciou uma parceria com a empresa Indigo para gerir o estacionamento da Arena Corinthians. Porém, a antiga gestora, a Omni, não aceitou a rescisão e se recusou a sair. A diretoria não se posicionou mais sobre o caso sem explicar em que pé está a administração do estacionamento.

4- Contratações na Arena

Não há no clube investigações em andamento para saber quais os parâmetros usados para a série de contratações de prestadores de serviços na arena, gerida por um fundo do qual o Corinthians faz parte. Estão sem respostas perguntas como: Foram feitas tomadas de preço? Não havia nenhuma empresa mais indicada para o estacionamento do que a Omni, que nem tinha em seu objeto social a gestão desse tipo de área? Por que uma empresa especializada em festas de formatura, a Stilo’s, apresentada por Andrés, foi a responsável por integrar as obras de instalação das estruturas provisórias na arena para a Copa do Mundo, recebendo R$ 15 milhões, como mostrou o site da Época?