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Wladimir anuncia candidatura ao conselho do Corinthians pela ‘Lava Jato’

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Wladimir com membros do grupo Lava Jato                                        Foto: Divulgação

 

O ex-lateral Wladimir, ídolo corintiano que atuou entre as décadas de 1970 e 1980, definiu hoje que será candidato ao Conselho Deliberativo do clube na eleição do próximo ano. Ele integrará a chapa do grupo de oposição batizado como Lava Jato, ferrenho crítico da ala comandada pelo ex-presidente Andrés Sanchez.

A decisão foi tomada na noite desta sexta-feira após jantar com integrantes do grupo, entre eles Roberto William Miguel, líder da Lava Jato e conhecido no Parque São Jorge como Libanês.

“Espero que, a partir da eleição, o clube retome uma trajetória incomum, com coisas mais condizentes com nosso ideal. Escolhi a Lava Jato porque é formada por pessoas que têm compromisso de administrar  com transparência e honestidade, que é a palavra que falta hoje ao Corinthians”, disse o ex-jogador ao blog por telefone.

De acordo com Wladimir, ele é sócio do Corinthians desde quando jogava, por isso reúne condições de disputar uma cadeira no Conselho Deliberativo. “Na época da Democracia Corintiana, era um desejo do Sócrates que a gente fosse conselheiro. E nós dois fomos naquela ocasião. Depois saímos e não voltamos mais. Agora resolvi retomar essa postura porque acredito que posso dar minha contribuição, principalmente tendo compromisso com a gestão”, afirmou.

Jogador que mais vezes atuou pelo Corinthians, Wladimir lembrou do ex-presidente Vicente Matheus ao falar sobre sua visão em relação ao clube hoje. “Nós que estamos de fora, ficamos indignados porque as pessoas pensam só nelas mesmas. São do venha a nós, não do vosso reino. Sou dos tempos do Matheus, de pessoas que não tiravam nada do clube. Pelo contrário, botavam dinheiro do bolso.”

Oposição corintiana tem mais um candidato: Osmar Stábilie

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Depois de Antônio Roque Citadini, foi a vez do conselheiro Osmar Stábile se declarar candidato à presidência do Corinthians em 2018. Assim, se o cenário não mudar até lá, a oposição terá pelo menos dois postulantes ao cargo.

Há cerca de três meses, Stábile lançou o slogan “stabilize”, que indicava o desejo de se candidatar. Neste sábado, porém, o blog recebeu mensagem dele na qual dizia: “vem aí Osmar Stábile presidente do Corinthians”.

Em seguida, confirmou a candidatura respondendo à indagação deste blogueiro por texto pelo celular. “Sim, sou candidato, fechado. Estou trabalhando as redes sociais. Estou enviando vídeos para 758 pessoas”.

Mas há espaço para mais de uma candidatura oposicionista? Isso não favorece a situação, que espera lançar Andrés Sanchez? “Acho que cada um dá os seus pulos. Não tenho compromisso com ninguém que se candidata. Somente tenho compromisso com a instituição Corinthians e meus eleitores”, declarou o oposicionista.

Sobre a diretriz de sua campanha, Stábile disse que vai trabalhar para implantar uma gestão moderna e participativa, que preserve a instituição.

Ele foi vice-presidente de esportes terrestres durante a gestão de Alberto Dualib e um dos candidatos derrotados por Sanchez no pleito de 2007.

Diferentes? Em 10 temas, Leco e Pimenta têm 4 propostas semelhantes

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O Conselho Deliberativo do São Paulo decide nesta terça, após uma campanha marcada pela troca de acusações, quem presidirá o clube pelos próximos três anos. Apesar de seus aliados terem trabalhado para mostrar as diferenças entre eles, os projetos de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, atual presidente, e José Eduardo Mesquita Pimenta possuem pontos em comum. Das dez propostas listadas pelos candidatos como suas principais, quatro são semelhantes. Confira abaixo. Os dados foram retirados do site Leco Presidente e da página Volta Pimenta no Facebook.

Estatuto

Leco promete colocar o novo estatuto em funcionamento o mais rápido possível. Pimenta afirma que vai implantar a “Carta Magna já no primeiro dia de mandato”. Vale lembrar que adequar o clube às novas regras é uma obrigação do futuro presidente.

Transparência

Ambos apontam que uma gestão transparente está entre as suas prioridades. O plano de governo de Leco diz que ele vai disponibilizar informações sobre contratos, dados financeiros, relatórios de gestão e procedimentos para a participação em concursos para fornecimento de produtos e serviços. Porém, não informa como será feita a disponibilização e nem para quem. Pimenta diz em seu programa que os conselhos “deliberativo, de administração, consultivo, presidência, diretoria, gerências e coordenadores terão acesso a todos os dados e informações necessárias para o desenvolvimento do trabalho”. Ou seja, promete o básico: dar condições para todos trabalharem.  

Marketing

Leco planeja continuar buscando “fortalecer a marca São Paulo”, enquanto seu adversário fala em “trabalhar a marca São Paulo”.

Morumbi

O atual presidente afirma que vai “ampliar as possibilidades de uso do estádio”. Pimenta declara em seu projeto que o Morumbi sempre foi o palco de grandes shows em São Paulo, mas que hoje é subaproveitado, prometendo investir para potencializar a geração de receitas pela casa tricolor. Ele cita também que vai construir um estacionamento, aproximar as cadeiras térreas do gramado e estudar a possibilidade de cobrir o Morumbi. No espaço destinado para  dez propostas do candidato na página oficial da chapa de Leco essas três questões não são citadas.

Diferenças

Entre as principais diferenças estão a proposta de Pimenta de captar entre R$ 100 e R$ 150 milhões por meio de um fundo de investimento para aplicar no departamento de futebol, a separação  dos centros de custo do futebol e da área social e a profissionalização da gestão. Do lado situacionista aparecem o investimento no futebol feminino para ter uma equipe forte e a manutenção de uma agenda de diálogo com as lideranças políticas do clube.

Ex-diretores criam grupo para ser “terceira via” no Corinthians

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Ex-diretores do Corinthians nas gestões comandadas pelo Grupo Renovação e Transparência, liderada por Andrés Sanchez, criaram um  grupo político que pretende se colocar como “terceira via” no clube. A proposta é ser uma alternativa entre a situação atual e a oposição tradicional.

O Corinthians Grande, nome do novo “partido”, se concentra primeiro em montar um projeto de gestão para a agremiação e lançar uma chapa de 25 candidatos ao conselho. Mas a tendência é que a mobilização culmine com o lançamento de uma candidatura à presidência na eleição de fevereiro de 2018. Não há nome definido por enquanto.

Entre os líderes da ala estão Fernando Alba, diretor nas administrações de Andrés e Mário Gobbi, Sérgio Mendonça Alvarenga, diretor jurídico de Sanchez e assessor de Gobbi, além de hoje ser vice-presidente do Conselho Deliberativo, e Felipe Ezabella, responsável pelos esportes terrestres na era Andrés. Todos integravam o Renovação e Transparência.

“Existe uma cultura no Corinthians de os grupos políticos serem vinculados a um nome, um líder que personifica o grupo. Queremos mudar isso. Não dá para ter um chefe, se o chefe está em baixa e sucumbe, o grupo sucumbe junto. Nosso grupo não vai ter uma personificação, mas um projeto bem amplo”, disse Alba ao blog.

Ele também rechaça o rótulo de oposição ao Renovação e Transparência. “Não é uma bandeira contra o Andrés, contra ninguém. Quem quiser participar das nossas reuniões, inclusive o Andrés, pode participar. Ele acertou muito. Queremos mudar nos pontos em que nós (do Renovação e Transparência) erramos”, declarou.

Entre os erros apontados está o fato de o clube não ter conseguido se fortalecer financeiramente para aos poucos deixar de depender de empréstimos, principalmente de empresários de futebol.

O blog apurou que também há no grupo conselheiros que permanecem na diretoria de Roberto de Andrade, porém os nomes são mantidos em sigilo.

Oposição vê vantagem mínima de Leco em eleição, mas crê em virada

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Apoiadores da candidatura de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, calculam uma vitória na eleição presidencial no São Paulo por diferença de 36 votos num cenário em que 222 conselheiros compareceriam ao pleito no próximo dia 18.

A oposição admite que neste momento o situacionista leva vantagem sobre José Eduardo Mesquita Pimenta, mas acredita na virada. A avaliação é de que o atual presidente tem hoje uma superioridade pouco maior do que um empate técnico.

Os opositores esperam alcançar cerca de 120 votos. Hoje, membros do grupo de Leco acreditam ter 129 apoios.

Nesta quinta, os candidatos registraram suas chapas. Leco confirmou como vice Roberto Natel, que ocupou o mesmo cargo na atual administração, mas pediu afastamento por causa de discordâncias com o presidente e para se candidatar à presidência. Porém, ele desistiu da candidatura e reatou com o atual mandatário.

Por sua vez, Pimenta terá o advogado Sergio Barbour como vice.

Del Nero explica, e candidato de oposição “aceita” Leco na seleção

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Marco Polo Del Nero tomou providências para tentar impedir que a escolha de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, como chefe da delegação da seleção brasileira nas partidas contra Uruguai e Paraguai virasse munição da oposição na disputa eleitoral no São Paulo.

O presidente da CBF conversou com José Eduardo Mesquita Pimenta, candidato oposicionista à presidência do clube no pleito marcado para abril, e explicou os motivos que o levaram a convidar o mandatário tricolor em plena campanha para a reeleição. “A escolha não tem nada a ver com política. Fazia tempo que eu queria convidar o Leco, por merecimento. Isso foi pensado antes da campanha eleitoral. Até falei com o Pimenta e expliquei isso. Ele entendeu”, disse Del Nero ao ser indagado pelo blog sobre o assunto após entrevista coletiva do técnico Tite nesta sexta.

A oposição tem acusado Leco de usar a máquina do clube para fazer campanha, o que o dirigente nega. Mas, pelo tom adotado por Pimenta, não deve questionar se houve uma manobra de Leco para ganhar holofotes, mostrar ao eleitorado prestígio junto à CBF e posar como engenheiro da reconstrução do relacionamento entre São Paulo e confederação, turbulento na era Juvenal Juvêncio.

Além da indicação de seu presidente, o clube tricolor terá um treino da seleção em seu CT antes do jogo com o Paraguai, no próximo dia 28, na arena alvinegra. A equipe de Tite também treinará no CT do Corinthians, que terá seu estádio usado na partida.

A assessoria de imprensa de Pimenta confirmou a conversa entre Del Nero e o candidato, que entendeu que a CBF convida quem quer e que o assunto não tem influência na política são-paulina.

Por que Roberto Natel desistiu de ser candidato à presidência do São Paulo?

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Depois de renunciar à vice-presidência do São Paulo para concorrer contra o atual presidente na eleição de abril, Roberto Natel desistiu da candidatura e é esperado de braços abertos na chapa de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, de novo como vice-presidente.

Conforme apurou o blog, a decisão foi atribuída internamente pelo dirigente à ação de Alex Bourgeois, ex-funcionário do clube e homem de confiança de Abilio Diniz, sócio do São Paulo e desafeto de Leco.

Até a publicação deste post, Natel não havia se pronunciado oficialmente sobre a desistência. Porém, de acordo com relatos ouvidos pelo blog, o discurso interno é de que ele retirou sua candidatura por discordar de ver um torcedor do Flamengo (Bourgeois), que não é sócio são-paulino e aciona o clube na Justiça por suposta dívida, interferir no processo eleitoral e por avaliar que sua chapa seria usada pelo ex-funcionário da agremiação a fim de alcançar os objetivos de Abilio.

O empresário apoia José Eduardo Mesquita Pimenta na disputa. A campanha do ex-presidente fez a de Natel começar a murchar.

O ex-vice havia costurado o apoio de alguns líderes da oposição. Ele se apesentara como uma terceira via. Teria o voto de ex-aliados de Leco e de parte dos oposicionistas. Mas Pimenta, com a benção de Abilio e trabalho de Bourgeois, anunciou sua candidatura apesar de Fernando Casal de Rey, coordenador da oposição estar viajando naquele momento e não ter chancelado de imediato a candidatura.

Com Pimenta no páreo, Natel ficou sem poder explorar com esperava o apoio de algumas alas da oposição. Sua candidatura, em tese, então, só ajudaria a do ex-presidente, pois ele tiraria mais votos de Leco do que do escolhido por Abilio. Acabou recuando. O grupo de Leco dá como certo que ele será vice na chapa do presidente, mas Natel tem dito a pessoas próximas que ainda não aceitou o convite e estuda o que fazer.

Para a oposição a explicação para retirada é mais simples: Natel desistiu por causa do crescimento da candidatura de Pimenta. E sem o apoio da oposição ele não tem outra alternativa a não ser voltar a dar as mãos para Leco. A justificativa sobre a interferência de Bourgeois é vista como cortina de fumaça. O trabalho do escudeiro de Abilio estaria sendo superestimado. Pimenta é considerado por líderes oposicionistas o principal articulador de sua campanha, não o ex-CEO são-paulino, demitido por Carlos Miguel Aidar, recontratado por Leco e dispensado novamente pelo atual presidente.

Procurado pelo blog, Bourgeois disse: “não vou falar sobre isso. Não vou comentar porque não foi por minha causa que ele deixou a candidatura, né? Essa é a pauta que ele quer promover, mas isso não tem o menor sentido”.

Natel só deve se pronunciar oficialmente entre hoje e amanhã.

Pratto vira munição em disputa política no São Paulo

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Lucas Pratto mal chegou ao São Paulo e sua contratação já virou munição política no Morumbi. Membros da oposição não questionam a qualidade do atacante, mas os valores da operação, principalmente depois de Daniel Nepomuceno, presidente do Atlético-MG dizer que o São Paulo será obrigado a comprar os 50% restantes dos direitos econômicos do argentino, como mostrou o blog.

A direção são-paulina se defende alegando que o clube paulista pediu a inclusão de uma cláusula que permitiria a compra de pouco menos da outra metade por valor proporcionalmente mais baixo, dependendo de metas estipuladas em contrato. A medida teria visado principalmente uma futura venda para a China.

Opositores já criticavam o valor estimado para a compra dos primeiros 50%: 6 milhões de euros (R$ 19,8 milhões), e o tom aumentou com a descoberta de que o investimento tende a aumentar. Uma das avaliações é de que seria incoerente vender uma promessa como David Neres por 15 milhões de euros (R$ 50 milhões) para aliviar as dificuldades financeiras do clube e investir quantia equivalente a boa parte deste montante em um jogador de 28 anos.

Os números para a compra de direitos econômicos restantes do argentino não foram revelados. Porém, o presidente do Atlético-MG confirmou ao blog que existe uma cláusula que obriga o São Paulo a vender Pratto caso apareça oferta superior 11 milhões de euros a partir de dezembro de 2017 (os são paulinos falam que a data correta é janeiro de 2018). Essa cláusula sugere que o montante total a ser gasto pelo time paulista na negociação se comprar o restante dos direitos econômicos combinados seria de 11 milhões de euros, ou 4 milhões de euros (cerca de R$ 13,2 milhões) a menos do que o valor de venda de Neres para o Ajax.

Outra crítica dos opositores é pelo falto de a revelação de que mais fatias dos direitos econômicos foram envolvidas no negócio ter sido feita em Belo Horizonte, não no Morumbi.

 Enfim, opositores classificam como eleitoreira a contratação do argentino por avaliarem que mais coerente com a atual situação financeira do clube seria encontrar uma solução por preço mais baixo, economizando dinheiro. Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, atual presidente, é candidato à reeleição em abril. Seus adversários devem ser José Eduardo Mesquita Pimenta e Roberto Natel.

Entre os argumentos favoráveis a diretoria estão o pedido do técnico Rogério Ceni pela contratação de um atacante de alto nível e o fato de a qualidade de Pratto não ser discutida nem pelos críticos da gestão. Outro ponto é que a previsão de compra de mais porcentagens dos direitos econômicos é parcelada, não provocaria a saída de grande quantia de dinheiro dos cofres tricolores de uma só vez.

Ex-vice revela mágoa com diretoria e deixa voto em aberto no São Paulo

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Júlio Casares, ex-vice-presidente do São Paulo, era apontado como um dos possíveis candidatos à presidência tricolor. Porém, ele não lançou candidatura. Agora, conselheiros ligados aos três postulantes ao cargo na eleição de abril (Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, atual presidente, Roberto Natel e José Eduardo Mesquita Pimenta) afirmam contar com seu apoio.

Mas em depoimento ao blog, ele negou ter definido quem vai apoiar. Revelou ainda mágoa com membros da gestão comandada por Leco por se considerar alvo de disparos enquanto era cotado para ser candidato, apesar de ser coordenador do partido político do presidente.

Abaixo, veja o posicionamento de Casares em relação à disputa eleitoral.

“Minha prioridade é o trabalho profissional. Posso apoiar o Leco, mas sentar ao lado de pessoas que me bateram apenas quando fui cogitado (como candidato) é muito difícil. Ou seja, um obstáculo que podemos superar. Eles estão ao lado do presidente. Veja o que fizeram na apresentação do Rogério Ceni (Casares atribui a aliados do presidente comentários de que teria ido ao evento para fazer campanha). Discutiremos dentro do partido.

Fizeram reuniões (comandadas por Leco para discutir a eleição) sem os coordenadores (dos grupos situacionistas). Causou incomodo. Desconforto. Leco gentilmente explicou. Foi uma reunião adulta e respeitosa. Levarei tudo isso para a discussão interna.

Estou muito decepcionado com algumas pessoas que sempre conviveram comigo. Fogo amigo ou fogo inimigo travestido de amigo. Mas tudo pode ser reconciliável. Quem bate esquece, quem apanha, jamais.

Defendo um pacto de gestão entre todos. Pode ser uma pregação no deserto. Continuarei dizendo. O clube tem 15 grupos. Todos importantes. O meu (Participação) é muito forte. Só pertenci a ele desde 2002. Mas o principal partido é o São Paulo.

Precisamos conhecer os programas dos candidatos. Isso é democrático. Todos os candidatos têm que se comprometer com o planejamento e autonomia do Rogério Ceni. Ele deve ter o apoio e o compromisso prévio de todos.

Todos os candidatos devem apresentar seus programas. Caberá a conselheiros e partidos analisarem as propostas. Elas devem ser mais preponderantes do que os nomes”.

Abilio Diniz oficializa apoio a Pimenta no São Paulo

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Como era esperado, Abilio Diniz decidiu oficializar seu apoio à candidatura de José Eduardo Mesquita Pimenta à presidência do São Paulo como nome da oposição na eleição de abril.

O argumento do empresário para tomar sua decisão é o de que o ex-presidente defende a profissionalização da gestão do clube e a aplicação do novo estatuto tricolor. Essas são também bandeiras de Diniz.

Porém, a situação avalia que ele apoiaria a oposição independentemente do cartola escolhido. Abilio não é conselheiro do São Paulo, mas pertence ao Conselho Consultivo. É visto pela situação como principal apoiador e articulador dos oposicionistas.

O empresário apoiou a candidatura de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que agora será candidato à reeleição, mas divergiu do atual presidente e passou a criticar sua administração publicamente. Hoje, ele é considerado por muitos aliados de Leco o inimigo número 1 do presidente dentro do clube.

Outro que está em campanha é Roberto Natel, ex-vice-presidente de Leco.