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Analise: FIFA x PES 2018

Leia o post original por Rica Perrone

Entre a preguiça do FIFA em agradar sulamericanos e a vontade do PES, esperava-se uma falha do líder de vendas. O PES não tem a jogabilidade do FIFA 14 ainda em 2018. E portanto não pode competir pelo jogo simplesmente. Precisa de mais do que isso e busca.

Estádios, campeonatos, times brasileiros, foco mundial e um gráfico de ambiente que me agrada mais. Menus idem. Acho o PES melhor em quase tudo, menos na jogabilidade.

“E então não resta dúvidas! O Fifa é melhor e pronto”.  Até é, mas…

Em 2018 eles mudaram o sistema defensivo. Jogar FIFA virou uma brincadeira retrô onde os jogos por mais que sejam brilhantemente reais, tem placares surreais. É fácil demais fazer gols, dificil demais evita-los.

Joguei por semanas para ver se não era só adaptação.  Não é. O jogo exige um nível de cuidado defensivo que o torna menos divertido e mais irritante.  Eu diria que o FIFA se entendeu como E-Sport e resolveu profissionalizar o game. Mas, 99% das pessoas que jogam não o fazem por profissão.

Nessa o PES se torna um jogo mais agradável pra jogar rindo com amigos num sofá comendo um petisco. Ele não é melhor, mas é uma alternativa e não mais um cópia que deu errado.

Prefiro o FIFa, mesmo dificil. Acostumei, acho menos travado. Quando você joga uma partida de FIFA, desliga e coloca o PES imediatamente, a impressão é que colocaram calças jeans nos jogadores.

Mesma impacto causa se você for nos dois e procurar o interesse no futebol brasileiro. Os clubes, toscos, não conseguem licenciar seus atletas. E os games também morrem de medo da lei brasileira trabalhista e por isso não arriscam. 90% deles estão autorizados e não estão no game.

Porque? Porque 30 jogadores liderados por um empresário entraram na justiça pedindo direito de imagem, o mesmo que já recebem dos clubes. No Brasil a justiça é simples quanto a trabalhador: Ele tem razão mesmo se não tiver.

E por isso os gringos nos evitam.

Uma pena.

Em resumo. Se quiser se estressar e jogar em alto nível, vá de FIFA. Se quiser brincar com seu filho, vá de PES.

abs,
RicaPerrone

Quanto vale o seu amor?

Leia o post original por Rica Perrone

Eu poderia fazer essa pergunta a qualquer vascaíno, qualquer conselheiro, qualquer torcedor organizado e especialmente ao Eurico Miranda.  Farei a todos eles neste post. Porque todos precisam esclarecer isso.

O que houve hoje em São Januário não é uma questão política, nem mesmo um caso de justiça. É imoral. É deboche. É estupidamente descarado. É humilhante.

Eu não sei mapear os problemas políticos do clube. Não frequento pois desde que cheguei ao Rio a gestão do Vasco é “isso aí” e eu não concordo com ela, embora tenha feito ações para o marketing do clube sempre que fui solicitado em minhas mídias sem jamais cobrar por isso.  E não negaria isso ao Vasco com Eurico lá, diga-se.

Sabe porque? Porque é o Vasco e não o Eurico. Não importa quem comande, quando você ama você quer limpa-lo e não deixa-lo. O vascaíno está de mãos atadas acordado até as 3 da manhã em dia útil pra saber se a fraude da urna seria suficiente para causar discussão sobre o resultado.

E foi.

É evidente. É grotesco.  Centenas de sócios novos num curto período, cadastros bizarros, mais de 50 no mesmo endereço. mesmo cenário de 2014, mas dessa vez a justiça entrou no meio. Ela viu! Ela sabe! E a brutal diferença das 6 urnas pra essa, que separavam os suspeitos, é impossível de ignorar.

O presidente eleito no Vasco é Julio Brant. O dono Vasco é Eurico Miranda.

Dono do conselho, dono de torcida, dono de formas para se perpetuar no poder e entender no alto de sua prepotencia que só ele pode cuidar do Vasco.

Talvez seja a idade. Talvez seja maldade.  A única certeza que temos é que isso não é mais amor. Pelo menos não o amor de verdade.

É vaidade. Covarde.

Um sujeito com serviços relevantes prestados a história de um dos maiores patrimonios culturais do país, o Vasco da Gama, consegue escolher deixa-lo pela porta dos fundos e só sairá empurrado. Porque sozinho se recusa.

Não é uma questão de justiça. É uma questão de vergonha na cara.  O Vasco não pode aceitar aquela urna. O conselho do Vasco não pode amanhecer nesta quarta-feira como se fosse mais um dia comum.

Não foi. Foi o dia que o amor pelo Vasco tomou conta do Rio, o dia em que torcedores de outros clubes se revoltaram tamanha cara de pau.

Foi também o triste dia que pela segunda vez um homem derrotou um clube.

Então não parem! Não parem, não!
Não abandone seu amor antigo, seu primeiro amigo.

Parabéns, Julio!
Parabéns, torcida vascaína!

abs,
RicaPerrone

Indiscutivelmente discutível

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Quando um juiz comete um erro o torcedor fala em “assalto”, a imprensa tenta repetir frases como “o arbitro não tem 20 cameras”, “está na hora da tecnologia…”, blá, blá, blá. Não há qualquer discussão. O lance acima está impedido. É indiscutível. É uma imagem. O que se discute, e deve-se discutir é o direito …

Saber amar

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Todos os clubes passam por momentos ruins dentro de uma temporada.  Alguns passam a maior parte do tempo, outros um curto período. Seja qual for, é suficiente para inflamar a torcida contra ele. Em 99% dos casos se “cobra” mesmo diante de um time que não merece. Em 1% dos casos se faz diferente, e …

O mico, o mito e o burro

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Mico foi o River Plate conseguir repetir o mesmo cenário que há décadas lhe deu o rótulo de “galinhas”.  Mito que hoje mais uma vez foi justificado através de sua considerável incompetencia em ser campeão sem que haja um escândalo de algo extra campo para lhes acompanhar. Burro foi o técnico do Lanus, que mesmo …

11 “crises” e uma reflexão

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Tente imaginar que dos 12 grandes do futebol brasileiro 11 deles estejam terminando um ano conturbado e com “crise”.  É quase inacreditável, mas é real.  Com a fase do Corinthians e as cobranças, apenas o Grêmio tem um ano de paz. Todos os demais conseguiram curtir suas crises e terminar o ano com alguma insatisfação. …