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A “patrocinadora”

Leia o post original por Rica Perrone

Parte da mídia é bastante incoerente e pede apoio ao esporte quando se nega a falar os nomes envolvidos nele. Mas existe uma parte que fala, e a torcida, que não pensa no editor chefe na hora de dar opinião.

Se tem algo que a Crefisa não está fazendo é rasgar dinheiro.  Para o rival, é “mamãe crefisa”, mas isso porque ele é órfão e obviamente está morrendo de inveja. Foi assim com Parmalat, Unimed no Flu.  Os titulos aparecem, o rival procura uma forma de diminuir.

O mesmo rival que torce pro Chelsea, por exemplo. E eu pergunto a você, chorão: é melhor um time vendido pra um bandido internacional ou patrocinado por uma empresa privada?

Meio óbvia a resposta se você tiver alguma vergonha na cara.

A Crefisa é centro de debates, falada todo santo dia, leva créditos por contratações que nem são dela, o carinho do palmeirense e o retorno na venda dos que comprou. Se uma negociação durar 1 mes, ela é falada por 1 mes.  Em campo, o reforço usa a marca, e fora dele o rótulo de estar lá por causa dela.

Quando vendido o dinheiro volta. E a mídia toda foi feita em doses cavalares.  Isso é bom pro clube, bom pra Crefisa. E pra quem não conhece, muito prazer, chama-se “negócio”.

Não há doação. Não há absurdo, nem mesmo motivos para insinuações idiotas do tipo “tem que ver isso aí”…. Não tem que ver nada. É privado, problema deles.

Acho bizarro jornalista que defende o PT desconfiar de esquema numa relação comercial de empresa/clube. Mas tem. Ô se tem…

Enfim. Queria eu ter uma Crefisa no meu time. Aliás, em todos eles. Teríamos um futebol forte, os clubes ainda nossos e não tendo que ter donos mafiosos para ter dinheiro pra competir.

Mas se a Crefisa fosse alemã e o Palmeiras o Borussia, aposto que seria “modelo de parceria” pra todo jornalista brasileiro.

abs,
RicaPerrone

Cerca de R$ 400 mil de dono da Crefisa entram em sindicato de Mustafá

Leia o post original por Perrone

O Sindicato do Futebol, presidido por Mustafá Contursi, aprovou nesta terça seu balanço financeiro referente a 2017 com o registro de uma doação de cerca de R$ 400 mil. A verba, segundo a entidade, saiu dos cofres do casal dono da Crefisa, ex-aliado do cartola e atualmente desafeto.

Porém, a versão dos patrocinadores do Palmeiras é diferente. De acordo com a assessoria de imprensa deles, a operação foi um empréstimo. “Em meados, aproximadamente, de 2017, houve uma solicitação do sr. Mustafá de um empréstimo para o sindicato da ordem de R$ 430 mil. Esse empréstimo foi feito pelo sr. José Roberto Lamacchia (dono da Crefisa e da FAM com sua mulher Leila Pereira). É o que diz mensagem encaminhada pela assessoria de imprensa dos patrocinadores ao blog depois de ser indagada sobre o assunto.

A assessoria, no entanto, não soube dizer se o alegado empréstimo foi pago.

Na contramão da afirmação sobre quantia emprestada, o sindicato sustenta que possui registro de recolhimento de imposto sobre doação.

O blog falou com três cartolas ligados à entidade patronal, mas não conseguiu conversar com Mustafá.

Quando o dinheiro entrou nos cofres do sindicato, Mustafá, Lamacchia e Leila andavam de braços dados. Em fevereiro do ano passado, o casal foi eleito para o Conselho Deliberativo do Palmeiras. O ex-presidente alviverde foi o principal articulador das campanhas.

Leila só conseguiu ser candidata depois que Contursi apresentou documento assegurando que ela tinha o tempo mínimo exigido como associada para poder disputar vaga no órgão.

Hoje, no entanto, os empresários e Mustafá estão rompidos. Leila deu declarações se dizendo decepcionada com o cartola por conta de ingressos que teriam sido repassados pelos patrocinadores a ele pararem nas mãos de um cambista. O caso é investigado pela polícia e no Palmeiras. Contursi nega envolvimento com revenda de entradas.

Na outra ponta da corda, os correligionários do ex-presidente afirmam que o casal se irritou porque ele não tentou alterar o estatuto palmeirense abreviando o tempo necessário para Leila ser candidata à presidência.

Polícia investiga contradição nos depoimentos de Mustafá e Leila

Leia o post original por Perrone

Nesta quinta (21) Mustafá Contursi prestou depoimento no Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e de Intolerância) como parte da investigação sobre ingressos de patrocinadores do Palmeiras que chegaram às mãos de um cambista. As declarações do ex-presidente foram conflitantes com o que havia dito aos policiais Leila Pereira, dona da Crefisa e da FAM. Investigar os pontos contraditórios passou a ser uma das prioridades dos encarregados em elucidar o caso.

O cartola confirmou que recebia ingressos vindos dos patrocinadores palmeirenses em todos os jogos no Allianz Parque, como havia relatado Leila. Segundo os dois depoimentos, os tíquetes eram enviados pela patrocinadora ao sindicato que reúne entidades ligadas ao futebol e é presidido pelo palmeirense.

A partir do recebimento, as narrativas se distanciam. Contursi contou aos policiais que uma parte dos ingressos que recebia vinha separada e em nome de uma sócia do Palmeiras chamada Eliane. A separação seria feita pelos patrocinadores. O cartola contou ainda que entregava a sua parte de graça para amigos ligados ao clube e mandava os demais para a associada. Quando sobravam ingressos de sua carga, eles eram destruídos, conforme essa versão.

Porém, Leila declarou à polícia que enviava 70 ingressos por partida ao sindicato, mas que todos eram para Mustafá. Não havia, segundo ela, uma cota para Eliane, que teria repassado as entradas frequentemente para um cambista com trânsito na Mancha Alviverde. O caso veio à tona depois que Paulo Serdan, presidente de honra da torcida organizada e conselheiro do clube, procurou o conselho. Ele relatou que Eliane pediu ajuda por supostamente estar sendo ameaçada pelo cambista desde que a Crefisa deixou de enviar os bilhetes para Mustafá.

Contursi não atendeu ao blog para falar sobre os depoimentos divergentes. Já a assessoria de imprensa de Leila respondeu que todos 70  ingressos eram entregues a Mustafá.

A polícia agora investiga a contradição. Fundamental para esclarecer a divergência será o depoimento de Eliane. Ela ainda não compareceu à delegacia porque já tinha marcado viagem para os Estados Unidos antes de ser intimada.

Os policiais também querem descobrir se o dirigente repassava os ingressos para sócios e conselheiros como parte de uma operação para fortalecer a imagem de Leila enquanto ela era candidata ao conselho ou se o destino final era mesmo um cambista, o que Contursi nega.

Em seu depoimento, Leila disse que nunca foi abordada para receber agradecimentos de pessoas que teriam ficado com os ingressos supostamente dados por Mustafá. E que era comum ser procurada por outros torcedores que recebiam as entradas que saíam das patrocinadoras palmeirenses. Esse ponto chamou a atenção dos responsáveis pelo caso e também será investigado.

Contursi foi o principal aliado da empresária e do marido dela, José Roberto Lamacchia,também dono das empresas, na vitoriosa campanha deles por uma vaga no Conselho Deliberativo. O cartola apresentou documento assegurando que ela tinha tempo suficiente como sócia do clube para se candidatar.

Eles romperam após o episódio dos ingressos.

Além do inquérito policial, aberto a pedido do Ministério Público, há uma investigação feita pelo Conselho Deliberativo palmeirense.

Mustafá deve evitar confronto com patrocinadores em depoimento no Palmeiras

Leia o post original por Perrone

Gera expectativa no Palmeiras o depoimento de Mustafá Contursi, marcado para esta segunda, na comissão responsável por investigar o caso de ingressos da Crefisa repassados a cambistas. O depoimento do cartola tem potencial para ampliar a crise entre ele e o casal dono da patrocinadora palmeirense.

Porém, gente próxima ao cartola assegura que ele será quase monossilábico durante sua oitiva. O plano é falar o mínimo possível, limitando-se a mostrar que não está envolvido com venda irregular de bilhetes e evitando confronto com José Roberto Lamacchia e Leila Pereira.

Quem conversou com o dirigente sobre o assunto diz que ele quer evitar atacar os patrocinadores. Assim, mostraria respeito institucional e não iria contra os empresários garantidores de importante receita para o clube por meio da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas).

O caso passou a ser investigado por Conselho Deliberativo, Ministério Público e Polícia Civil depois de Paulo Serdan, conselheiro e um dos líderes da Mancha Alviverde, afirmar ao conselho que foi procurado por uma sócia chamada Elaine que se dizia ameaçada por um cambista. Ela teria dito que a Crefisa repassava ingressos dos jogos do time para Mustafá. Por sua vez, o cartola os entregava para ela, que encaminhava ao cambista. Quando a patrocinadora decidiu cortar os repasses, ela teria sofrido represálias.

Contursi confirma que era agraciado com tíquetes dados pelos patrocinadores. Mas, pela versão do cartola, as entradas eram repassadas gratuitamente a pessoas que pediam, sem envolvimento dele com cambistas.

Enquanto o entrono do ex-presidente rascunha um tom discreto dele no depoimento, nos bastidores do clube seus correligionários já adotaram uma postura bélica. Eles sustentam que Leila Pereira está irritada com o cartola porque ele teria se recusado a apoiar uma mudança estatutária para diminuir o tempo necessário para conselheiros poderem se candidatar à presidência a fim de permitir a candidatura de Leila na próxima eleição. No entanto, em seu discurso, a empresária não tem citado esse tipo de problema. Ela afirma apenas ter ficado decepcionada com o ex-presidente no episódio dos ingressos.

Internamente, a tática dos mustafistas tem sido ligar Elaine à dona da Crefisa, minimizando a ligação da denunciante com Mustafá. No clube ela é vista como pessoa próxima ao ex-dirigente.

O rompimento entre as duas partes já é notório e tende a evoluir para uma batalha que complique as pretensões políticas de Leila no Palmeiras. O ex-presidente é um dos conselheiros mais influentes do clube e foi o principal aliado da empresária para ingressar no conselho.

Segura! Lá vem a ‘Mamãe’ abrindo o cofre!!!

Leia o post original por Craque Neto

Depois de uma temporada fracassada onde foram gastos mais  de R$ 100 milhões em reforços, o planejamento para 2018 já inicia com o anúncio do primeiro reforço do Palmeiras: o lateral-esquerdo Diogo Barbosa. Para quem não se lembra esse menino foi um dos destaques do Cruzeiro neste ano e foi justamente dele o gol decisivo que eliminou o Verdão da Copa do Brasil. Que é um jogador de qualidade, isso é inquestionável! O que se discute são os valores envolvidos na negociação. Pelo que foi noticiado a Raposa abriu mão de uma proposta de mais de R$ 30 milhões do […]

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Maravilha sobre Leila: é a ‘mamãe’ que manda no Palmeiras

Leia o post original por Craque Neto

O narrador Dirceu Maravilha comparou o Palmeiras a um avião e disse que a situação no Verdão é como um comissário dando ordens ao comandante e, no caso, o comissário é a patrocinadora.

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Fernandinho: declaração da Leila é um tipo de chantagem!

Leia o post original por Craque Neto

Para o repórter, mesmo que não tenha sido a intenção da patrocinadora, sua última declaração sobre Alexandre Mattos tem um tom de chantagem ao Verdão.

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Opinião: patrocinadores devem ser mais exigentes após fala de Cuca

Leia o post original por Perrone

As declarações de Cuca sobre o time titular atual do Palmeiras ser mais fraco que o do ano passado e o pedido por um novo atacante convidam os donos da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas) a refletirem e questionarem a direção do clube.

Na opinião deste blogueiro, o casal José Roberto Lamacchia e Leila Pereira deve buscar respostas para as seguintes perguntas:

Como pode um time que trouxe para esta temporada Borja e Willian precisar tanto de mais um atacante?

Quem avaliou que Borja valia os cerca de R$ 32 milhões investidos pelos patrocinadores, fora ajuda com salários e luvas? Houve erro de avaliação?

Como pode um pacote de reforços que custou mais de R$ 70 milhões não ser suficiente para satisfazer o atual treinador? Cuca é exigente demais ou o Palmeiras pagou mais do que alguns jogadores valiam?

A direção do clube é criteriosa quando define quem contratar e quanto pagar ou age com desleixo quando se trata de dinheiro alheio?

Claro que os milhões são dos empresários e eles fazem o que bem entendem com cada nota. Mas ninguém, nem o mais rico e apaixonado dos torcedores, gosta de colocar freneticamente dinheiro em um saco sem fundo. E nem de dormir acreditando que investiu uma dinheirama num planejamento perfeito e acordar com alguém apontando falhas e pedindo ainda mais.

Nesse cenário, a fala de Cuca serve para os patrocinadores palmeirenses serem mais exigentes antes de assinarem os cheques. Afinal, ele têm duplo interesse: no próprio dinheiro e no clube do qual são também conselheiros.

Como Crefisa, Cuca e vestiário viraram argumentos para queda de Baptista

Leia o post original por Perrone

Além de querer aproveitar a chance de realizar uma mini-temporada com um novo treinador, como mostrou o UOL Esporte, a diretoria do Palmeiras foi pressionada por conselheiros a demitir Eduardo Baptista com argumentos que envolviam o clima no vestiário, a defesa do time, a Crefisa e Cuca.

Os críticos de Baptista bateram na tecla de que o treinador perdeu o controle do vestiário. Na visão deles, não era respeitado por parte dos jogadores como deveria e não conseguia manter a ordem. Por conta disso, alguns atletas não corriam por ele, na opinião desses conselheiros, de diferentes correntes.

A pressão contra Baptista também inclui contas sobre o número de gol tomados: dez nos últimos cinco jogos. O cálculo foi usado para dizer à direção que Baptista não conseguiu arrumar o setor defensivo.

José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa e da FAM, também teve seu nome citado na avalanche de argumentos contra a permanência de Baptista. Conselheiros afirmaram aos dirigentes que temiam a irritação do patrocinador. Ele investiu pesado na formação do time, que não rendia o esperado. O descontentamento poderia gerar atrito com o empresário. Lamacchia tem boa relação e linha direta com o presidente do clube, Maurício Galiotte.

Um exemplo dado foi o baixo rendimento de Borja comparado ao desempenho satisfatório de Barrios, que tem parte de seus salários pagos pela Crefisa, no Grêmio. A crítica é de que a bola chega pouco aos pés do colombiano e que o treinador não conseguiu resolver o problema.

Para completar a tese favorável à saída de Baptista, conselheiros espalharam no clube que Cuca estaria disposto a retornar ao alviverde. Até o fato de ele manter amizade com os atletas que comandou no ano passado foi usado como sinal de interesse em voltar.

Membros do conselho não têm poder para definir troca de técnico. Mas manter bom relacionamento com a maioria deles é importante para o presidente ter paz ao administrar o clube.

‘Donos’ apresenta o Centro de Excelência do Verdão

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Direto do Centro de Excelência do Palmeiras, o repórter Gustavo Berton mostra com exclusividade o local, que fica localizado na academia do clube e possui toda a infraestrutura necessária para cuidar dos jogadores.

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