Arquivo da categoria: Coritiba

Devolve o gringo!

Leia o post original por Craque Neto

O Coritiba divulgou pra quem quisesse saber que o Corinthians está atrasando as parcelas da compra dos direitos econômicos do turco Kazim. Segundo consta o Timão não teria pago o valor de entrada de R$ 450 mil, vencida em fevereiro, além da primeira das quatro parcelas de R$ 200 mil, que totalizam R$ 1,25 milhão. Querem saber? Se fosse a diretoria agradecia profundamente o presidente do Coxa, pagaria uma multa e devolveria esse rapaz. Pelo amor de Deus! Não joga nada! Baita bonde. Sei que o marketing do clube fez aquela papagaiada de ‘gringo da favela’ e tudo mais. Só […]

O post Devolve o gringo! apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Contrato de TV: cinco rivais se unem para tentar alcançar Corinthians e Fla

Leia o post original por Perrone

Com Napoleão de Almeida, colaboração para o UOL em Curitiba

Cinco clubes da Série A que têm contrato com o Esporte Interativo para transmissão de jogos do Brasileirão por TV fechada a partir de 2019 discutiram nesta sexta durante reunião no Palmeiras uma estratégia para ficarem mais fortes nas próximas negociações de contrato. O objetivo é equilibrar o jogo com Flamengo e Corinthians, tradicionalmente donos das maiores cotas de televisão.

Além do alviverde, Santos, Coritiba, Atlético-PR e Bahia participaram do encontro. A estratégia deles é fazer as próximas negociações em bloco. Todos teriam uma só posição, o que em tese aumentaria o poder do grupo. A ideia é atrair os demais times que fecharam com o EI, que também participou da reunião para tratar de assuntos ligados ao seu acordo.

O raciocínio é que se estiverem separados no mercado, Flamengo e Corinthians continuarão tendo mais peso nas tratativas com as emissoras por terem as maiores torcidas do país.

O primeiro teste da nova tática deve ser a negociação da transmissão pelo pay-per-view. Os cinco clubes combinaram de negociar em conjunto. Eles já decidiram que não aceitam as pesquisas com assinantes como um dos critérios para dividir as cotas, método previsto no acordo atual com a Globosat. A ideia é que todos compradores de pacotes declarem seus times para dar mais precisão ao levantamento. Acreditam que dessa forma, a diferença para Flamengo e Corinthians vai cair.

Outra briga será para que a emissora que fechar contrato aumente a participação dos clubes na arrecadação obtida com o pay-per-view. Hoje, eles ficam com cerca de 30% da receita. A fatia maior beneficiaria a todos, incluindo os que não estiverem negociando em bloco.

Entre alguns dos participantes, o projeto é visto como uma tentativa de reconstruir o que foi destruído com o fim do Clube dos 13, entidade que era encarregada de negociar os contratos de transmissão pela TV. Em 2011, o Corinthians, presidido por Andrés Sanchez, liderou a implosão do C13 ao sair dele para negociar separadamente seus contratos. Dessa forma, conseguiu um trato muito mais vantajoso. O mesmo aconteceu com o Flamengo.

Outras tentativas de uma nova união entre os clubes já foram feitas, mas todas sem sucesso.

A próxima reunião para debater esse posicionamento unificado está prevista para 15 de março, em Santos.

Alguém vai ter que fazer

Leia o post original por Rica Perrone

Eu não sei se é claro pra vocês quanto é pra mim que o futebol brasileiro começa a pedir união, profissionalismo e liberdade.  Sei que o que CAP e Coxa fizeram ontem foi um passo importante, mas que não me convence pela estrutura. Explico. Coxa e CAP são rivais. E a Federação, a tv, seja …

Reconhecimento e megalomania

Leia o post original por Rica Perrone

O Flamengo é movido a sua grandeza e especialmente ao seu complexo de grandeza.  Dali de onde nada se espera, eles sempre esperam tudo. E de onde muito se espera, sai nada. O time de 2016 começou o campeonato taxado pelos mesmos torcedores que hoje lamentam a “perda” do título como fraco. Se tornou razoável, …

Opinião: Cuca deve ter orgulho do “Cucabol”

Leia o post original por Perrone

Depois da vitória sobre o Coritiba por 2 a 1 neste sábado, Cuca desabafou na entrevista coletiva, dizendo que as pessoas precisam ter mais respeito com o trabalho feito pelo time palmeirense e que ninguém gosta de ouvir coisas como classificar o futebol da equipe de “Cucabol”. Na opinião deste blogueiro, o treinador não deveria se incomodar com isso. Pelo contrário, deve se sentir elogiado com o termo.

“Cucabol”, assim como o “Muricybol” foi no São Paulo, não é sinônimo de pobreza tática. Expressões assim remetem a times bem treinados, que executam fundamentos com perfeição na maior parte do tempo. São casos em que o suor derramado nos treinamentos faz a estratégia estabelecida dar certo.

Se alguém fala dos gols do Palmeiras a partir de cobranças de laterais ou cruzamentos, ainda que não admita, está reconhecendo o bom trabalho do treinador. Quantos técnicos da Série A treinam essas jogadas? Mérito de Cuca e de seus jogadores se o líder do Brasileirão é o clube que mais sabe usar essas armas.

A beleza do jogo alviverde está exatamente em sua simplicidade. Está no fato de todo mundo saber que o Palmeiras sufoca seus rivais no começo das duas etapas dos jogos, mas poucos conseguirem escapar ilesos dessa previsível pressão. Ou de todos adversários estarem carecas de saber que cruzamentos e cobranças de laterais são jogadas mortais do Palmeiras e muitos deles morrerem com esses golpes.

Executar coberturas com eficiência, chegar antes que o adversário em quase todas as bolas, como aconteceu contra o Corinthians em Itaquera, cruzar com maestria e cabecear de maneira certeira não desenham um  jogo feio ou chato. Longe disso. É bonito e gostoso de ver.

Ter complexos esquemas táticos e abusar de dribles e outras jogadas vistosas não são características obrigatórias para times brigarem por títulos importantes. O Palmeiras é prova disso. Só é líder graças ao “Cucabol”.

Palmeiras não é sinfônica, mas não desafina

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras não é uma orquestra sinfônica, não dá recitais líricos no La Scala, de  Milão. Não tem grandes solistas nem o maestro é o Zubin Mehta. Não enche os olhos e os ouvidos das plateias.

O Palmeiras é um bom time de futebol, um conjunto que toca seus sambinhas sem desafinar. Mantém a ponta num campeonato equilibrado e, a cada rodada, confirma a condição de forte candidato ao título.

Lidera há muita semanas, tem o maior número de vitórias (16), o melhor ataque (47 gols) e uma das defesas menos vazadas (25 gols, como a do Flamengo).

Ou seja, faz o que se espera de uma equipe que luta para botar as mãos na taça: tem regularidade e eficiência. Duas características imprescindíveis, em torneio por pontos corridos, em dois turnos, com jogos de ida e volta, como mandante e como visitante. Há muito se admite que, numa competição desse tipo, a constância, a pouca oscilação ajudam a definir o campeão.

Os rapazes dirigidos por Cuca também seguem outro ponto importante da cartilha do vencedor, ao não desperdiçarem pontos em demasia para a turma que está na parte de baixo da classificação. Também é quesito fundamental, pois se trata de pontos irrecuperáveis. No confronto com o Flamengo, por exemplo, ganhou 4 pontos, enquanto o vice-líder ficou com 1.

O roteiro do sucesso verde teve outro capítulo na tarde deste sábado, no Allianz, nos 2 a 1 sobre o Coritiba, que perambula pela segunda metade da tabela. No primeiro tempo, o desempenho não foi dos melhores. Houve finalizações, várias até, mas a maioria sem direção. Ao gol, pra valer, apenas uma, que o goleiro defendeu.

O panorama mudou na etapa final, na qual apareceram claras oportunidades. O Palmeiras aproveitou duas, com menos de 15 minutos – Leandro Pereira e Mina -, abriu vantagem cômoda, pôde aumentar a diferença e não se abalou sequer ao ver o Coxa esboçar reação, com o gol de Iago aos 26 minutos. Manteve-se senhor da partida.

O Palmeiras nem sempre joga bem. Não é com frequência que esbanja jogo bonito. Tampouco é time meia-boca. Não dá botinadas, não apela para a retranca. Com isso, aumentou para 10 jogos a invencibilidade na Série A (6 vitórias, 4 empates).

No momento, tem quatro pontos de vantagem sobre o Fla (54 a 50), embora muita coisa vá rolar até a última rodada.

De qualquer maneira, inegável, óbvio e evidente que segue em águas claras rumo a bom destino. Ou bonito é fazer só figuração ou lutar pelo rebaixamento?

Mais uma vitória do líder

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press
Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

O Palmeiras fez sua parte em casa e venceu o ameaçado Coritiba. Ao contrário de campeonatos anteriores, o Palmeiras tem feito sua parte contra os times da parte debaixo da tabela e isso é fundamental nos pontos corridos.

Em um campeonato com esse formato, os pontos ganhos contra os piores da competição são fundamentais. Quem não tiver essa base de pontos conquistados não chega. Nos duelos entre os times de cima, um tira ponto do outro, os pontos acabam se dividindo.

Outro ponto importante é o elenco e o Palmeiras sobra neste quesito. Em alguns momentos, o time de Cuca é criticado e acusado de ter pouco repertório, acho injusto. O time teve momentos em que abusou do jogo aéreo, como no segundo tempo contra o Flamengo que tinha dez jogadores. Mas em muitos jogos o Palmeiras mostrou opções diferentes de jogo.

O elenco dá opções ao técnico Cuca, mas três jogadores são fundamentais e de difícil reposição, Tchê-Tchê, Moisés e Gabriel Jesus. Os dois jogadores de meio-campo se complementam e dão dinâmica a equipe. Moisés segura um pouco mais a bola, tem força para chegar na frente e infiltrar sem a bola, Tchê-Tchê se movimenta muito, desarma, tem bom passe, ocupa espaços e tem velocidade, além disso é versátil, pode ser lateral-direito, pode jogar como primeiro homem de meio atrás de dois meias, pode ser um meia pela direita ou esquerda e pode jogar aberto em um 4-2-3-1. Gabriel Jesus é o diferencial, artilheiro, é o jogador que desequilibra, que faz o inesperado, joga pelo lado, principalmente pela esquerda e tem ido muito bem como centroavante, pode ser ainda mais letal, ainda perde mais oportunidades do que deveria, mas tem tudo para crescer muito neste quesito.

“Super Palmeiras” bate o Coxa e coloca pressão no Fla. Pintou o campeão?

Leia o post original por Milton Neves

A tarefa do Coritiba em frear o líder do campeonato não era a das mais fáceis.

Os paranaenses até que tentaram, mas parar esse “torpedo verde” está se tornando impossível.

Mesmo com o time bem armado na defesa pelo competente Paulo César Carpegiani, o Palmeiras conseguiu furar o bloqueio rival por duas vezes. Sofreu um gol, mas isso não atrapalhou a vitória.

Está para nascer um adversário razoavelmente bom para encarar o Verdão e lhe tirar o título.

Neste Brasileirão, só o Galo pode estragar a festa alviverde.

E cá entre nós, as duas equipes irão fazer uma final digna de um torneio mata-mata.

Mata-mata que deveria voltar urgentemente, ano que vêm, porque em 2016 mais uma vez não teve graça!

Corintianos e são-paulinos que o digam… Estão numa “draga demais da conta sô”! Nem com a moleza dos pontos corridos, vão conseguir uma vaga para a Libertadores.

Por enquanto, me arrisco dizer que a taça já tem dono. É só o Palmeiras não vacilar!

Ou você ainda tem dúvidas, torcedor?

Sport 1 x 0 Santos

Mais uma vez o Santos deu uma de “Robin Hood” neste Brasileirão, ao perder para o Sport.

A derrota deixa o Peixe um pouco longe do título, mas não tira o time do G4.

Uma pena, porque o Alvinegro Praiano jogou melhor e merceia ao menos sair com um empate da Ilha do Retiro.

Além disso, o “juizão” deixou de marcar pênalti, quando Jean Mota chutou para o gol e Ronaldo Alves interceptou com a mão. “Apito Amigo”?

Esse resultado foi ótimo para o Leão, que agora respira um pouco melhor na parte debaixo da tabela.

OPINE!!!

Tudo azul, Corinthians? Só no uniforme…

Leia o post original por Antero Greco

Tudo azul, Cristóvão?

Pelo menos no Estádio Couto Pereira, a resposta do técnico corintiano, poderia ser: “Sim, quase tudo azul”.

Pena que a hipotética resposta estaria só a referir-se ao novo uniforme anil da “equipe alvinegra de Parque São Jorge”, como diziam os locutores de antigamente. Porque no placar não foi bem assim: não se pode dizer que o 1 a 1 com o Coritiba foi resultado apreciável.

O empate deixou o Corinthians fora do G-4. Mas, cá entre nós, não jogou mesmo para conseguir coisa melhor.

Não é de hoje que a equipe de Cristóvão Borges alterna bons e maus momentos em campo. Às vezes, como no primeiro tempo contra o Santos, joga futebol de primeira, comandada por Rodriguinho. Depois some.

Diante dos paranaenses, por exemplo, o Corinthians abriu o marcador aos 15 minutos, numa bobeada da zaga que Gustavo aproveitou e bateu cruzado, para a entrada de Marlone. Depois, em vez de crescer, se encolheu.

O Coritiba mandou uma bola na trave de Cássio. E, aos 27 minutos, o lateral Fagner cometeu um pênalti desnecessário em Kazim: deu um carrinho e derrubou o atacante. Leandro cobrou e empatou.

Quase no fim do primeiro tempo, Lucca fez a grande jogada da partida: driblou dois zagueiros e bateu, mas o goleiro Wilson fez grande defesa.

O segundo tempo foi um festival de passes errados e jogadas equivocadas. O Corinthians teve algumas boas oportunidades, com Rodriguinho e Gustavo. Aos 33 minutos, Leandro entrou pela esquerda e quase fez o gol da vitória do Coritiba, mas Cássio bem colocado defendeu.

Nos últimos 10 minutos, o Corinthians ficou com um jogador a mais, após a expulsão de João Paulo. Nem assim o placar foi alterado.

Toda azul, toda azul, a noite curitibana não foi para o Corinthians de Cristóvão Borges.