Arquivo da categoria: Cueva

São Paulo sem criatividade

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Como todos sabem, o ano de 2017 foi péssimo para o São Paulo. As três vitórias consecutivas contra Flamengo, Santos e Atlético-GO salvaram o time do rebaixamento, com boa atuação nas duas primeiras partidas desta sequência. Depois foram 4 jogos com 3 empates, 1 derrota e atuações fracas.

Ao longo do ano, com Rogério Ceni ou Dorival Júnior no comando, o São Paulo em muitas oportunidades teve posse de bola, mas pouca criatividade e não coloco isso na conta dos técnicos.

Se pegarmos o time titular que fecha o ano de 2017, apenas dois jogadores estavam no clube em 2016, Cueva e Rodrigo Caio. O jogo é coletivo, não é de hora para outra que um time será forte coletivamente. O São Paulo viveu da individualidade de Hernanes e Cueva e os dois não participaram do primeiro turno, apesar de Cueva estar presente fisicamente, mas com péssimo desempenho.

Não adianta mudar todo o elenco para 2018. A base deve ser mantida e reforçada, se mais uma vez começar do zero, o São Paulo terá mais um ano difícil.

 

Tricolor não cai mais! E eu avisei o Levir, hein?

Leia o post original por Craque Neto

São Paulo e Santos entraram no Pacaembu para fazer o duelo dos invictos no estádio. O Peixe não perdia ali desde 2014, um baita recorde de mais de 20 partidas sem saber o que era derrota! O Tricolor esse ano também só acumulava bons resultados por ali. Eu sinceramente acreditava mais no poder ofensivo santista que até então era vice-líder do Brasileirão ao lado do Palmeiras. Mas não é que o São Paulo começou o clássico com tudo? Já abriu dois gols de vantagem rapidamente e dificultou demais a vida do time do Levir Culpi. Deu pra notar inclusive que […]

O post Tricolor não cai mais! E eu avisei o Levir, hein? apareceu primeiro em Craque Neto 10.

São Paulo mereceu, venceu e convenceu

Leia o post original por Fernando Sampaio

São Paulo mereceu, venceu e convenceu, Santos empaca

O São Paulo venceu e convenceu.

Mereceu.

Foi um belo clássico.

O Tricolor dominou o primeiro tempo, fez dois a zero, dois golaços, levou um no rebote de escanteio, teve a chance de matar o jogo no segundo tempo mas a trave deixou o Peixe vivo no jogo até o final.

Hernanes e Cuevas fizeram a diferença.

Apesar dos cornetas, Dorival está ganhando jogos importantes e fugindo do rebaixamento. É óbvio que treinador não é o principal responsável pelas vitórias, assim como não é também o principal culpado nas derrotas. Portanto, se metem o pau nas derrotas precisam agora elogiar nas boas vitórias.

Hernanes foi a contratação que salvou o São Paulo.

Fez total diferença. Hoje duas grandes assistências. Petros, Jucilei, Arboleda, Militão, Pratto, Caio… O time atual é bom. Poderia estar numa situação bem melhor mas sofreu muito durante a temporada. Rogério Ceni foi um atraso. A diretoria está perdida há anos. Algumas contratações foram ridículas. Agora sim, finalmente o clube está vendo uma luz no fim do túnel.

Se o São Paulo mantiver elenco e treinador poderá sonhar mais alto em 2018.

O Santos está ficando mais longe do título. Ricardo Oliveira ainda luta mas Lucas Lima foi uma piada. Está insatisfeito ou boicotando o treinador? Levir Culpi está levando a culpa. Incrível, sempre a culpa é do treinador. O Peixe está numa colocação bem acima do esperado com este elenco.

 

 

Cinco casos em que o São Paulo repete grandes rebaixados

Leia o post original por Perrone

1 – Ídolo no comando

Em julho de 2016, o Internacional apostou em Falcão, um dos maiores ídolos de sua história, como treinador. Menos de um mês depois, ele foi demitido por causa dos maus resultados. No fim do ano, os gaúchos foram rebaixados para a Série B. Em 2017, o São Paulo montou seu planejamento com Rogério Ceni estreando na função de técnico. No início de julho, ele foi despedido por conta do risco de rebaixamento. Porém, com Dorival Júnior, a equipe segue ameaçada e ocupa a penúltima posição do Brasileiro.

2 – Crise política e caso policial

A queda do Corinthians para a Série B em 2007 foi precedida por um dos períodos mais turbulentos nos bastidores do clube. Acuado por denúncias, como a acusação de uso de notas fiscais frias em sua gestão, Alberto Dualib renunciou ao cargo em setembro. O rebaixamento aconteceria em dezembro. O São Paulo enfrentou a renuncia de um presidente em 2015, após denúncias de irregularidades. A saída do dirigente não significou calmaria. No mês passado, por exemplo, a pedido da diretoria, o DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) abriu inquérito para apurar a suposta comercialização irregular de ingressos e camarotes para shows do U2 e de Bruno Mars no Morumbi. As suspeitas culminaram com a demissão por justa causa do gerente de marketing Alan Cimerman, que nega as acusações.

3 – Estrangeiros na berlinda

Esperança da torcida do Palmeiras, Valdivia foi um dos jogadores mais cornetados na campanha do rebaixamento para a Série B em 2012. Lesões, seu comportamento fora de campo e a acusação de falta de comprometimento compuseram o cenário que fez o chileno ser detonado nas arquibancadas e por cartolas. Hoje, a crise são-paulina tem o peruano Cueva como um dos personagens. Ele também é acusado por dirigentes e parte dos companheiros de não estar comprometido como deveria com a equipe e tem seu preparo físico questionado.

4 – Desentendimentos entre atletas

Enquanto tentava evitar o rebaixamento em 2012, o palmeiras sofria internamente com o confronto entre Marcos Assunção e Valdivia. Em 2015, durante entrevista ao “Diário de S.Paulo”, assunção disse que chegou a dar um soco no chileno após uma discussão, além de fazer uma série de críticas ao ex-companheiro, rebatendo afirmações dele dadas ao “Estado de S.Paulo”. Nos último dias, o São Paulo viveu turbulência por conta de troca de farpas entre Rodrigo Caio e Cueva, que nesta segunda pediu publicamente desculpas ao zagueiro.

5 – Time grande não cai

“O Inter não vai cair”, disse Fernando Carvalho, então vice de futebol do colorado em setembro de 2016. No final do ano, seu clube caiu para a segunda divisão nacional. “Venho afirmar mais uma vez e garantir: não tem hipótese de rebaixamento do Vasco”, declarou Eurico Miranda em julho de 2015. A temporada terminou com a agremiação presidida por ele de volta à Série B. Na última segunda, foi a vez de Cueva decretar: “o São Paulo é grande, não vai cair.”

 

 

Cinco casos em que o São Paulo repete grandes rebaixados

Leia o post original por Perrone

1 – Ídolo no comando

Em julho de 2016, o Internacional apostou em Falcão, um dos maiores ídolos de sua história, como treinador. Menos de um mês depois, ele foi demitido por causa dos maus resultados. No fim do ano, os gaúchos foram rebaixados para a Série B. Em 2017, o São Paulo montou seu planejamento com Rogério Ceni estreando na função de técnico. No início de julho, ele foi despedido por conta do risco de rebaixamento. Porém, com Dorival Júnior, a equipe segue ameaçada e ocupa a penúltima posição do Brasileiro.

2 – Crise política e caso policial

A queda do Corinthians para a Série B em 2007 foi precedida por um dos períodos mais turbulentos nos bastidores do clube. Acuado por denúncias, como a acusação de uso de notas fiscais frias em sua gestão, Alberto Dualib renunciou ao cargo em setembro. O rebaixamento aconteceria em dezembro. O São Paulo enfrentou a renuncia de um presidente em 2015, após denúncias de irregularidades. A saída do dirigente não significou calmaria. No mês passado, por exemplo, a pedido da diretoria, o DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) abriu inquérito para apurar a suposta comercialização irregular de ingressos e camarotes para shows do U2 e de Bruno Mars no Morumbi. As suspeitas culminaram com a demissão por justa causa do gerente de marketing Alan Cimerman, que nega as acusações.

3 – Estrangeiros na berlinda

Esperança da torcida do Palmeiras, Valdivia foi um dos jogadores mais cornetados na campanha do rebaixamento para a Série B em 2012. Lesões, seu comportamento fora de campo e a acusação de falta de comprometimento compuseram o cenário que fez o chileno ser detonado nas arquibancadas e por cartolas. Hoje, a crise são-paulina tem o peruano Cueva como um dos personagens. Ele também é acusado por dirigentes e parte dos companheiros de não estar comprometido como deveria com a equipe e tem seu preparo físico questionado.

4 – Desentendimentos entre atletas

Enquanto tentava evitar o rebaixamento em 2012, o palmeiras sofria internamente com o confronto entre Marcos Assunção e Valdivia. Em 2015, durante entrevista ao “Diário de S.Paulo”, assunção disse que chegou a dar um soco no chileno após uma discussão, além de fazer uma série de críticas ao ex-companheiro, rebatendo afirmações dele dadas ao “Estado de S.Paulo”. Nos último dias, o São Paulo viveu turbulência por conta de troca de farpas entre Rodrigo Caio e Cueva, que nesta segunda pediu publicamente desculpas ao zagueiro.

5 – Time grande não cai

“O Inter não vai cair”, disse Fernando Carvalho, então vice de futebol do colorado em setembro de 2016. No final do ano, seu clube caiu para a segunda divisão nacional. “Venho afirmar mais uma vez e garantir: não tem hipótese de rebaixamento do Vasco”, declarou Eurico Miranda em julho de 2015. A temporada terminou com a agremiação presidida por ele de volta à Série B. Na última segunda, foi a vez de Cueva decretar: “o São Paulo é grande, não vai cair.”

 

 

Principal organizada do SPFC promete ir ao CT cobrar atletas por ‘racha’

Leia o post original por Perrone

A Independente, maior torcida organizada do São Paulo, vinha poupando jogadores de duras críticas na luta contra o rebaixamento. Após o empate com a Ponte Preta por 2 a 2 no Morumbi, a uniformizada subiu o tom de voz. Prometeu ir ao CT do clube cobrar jogadores pelo que chamou de racha no grupo, referência às divergências entre Rodrigo Caio e Cueva.

“Torcida unida, elenco rachado. Vamos no CT. Queremos uma reunião com todos esses jogadores. Acabou a palhaçada. Muito respeito com a camisa tricolor”, escreveu a direção da organiza na conta da torcida no Twitter.

Outra postagem da uniformizada diz: “apoio incondicional ao São Paulo FC continua até o fim. Cobraremos atitude de alguns atletas. O SPFC é muito maior do que eles pensam”.

Em agosto do ano passado, as uniformizadas são-paulinas invadiram o CT do time. Foram acusadas de agredir jogadores e de roubar bolas e uniformes. A invasão rendeu processo contras as entidades e seus líderes.

Já em 2017, diante do risco de queda para a Série B do Brasileiro, as torcidas uniformizadas do São Paulo tem dado seguidas demonstrações de apoio aos atletas, como no mês passado quando cerca de 18 mil torcedores fizeram festa em treino no Morumbi antes do último clássico com o Palmeiras.

Tá na Zona! De novo?

Leia o post original por Craque Neto

Dá pra acreditar que o São Paulo recebeu o Coritiba após uma sequência de bons resultados em perdeu em pleno Morumbi com mais de 53 mil torcedores? Incrível! Sinceramente vejo sim o Tricolor com um bom elenco. Depois da diretoria fazer do time um balcão de negócios na ‘gestão Rogério Ceni’, eles remontaram um grupo com bons nomes. Poxa vida, que clube no Brasil tem um meio-campo com Petros, Jucilei, Hernanes e Cueva? Quem tem um centroavante da qualidade e oportunismo do Lucas Pratto? Pelo amor de Deus! Agora sinceramente não sei o que está acontecendo. Alguma coisa aí não […]

O post Tá na Zona! De novo? apareceu primeiro em Craque Neto 10.

São Paulo volta a vencer e reforça o elenco

Leia o post original por Fernando Sampaio

São Paulo volta a vencer e reforça o elenco

O São Paulo finalmente voltou a vencer.

Sufoooooco.

Rodrigo Caio salvou nos acréscimos.

A torcida finalmente ajudou. A comemoração foi em clima de final.

Merecido, o jejum estava incomodando.

Em campo o espírito também deve ser assim até o fim, cada rodada será uma final. A evolução mais notável em campo foi a pegada. Quando não vai na técnica vai na força. O time bateu bem. Se impôs. Chega de ser bonzinho.

O elenco de 2017 é melhor do que 2016. Venho dizendo isso desde o início do ano. Normal, no ano passado era o pior da história. Este ano vieram Pratto e Jucilei, Cícero. Nem foi uma boa aposta. Agora Petros, Hernanes…

Faltou treinador e o trabalho fora de campo.

Ontem Cueva saiu aplaudido. Ufa, o torcedor acordou. O peruano estava mal mas merecia crédito. Não concordei com as vaias. Pratto não marcava faz tempo mas também merecia crédito. É normal na atual fase perder confiança, sentir pressão. Só uma sequência de bons resultados trará a tranquilidade e a confiança.

O Grêmio é parada dura, o jogo pode ser um divisor de águas.

Se perder será normal, o Tricolor gaúcho está brigando pela ponta.

Mesmo perdendo do Grêmio, com os reforços, eu apostaria numa chegada entre os 8 primeiros.

Timeco do Leco segue no Z4

Leia o post original por Fernando Sampaio

Timeco do Leco segue no Z4

Há tempos o São Paulo virou Timeco do Leco.

Desde 2016 apelidei assim o Tricolor do Morumbi.

Este ano o time está fazendo jus novamente.

O elenco até deu uma melhorada. Este ano vieram Jucilei, Cícero, Pratto, Petros…. Mesmo Wellington Nem que não está jogando nada chegou com expectativa positiva. Acontece, nem todas as contratações de jogadores mais caros dão resultado. Até aí, tudo normal. O problema continua fora de campo.

O grande problema tem sido a gestão.

Juvenal foi mal no final. Saiu e ficou pior: Aidar foi caso de polícia e Leco não é do futebol.

No ano passado foram inúmeras trocas de treinadores, escolhas duvidosas e sem critério. Quando acerta, como no caso do Osório, pisa na bola. Não existe uma filosofia, não existe planejamento, parece biruta de aeroporto.

Este ano Leco pensou na eleição e escolheu o técnico pelo critério “politicagem”. Pagou caro. Rogério Ceni não tinha currículo, nem experiência. Poderia dar certo? Sim mas a chance era mínima. Foi uma aposta arriscada.

O clube não suporta mais inexperiência e amadorismo.

Além de não ter manter uma mesma filosofia de trabalho, as mudanças no elenco são frequentes. Você treina um time durante a semana e horas antes da partida o cara é vendido. Impossível fazer um bom trabalho. O técnico não participa da escolha e formação do elenco, até porque o técnico hoje não chega a durar seis meses.

E não são só treinadores que são desrespeitados pela atual diretoria. Comissão técnica e jogadores também. São vários exemplos. No mais recente, pisaram na bola com Cueva. O peruano foi o melhor da temporada. Pediu um aumento. Disseram que o clube estava sem dinheiro e trouxeram Nem ganhando bem mais. Antigamente, a maioria dos jogadores queria jogar no São Paulo. Hoje o cara troca por qualquer coisa, ninguém está disposto a ficar passando vexame, sendo vaiado e queimado, prefere jogar na Rússia, na China….

Dorival terá muito trabalho.

O torcedor vai ficar mais um ano vendo o time na parte de baixo da tabela.

Lamentável.

 

São Paulo segue tropeçando

Leia o post original por Fernando Sampaio

São Paulo segue tropeçando

Que vergonha.

O Atlético-GO é muito fraquinho.

E o São Paulo conseguiu empatar em casa.

Fala sério.

O primeiro tempo foi sofrível. O Tricolor estava sonífero, sem confiança, sem vibração, time espaçado, os atacantes não conseguiram uma única tabela. A única jogada, bem meia boca, saiu da individualidade de Jucilei, mais uma vez disparado o melhor do time. Pratto finalizou no goleiro.

No segundo tempo o time voltou mais rápido, compactado, zaga no campo do adversário, marcação pressão na saída de bola, atacantes mais próximos…. Aos 12 minutos Pratto fez 1×0. Merecido, embora impedido.

Achei até que meu palpite de 3×0 no Bolão seria possível. Pura ilusão. Cinco minutos depois Cueva vacilou, Niltinho empatou. O São Paulo sentiu a pressão, ficou nervoso, perdeu a confiança e obviamente a precisão. O Atlético-GO quase virou. Lucas Fernandes e Marcinho entraram e o time melhorou. Aliás, poderiam ser titulares. Nem está jogando bem menos que Marcinho e o tal do Gomez acabou de chegar no Brasil.

Cueva não foi bem e saiu vaiado. Há anos os cornetas tem atrapalhado o time no Morumbi. O peruano não foi bem, não vive boa fase, mas é bom jogador, lutou em campo, é competitivo e merece crédito. A diretoria pisou na bola com o atleta. Tudo isso é preciso ser considerado. Se continuar assim Cueva vira outro Jadson.

No final, depois de muita luta, Marcinho fez 2×1.

Logo depois a defesa voltou a pisar na bola e o time levou o empate.

Será que algum corneta ainda acha que a culpa é do Lucão.

Fala sério.

Dorival terá muito trabalho.