Arquivo da categoria: Del Nero

Cadê vocês?

Leia o post original por Rica Perrone

Todo ano eu me pergunto em dezembro onde estavam nos útlimos anos e eleições os clubes que hoje se lamentam pelo calendário.

Todo ano eu tento entender como 10 clubes podem achar ruim a cota de TV e só 2 estarem felizes sendo que 10 podem fazer um campeonato e 2 não.

Todo ano eu tento entender porque o torcedor é tão facilmente manipulado pela mídia que odeia a CBF e não percebe que tudo que está lá é meramente a representação oficial autorizada do SEU clube.

Há meses a CBF não tem presidente que possa sair do país. Algum clube foi lá cobrar da entidade o afastamento dele? Que houvesse nova eleição? Que algo fosse feito pela representação dos clubes?

Não.

Houve algum movimento entre os clubes para que a eleição na CBF seja ANTECIPADA após a suspensão do presidente? Não. Ela será ADIADA para que ele esteja de volta ao cenário político.

Nos últimos anos qualquer analfabeto entendeu que o sistema de corrupção, má gestão e favores do governo só existe porque é sustentado de baixo pra cima.  Não notaram que o futebol brasileiro tem um sistema político muito parecido e, portanto,  tem muita gente muda porque está feliz.

Seu clube, seja ele qual for, é cúmplice e hoje um dos mais covardes pilares do futebol brasileiro. Se há 12 “grandes” que se quiserem mudam tudo, sabemos de quem são.  E eles não estão muito preocupados com nada disso, apenas com qual jogador vão tirar do rival via liminar, ou talvez como vão eleger alguem mais próximo desse ou daquele dirigente.  Ou também, “pra que se indispor com o presidente e amanhã ter um pênalti não marcado?”, como ouvi outro dia.

Não querem mudar. Não vão mudar.

A CBF passou pelo ano todo esperando uma atitude de fora pra dentro que pudesse intervir no absurdo que é ter um presidente que não pode exercer suas funções em sua totalidade e nem ter a dignidade de pedir pra sair enquanto nota ser um atraso pro futebol brasileiro.

Ninguém se mexeu. Nenhuma federação ou clube tentou mudar isso ou protestar contra o cenário.

E você realmente acha que seu clube é “vítima” de qualquer calendário, receita de TV, regras do jogo ou politicagem do futebol brasileiro?

Então tá.

abs,
RicaPerrone

Nada supera a Seleção e o Corinthians

Leia o post original por Milton Neves

a

Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Tite foi embora para a Seleção e você leu 200 mil vezes aqui que isso aconteceria.

“Basta demitir o Dunga que Tite assume. Ético, não aceita nem discutir o assunto existindo um treinador no cargo, mas morre de vontade de atingir o ápice de sua carreira”.

Foi o que me disse ao vivo na Band News FM no Mercado Municipal em 25 de janeiro de 2012.

Não deu outra e o resto é conversa mole.

Agora é torcer e apostar em seus conhecimentos, em seu raro tato para o trato com os jogadores, em sua estrela de ganhador e por seu poder de iluminar e higienizar ambientes.

Trata-se de um sujeito confiável, especial, vencedor e que apareceu em rede nacional pela primeira vez em agosto de 2000, no emblemático “SuperTécnico” da Band.

Se ele agora não der jeito é porque hoje somos mesmo de Série B.

Assim, já temos Neymar, um general em campo e recruta zero na internet, o melhor treinador, o Marcelo e o Thiago Silva, se deixar a soberba de lado.

Sim, ainda falta muito.

Mas com Dunga estava faltando tudo.

Ah, mas Tite assinou manifesto contra Del Nero, aliás, como todo mundo é!

Assinou sim, assim como a então grande estrela Osmar Santos aprovou e vistou aquele ousado, livre, mas triste e lamentável manifesto político pró-Maluf contra Suplicy na eleição pela prefeitura de São Paulo em 1992.

“Assinei sem ler, fui manipulado”, afirmou Osmar mil vezes, à época “avoado” e envolvido em “trocentas” atividades jornalísticas, esportivas, publicitárias e políticas.

Trabalhei por muitos anos com Osmar Santos, a quem hoje muito encontro no Shopping Frei Caneca.

Tite não foi manipulado, mas entrou na onda, creio, porque tinha e tem mesmo esta opinião e deve ter sacado que aquilo poderia ser mais um degrau para que ele chegasse até seu sonho, a seleção.

Oswaldo de Oliveira, ainda neste campo dos “manifestos”, oportunistas ou não, entrou de gaiato indo visitar Lula, logo após sua primeira eleição para presidente.

Ao lado de ditos notáveis, Oswaldo integrou a bem-intencionada comitiva esportiva até o Planalto quando se pretendia entregar ao novo presidente o que seria a salvação de nosso futebol.

O encontro, óbvio, saiu na TV, Ricardo Teixeira viu e descartou para sempre Oswaldo de Oliveira que, à época, era o Felipão-2001 e o Tite-2016.

Tonto também foi Muricy Ramalho, que seria o técnico da Copa de 2014.

Já “empossado”, refugou, mesmo com a ESPN flagrando o “acerto” dele com o Ricardo Teixeira no Jóquei Clube do Rio.

“Ricardo Teixeira falou tudo para Muricy, menos quanto ´nós vamos` ganhar por mês”, ouvi de um simplório assessor do atualmente afastado treinador.

Ora, ponderei a ele ao telefone, como no ar, que salário (de R$700 mil!!!) era o de menos diante do que o cargo agregaria de valor à marca internacional de Muricy, além de dezenas e dezenas de contratos publicitários pré-Copa e durante o Mundial.

Ficou no Fluminense, foi mais tarde demitido e perdeu o bonde da história.

Resultado: Mano ganhou o cargo, mas Felipão ficou com tudo: o “contratão”, Copa “fácil” de ganhar em casa, garoto-propaganda de mil marcas, gorda indenização e o “fantástico” e histórico 7 a 1 da Alemanha como doído “troco” que apagou 2002 de seu currículo.

Moral da história: convite da Seleção Brasileira não se recusa, para treinador e jogador.

Seja quem for o presidente de plantão na CBF!

Enquanto ela existir – e já deveria ter acabado – e enquanto Del Nero for presidente – e já deveria ter saído -, não haverá outro caminho ou jeito para um treinador atingir o topo de sua carreira.

E o contrato de Tite, que andou demorando um pouquinho, foi só para que salvaguardas fossem devidamente “datilografadas”.

Nem precisava, ninguém manda no gaúcho Tite, como ninguém manda na baiana Tia Eron.

Força, Tite, e que o Corinthians inove em sua substituição, evitando medalhões e apostando em novidades boas como Fernando Diniz, Argel, Sylvinho ou Eduardo Baptista.

Se chamado mesmo, como Tite, o novato aceitará porque o Corinthians é a Seleção Brasileira dos times, queiram ou não.

OPINE!!!

É hora de separar

Leia o post original por Rica Perrone

Caros leitores, colegas e paraquedistas que não vem aqui nunca, é hora de sermos coerentes. Na foto acima estão pessoas que foram acusadas, outras investigadas, tanto faz. O fato é que não gostamos de ter pessoas envolvidas em escândalos cuidando de coisas que amamos, como por exemplo o futebol. Tite foi à CBF da mesma …

E a CBF é o Brasil que dá certo?

Leia o post original por Antero Greco

“O Brasil que deu certo”

Ricardo Teixeira presidiu a CBF por 23 anos. De uma hora para outra, durante a preparação para o Mundial, largou tudo e deu no pé. Hoje, é um dos cartolas investigados pela polícia americana, sob acusação de corrupção.

José Maria Marin ficou no lugar dele – na CBF e no comando do Comitê Organizador do Mundial. Hoje, nos EUA, responde a processo em regime semiaberto, depois de passar meses preso na Suíça, acusado de corrupção.

Marco Polo Del Nero entrou no lugar de Marin na CBF, no segundo semestre de 2014. E também ocupou lugar na Fifa. Mal esquentou as cadeiras e também aparece na mira do FBI, acusado de corrupção. Não arreda pé do País por nada.

E lembrar que, antes da Copa, antes dos 7 a 1 para a Alemanha, Carlos Alberto Parreira cunhou uma frase, séria para ele, mas repleta de ironia. “A CBF é exemplo do Brasil que dá certo.”

E ainda confirmou e reafirmou…

Abre o olho, Dunga!

Leia o post original por Antero Greco

Refletia a respeito da proposta da CBF de criar uma espécie de “conselho de anciãos”, composto por todos os treinadores que comandaram a seleção. Segundo revelou Gilmar Rinaldi, esse grupo de sábios trabalharia, junto com Dunga, na tentativa de encontrar soluções para tirar o futebol brasileiro do marasmo. As ideias seriam colocadas em prática logo.

A iniciativa aparentemente mostra humildade dos dirigentes da CBF ao admitir dificuldades e revela disposição deles de ouvirem democraticamente opiniões variadas. Até escrevi a respeito disso, na minha coluna do Estadão (leia aqui: http://bit.ly/1R9Zrkh) impresso desta sexta-feira. No jornal, concluo que é mais do mesmo, muito lero-lero, como se dizia no meu Bom Retiro velho de guerra.

Aqui mantenho a linha de raciocínio, pois não boto fé nessa história. Em primeiro lugar, porque alguns ex-técnicos da seleção deixaram o posto magoados e demitidos. Outros ainda podem alimentar esperança de um dia voltar. E há os aposentados.

Quem de fato estaria disposto a sugerir para Dunga o caminho das pedras na boa, de mão beijada? E quem garante que Dunga e companheiros de Comissão Técnica os ouviriam de coração aberto, sem fazer intimamente restrições ao que ouvissem? É complicada a vaidade humana, embora compreensível.

Mas, além dessas ponderações, incluo mais uma, que me parece igualmente válida e importante: ao falar na criação de um conselho, Del Nero, por meio de Rinaldi, não estaria dando um recado a Dunga? Na base do “estamos de olho em você”? É uma leitura viável desse movimento da CBF.

E, como em cartola raramente (para não dizer nunca) se pode confiar, acrescentaria: “Abre o olho, Dunga, e entre em salas em que não haja tapetes…”

 

CBF sob nova direção. Agora vai

Leia o post original por Antero Greco

Caro amigo, saiba que desde hoje, quinta-feira, 16 de abril de 2015, a Confederação Brasileira de Futebol está sob novo comando. Sim senhor, administração novinha em folha, tinindo. Sai José Maria Marin e entra Marco Polo Del Nero no posto de presidente da entidade. A eleição foi há um ano, mas o processo de transição demorou. Sabe como são essas coisas, né?

Pois muito bem. Del Nero, que passou uma década na pujante Federação Paulista de Futebol, foi o ungido pelos cartolas nacionais para guiar os destinos da bola por aqui por três anos. Depois, claro, se o trabalho for bacana, ele consegue reeleição e reeleição e reeleição…

Del Nero chegou ao poder na FPF porque era aliado do falecido José Eduardo Farah, que o fez seu sucessor. Agora, atinge o ápice no Brasil graças à fidelidade a Ricardo Teixeira, que se mandou para Miami três anos atrás e o convocou para tocar o barco junto com Marin. A dupla andou pra cima e pra baixo, sem se desgrudar um minuto, e cuidou da CBF como pediu o ex-todo-poderoso.

Essas ligações importantes, com personagens de primeira linha, animam Del Nero a dar um banho de modernidade na CBF. Ele promete entidade vibrante, preocupada com a base do futebol, com a saúde financeira dos clubes. Para tanto, pretende contestar a Medida Provisória sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, aquela que aperta o cerco contra gastança desenfreada e endividamento das equipes. A bancada da bola no Congresso odeia essa interferência.

O formato do Campeonato Brasileiro também poderá ser revisto, sempre para melhor. E a seleção – ou melhor, seleções – receberão todo apoio. Enfim, serão anos de atividade intensa, você não perde por esperar.

Ah, por favor, um detalhe: não quer mais saber dessa história de lembrar os 7 a 1 para a Alemanha. Isso é passado.

Essa é impossível, caro presidente da CBF.

A grande e irrefutável novidade da CBF é o ex-goleiro e ex-agente Gilmar Rinaldi como coordenador! Morreu Armando Marques, que não soube contar até cinco em 1973!

Leia o post original por Milton Neves

1Foto: Revista Placar

A dupla José Maria Marin e Marco Polo Del Nero apresentou como a novidade irrefutável o ex-goleiro e ex-agente Fifa , Gilmar Rinaldi,  como o coordenador da seleção brasileira.

Bom, após os setes gols levado da Alemanha, chamaram um ex-arqueiro para segurar a bronca.

E ele também  cuidou da carreira de Adriano Imperador, quando este jogou e bem.

E a escola gaúcha se mantém na seleção brasileira, após Dunga, Felipão e agora Rinaldi.

A prévia da coletiva com o Gallo foi insuportavelmente chata e o ex-volante repetiu quatro vezes a palavra “Gap”.

Segundo o novo homem do presidente da CBF, o novo comandante do escrete canarinho sairá até terça-feira (22.07.2014) e será brasileiro.

No chutômetro, Marin, ligado ao São Paulo, Gilmar, ex-jogador do Tricolor paulista, então o técnico pode ser …. Muricy, não é lógico?

A ex-função de empresário de jogador causará muitas dores de cabeça para Rinaldi na imprensa esportiva.

O mundo errou dizendo que o “homem da CBF” seria Leonardo, eu acreditava que seria Falcão e veio o ex-atleta do Inter, São Paulo e Flamengo!

A grande pergunta é: Gilmar será “boi de piranha” desta fase nebulosa da seleção brasileira?

Aliás, Gilmar Rinaldi é natural da terra do comentarista Neto, Erechim!

Clique aqui e conheça a página de Gilmar Rinaldi na seção “Que Fim Levou?”

E ainda nesta manhã o futebol brasileiro perdeu Armando Marques, ex-árbitro.

Grande conhecedor das regras do futebol, mas com erros lamentáveis em sua trajetória.

Em 1971, anulou um gol legítimo do palmeirense Leivinha e assim entregou o título paulista de bandeja para o São Paulo.

E o maior de todos foi em 1973,  quando Marques não contou até cinco na disputa de penalidades máximas e fez Santos e Portuguesa dividirem o título do Paulistão.

Veja a notícia da morte de Armando Marques

Na seção “Que fim levou?”, a vida e as fotos do ex-árbitro clique aqui e veja

E você torcedor? Gostou de Gilmar Rinaldi na coordenação técnica da Seleção Brasileira? Ele é melhor que os favoritos Falcão e o internacional, Leonardo?

Como está, fica*

Leia o post original por Antero Greco

A brincadeira é clássico da infância, e a meninada, ainda hoje, se diverte com o “Como está, fica!”. Um garoto mais esperto ordena que outros se imobilizem do jeito em que se encontrarem, como estátuas. Voltam ao normal só com o “Licença!”, palavra de ordem que, às vezes, demora…

A CBF, pelo visto, incorporou o espírito do joguinho de criança e pretende aplicá-lo ao futebol daqui, sobretudo no que se refere à seleção. O presidente eleito da entidade, Marco Polo Del Nero, engrossou o coro puxado por Parreira, Felipão, outros integrantes da comissão técnica, jogadores e tomou como ligeira falha de estratégia o desastre ocorrido em BH. Ora, detalhezinho besta levou à hecatombe diante dos alemães.

O herdeiro de Marin não vê motivo para alarme nem para alterações precipitadas, tomadas no calor da emoção. Pra quê? Tudo foi preparado em minúcias, a pressa é inimiga da perfeição e há tempo para a aventura na Rússia, em 2018. Desde que a seleção supere as Eliminatórias. Como?! Você acha moleza? Foi, meu amigo, foi. Em outros tempos. Depois de 7 a 1 na corcova, não custa optar por reserva nos prognósticos. Muita cautela.

A CBF cuida do futebol e tem direito de escolher executivos e gestores que lhe aprouverem. Isso significa que, se estiver satisfeita com os resultados, mantém a toada e não troca de colaboradores. Em teoria, não há o que contestar, por se tratar de entidade privada, autônoma. O de sempre.

Na prática, deve explicações públicas, por lidar com um patrimônio cultural do País. Esse esporte mexe demais com o imaginário popular, sem contar que virou negócio que movimenta bilhões. Portanto, a CBF não deve atuar como se pairasse acima de tudo. Negar o peso da derrota significa referendar a realidade paralela que os envolvidos no vexame ergueram. É a pior maneira de se comportar, uma vez que estimula o imobilismo, o “Como está, fica!”.

O tema é sério e envereda por terreno escorregadio, porque o governo ensaia entrar em cena. O ministro Aldo Rebelo admite que se buscam brechas para presença maior do Estado na gestão do esporte. Considera-se necessário seguir de perto as pegadas da cartolagem, mas falta respaldo legal para tal. Ok, claro.

Isso dá pano pra manga pra mais de metro, renderá batalhas de bastidores e de juristas. Pra ser sincero, coloco um pé atrás com palavrório oficial – tanto de CBF quanto do governo. Ainda mais quando se segue a catástrofes de repercussão estrondosa. Tende-se a falar demais e a agir de menos.

À espera de desdobramentos, imagino que papel representarão Felipão e Parreira no processo. Correto seria abrirem mão dos cargos, num gesto de inteligência e à altura da biografia de ambos. Não podem apegar-se a algo de que não necessitam. Muito menos devem sujeitar-se a servir de escudo para a CBF. Não merecem ser manipulados como fantoches.

P.S.: Quase esquecia: a seleção entra em campo contra a Holanda. Jogo inútil. Terceiro ou quarto lugar é igual.

*(Minha crônica publicada no Estado de hoje, sábado, dia 12/7/2014.)

 

Presidente corintiano consulta Andrés antes de apoiar ‘inimigo’ Del Nero

Leia o post original por Perrone

Na informação de que os 20 clubes da Série A assinaram apoio à chapa encabeçada por Marco Polo Del Nero para a presidência da CBF, o que mais surpreende é a presença do Corinthians.

Desde que começou o processo eleitoral, o presidente corintiano, Mário Gobbi, afirmou que ficaria alinhado com Andrés Sanchez, seu antecessor no Parque São Jorge e um dos líderes da oposição.

Procurada pelo blog, a assessoria do Corinthians informou que Gobbi, antes de se decidir, consultou Andrés para saber se existia alguma chance de o ex-presidente corintiano figurar numa chapa oposicionista. Ouviu como resposta que não, então, assinou a lista favorável a Del Nero.

A CBF ainda não confirmou oficialmente, mas Del Nero será candidato único no pleito do próximo dia 16, pois não sobraram oito federações e cinco clubes da Série A para apoiar a chapa do opositor Francisco Novelletto, como exige o estatuto da entidade.

Ao fechar com Del Nero, Gobbi claramente preferiu adotar cautela e não ser o único time da primeira divisão a peitar o futuro presidente, o que poderia implicar em dificuldades.

Como diz ter tomado o cuidado de falar com Andrés antes e sem outra chapa na disputa, a decisão de Gobbi não deve afetar o relacionamento entre ambos. Atual e ex-presidente do Corinthians não são mais unha e carne. Porém, já estiveram mais distantes.

Andrés não pode ser ouvido, pois não fala com o blog.