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Chile de Vidal em festa e Messi de novo é vice com a Argentina

Leia o post original por Quartarollo

Foi uma longa espera. Valeu à pena. Chile pela primeira vez na história campeão da Copa América depois de empate no tempo regulamentar e na prorrogação, 0 x 0, com a Argentina.

Na decisão por pênaltis os chilenos converteram com categoria e só Messi deixou sua marca pela Argentina. Higuain e Banega perderam.

Chile fez 4 x 1 com direito a cavadinha de Sanchez para completar a série e iniciar a festa no estádio Nacional.

Vidal foi o grande jogador do time superando Aránguiz, o próprio Sanchez, o goleiro Bravo e Valdívia.

O quase ex-palmeirense saiu de campo substituído por Mathias Fernandez e esbravejou contra o técnico Sampaoli.

Esta foi a última imagem de Valdívia na Copa América. A outra foi na comemoração com filho no colo e mais calmo um pouquinho.

Na Argentina, que sem dúvida tem jogadores mais qualificados que o Chile, muita coisa não deu certo. O time completou 22 anos sem conquistar a Copa América.

Di Maria fazia boa partida até sentir contusão muscular no meio do primeiro tempo. Ele saiu para dar lugar ao tosco Lavezzi e a Argentina perdeu a força de ataque.

Messi até tentou incomodar no primeiro tempo, mas depois sumiu do jogo.

Só reapareceu no último minuto armando um belo ataque que Lavezzi não concluiu e errou ao tentar passar uma bola muito forçada para Higuain perdendo a chance de evitar a prorrogação.

Messi fica devendo de novo em uma final pela Seleção Argentina a exemplo do que aconteceu no Maracanã na Copa do Mundo contra a Alemanha.

Seria seu primeiro título com a Seleção principal. De novo é vice e já é pela terceira vez que isso acontece.

Restou a luta de Mascherano, de novo um gigante em campo com a camisa argentina.

Ele joga mais na Seleção do que no Barcelona onde é apenas um zagueirão improvisado.

Título coroa o bom trabalho do técnico do argentino Jorge Sampaoli, técnico do Chile, e mostra que Tata Martino, o argentino que dirige a Argentina, não tem sido grande ganhador nos últimos tempos.

Passou em branco no Barcelona, e por isso saiu para dar lugar ao vencedor Luiz Henrique que ganhou tudo nessa temporada, e com a seleção era seu primeiro torneio oficial.

Agora resta a Martino provar o seu trabalho nas Eliminatórias sul-americanas

 

 

 

 

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Argentina massacra. Obrigado, S. Antônio!

Leia o post original por Antero Greco

Não sou vidente, não prevejo o futuro e sei que cada jogo é uma história. Mas, depois de ver a Argentina fazer 6 a 1 no Paraguai, na noite desta terça-feira, só pensei em agradecer santo Antônio por ter livrado o Brasil dessa enrascada.

Bendita hora em que Dunga e rapazes resolveram cair fora da Copa América; com mão na bola e pênaltis errados, nos livraram dos hermanos. Com a volta para casa, driblaram o risco de levarmos outra sova histórica em menos de um ano. Sim, sim, só hipótese. Mas…

Brincadeira à parte, os vice-campeões do mundo atropelaram o Paraguai com autoridade, com gosto, com respeito e sem piedade. A saraivada foi brava, porém os adversários tiveram dignidade. Exatamente, os paraguaios foram mais intensos, mais sérios do que o Brasil no sábado.

Soa como ironia ou loucura, mas é verdade. Jogaram pra valer, e dentro das próprias limitações. Ao contrário do Brasil, que suou para fazer 1 a 0 diante deles e depois tratou de segurar o resultado, como havia feito em jogos anteriores na competição sul-americana. Economizaram na bola, receberam o devido castigo com a desclassificação.

A Argentina, não. Pra início de conversa, mostrou desde o início que era superiora ao Paraguai. Teve dificuldade, por méritos dos aguerridos rivais. No entanto, abriu 2 a 0, deu uma leve relaxada e foi para o intervalo com 2 a 1. Parecia que enfrentaria roteiro complicado na etapa final.

Engano. Com toques rápidos, com movimentação constante de Messi, Di Maria, Aguero e companhia, os gols foram saindo com naturalidade, com ritmo, como consequência de bom futebol.

A Argentina chegou a seis como poderia ter feito mais; ninguém estranharia.

Não se satisfez com 2 a 1, ou 3 a 1 nem 4 a 1. Buscou o jogo, partiu pra cima, comportou-se como quem tem história rica e tradição. Como o Brasil já fez um dia e se apequenou.

Obrigado, Santo Antônio, pelo vexame evitado.

 

Copa América: Argentina

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD — Twitter: @BarudDaniel

Atual vice-campeã mundial, a Argentina tem alguns motivos para ir em busca do caneco desta edição da Copa América. O principal motivo é que há 22 anos a seleção hermana não conquista o torneio continental. A última conquista foi no Equador, em 1993. Outro motivo é a campanha ruim feita na ultima edição, em casa.

FICHA TÉCNICA

Participações na Copa América: 39

Desempenho: 177 jogos, 112 vitórias, 34 empates e 31 derrotas

Maior vitória: 12 a 0 contra o Equador, em 1942

Maior derrota: 5 a 0 diante do Uruguai, em 1959

Jogador com mais partidas: Zanetti, com 22

Maior artilheiro: Méndez, com 17 gols

Títulos: 14 (1921, 1925, 1927, 1929, 1937, 1941, 1945, 1946, 1947, 1955, 1957, 1959, 1991 e 1993)

Últimas campanhas: eliminada nas quartas de final em 2011 e vice-campeã em 2004 e 2007

Na última edição da Copa América, a seleção argentina que era a sede do torneio, caiu no Grupo A, com Colômbia, Bolívia e Costa Rica. Na estréia, empate com a Bolívia em 1 a 1. Diante da Colômbia, na segunda rodada, outra igualdade, porém sem gols. Na ultima rodada da primeira fase, vitória sobre a Costa Rica: 3 a 0. Com uma campanha ruim, a seleção passou em segundo e pegou nas quartas de final, o Uruguai, que viria a ser campeão. No tempo normal, 1 a 1. Nos pênaltis, derrota por 5 a 4.

OBS: A última derrota da Argentina em Copa América foi na final de 2007, diante do Brasil, por 3 a 0.

Atual vice-campeã mundial, a Argentina vem com a base da última Copa. Alejandro Sabella, o técnico do Mundial levou os hermanos a final na base do “sufoco”.  No Grupo F, suou para vencer a Bósnia (2 a 1), o Irã (1 a 0) e a Nigéria (3 a 2). Todos os jogos com a participação decisiva de Lionel Messi e com muito sufoco. Nas oitavas, mais sofrimento. 1 a 0 suado na Suíça, com gol de Di María na prorrogação. Nas quartas, os hermanos tiveram mais dureza. Desta vez, a boa seleção belga, com Hazard, Fellaini, De Bruyne e Kompany. Outro 1 a 0 com gol de Higuaín. Na semifinal, jogo duro diante da Holanda, com necessidade de prorrogação e vitória só nos pênaltis. E na final, derrota por 1 a 0, também na prorrogação, para a Alemanha.

Taticamente, Alejandro Sabella usou o 4-3-3/4-3-1-2 na Copa com Messi de enganche, mais centralizado, armando mais as jogadas, tinha a proposta de contra-golpe na grande maioria dos jogos, esperando os adversários propor o jogo, jogando bastante no erro do oponente. Com Tata Martino, a Seleção tem mais intensidade e pegada na marcação e o esquema também mudou. O ex-técnico do Barcelona implementou o 4-3-3 com Messi aberto pela direita, caindo da direita para dentro. O meia do Barça vai ter mais liberdade e ficará mais a vontade, como joga no time catalão. Resta saber se o bom futebol apresentado por ele na equipe espanhola será repetido na seleção.

Escalção provável da Argentina na Copa América. Variações do 4-3-3 para o 4-2-3-1, dependendo da movimentação de Banega.

Provável escalação da Argentina na Copa América. Variações do 4-3-3 para o 4-2-3-1, dependendo da movimentação/recuo de Banega. Ora ele apoia o ataque, ora ele volta para ajudar Mascherano na transição defesa-ataque

 

ESCREVEU DANIEL BARUD — Twitter: @BarudDaniel

Estréia marcada

Leia o post original por RicaPerrone

É incontestável o poder de reza do tal Papa.  Desde que assumiu, até a seleção argentina consegue ir longe.  Há 24 anos sem chegar nas semi, conseguiram sem ainda ter um jogo de estréia.

Se há uma trave abençoada é a deles.

Depois, jogando bem pouquinho, só enfrentaram adversários absolutamente insignificantes no cenário internacional.

Mas chegaram. E aqui, convenhamos, não jogam por uma Copa, mas sim por um atalho.  Eles sabem que jamais poderão discutir futebol com brasileiros e levar vantagem. Mas tal qual o Uruguai, também sabem que as vezes uma só vitória falará tão alto quanto todas as demais do adversário.

Uma Copa aqui, no Maracanã, vencida por eles, os colocaria num patamar bem menos “comum” que o atual.  Passariam a ter uma copa honesta (até aqui) e finalmente poderiam ter algo a nos jogar na cara.

A Copa das Copas é pra eles. Jogarão a vida, mesmo que até aqui não tenha sido testada.

Suiça, Bósnia, Nigéria eliminada, Irã, agora a Bélgica.  Vem aí a Holanda, cansa, talvez até em crise no grupo pelo polêmico ato do treinador no final da prorrogação ao trocar de goleiro. Mas, enfim, um adversário.

Nas últimas Copas toda vez que a Argentina jogou uma partida contra um grande, perdeu.

O Papa pode ser forte, mas não é Deus.

E Deus, vocês sabem sua cidadania.

abs,
RicaPerrone

No sufoco e com futebol “pequenininho”, Argentina derrota Bélgica e arranca classificação!

Leia o post original por Milton Neves

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Eu sempre digo: “Seleção Argentina boa, é Seleção Argentina eliminada”!

Veja só contra a nova geração belga.

Messi deu pinta que estaria em dia inspirado. No entanto, a tal inspiração sumiu no segundo tempo, que o diga Courtois.

Méritos somente para poucos atletas comandados por Alejandro Sabella.

Quem diria que Higuaín seria o salvador da pátria?

Nossos hermanos estão longe atingir nível de uma Alemanha, Holanda e inclusive do Brasil, este, por ter realizado um primeiro tempo extraordinário contra a Colômbia.

Todavia, os argentinos sabem como jogar uma Copa do Mundo.

Mesmo com todo sufoco das investidas do ataque belga, a contestada defesa segurou o placar magro e levou o time a semifinal do Mundial, após 24 anos.

E baixa para Di Maria, que não jogou nada e ainda saiu machucado.

Dia péssimo para outro “Di”, o Alfredo Di Stéfano.

Considerado o melhor jogador do século XX, o craque argentino está em coma, após sofrer parada cardíaca.

Mas e você, torcedor? Achou que Messi foi bem?

OPINE!!!

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Leia o post original por Quartarollo

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Boas vindas a três gigantes na Copa

Leia o post original por Antero Greco

Itália, Holanda e Argentina garantiram classificação para o Mundial na rodada desta terça-feira nas Eliminatórias. A Azzurra e a Laranja Mecânica foram as duas primeiras equipes europeias a confirmarem presença, enquanto os vizinhos puxam a fila da América do Sul.

São três grandes que não poderiam faltar. A Copa, com 32 participantes, abriu espaço para seleções médias, ascendentes e de brilho esporádico terem seus momentos de glória. Mas tem charme de verdade quando equipes tradicionais desfilam categoria. Elas atraem público, por alinharem os principais astros do futebol internacional.

A Itália dispensa apresentações. Quatro títulos (34, 38, 82 e 2006), dois vices (70 e 94, ambos diante do Brasil) e muita história. Ficou fora apenas das edições de 1930 (a inaugural) e a de 1958 (uma eliminação surpreendente diante da Irlanda do Norte). Desta vez, sobrou no Grupo B, no qual superou Bulgária, Dinamarca, República Checa, Armênia e Malta, a figurante.

O carimbo no passaporte veio com 2 a 1, de virada, sobre os checos, em Turim. O técnico Cesare Prandelli trará para o Brasil jogadores da qualidade de Buffon, Pirlo, Balotelli, Chiellini. Um time que vai dar trabalhar, como sempre, embora não desponte como favorita.

A Holanda passeou no Grupo D, no qual acumulou até agora 22 pontos, os três mais recentes e decisivos com os 2 a 0 em cima de Andorra, eterna sparring europeia. Nessa chave, deixou para trás também Hungria, Romênia, Estônia e Turquia. Os holandeses desembarcarão por aqui com Robben, Van Persie, Snaijder e companhia. Os vice-campeões do mundo em 2010 são sempre garantia de bons espetáculos.

Pra incomodar, mesmo, é a Argentina, campeão em 78 e 86. A maior rival do Brasil está com uma geração preciosa, encabeçada por Messi. A seu lado há Di Maria, Palacio, Aguero, Lavezzi e outros tantos. Os argentinos arrasaram com o Paraguai, em Assunção (5 a 2), e foram a 29 pontos em 14 jogos na América do Sul. Podem até não terminar na liderança (a Colômbia tem 26 o Chile está com 24), mas o importante é que estarão presentes.

Paulinho por Kaká? Real Madrid entra na briga pelo volante corintiano e ex-são-paulino pode ser moeda de troca! Não é pouco pelo craque do Timão?

Leia o post original por Milton Neves

Paulinho por Kaká?

É a notícia de destaque nos principais jornais da Espanha.

Mas o Real Madrid precisará investir mais para contratar o melhor volante do país.

O meio-campista, que pode ser envolvido na negociação com o Timão, teria que levar junto, pelo menos, três companheiros.

Que tal Marcelo, Khedira e Di Maria?

Jogadores substituíveis no elenco espanhol e que ajudariam muito a suprir a ausência do camisa oito no Parque São Jorge.

Ah, e o Real pode pagar uns R$ 10 milhões de troco.

Afinal, Paulinho assumiu o lugar de Neymar no futebol nacional.

É nosso maior jogador em atividade, um dos últimos craques “tipo exportação”.

E aí, corintiano, quem você traria do Real por Paulinho?

Opine!!!