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Sujeira pra baixo do tapete?

Leia o post original por Craque Neto

Poxa vida! Tem coisa que não dá pra entender no Corinthians. As excelente fase vivida pelo time no Brasileirão tem feito muita coisa errada ser jogada pra debaixo do tapete. Vejam só, não vou nem falar das dívidas referentes a Arena de Itaquera que realmente estão prejudicando demais os cofres do clube. Mas não consigo compreender a lógica de determinadas atitudes da atual diretoria. Uma delas surgiu esses dias em relação ao desconhecido atacante Luidy, que o ex-diretor Edu Ferreira contratou. Hoje ele está emprestado para o Figueirense e foi comprado junto ao CRB de Alagoas por R$ 400 mil. […]

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Processo de escolha de diretor de futebol confirma isolamento de Andrade

Leia o post original por Perrone

A opções cogitadas por Roberto de Andrade para assumir a diretoria de futebol do Corinthians dão a dimensão de seu isolamento político desde que aumentou suas divergências com Andrés Sanchez ao contratar Oswaldo de Oliveira e ver Edu Ferreira deixar o cargo.

A primeira opção do presidente alvinegro foi Duílio Monteiro Alves, homem de confiança de Andrés. Ou seja, Andrade pensou em colocar no posto alguém diretamente ligado ao líder do grupo que o ataca internamente. Sondado, Duílio sinalizou que prefere seguir tocando projetos nos Estados Unidos.

Sem ninguém ao seu lado que tenha experiência na função, Andrade então vislumbrou a possibilidade de nomear Carlos Nei Nujud, amigo do atual presidente e diretor de futebol durante a gestão de Alberto Dualib. A sinalização de novo foi negativa.

E foi na gestão do ex-presidente que renunciou após uma série de denúncias que Roberto encontrou quem agora ele espera que assuma o cargo: Flávio Adauto. O jornalista foi vice-presidente de comunicação na era Dualib e sua experiência com o futebol é mais por meio do jornalismo esportivo do que como dirigente.

Assim, com poucos aliados no clube, Andrade teve que recorrer a alguém que não vive a atual realidade do vestiário alvinegro e precisará de tempo para se adaptar. A situação é reflexo do estrangulamento político enfrentado pelo presidente, que enfrenta situação semelhante à encarada por Mário Gobbi, seu antecessor, quando passou a conviver com a oposição velada de Andrés.

Vice-presidente do Corinthians deve entregar cargo

Leia o post original por Perrone

 Com Dassler Marques, do UOL, em São Paulo

Depois de Edu Ferreira, ex-diretor de futebol, André Luiz Oliveira, primeiro vice-presidente do Corinthians, deve renunciar.

“Se eu soubesse que o cargo de vice-presidente é decorativo, não teria aceitado. Na prática já estou afastado, não tenho feito nada, o presidente está tocando tudo, e bem, na minha opinião. Não estou feliz porque gosto de trabalhar pelo clube, como sempre trabalhei. Não estou lá só para mostrar que sou vice-presidente. Vou conversar com o Roberto [de Andrade, presidente alvinegro] e ver o que fazer”, disse André ao blog.

“Tive mais de 20 mil votos para vereador de São Paulo, mas não fui eleito. Preciso me dedicar às pessoas que confiaram em mim. Já que estou com esse tempo livre [que seria usado no clube], vou aproveitar pra me dedicar a essas pessoas”, completou o dirigente.

André nega que sua insatisfação tenha motivação política. Ele é homem de confiança de Andrés Sanchez, trabalha no gabinete do deputado federal em São Paulo. O ex-presidente tem se distanciado de Roberto e no último domingo deu entrevista ao programa “Mesa Redonda”, da TV Gazeta, na qual criticou o atual presidente e defendeu a decisão de Edu, que pediu demissão após ver Oswaldo de Oliveira ser contratado contra sua vontade.

Já no último sábado, a possibilidade de André pedir demissão era comentada entre conselheiros do clube no Parque São Jorge. Caso a saída se confirme, Andrade ficará mais isolado no cargo.

Como crise política fragiliza Oswaldo dentro do Corinthians

Leia o post original por Perrone

 Não é só a alta rejeição entre torcedores e conselheiros que faz Oswaldo de Oliveira já chegar fragilizado ao Corinthians. A nova crise política do clube, que chegou ao auge com sua contratação, torna mais delicada a situação do novo treinador alvinegro.

Há meses, Andrés Sanchez e aliados dele vinham se estranhando com Roberto de Andrade. O atrito se tornou público com o pedido de afastamento do então diretor de futebol Edu Ferreira por não ter sido ouvido pelo presidente ao sugerir que ele não contratasse Oswaldo.

Edu, apesar de ser extremamente ligado a Andrés, era um raro seguidor do ex-presidente que permanecia ao lado de Andrade. Mais do que isso. Como o presidente vai pouco ao clube e ao CT, Edu era o representante da diretoria junto ao elenco. Cabia a ele apagar incêndios e blindar o o grupo, jogadores e membros da comissão técnica quando necessário.

Andrade perdeu essa peça no tabuleiro. Não tem ninguém para proteger seu novo treinador, que já chega sob fogo cerrado da torcida. No mapa político corintiano, Roberto tem poucas opções para escolher um diretor de futebol cascudo para aguentar os tempos difíceis que estão por vir.

 Nesse cenário, Oswaldo praticamente não terá margem de erro. A primeira patinada do time o deixará na mira de (grande) parte da torcida irritada com sua chegada. Depender do mesmo presidente que demitiu Cristóvão Borges no vestiário após a derrota no clássico com o Palmeiras para se proteger não é das situações mais confortáveis. Ainda mais pelo fato de agora Andrade precisar gastar energia para desviar dos tiros que devem vir de seus ex-aliados. Conselheiros do clube esperam que em breve Andrés dê entrevista criticando Roberto.

Oswaldo vai encontrar “órfãos” de Carille no Corinthians

Leia o post original por Perrone

Em sua volta ao Corinthians, Oswaldo de  Oliveira terá que lidar com parte do elenco que defendia a permanência do interino Fábio Carille. Esse grupo argumenta que o ex-auxiliar de Cristóvão Borges tem potencial para se tornar treinador do clube e que já conhecia o elenco, algo que Oliveira ou outro treinador que chegasse teria pouco tempo para fazer enquanto busca uma vaga na próxima Libertadores.

Marciel, Lucca, Guilherme Arana, Giovanni Augusto e Guilherme estão entre os que aprovavam a continuidade do trabalho de Carille, sem se manifestarem especificamente contra ao nome de Oliveira.

Na última quarta-feira, parte dos atletas que queria ver o interino por mais tempo no cargo reforçou essa posição em conversa com Edu Ferreira depois da vitória por 4 a 2 sobre o Santa Cruz. Eles expuseram ao ex-diretor de futebol a vontade de que todos seguissem juntos até o final do Brasileiro. Isso incluía não só Carille, mas Edu. Os jogadores já sabiam da possibilidade de o diretor entregar o cargo por sua opinião de não contratar Oswaldo não ter sido ouvida.

No mesmo dia, Walter, Balbuena, Pedro Henrique, Guilherme e Giovanni Augusto fizeram manifesto em rede social para defender Carille e Willians, alvos de críticas da torcida. Alguns atletas chegaram a cogitar fazer o mesmo por Edu.