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E essa história de ‘MALA BRANCA’ do Corinthians, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Ficou mal contada essa história de que alguns jogadores do Cruzeiro teriam recebido R$ 500 mil de alguém – não se tem informação oficial de quem – para endurecer o jogo contra o Palmeiras. Tudo levaria a crer que seria alguém ligado ao líder Corinthians, é claro! Afinal é o maior interessado na disputa pelo título. Antes que me cornetem por aí, quero deixar claro que essa notícia foi divulgada por três jornalistas do UOL Esporte e caiu como uma BOMBA na Toca da Raposa em Minas. Obviamente que Corinthians e Cruzeiro negaram tal informação. Mas vamos falar a verdade? Jamais […]

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Palmeiras: faltou a faísca de campeão

Leia o post original por Antero Greco

Tem palmeirense aborrecido com o Heber Roberto Lopes. Até com razão. Anulou mal gol de Borja, ainda no primeiro tempo. Seria a virada do Palmeiras sobre o Cruzeiro.

Mas, mais do que a atrapalhada do árbitro, o que pesou, no empate por 2 a 2 com o Cruzeiro, foi a falta da centelha de campeão para o Palmeiras. Sabe aquela faísca, aquele brilho que os times vencedores costumam ter em momentos decisivos?

Detalhe, por exemplo, que teve no ano passado, sobretudo na vitória por 1 a 0 sobre o Inter, no mesmo Allianz Parque. Naquele jogo, nas rodadas finais, veio a certeza de que o time encerraria jejum de duas décadas e levantaria a taça do Brasileiro.

Pois essa luz não veio na noite desta segunda-feira.

O time de Alberto Valentim não foi mal; tampouco esteve bem como nas três vitórias anteriores. Sentiu o peso da responsabilidade de encostar no Corinthians, baqueou depois do gol contra de Juninho, não teve calma suficiente para aproveitar as chances que apareceram. E não foram muitas, embora suficientes para garantir os três pontos que colocariam fogo no campeonato.

O treinador apostou na formação e no esquema que deram certo recentemente. São não contava com a infelicidade do zagueiro, que aos 4 minutos mandou a bola contra o próprio gol. O Cruzeiro veio com algumas modificações, mas consistente na marcação. Raras vezes vacilou, exceto no gol de empate, marcado por Borja.

No segundo tempo, os mineiros voltarem mais espertos. Em dez minutos, assustaram duas vezes os palmeirenses, que de novo perceberam o tamanho do desafio. Mesmo com apoio da torcida, não se via serenidade de equipe com autoconfiança lá no topo.

Para complicar, veio o segundo gol cruzeirense, com Robinho, menos de dois minutos depois de entrar em campo. O mérito do Palmeiras, depois daquilo, foi o espírito de luta, que lhe rendeu o 2 a 2 final, com Borja.

Teve até a chance do terceiro, não fosse afobação de Roger Guedes num contragolpe em que tentou chutar para o gol, sem ângulo. E uma defesa linda de Fábio em cabeçada de Edu Dracena. E não muito mais do que isso.

Complicou a matemática? Teoricamente, sim. Se tivesse vencido, poderia chegar à liderança no clássico com o Corinthians. Com cinco pontos menos do que o líder, tem o peso dobrado de brigar por vitória, para manter aceso o sonho do bicampeonato. Empate não serve; derrota é fim de linha.

A semana será de tensão.

 

11 “crises” e uma reflexão

Leia o post original por Rica Perrone

Tente imaginar que dos 12 grandes do futebol brasileiro 11 deles estejam terminando um ano conturbado e com “crise”.  É quase inacreditável, mas é real.  Com a fase do Corinthians e as cobranças, apenas o Grêmio tem um ano de paz. Todos os demais conseguiram curtir suas crises e terminar o ano com alguma insatisfação. …

Rotina de troca de técnicos no Palmeiras ajudou Cruzeiro a manter Mano

Leia o post original por Perrone

O histórico palmeirense de trocas de treinadores na mesma temporada nos últimos anos pesou a favor da decisão de Mano Menezes de renovar contrato com o Cruzeiro, conforme apurou o blog.

Desde 2013, com Gilson Kleina, o alviverde não completa uma temporada sem mudar de treinador. Em 2017, o interino Alberto Valentim é o terceiro a comandar a equipe, que contou antes com Eduardo Baptista e Cuca.

Tal rodízio no comando não combina com os planos de Mano, defensor da tese de que os treinadores precisam de tempo para atingir os resultados esperados. Nesse ponto, o Cruzeiro falou a mesma língua que ele ao oferecer contrato até dezembro de 2019.

O atual campeão da Copa do Brasil avaliou que seria mais interessante dar continuidade a seu trabalho do que começar do zero em outro clube. Ainda que esse clube fosse o Palmeiras, que com a ajuda das parceiras Crefisa e FAM é um dos clubes do país com mais poder de fogo para contratar.

Mano ouviu da diretoria cruzeirense que seus pedidos por reforços serão atendidos e que o time na próxima temporada será competitivo. Além disso, recebeu considerável valorização financeira.

Nesse cenário, o técnico avaliou que não seria hora de mudar de ares.

Mascotes modernos

Leia o post original por Rica Perrone

O ótimo ilustrador Eddie Souza fez uma releitura dos mascotes dos times brasileiros.  E olha que maneiro ficou! O do Bahia tem um detalhe genial!  Curtiu? Eu também! Boa, Eddie! https://www.eddiesouza.com.br/ abs, RicaPerrone

Mano indica troca de Palestra?

Leia o post original por Craque Neto

Há algumas semanas escrevi aqui no Blog que a diretoria do Palmeiras trabalhava com o nome de Roger Machado para assumir o comando do time na próxima temporada. Isso porque não se sentia confortável com a postura passiva do técnico Cuca nas últimas partidas. Mas recebi uma informação QUENTE nesta sexta-feira que o Mano Menezes, atualmente no Cruzeiro, teria pedido em Minas para renovação uma baita bolada justamente porque estaria apalavrado para dirigir o Verdão em 2018. Será? Mano Menezes seria o nome preferido do executivo de futebol Alexandre Mattos e da patrocinadora Crefisa. Poderia indicar uma troca de clubes […]

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Opinião: Muralha também é um pouco vítima no Flamengo

Leia o post original por Perrone

Que Muralha tem feito uma temporada irritante para o torcedor do Flamengo não se discute. Porém, o goleiro não é o único vilão nessa história. O arqueiro também é um pouco vítima na Gávea. E a final da Copa do Brasil deixou isso claro.

No segundo jogo com o Cruzeiro, Muralha foi vítima da irresponsabilidade da comissão técnica que no mínimo permitiu a infantil estratégia de pular antecipadamente para o mesmo canto em todos os pênaltis. Lembrou aquela história do estudante que não domina a matéria e escolhe a mesma letra para responder a todas as perguntas do teste.

Era obrigação dos preparadores de goleiro Victor Hugo e José Jober e do técnico Reinaldo Rueda orientar e preparar melhor o goleiro para a decisão. O treinador tem a obrigação de acompanhar os preparativos de cada atleta e deveria ter alertado para a pequena chance de sucesso do mirabolante plano bolado.

A linha definida soa como falta de confiança no trabalho de Muralha e pouco empenho para reverter o histórico de mal pegador de pênaltis ostentado por ele.

O episódio torna legítimo se colocar em dúvida a preparação dada ao arqueiro diariamente, mesmo para quem não acompanha os treinos da equipe como este blogueiro. Será que as recentes falhas de Muralha e Thiago são decorrência apenas de deficiência técnica de ambos ou há algo errado na preparação dos goleiros flamenguistas? Acredito na segunda hipótese. E isso deveria ser levado em conta pelos que massacram Muralha.

Coitado do Muralha

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Até lembra Barbosa-50!

Pobre Muralha.

Humilhado, criticado e ridicularizado por parte do jornalismo do Rio e por quase toda a imensa torcida do Flamengo.

O seu apelido – do que tanto gostamos em nosso futebol a partir do inventor Charles Miller – virou motivo de chacota, e de desconfiança, como não se via na Gávea desde Waldomiro-66.

Aliás, o Flamengo adora crucificar goleiros.

O saudoso paranaense Waldomiro foi acusado de ter sido comprado por Castor de Andrade naquela histórica decisão do Campeonato Carioca de 1966.

Ora, o Bangu de Paulo Borges era muito melhor, goleou o time de Almir Pernambuquinho por 3 a 0 e sobrou para o goleiro que morreu, sempre inconformado, em Curitiba em 1994.

Antes, o icônico argentino Domingues, já veterano, ex-Real Madrid, também havia sido acusado de suborno em um igualmente histórico Fla-Flu.

E mais antes ainda, em 1963, o mineiro Marcial fez a mais espírita e espetacular defesa já vista no “maior do mundo” em chute à queima-roupa de Escurinho em outro memorável Fla-Flu.

Foi 0 a 0, Flamengo campeão com o empate perante o maior público da história do Maracanã e Marcial virou herói “para sempre”.

Nada disso, foi só por pouco tempo.

Andou falhando posteriormente e teve seu passe vendido ao Corinthians de Wadih Helu.

Aliás, Marcial, mineiro de Tupaciguara, foi o primeiro jogador-médico do Timão.

Certo, Dr. Sócrates?

Agora, a vitima do momento é o Muralha.

Injustiça!

O título do Cruzeiro tem vários outros donos, além do mérito dos mineiros.

O Diego “tinha direito” de bater tão mal seu pênalti?

O Luiz Flávio de Oliveira de Oliveira não mandou bater de novo por quê?

Ora, o ótimo Fábio “rogerioceniou”!

Na verdade, os flamenguistas da arquibancada e do teclado deram um tiro no pé ao crucificar o Muralha após aquele Flamengo e Paraná Clube no Espírito Santo.

Forçaram a barra, humilharam seu goleiro e o menino Thiago entrou na fogueira no primeiro jogo decisivo da Copa do Brasil.

Batendo roupa, não deixou o Flamengo ganhar por 1 a 0.

Com o 0 a 0 de quarta-feira o Mengão teria sido o campeão.

Foi vingança dos céus e dos deuses da bola.

Humilharam Alex Muralha e o título rubro-negro desmoronou.

E você, Muralha, deixa para lá, siga sua vida e saiba que logo, logo os flamenguistas arrumarão outro Cristo de camisa 1.

Ingratos, injustos, maldosos.

Foram vice de novo.

Bem feito!

OPINE!!!