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Palmeiras e São Paulo respiram, Dilma torra dinheiro

Leia o post original por Fernando Sampaio

palmeiras7Palmeiras e São Paulo respiram aliviados.

O Tricolor arrancou um empate suado contra o fraco Linense.

Ontem os são-paulinos comemoraram a virada do Santos.

O Palmeiras voltou a vencer, bateu o fraco Rio Claro.

Acredito na classificação de ambos.

Na Libertadores acho bem mais difícil. Não impossível.

Enquanto isso Dilma está torrando nosso dinheiro para comprar votos.

Ontem o advogado Ricardo Ribeiro Lodi tentou explicar o inexplicável na Câmara.

Vergonha a cara de pau.

Para quem não sabe, Lodi é sócio do escritório de advocacia Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados. O escritório chamava “Luís Roberto Barroso e Associados – Escritório de Advocacia”. Ao assumir a cadeira no Supremo, o ministro Luís Barroso mudou o nome da banca e a entregou ao sobrinho Rafael.

Explica-se porque Barroso declarou ser contra o PMDB.

Vergonha a declaração, não sabia que estava gravando.

O projeto criminoso de poder do PT segue a todo vapor.

Lulla montou o balcão de negócios num hotel 5 estrelas de Brasília.

Quem paga a conta se Lulla não trabalha e diz que não tem dinheiro?

E o povo continua na m….

 

Foto: Mauro Horita

 

 

 

O país da carta e dos decorativos

Leia o post original por Quartarollo

Responda rapidamente sem pensar.

Qual foi a carta mais ridícula? Aquela da Dona Lúcia para a Comissão Técnica da CBF depois dos 7 x 1 da Alemanha ou a do Michel Temer para a Dilma?

Difícil, não é? A Dona Lúcia, que só o Parreira conhece, enaltecia um trabalho desastroso e a do Temer chora como um bebê desmamado para se passar como “inocente” integrante de um governo desastrado.

Só faltou dizer: “Eu não sabia de nada”, mas está por trás do poder há muito tempo, sempre viveu assim, ele e seu partido fisiologista e agora chora porque virou figura decorativa como soe acontecer com todo o vice que se preza. Essa é a presteza do cargo, só ele não sabia.

O que ele queria? Ser presidente mesmo sendo vice? O que Temer não escreve explicitamente enquanto Dona Lúcia mente, é que ele quer o poder, está ávido por ele, está louco para virar um Sarney, talvez um Itamar.

Justamente aqueles que foram sem nunca terem sido votados para o cargo e não passaram disso. Tem gente que nem se lembra dessas figuras patéticas como presidente do Brasil.

Enquanto o mundo se transforma em internético (será que existe essa palavra?), nós explicamos nossas mazelas com as superadas cartas que nem os namorados escrevem mais.

Que tal recuperarmos o telex? Já que voltaremos ao voto de papel nas próximas eleições, porque não?

É bom lembrar que voto de papel é mais fácil de fraudar.

Continuamos tomando de 7 x 1 em todos os segmentos. E quem paga a conta? Nós, o povo, esse ser decorativo que só serve de pano de fundo para os mentirosos do poder.

Temer, DECORATIVO SOMOS NÓS.

Em tempo:

Antes que achem que estou fazendo uma defesa pela permanência da Dilma, digo que não estou. Aliás seria bom eles fora, eles dois, presidente e vice, e também o presidente da Câmara, senhor Eduardo Cunha, que ainda não escreveu sua carta, mas já, já será uma carta fora do baralho. É mais um que está se lixando pelo país. Fora com eles todos. Palavra de um dos decorativos da nação, eu.

Case-se com uma petista

Leia o post original por Rica Perrone

Se houvesse o Partidos dos Trabalhadores na década de 40, Amélia jamais seria tema do célebre samba de Mário Lago e Ataulfo Alves. O segredo da felicidade ainda é desconhecido pela humanidade, mas o de um casamento “para sempre” e com amor incondicional, já está revelado: case-se com uma petista. Ela será sua mais fiel …

Um país sem educação

Leia o post original por Rica Perrone

Eu moro num condomínio bacana na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.  Ele é grande, tipo um bairro com diversas ruas e dentro dele uns 30 prédios separados. Aqui tem apartamentos de 4 milhões e de 700 mil.  Mas dá pra dizer que a maioria dos moradores aqui é de classe média alta, no mínimo. O […]

MP do futebol: A lei feita para não pegar

Leia o post original por Quartarollo

Populismo, demagogia barata, são termos que podem ser considerados nessa MP do Futebol aprovada a toque de caixa no Senado na última segunda feira e que corre risco de ser vetada pela presidenta Dilma.

A dívida do futebol é de 4 bilhões de reais e perfeitamente pagável se analisarmos o que os clubes arrecadam por ano.

O Corinthians já fez o seu refinanciamento e está pagando em dia. Outros clubes também entraram no chamado Refis e não precisaram dessa nova lei para organizar o atrasado.

Várias empresas do Brasil fazem o mesmo e conseguem assim se estabilizar e pagar as dívidas com o governo federal, estadual e municipal.

Mas para o futebol inventaram uma nova lei. É que o principal esporte do país dá manchete para um monte de gente que devia se preocupar em fazer cumprir as leis que já existem e não fingir que estão preocupados com o que na verdade dizem conhecer.

A MP do futebol não vai pegar. Ela depende da adesão dos clubes para valer de verdade.

Se não aderir, o clube está fora do alcance da lei. É o feito para não fazer.

Eu lhe pergunto porque um presidente de um clube endividado vai aderir e correr esses riscos de perder pontos, ficar fora de campeonatos, ver seu time rebaixado?

Ele simplesmente deixará como está até porque pode seguir por outros caminhos e tentar quitar sua dívida.

A lei se mete em coisas que não lhe dizem respeito como por exemplo a reeleição dos dirigentes.

Isso não tem nada a ver com a dívida. É o problema do sócio que vota no presidente e que pode alterar o estatuto do clube.

O mais irônico é que o pessoal que votou esse artigo é o mesmo que vive da política se elegendo em campanhas seguidas para deputado e senador lá em Brasília.

Deveria valer para eles também, seria salutar e mais honesto, diga-se de passagem.

Se um clube quer perpetuar o presidente é problema dele, não meu e não mexe com a minha vida, mas se um bando de politiqueiros se elege por várias eleições é problema meu porque esses é que mexem com a vida do país e por consequência com a minha vida.

Que todo clube que aderir a lei tem que dar uma contrapartida, é natural. Mas querer se meter na vida dos clubes é demais. Na verdade é até inconstitucional.

Outra coisa é obrigar os clubes a destinarem parte do ingresso com preços mais baratos.

Não há controle de preço no país e ninguém é obrigado a vender nada mais barato porque um bando de políticos pensa que assim está ajudando o povo.

Na verdade eles estão apenas atendendo apelo das nefastas torcidas organizadas que não fazem nenhuma falta ao futebol.

São antros de violência e só atrapalham o futebol afastando o bom torcedor do estádio.

Os políticos que lutem para baratear a comida já que nós somos um dos maiores produtores de alimentos do mundo.

Futebol não enche barriga de torcedor e não é de primeira necessidade. Se não der para ir, não vai morrer por causa disso.

Aliás é indo que às vezes morre por causa da violência que diziam seria combatida por outra lei que não produz efeito nenhum que é o Estatuto do Torcedor.

Pela nova redação da MP do futebol, os clubes teriam 20 anos para pagar as dívidas. Justo, se deve tem que pagar.

Nós cansamos de ouvir que o governo em todos os seus níveis faz esse tipo de acordo para receber atrasados porque só o futebol não pode fazer?

Ah, mas eles querem o perdão da dívida. Renegociar a dívida não é perdoar, é equacionar o problema e tentar receber de alguma forma.

Do jeito que está a dívida só irá aumentar e ninguém vai receber nada. É melhor resolver enquanto é tempo e aquele sofrerá sanções econômicas e até técnicas nos Campeonatos. É justo.

Já há lei para tudo isso. E o que tem de demagogo fazendo discurso a respeito é uma grandeza.

São os mesmos que aceitaram a tese que os jogadores devem votar nas eleições para as federações e para a CBF.

Por que não também para as eleições nos clubes? Só faltou essa.

Isso é muito bonitinho, parece democracia plena, mas não é. Uma entidade tem seus sócios e a eles, gostem ou não, é que responde diretamente.

Lembram-se de outra grande bobagem quando alguns “intelectuais esportivos” diziam que o povo devia escolher o técnico da Seleção Brasileira?

E desde quando o nosso povo sabe votar? Não vota bem nas eleições que nos interessam muito mais que a Seleção?

E desde quando jogador de futebol sabe administrar alguma coisa?

Há exceções, é claro, mas a maioria não sabe nem organizar sua própria vida.

Menos gente, menos. E menos leis e mais cumprimento das leis que já existem e que servem para solucionar várias situações sem precisar perder tempo com os políticos profissionais.

Mas tem gente que ainda acredita neles.

Fazer o quê?

 

 

 

O dia que nunca devia ter existido

Leia o post original por Quartarollo

Talvez se tivéssemos sido eliminados pelo Chile não estaríamos chorando tanto.

Talvez se Dante não tivesse jogado não haveria tantos jogadores do Bayern na área brasileira jogando contra nós.

Talvez se Thiago Silva não tivesse chorado antes e não tivesse provocado um cartão amarelo bobo no jogo anterior, Dante não teria jogado.

Não, não foi o inferno de Dante. Foi o inferno de todos nós.

Foi também de Fernandinho, hoje titular de Dunga, e que “só” falhou em quatro gols.

A data ficará marcada para sempre. A data da mais vergonhosa eliminação da Seleção Brasileira Copa do Mundo.

Foi há um ano, mas dói como se fosse agora há pouquinho.

Talvez se fosse em outro país doeria menos e talvez não tivesse acontecido. Mas foi aqui, na nossa casa.

Talvez, muitos talvezes, mas nada que console o inconsolável placar de 7 x 1.

Pela primeira vez na história um adversário teve dó de nós no sentido lato da palavra.

Os alemães resolveram parar de fazer gols e nos deixaram fazer um. Era para ser 10 ou mais.

Foi o dia da quase morte do futebol brasileiro. Só não morreu porque a Seleção não mora mais aqui.

Aqueles jogadores não nos pertencem. São europeus travestidos de brasileiros.

Não sentem a nossa dor e não choram as nossas lágrimas.

E quando choram são iguais a Thiago Silva. É por medo, não por amor.

Muitos que foram goleados estão por aí e não se explicaram até hoje.

Nem técnico e nem jogadores. A única explicação foi dada por uma carta fantasma da Dona Lúcia que não se sabe mãe de quem é. Talvez conheçamos seus filhos, não é verdade?

Depois disso pouca coisa mudou. O país piorou economicamente apesar das promessas eleitorais e o maior legado da Copa foi a vergonha.

As obras de mobilidade nem sempre foram executadas, ou concluídas, e as empreiteiras estão no pelourinho com seus poderosos comandantes presos fazendo delação premiada para entregar tudo e todos.

Eles entregam mais que a zaga brasileira. Mas nesse caso as vítimas somos nós que pagamos a conta da corrupção. Nesse particular ganhamos de 100 a 0.

As Arenas que se vaticinava que virariam elefantes brancos cumpriram a sua missão.

O Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o mais caro da Copa e um dos mais caros do Mundo serve para quase tudo, até para se jogar futebol. É um nobre elefante branco fincado na capital federal.

Sem falar nas arenas de Manaus, Cuiabá e até mesmo de Pernambuco que já tinha três estádios e construíram mais um em troca de muita grana.

A única coisa certa foi a vaia para Dilma e Blatter.

Isso prova que o povo já sabia antes o que ia acontecer com os dois “chefes de estado”.

Pena que as vaias chegaram tarde demais às urnas. Tomamos outra goleada.

Pena que não foram levadas em consideração antes das novas eleições da Fifa.

É melhor tirarmos do calendário o dia 8 de julho de 2014.

Esse dia jamais deveria ter existido.

Agora é tarde, não adianta chorar.

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Valeu a pena?

Leia o post original por RicaPerrone

Foram anos para chegarmos a gota d’agua. E quando explodiu, não foi “apenas por 20 centavos”. Era por tudo, por todos, por uma mudança geral e não política, afinal, não entendemos nada de política.

Nos meus 36 anos eu diz e desfiz amizades por falar o que penso e contestar o que discordo. Mas eu nunca havia discutido com um amigo sobre política pra valer.

E não, eu não entendo de política. Como sou capaz de apostar um braço que 95% das pessoas também não. Mas como fazemos com futebol em Copa, todos nós temos uma tese, uma versão, uma ilusão, um lado.

Pouco me importa qual o seu lado. E mesmo que você tenha sido agressivo com quem discordasse de ti, só o fato disso ter se tornado uma posição relevante na sua vida muito me agrada.

Eu continuo sem saber de política. Não vou estudar economia e nem passar a ser engajado porque essas eleições mudaram algo no país. Até porque, não mudaram. As principais locomotivas do país reelegeram a situação e, portanto, estão felizes.

Mas pare um segundo para pensar. Há mais de um mês ninguém fala mais tanto de futebol, nem sei direito o nome dessa novela. Mas sei, pela primeira vez na vida, o que todos os meus amigos pensam sobre política.

Sei que, pela primeira vez em décadas, o Brasil se dividiu discutindo. Mesmo que se acusando, buscando o “menos pior”, houve uma discussão constante e até agressiva para defender o seu.

O seu partido, o seu lado, os seus amigos, seu ideal. Mas acima de tudo, mesmo que sem notar, você brigou pra defender o seu país.

E numa incômoda situação de apaixonado por um país que se odeia por natureza, vou dormir sem meu candidato tendo sido eleito, sem nenhuma das minhas convicções terem se confirmado nas urnas, sem qualquer perspectiva de mudanças.

Mas você, chato, vira-latas, pessimista, utilizador do termo que oficializa o vira-latismo mais mediocre, o “lá fora”, se mostrou muito incomodado e preocupado.

Você não desistiu do Brasil. Pois se tivesse feito, como em tantas outras, tinha pouco se importado com tudo isso.

Eu não sei se o governo vai mudar, se vai acertar ou errar. Sei que amanhã cedo, após uma Copa, uma discussão de meses sobre futuro, rumos e idéias para o país, você não vai jogar o seu lixo no chão com a mesma naturalidade.

Não vai ignorar e trocar de canal quando uma notícia sobre política te “encher o saco”, e talvez não vá se sentir tão “intelectual” ao declarar numa mesa de bar, como um Rei: “Eu desisti do Brasil”.

Porque é mentira. E por isso, talvez só por isso, tenha valido a pena.

Boa sorte, Dilma!

abs,
RicaPerrone